Steven Yeun nega participação em Homem-Aranha: Um Novo Dia
O ator Steven Yeun comentou recentemente os rumores sobre sua possível escalação em Homem-Aranha: Um Novo Dia. Ele negou qualquer negociação com o filme, embora tenha reconhecido que seria uma experiência interessante.
Os rumores colocavam Yeun como o vilão Senhor Negativo, mas não há confirmação oficial sobre sua participação. Além disso, ele deixou o elenco de Thunderbolts devido a conflitos de agenda causados pelas greves de 2023.
Apesar disso, Yeun se mostrou aberto a futuras oportunidades no Universo Cinematográfico da Marvel, elogiando o diretor Jake Schreier e acompanhando os lançamentos da produtora.
O ator Steven Yeun, conhecido por seus papéis em The Walking Dead e Invincible, comentou recentemente rumores sobre sua possível participação em Homem-Aranha: Um Novo Dia. Ele negou envolvimento, dizendo que não sabia de nenhuma negociação para o filme, embora tenha admitido que teria sido uma experiência interessante.
Os rumores indicavam que Yeun poderia interpretar o vilão Senhor Negativo, personagem clássico das histórias do Homem-Aranha. No entanto, até agora, não foi confirmada sua escalação ou qualquer ligação oficial com o projeto.
Antes dessa especulação, Yeun estava escalado para o filme Thunderbolts, interpretando o personagem Sentry. Devido a conflitos de agenda relacionados às greves dos sindicatos SAG-AFTRA e Writers Guild of America em 2023, ele acabou deixando o elenco. O papel foi repassado a Lewis Pullman, que deu vida a Bob Reynolds, identidade civil do Sentry.
Apesar de ter saído de Thunderbolts, Yeun demonstrou estar aberto a futuras oportunidades no Universo Cinematográfico da Marvel (MCU). Ele fez elogios ao diretor Jake Schreier e mencionou que acompanha os lançamentos da Marvel.
Homem-Aranha: Um Novo Dia está previsto para chegar aos cinemas em 30 de julho de 2026. O filme será dirigido por Destin Daniel Cretton, que já trabalhou em Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis, com roteiro assinado por Chris McKenna e Erik Sommers. A trama mostrará o Homem-Aranha enfrentando novos desafios em Nova York, quatro anos após os eventos do filme anterior.
Liderança é frequentemente vista como um conjunto de regras ou um padrão fixo que todos devem seguir. Porém, essa ideia não reflete a realidade de quem lidera. Cada líder traz sua própria história, valores e forma de se comunicar. O importante não está em se encaixar em um molde, mas em manter a autenticidade ao conduzir uma equipe.
O autor e gestor José Neto Rossini Torres, em conversa sobre liderança, destaca o valor da conexão entre quem a pessoa é e como lidera. Ele cita o livro Sinal Verde, do ator Matthew McConaughey, que reforça a importância da autenticidade para entender os próprios valores e as decisões tomadas na vida, inclusive no trabalho.
É comum ouvir que existe um jeito ideal de liderar, de falar e agir em reuniões, ou mesmo de se relacionar com o time. As práticas estabelecidas ajudam a evitar erros e melhoram a gestão, mas podem se tornar limitadoras quando sufocam a essência do líder. Essa essência é o que cria confiança, pois as pessoas percebem quando alguém age com naturalidade e convicção.
O equilíbrio entre o aprendizado de métodos e o respeito à própria identidade define o crescimento no papel de líder. Ao ajustar processos e técnicas para o contexto próprio, sem abrir mão da singularidade, o líder evolui sem perder sua essência.
Assim, liderança não é sobre imitar um modelo, mas sim sobre aprimorar-se mantendo a coerência entre postura e personalidade. Essa postura autêntica facilita relações e fortalece a confiança dentro das equipes, elementos essenciais para o sucesso na gestão.
Franklin Templeton revisa política de crédito no Brasil diante de falhas em balanços
A Franklin Templeton, gestora global com US$ 1,7 trilhão em ativos, revisou sua política de crédito no Brasil após os calotes das empresas Americanas e Light. A mudança foi motivada pela desconfiança nos balanços auditados e baixa transparência para credores, afirma Adriano Casarotto, gestor de crédito.
Para reduzir riscos, a gestora diminuiu limites de exposição por emissor e rating, restringindo participação de empresas com classificação A e triple A. Bancos têm tratamento diferenciado devido à supervisão do Banco Central. Além disso, adotou uma avaliação qualitativa detalhada, incluindo análise dos controladores.
A Franklin Templeton também aumentou a participação de letras financeiras nas carteiras e participa de iniciativas para melhorar a regulamentação do setor, buscando maior transparência e acesso a informações para facilitar a recuperação de crédito.
A Franklin Templeton, gestora global com US$ 1,7 trilhão em ativos, revisou sua política de investimento em crédito no Brasil após os defaults das empresas Americanas e Light. Segundo Adriano Casarotto, portfolio manager de crédito no país, a mudança foi motivada pela falta de confiança nos balanços auditados e pela baixa transparência para credores como os debenturistas.
Para limitar os riscos, a gestora reduziu os tetos de exposição por emissor e por rating. Companhias com classificação triple A agora podem representar até 1,5% do portfólio, contra cerca de 3% anteriormente. Para empresas com rating A, o limite é 0,5%, e papéis com classificação triple B estão restritos somente a carteiras de maior risco. Bancos grandes recebem tratamento especial, com limite de até 5%, devido à supervisão do Banco Central.
A Franklin Templeton também adotou uma avaliação qualitativa mais detalhada, chegando a analisar as pessoas físicas controladoras das companhias. Este cuidado é exclusivo do mercado brasileiro e foi sugerido pela equipe local à matriz.
Em um ano e meio, a gestora ajustou suas carteiras, aumentando de 15% para 50% a participação das letras financeiras. Além disso, a empresa trabalha junto à Amec para melhorias regulatórias, como o acesso dos fundos ao SCR do Banco Central e maior transparência nas documentações para simplificar a recuperação de crédito em situações de insolvência.
Casarotto defende ainda que debêntures contem com contas-reserva para cobrir despesas jurídicas em processos de recuperação, medida já presente em outros ativos como FIDCs, CRIs e CRAs.
China emite alerta sobre riscos de segurança da IA OpenClaw nas instituições
Agências governamentais e empresas estatais na China estão recomendando que funcionários evitem instalar o agente de inteligência artificial OpenClaw devido a preocupações com a segurança dos dados nos dispositivos de trabalho.
O software de código aberto OpenClaw, que opera com pouca intervenção humana, vem sendo utilizado em regiões industriais e tecnológicas para aumentar a produtividade, mas autoridades alertam sobre riscos como vazamentos e perda acidental de informações.
Embora o governo chinês incentive o avanço da IA, há um esforço para equilibrar essa adoção com a proteção de dados sensíveis, sem confirmação de proibição oficial para o uso da ferramenta em órgãos públicos.
Agências governamentais e empresas estatais da China estão recomendando que seus funcionários evitem instalar o OpenClaw, um agente de inteligência artificial que tem ganhado popularidade recente. Essa orientação, segundo fontes anônimas à Reuters, se fundamenta em preocupações com a segurança dos dados presentes nos dispositivos usados no trabalho.
O software de código aberto OpenClaw é diferente dos chatbots convencionais, pois executa tarefas no computador do usuário com pouca necessidade de intervenção humana. Na China, regiões industriais e tecnológicas vinham adotando a ferramenta para melhorar a produtividade, chegando até mesmo a adaptar agentes de IA para tarefas públicas em Shenzhen.
Entretanto, autoridades regulatórias começaram a alertar sobre riscos potenciais, como vazamentos ou exclusão acidental de informações importantes. Em algumas empresas estatais, o uso da plataforma foi desaconselhado, inclusive em dispositivos pessoais usados para atividades profissionais.
Essas medidas acontecem enquanto a China promove a inteligência artificial por meio de seu plano nacional “AI Plus”. Apesar de incentivar a adoção da tecnologia, o governo busca equilibrar o avanço da IA com a proteção de informações digitais sensíveis.
Ainda não há confirmação oficial sobre uma proibição formal do OpenClaw nos órgãos públicos, e projetos locais seguem utilizando a ferramenta em setores como saúde, com treinamentos recentes na cidade de Shenzhen. Os órgãos responsáveis pela regulamentação ainda não comentaram publicamente sobre o assunto.
Campanhas contínuas contra violência doméstica podem atingir mais de 2 milhões de mulheres no Espírito Santo
A Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei 481/2025, que determina campanhas permanentes de prevenção à violência doméstica contra mulheres, incluindo o Espírito Santo. O estado possui cerca de 2 milhões de mulheres e registra milhares de casos anualmente.
As campanhas devem ser contínuas e divulgadas em vários meios, como rádio, TV, internet e impressos. Elas informarão sobre as formas de violência previstas na Lei Maria da Penha e divulgarão canais de denúncia e serviços de acolhimento.
O projeto também prevê a participação da sociedade civil e órgãos governamentais para monitorar a eficácia das ações e garantir que a violência seja tratada como questão pública e de todos.
A aprovação do projeto de lei 481/2025 na Câmara dos Deputados determina que campanhas permanentes de prevenção e enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher sejam realizadas em todo o Brasil, incluindo o Espírito Santo. O estado, com cerca de 2 milhões de mulheres, registra milhares de casos dessa violência todos os anos, segundo dados recentes.
A proposta exige que União, estados e municípios promovam de forma contínua campanhas educativas em vários meios de comunicação, como rádio, televisão, mídia digital e impressa. Os conteúdos devem informar sobre as várias formas de violência previstas na Lei Maria da Penha, como agressão física, psicológica, sexual, patrimonial e moral, além de feminicídio e discriminação contra mulheres.
As campanhas também devem divulgar canais de denúncia, serviços de acolhimento e ações de prevenção e igualdade de gênero. Segundo a relatora Daniela do Waguinho, a maioria das vítimas fatais de feminicídio nunca havia registrado denúncias, indicando barreiras para o acesso à proteção. A parlamentar ressaltou que a visibilidade permanente dessas ações ajuda a colocar a violência como questão pública, não apenas privada.
O projeto prevê ainda a participação consultiva de organizações da sociedade civil especializadas, a articulação entre órgãos governamentais e a criação de um comitê intergovernamental para monitorar a eficácia das campanhas. Será também criado um canal para receber sugestões e avaliações da população.
Se confirmado no Senado, o projeto vai estabelecer diretrizes nacionais para garantir que as campanhas educativas sobre violência doméstica sejam constantes em todo o país.
Tabagismo no Brasil continua em queda, mas desaceleração ameaça meta de 2030
O tabagismo no Brasil apresentou uma queda significativa desde 1989, passando de 34,8% para 9,3% da população adulta em 2023. No entanto, a desaceleração no ritmo de redução desde 2015 preocupa especialistas, que avaliam que a meta de 6,24% para 2030 pode não ser alcançada.
Esse cenário é influenciado por fatores como crises econômicas, políticas públicas fragilizadas, congelamento do preço do cigarro e aumento do uso de dispositivos eletrônicos para fumar, especialmente entre jovens. Esse crescimento contrasta com a estabilidade do consumo do cigarro tradicional na mesma faixa etária.
A retomada das campanhas antitabagistas, fiscalização rigorosa e controle dos novos produtos são essenciais para conter o avanço do tabagismo e proteger a saúde pública.
O tabagismo no Brasil tem mostrado queda consistente desde 1989, quando 34,8% da população adulta fumava. A taxa diminuiu para 9,3% em 2023, mas o ritmo de redução tem desacelerado desde 2015, preocupando especialistas. Se mantida, a projeção indica que a meta de 6,24% para 2030, prevista no Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas, não será alcançada.
Esse cenário é influenciado por fatores como crises econômicas e políticas que impactaram os investimentos em políticas públicas, congelamento dos preços do cigarro e aumento da circulação de dispositivos eletrônicos para fumar (DEFs), incluindo cigarros eletrônicos e vapes. Estes aparelhos, inicialmente associados à redução de danos, também atraíram o público jovem com sabores e marketing agressivo.
Dados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar mostraram que o uso desses produtos entre adolescentes subiu de 10,4% para 14,8% entre 2015 e 2019. Esse crescimento contrasta com a estabilidade no consumo do cigarro tradicional nessa faixa etária.
Do ponto de vista da saúde pública, o tabagismo ainda carrega alto impacto, sendo responsável por doenças como câncer, infarto e DPOC, além de mais de 161 mil mortes registradas em 2020. A dependência gerada pela nicotina afeta diretamente o sistema cardiovascular e o desenvolvimento cerebral de jovens.
A retomada de campanhas antitabagistas, fiscalização rigorosa, combate ao contrabando e regulamentação dos pontos de venda são estratégias fundamentais apontadas para conter a disseminação do fumo e seus novos formatos.
Elenco comenta sobre a possibilidade de Guardiões da Galáxia Vol. 4
O elenco dos Guardiões da Galáxia comentou durante a Emerald City Comic Con sobre a possibilidade de um quarto filme da franquia. Michael Rooker, Sean Gunn e Pom Klementieff destacaram que não há nada confirmado oficialmente pela Marvel Studios.
Pom Klementieff explicou que a história foi pensada como uma trilogia, mas os personagens podem aparecer em outras produções do MCU. Sean Gunn afirmou que a decisão depende do roteiro, elenco e direção, enquanto o retorno do diretor James Gunn é um fator importante.
Já Michael Rooker reforçou que a franquia não deve se prolongar demais para evitar desgaste. No entanto, o final do terceiro filme sugere que os Guardiões podem ter futuros no Universo Marvel, inclusive em eventos maiores como os Vingadores.
A possibilidade de um novo filme da franquia Guardiões da Galáxia ainda está em aberto. Durante um painel na Emerald City Comic Con, integrantes do elenco, como Michael Rooker, Sean Gunn e Pom Klementieff, comentaram sobre essa chance, destacando que não há confirmação oficial sobre a produção de um quarto capítulo.
Pom Klementieff, que vive a personagem Mantis, ressaltou que o projeto original foi planejado como uma trilogia, sem discussões sobre uma sequência direta. Ela também sugeriu que os personagens podem aparecer em outras produções do Universo Cinematográfico da Marvel (MCU), especialmente em eventos maiores que conectem vários heróis.
Sean Gunn comentou que a decisão sobre um possível Guardiões da Galáxia Vol. 4 está nas mãos da Marvel Studios. Ele destacou que tudo dependeria do roteiro, elenco e direção, além da disposição de reunir a equipe certa. Sean também mencionou que seu retorno como Kraglin pode estar condicionado à participação do diretor James Gunn, que atualmente está envolvido com projetos da DC Studios.
Michael Rooker relembrou o impacto emocional do terceiro filme, que encerrou a trilogia dirigida por James Gunn. O ator falou sobre a experiência de filmar o especial de Natal e opinou que a franquia não deveria se estender muito para evitar desgaste.
Apesar das incertezas, há expectativa de que os personagens dos Guardiões possam surgir em futuras produções do MCU, como os filmes dos Vingadores. O final do terceiro filme deixou pistas para possíveis retornos, mantendo o interesse vivo no desenvolvimento da história.
Quando a 4ª temporada de Reacher chega ao Prime Video? Veja previsão de estreia
A quarta temporada de Reacher já teve suas gravações finalizadas, segundo o ator Alan Ritchson. A estreia deve ocorrer em 2026, mas ainda não há data confirmada. A nova fase adapta o livro Gone Tomorrow e traz uma investigação misteriosa em Nova York.
O protagonista Reacher investiga a morte de uma funcionária do Pentágono, em um caso que desafia a polícia local. A temporada promete manter o estilo investigativo que agradou os fãs nas anteriores.
A Amazon pretende acelerar o retorno da série para o público, além de planejar um spin-off para 2027. Com muitos livros disponíveis, a franquia deve continuar ativa nos próximos anos.
Depois do sucesso da série Reacher no Amazon Prime Video, os fãs aguardam ansiosos pela quarta temporada. Alan Ritchson, protagonista, confirmou que as gravações já foram finalizadas e a nova temporada deve estrear ainda em 2026, embora sem uma data exata divulgada. A produção adaptará o livro Gone Tomorrow, levando o personagem a uma investigação em Nova York envolvendo um caso misterioso no metrô.
Ritchson comentou que esta temporada está entre as melhores, o que indica uma continuidade consistente para a série. A trama começa com a descoberta de uma funcionária do Pentágono que se suicida, provocando o interesse de Reacher, que decide investigar contra a vontade da polícia local. Essa nova fase deve aprofundar o estilo investigativo que marcou a série até agora.
A Amazon tem mantido um ritmo irregular nas estreias, com longos intervalos entre temporadas, mas agora parece empenhada em acelerar o retorno da franquia para satisfazer o público. Enquanto isso, o ator pode ser conferido no filme de ação Máquina de Guerra na Netflix.
Além disso, há planos para um spin-off com um personagem secundário da série, a ser lançado possivelmente em 2027, mantendo assim o universo expandido. Com 31 livros originais de Lee Child disponíveis, o Prime Video dispõe de material suficiente para manter a série Reacher ativa por vários anos.
Theatro Carlos Gomes em Vitória recebe show com Ronnie Silveira, Vitu e banda Moreati
No dia 25 de março, o Theatro Carlos Gomes, em Vitória, será palco de um show que reúne Ronnie Silveira, Vitu e a banda Moreati, resgatando a cena independente capixaba. A apresentação começa às 20h, com entrada gratuita e ingressos disponíveis uma hora antes.
O evento destaca a combinação entre os artistas e a banda, que tem músicos experientes. O repertório inclui músicas próprias, como o single “Todo meu amor já é seu”, e versões que proporcionam diferentes sensações para o público. A iniciativa valoriza encontros artísticos que misturam passado, presente e futuro na música local.
No dia 25 de março, o Theatro Carlos Gomes, em Vitória, será palco de um show que reúne Ronnie Silveira, Vitu e a banda Moreati, resgatando a cena independente capixaba. A apresentação gratuita começa às 20h, com ingressos disponíveis uma hora antes.
O evento destaca o entrosamento entre os artistas e a banda, formada por músicos experientes. O repertório inclui músicas próprias, como o single “Todo meu amor já é seu” (2026), e releituras, proporcionando diferentes sensações ao público. A proposta do show é valorizar encontros artísticos que misturam passado, presente e futuro no Espírito Santo.
A primeira edição aconteceu no Festival Delírio Tropical em 2025, seguida pelo Festival Mangue Fuzz. A atual turnê foi viabilizada pelo Edital de Difusão Musical da Secult, com apoio do Fundo de Cultura do Espírito Santo e da Política Nacional Aldir Blanc do Governo Federal.
Ronnie Silveira tem 17 anos de carreira como compositor e multi-instrumentista, atuando em diversas bandas regionais. Vitu, projeto de Vitor Locatelli, venceu o Prêmio da Música Capixaba em 2025 com “Vai Passar”, que já alcançou 150 mil plays no Spotify.
A banda Moreati, formada em 2017, une indie, rock setentista e psicodelia brasileira. Suas letras tratam de temas como amor, desejo e sociedade, presentes no álbum “Algum Lugar” (2018) e no single “Tempo Pra Dizer” (2019).
O show acontece no endereço R. Barão de Itapemirim, 232, Centro de Vitória, com classificação livre e ingresso gratuito.
Pré-mercado: Investidores analisam como a guerra afeta a inflação nos EUA
Os mercados internacionais iniciam a semana com cautela, enquanto investidores aguardam os dados do Índice de Preços ao Consumidor (CPI) dos Estados Unidos referentes a fevereiro. A inflação americana é crucial para as decisões do Federal Reserve sobre as taxas de juros.
A tensão no Oriente Médio pressiona os preços do petróleo, causando volatilidade no mercado energético global. Isso influencia diretamente o custo da gasolina nos EUA, que teve alta superior a 18% desde o início do conflito.
Economistas preveem aumento moderado do CPI em fevereiro, com ligeira desaceleração no núcleo da inflação. Bens essenciais continuam caros, mantendo a pressão para o FED manter as taxas estáveis nos próximos meses.
Os mercados financeiros internacionais iniciam a quarta-feira em tom de cautela enquanto investidores esperam os dados do Índice de Preços ao Consumidor (Consumer Price Index, CPI) dos Estados Unidos referentes a fevereiro. Uma alta na inflação pode impactar as decisões do Federal Reserve (FED) sobre futuras alterações nas taxas de juros.
A tensão crescente no Oriente Médio pressiona os preços do petróleo, que variaram entre US$ 90 e quase US$ 120 o barril nesta semana. Essa volatilidade reforça a possibilidade da Agência Internacional de Energia (AIE) liberar reservas para tentar estabilizar o mercado energético, afetado também pelo aumento nos preços da gasolina nos EUA, que acumulam alta superior a 18% desde o início do conflito na região.
Para fevereiro, a expectativa dos economistas é de um aumento de 0,3% no CPI, mantendo a inflação anual em torno de 2,4%. O núcleo do índice, que exclui os setores voláteis de alimentos e energia, deve apresentar uma leve desaceleração com alta estimada em 0,2%, refletindo recuo nos preços de veículos usados e crescimento moderado em aluguéis e passagens aéreas.
Enquanto isso, bens como vestuário e produtos para o lar devem continuar a subir, pressionados pelas tarifas de importação mantidas pelo governo americano. Diante desse cenário, o FED dificilmente reduzirá os juros em sua próxima reunião, com mercado já deslocando para setembro a possível revisão nas taxas.
No pré-mercado, os índices futuros operam em baixa e a atenção se volta para o discurso da vice-presidente de Supervisão do FED, Michelle Bowman.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação