Itens inusitados como prótese de joelho e fragmento de meteorito são esquecidos em bagagens nos EUA em 2025
Nos Estados Unidos, malas esquecidas em viagens são reunidas e examinadas em Scottsboro, Alabama, pela empresa Unclaimed Baggage. O processo revela objetos surpreendentes e pouco convencionais deixados pelos viajantes.
Entre os achados, estão itens como prótese motorizada de joelho, um fragmento de meteorito de 1576 e até um traje completo de apicultor. Esses objetos revelam um lado curioso e exótico das bagagens não reclamadas.
Além dos itens inesperados, a maioria das malas contém pertences comuns, como roupas, eletrônicos e joias. Essas “cápsulas do tempo” mostram tendências e hábitos de viagem nos EUA em 2025.
Nos Estados Unidos, as malas que desaparecem durante viagens são enviadas para Scottsboro, Alabama, onde a empresa Unclaimed Baggage detém exclusividade para comercializar essas bagagens não reclamadas. Antes da venda, cada mala é aberta e examinada, processo que revela um retrato curioso dos objetos esquecidos e hábitos dos viajantes.
O relatório anual da Unclaimed Baggage revela achados que vão desde itens complexos, como uma prótese de joelho motorizada e uma unidade robótica completa, até objetos de alto valor, como uma barra de ouro da Casa da Moeda de Perth, tacos de golfe banhados a ouro e espadas de samurai. Itens históricos incluem um fragmento de meteorito de 1576 e uma baioneta do Exército dos EUA anterior à Primeira Guerra Mundial.
A lista dos objetos mais inesperados inclui um traje completo de apicultor, um instrumento didjeridu feito em madeira de teca, par de poi de fogo para apresentações, um ganso empalhado gigante e até veneno para ratos. Essas descobertas mostram o lado exótico das bagagens perdidas, que combinam curiosidade com valor científico e cultural.
No entanto, a maior parte das malas contém itens comuns: roupas, joias, celulares, acessórios eletrônicos, fones de ouvido, tablets e livros. Esse conjunto reflete a diversidade e a rotina nas viagens atuais.
A Unclaimed Baggage descreve essas malas como “cápsulas do tempo”, que podem revelar tendências de consumo e até aspectos profissionais dos passageiros que as perderam, oferecendo um olhar singular sobre os perfis de quem passa pelos aeroportos dos EUA.
Luiza Possi se manifesta pela primeira vez após declarações de Maria Gadú sobre relação passada
Luiza Possi falou publicamente pela primeira vez após Maria Gadú revelar um relacionamento antigo entre elas. A cantora destacou que não se incomoda em abordar o tema e ressaltou que críticas fazem parte de sua nova fase espiritual.
Em entrevista, Luiza destacou os desafios de sua nova vida focada na fé, na família e na carreira. Ela confirmou que não pretende aprofundar o assunto, preservando o respeito mútuo entre as artistas e evitando qualquer conflito público.
A cantora Luiza Possi comentou publicamente pela primeira vez as declarações feitas por Maria Gadú em 2025, nas quais a artista revelou um relacionamento antigo entre as duas. A fala aconteceu após uma publicação de Luiza sobre fé e injustiça ganhar repercussão online, levantando debates entre fãs. Possi afirmou que não se incomoda em abordar o assunto, ressaltando que críticas fazem parte de sua nova fase espiritual.
Em entrevista ao Jornal dos Famosos, da LeoDias TV, ela reforçou que começar a seguir Jesus traz desafios, como dificuldades e julgamentos, mas que isso é algo já esperado. Luiza evitou alimentar qualquer conflito e fez questão de destacar sua admiração profissional por Maria Gadú, dizendo que sempre a considerou uma excelente cantora.
Possi também esclareceu que sua vida mudou bastante nos últimos anos, sendo casada há quase uma década e mãe de dois filhos, e que não pretende aprofundar o assunto publicamente, considerando o episódio pouco relevante para o presente.
As declarações de Gadú ocorreram após um vídeo de Luiza falando sobre tempos injustos e relacionamentos espirituais, que foi interpretado por parte do público como crítica a acontecimentos políticos recentes. No comentário polêmico, Maria reconheceu que o relacionamento entre as duas teria sido um erro, pedindo perdão e deixando o passado para trás.
Atualmente, Luiza segue focada em sua carreira e família, enquanto Maria Gadú mantém uma relação estável e também é mãe. Ambas seguem respeitando suas trajetórias pessoais e profissionais.
Samurai Champloo terá live action produzido pela equipe de One Piece
A produtora Tomorrow Studios, responsável pelo live action de One Piece, está desenvolvendo uma adaptação em live action de Samurai Champloo. O projeto conta com a colaboração do diretor original Shinichiro Watanabe para preservar a essência da obra, que mistura artes marciais e hip-hop.
O projeto ainda está em fase inicial e não foi apresentado oficialmente a nenhuma rede de televisão, mas já atrai interesse. A expectativa é que a trilha sonora mantenha o impacto sonoro marcante do anime original.
Samurai Champloo narra a jornada de três personagens pelo Japão do Período Edo. No Brasil, o anime está disponível na Crunchyroll, mas sem dublagem ou legendas em português, apesar da popularidade entre fãs locais.
A produtora Tomorrow Studios, responsável pelo live action de One Piece, já está desenvolvendo mais uma adaptação de anime para atores reais: Samurai Champloo. A companhia trabalha em parceria com o diretor original Shinichiro Watanabe, buscando trazer a essência do anime que mistura artes marciais e elementos do hip-hop.
O projeto está em fase inicial e ainda não foi apresentado a nenhuma rede de televisão, embora a Tomorrow Studios já tenha recebido interesse. A produtora pretende envolver Watanabe de forma mais ativa, aprendendo com a experiência da adaptação de Cowboy Bebop, que contou com uma participação mínima do diretor e foi mal recebida.
A promessa é manter os aspectos que marcaram Samurai Champloo, lançando mão da música como peça central da produção. A expectativa inclui parcerias para criação de uma trilha sonora que destaque o impacto sonoro tão característico da obra original, produzida no início dos anos 2000.
O anime apresenta três personagens principais: Fuu, uma jovem que trabalha em uma casa de chá; Mugen, um fora da lei; e Jin, um ronin. Eles formam uma aliança instável enquanto viajam por um Japão fictício do Período Edo, enfrentando diversos desafios.
No Brasil, Samurai Champloo está disponível na Crunchyroll, mas sem dublagem ou legendas em português, apesar da popularidade entre fãs locais.
O investimento em Samurai Champloo chega após o sucesso da segunda temporada de One Piece, refletindo o momento positivo da Tomorrow Studios no mercado de adaptações de anime.
Divibank cresce 13 vezes em faturamento após mudança de foco para pagamentos
A Divibank alcançou um crescimento de 13 vezes no faturamento entre 2024 e 2025, impulsionada pela mudança de foco para o mercado de pagamentos. O volume total de pagamentos processados pela fintech também cresceu 11 vezes, acompanhando a expansão dos negócios digitais que utilizam suas soluções.
Fundada em 2020, a fintech oferece ferramentas integradas a plataformas como VTEX e Shopify para facilitar a gestão financeira de empresas online. Em 2024, captou R$ 47 milhões em investimentos para ampliar sua atuação no comércio digital.
O crescimento é resultado da combinação entre tecnologia avançada e proximidade com clientes, que confiaram nas soluções da Divibank para escalar suas operações. A empresa busca fortalecer sua posição no mercado brasileiro de pagamentos para e-commerce.
A Divibank alcançou um crescimento expressivo de 13 vezes no faturamento em 2025 em relação a 2024, impulsionado pela pivotagem para o mercado de pagamentos. Além disso, o volume total de pagamentos processados (TPV) cresceu 11 vezes no mesmo intervalo, acompanhando a expansão da empresa no comércio digital.
Fundada em 2020, a fintech oferece soluções de pagamento direcionadas a empresas online, integrando suas ferramentas às plataformas VTEX, Shopify, Magento, WBuy e WooCommerce. Em 2024, a Divibank captou R$ 47 milhões em rodada liderada pela Better Tomorrow Ventures, com participação de outros fundos, incluindo Alter Global e Endeavor Scale-Up Ventures.
O foco da empresa está na facilitação da gestão financeira para negócios de comércio eletrônico, com ferramentas que auxiliam no controle de transações e pagamentos. Segundo Jaime Taboada, CEO da fintech, o crescimento reflete a combinação entre tecnologia, disciplina financeira e proximidade com clientes digitais.
Rebecca Fisher, cofundadora e CSO, destaca que a confiança dos clientes foi fundamental para esse avanço, mostrando a adoção das soluções para suportar operações de e-commerces em crescimento. A expansão do TPV acompanha diretamente a operação e o desenvolvimento das empresas que utilizam a infraestrutura da Divibank.
Com a estratégia recente, a fintech busca consolidar sua posição no mercado de pagamentos para o comércio digital, apostando na integração com plataformas populares e no atendimento à demanda de operações digitais com maior volume transacional.
Controle remoto universal permite usar smartphone para TV e ar-condicionado
O Controle Remoto Universal Wi-Fi Elgin Smart Home permite centralizar o comando de vários aparelhos eletrônicos pelo celular, usando conexão Wi-Fi. É possível controlar TVs, ar-condicionado, DVD, Blu-ray e outros dispositivos em diferentes cômodos da casa.
Além do aplicativo móvel, o dispositivo é compatível com assistentes virtuais como Alexa e Google Home, possibilitando comandos por voz e rotinas automatizadas. Assim, o usuário pode, por exemplo, ligar a TV e ajustar o ar-condicionado ao chegar em casa.
Com design compacto e fácil configuração, o controle substitui vários controles físicos por um único sistema digital, otimizando o uso dos eletrônicos domésticos de forma prática e tecnológica.
O Controle Remoto Universal Wi-Fi Elgin Smart Home permite controlar vários aparelhos eletrônicos por meio do smartphone, funcionando como um transmissor que reproduz sinais infravermelhos. Depois de conectado à rede Wi-Fi da residência, o usuário configura o dispositivo via aplicativo para gerir televisores, ar-condicionado, aparelhos de DVD, Blu-ray, home theaters e decodificadores de TV.
O equipamento substitui diversos controles físicos por um único sistema digital, aprendendo ou usando códigos compatíveis com milhares de dispositivos no mercado. Essa centralização facilita o controle dos eletrônicos, mesmo estando em diferentes ambientes da casa.
Além da conexão Wi-Fi, destaque para a compatibilidade com assistentes virtuais, como Amazon Alexa e Google Home, o que permite o uso de comandos de voz para operar os dispositivos. É possível, por exemplo, criar rotinas automatizadas que ligam a TV e ajustam o ar-condicionado ao chegar em casa.
Com design compacto na cor vermelha, o controle é acessível via aplicativo móvel, facilitando sua configuração e uso diário. Atualmente, o produto está disponível com desconto, passando de R$80,54 para R$64,92 na Amazon.
Esse tipo de controle remoto universal é uma solução prática para quem deseja simplificar a gestão dos eletrônicos em casa, reunindo funcionalidade e tecnologia em um só dispositivo.
Azos capta R$125 milhões com Kaszek e investidor americano para expandir seguro de vida
A Azos, insurtech especializada em seguro de vida individual, anunciou a captação de R$ 125 milhões em uma rodada Série C liderada pela Kaszek e pelo investidor americano Kevin Efrusy. O investimento tem como objetivo acelerar projetos que utilizam inteligência artificial.
Entre as inovações da empresa estão soluções de subscrição automática com aprovação rápida e o uso de IA para agilizar sinistros e otimizar vendas. A Azos atua como MGA, focando na estruturação do produto e experiência do cliente, enquanto a seguradora parceira assume os riscos.
Desde 2020, a startup já tem cerca de 100 mil apólices ativas e R$ 110 bilhões segurados, com ambição de transformar o mercado de seguros de vida, aproximando-se do modelo revolucionário aplicado por fintechs no setor bancário.
A Azos, insurtech focada em seguro de vida individual, anunciou a captação de R$ 125 milhões em uma rodada Série C liderada pela Kaszek e pelo investidor americano Kevin Efrusy, que já participava do investimento anterior da empresa. O aporte visa acelerar projetos de inteligência artificial.
Entre as inovações em desenvolvimento, a Azos adotou uma solução de subscrição automática com AI que aprova até 30% das apólices em segundos, com a meta de atingir 50% até o fim do ano. A startup também aplica inteligência artificial para agilizar o processamento de sinistros, reduzir tempos e otimizar vendas por meio de ferramentas para corretores.
A Azos opera no modelo MGA (managing general agent), parceiro da seguradora Excelsior, que assume os riscos e oferece suporte regulatório. Dessa forma, a startup concentra esforços na estruturação do produto, precificação de risco e experiência do cliente, enquanto a seguradora captura a receita do float.
Desde 2020, a Azos já conta com cerca de 100 mil apólices ativas e um capital segurado de R$ 110 bilhões, com prêmios anuais que alcançam R$ 307 milhões. Ela detém pouco mais de 1% do mercado de seguros de vida individual, segmento dominado por Bradesco e Prudential.
O CEO Rafael Cló destacou a ambição de levar ao mercado de seguros de vida uma transformação semelhante à promovida pelo Nubank no setor bancário, enfatizando a necessidade de ampliar a base de parceiros e a conscientização do consumidor sobre proteção patrimonial.
Fenômeno psicológico que conecta sons e formas é identificado também em pintinhos
Um estudo recente mostrou que pintinhos recém-nascidos respondem ao fenômeno bouba-kiki, conectando sons a formas visuais. Os pintinhos associam o som “bouba” a formas arredondadas e “kiki” a formas pontiagudas.
Experimentos confirmaram que essa resposta é instintiva, presente mesmo em aves muito jovens. Isso sugere que essa associação sensorial é uma característica evolutiva comum a vertebrados, não apenas um fenômeno cultural humano.
A pesquisa amplia o entendimento sobre como o cérebro processa estímulos sensoriais e aponta para uma base evolutiva compartilhada na percepção entre espécies diferentes.
Um estudo recente publicado na revista Science revelou que o cérebro dos seres humanos e de pintinhos recém-nascidos compartilha uma característica curiosa envolvendo o fenômeno bouba-kiki. Essa associação psicológica conecta sons a formas visuais, mostrando que o som “bouba” está ligado a formas arredondadas, enquanto “kiki” combina com formas pontiagudas.
Psicólogos da Universidade de Pádua experimentaram com pintinhos de apenas três dias para entender até que ponto esse efeito está presente fora dos humanos. Os animais foram expostos a painéis decorados com formas distintas, acompanhados dos sons “bouba” ou “kiki”. O resultado mostrou que os pintinhos tendiam a se dirigir à forma arredondada quando ouviam “bouba”, e à pontiaguda ao som de “kiki”.
Essa associação foi confirmada em outra experiência, com pintinhos de um dia, que assistiam a objetos em movimento em telas de vídeo, reforçando a ideia de que essa conexão entre som e forma é instintiva e não puramente cultural.
Os pesquisadores indicam que o fenômeno bouba-kiki está enraizado na evolução dos vertebrados, sugerindo que aves e mamíferos, além do ancestral comum desses grupos, possuem esse padrão cerebral para processar estímulos sensoriais de maneira semelhante. Contudo, isso não implica que esses animais tenham linguagem ou pensamento simbólico similar ao humano, mas revela uma base compartilhada para a percepção sensorial.
Essa descoberta amplia o entendimento da relação entre som e visão no cérebro e levanta novas questões sobre as origens evolutivas da percepção sensorial em diferentes espécies.
Astrofísicos investigam a origem de metais preciosos no espaço
Uma colisão entre estrelas de nêutrons a 8,5 bilhões de anos-luz gerou um intenso flash de raios gama que viajou até a Terra. Esse evento, associado à fusão de duas galáxias, revelou a origem de metais pesados como ouro e platina no universo.
A explosão ocorreu em uma galáxia anã formada por material arrancado dessas colisões galácticas. Astrofísicos mostram que essas fusões não acontecem só em grandes galáxias, ampliando o conhecimento sobre a distribuição de metais preciosos no cosmos.
Com a ajuda de telescópios avançados e futuros detectores de ondas gravitacionais, a pesquisa avança para entender melhor essas explosões e os elementos que compõem nosso mundo.
A bilhões de anos-luz daqui, uma colisão entre duas estrelas de nêutrons gerou um intenso flash de raios gama que viajou por 8,5 bilhões de anos antes de chegar à Terra. Um estudo recente apontou que esse evento, chamado GRB 230906A, está ligado a uma fusão ainda maior: a colisão entre duas galáxias.
Esse achado é o primeiro a relacionar um sinal de explosão curta de raios gama a uma interação galáctica nesse nível. Usando o Observatório de Raios X Chandra, o Telescópio Espacial Hubble e o Very Large Telescope, cientistas identificaram que a explosão ocorreu numa corrente de maré causada pela fusão das galáxias, dentro de uma galáxia anã formada por material arrancado dessas colisões.
Fusões de estrelas de nêutrons binárias produzem algumas das explosões mais potentes do Universo, liberando energia semelhante à que o Sol emitirá em toda sua vida, mas em apenas segundos. Além disso, esses eventos podem espalhar elementos pesados, como ouro e platina, que são gerados no processo.
O estudo mostra que tais explosões não acontecem só em grandes galáxias, ampliando o entendimento sobre como metais pesados se distribuem pelo cosmos. Embora os instrumentos ainda não tenham detectado quais elementos foram criados nesse evento específico, futuros telescópios espaciais e detectores de ondas gravitacionais vão ajudar a mapear melhor essas colisões e suas consequências.
Com a ajuda do James Webb, do Nancy Grace Roman e de futuros detectores como o Einstein Telescope, a exploração desses fenômenos vai avançar, oferecendo novas respostas sobre a formação dos elementos que compõem nosso mundo.
CloudWalk, controladora da InfinitePay, fatura R$ 5,44 bilhões em 2025 com crescimento de 104%
A CloudWalk, empresa responsável pela InfinitePay, alcançou receita de R$ 5,44 bilhões em 2025, um crescimento de 104% em relação ao ano anterior, impulsionada pela expansão no mercado dos Estados Unidos. O lucro líquido chegou a R$ 602 milhões, aumento de 90%, destacando o desempenho financeiro da companhia.
A empresa utiliza inteligência artificial, com destaque para o agente JIM, que atua na correção instantânea de pagamentos recusados e já é usado por milhares de lojistas nos EUA. No Brasil, a base de usuários da InfinitePay dobrou para 6,3 milhões, tornando-se o aplicativo financeiro mais baixado na App Store no último dezembro.
Em 2025, a CloudWalk também conquistou licença de instituição financeira plena pelo Banco Central, ampliando seu portfólio com produtos de investimento. A estratégia para o futuro envolve o Self-Driving Finance, sistema de IA que gerencia operações financeiras com mínima intervenção humana.
A CloudWalk, responsável pela InfinitePay, registrou receita de R$ 5,44 bilhões em 2025, um aumento de 104% frente ao ano anterior. O crescimento se deve à expansão nos Estados Unidos com o aplicativo de pagamentos que conta com o agente de inteligência artificial JIM.
O lucro líquido da empresa em 2025 foi de R$ 602 milhões, o que representa uma elevação de 90%. A CloudWalk destaca que suas soluções de inteligência artificial realizam tarefas essenciais, desde o desenvolvimento de software até a prevenção de fraudes e atendimento ao cliente.
O JIM, que opera nos EUA, corrige pagamentos recusados de forma instantânea, sendo utilizado por “dezenas de milhares de lojistas”. No Brasil, a base de usuários da InfinitePay dobrou, chegando a 6,3 milhões, tornando o app financeiro mais baixado da App Store em dezembro.
Em junho, a empresa obteve licença plena de instituição de crédito pelo Banco Central, ampliando seu portfólio para incluir produtos de investimento. O objetivo da CloudWalk é implementar um sistema conhecido como Self-Driving Finance, onde agentes de inteligência artificial gerenciam pagamentos, crédito e outras operações com mínima intervenção humana.
Tal avanço também reflete o uso de IA para fechar vendas, solucionar atendimentos e criar campanhas, consolidando um modelo financeiro autônomo que pode transformar a gestão de finanças em diferentes mercados.
Chatbot de IA Claude enfrenta instabilidade nesta quarta-feira (11)
O chatbot de inteligência artificial Claude, da Anthropic, apresentou instabilidades nesta quarta-feira (11), causando dificuldades no login e logout para muitos usuários. A falha teve início por volta das 11h, segundo registros do Down Detector.
O problema afetou sobretudo o Claude Code, plataforma utilizada para criação de códigos de IA, impactando o uso diário do sistema por diversos usuários nas principais cidades brasileiras. A equipe técnica já está investigando a situação para restabelecer o serviço.
Até o momento, não há previsão de normalização total, e as causas da instabilidade ainda não foram divulgadas. Acompanhe as atualizações para saber mais sobre a recuperação do Claude.
O chatbot de inteligência artificial da Anthropic, Claude, enfrentou instabilidade nesta quarta-feira (11), com problemas principalmente no acesso ao serviço. Muitos usuários relataram dificuldades para fazer login e logout, tornando o uso da ferramenta comprometido durante a manhã.
Segundo o site Down Detector, os primeiros sinais da falha começaram a aparecer às 11h, horário de Brasília. Pouco depois, cerca de 100 notificações indicavam erros, principalmente em cidades como São Paulo, Curitiba e Belo Horizonte.
A própria página oficial de status do serviço reconheceu o problema e informou, às 11h44, que as equipes estavam investigando a situação. A falha afetou especialmente o Claude Code, a plataforma voltada para a construção de códigos para inteligência artificial autônoma, impedindo o login e logout dos usuários.
O impacto foi sentido por parte da base de usuários que depende do Claude para suas atividades diárias, evidenciando a importância da estabilidade nesses sistemas. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre o que causou a instabilidade nem previsão para a normalização completa do serviço.
A redação permanece atenta a atualizações para informar sobre qualquer novidade relacionada ao funcionamento do Claude e sua recuperação.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação