O episódio em que Hemingway avaliou a insegurança de F. Scott Fitzgerald em Paris
O escritor F. Scott Fitzgerald enfrentava insegurança sobre seu corpo após um comentário da esposa. Em Paris, ele buscou a ajuda do colega Ernest Hemingway para esclarecer suas dúvidas.
Hemingway descreveu uma inspeção direta em Paris, seguida de sugestões para que Fitzgerald comparasse com esculturas no Louvre e usasse métodos práticos para lidar com o tema.
A história revela a complexidade da amizade entre os autores, mesclando confiança, rivalidade e críticas literárias, deixando um episódio curioso na história da literatura americana.
O escritor F. Scott Fitzgerald enfrentou uma insegurança incomum motivada por um comentário de sua esposa Zelda sobre o tamanho do seu órgão genital. Procurando resposta, ele recorreu a Ernest Hemingway, seu contemporâneo e colega literário, enquanto ambos estavam em Paris. No livro de memórias Paris é uma Festa, Hemingway relata que Fitzgerald pediu sua opinião sincera, o que levou a um encontro pouco convencional.
Após um almoço em um restaurante parisiense, Fitzgerald confessou a Hemingway sua preocupação. Para tranquilizar o amigo, Hemingway realizou uma inspeção direta, avaliando fisicamente a situação. Depois desse episódio, sugeriu que Fitzgerald observasse as esculturas masculinas nuas no Museu do Louvre para comparar padrões corporais. Quando isso não foi suficiente, Hemingway indicou métodos práticos para lidar com a questão, como o uso de almofadas.
Apesar de o relato parecer uma curiosidade divertida, especialistas consideram que a história, narrada por Hemingway, deve ser vista com cautela. A relação entre os autores era complexa, misturando amizade, competição e ressentimentos, o que pode ter influenciado a forma como Hemingway expôs o episódio. Além disso, ele usou figuras e situações inspiradas em Fitzgerald para criticar a obra do amigo em seus próprios livros.
Essa passagem reflete aspectos das personalidades dos dois escritores e um momento marcante na literatura americana, marcando a forma como questões pessoais podem se tornar histórias curiosas e conhecidas entre grandes nomes da literatura mundial.
Mercados de previsão se consolidam como opção para investidores nos EUA
Joel Holsinger, aos 26 anos, deixou a carreira de contador para apostar em mercados de previsão, alcançando quase US$ 100 mil em poucos meses. Ele usava análises detalhadas para apostar em eventos variados, desde política até cultura.
Esses mercados operam 24 horas e permitem investimentos em diversas questões, com plataformas populares nos EUA como Kalshi e Polymarket. O setor vem crescendo com apoio legal e político, oferecendo alternativas para quem busca novas formas de renda.
Apesar das oportunidades, esses mercados envolvem alto risco e exigem conhecimento aprofundado. Traders experientes utilizam estratégias complexas, atingindo grandes lucros, mas a maioria dos usuários ainda perde dinheiro.
Joel Holsinger, aos 26 anos, abandonou a carreira de contador para se dedicar integralmente aos mercados de previsão. Em poucos meses, quase alcançou US$ 100 mil em ganhos, apostando em eventos como o tradicional perdão do peru concedido pelo então presidente Donald Trump. Holsinger usava dados históricos e análise de discursos para prever palavras e resultados, tendo sucesso ao apostar contra a menção de termos como “stuffing” e “cheaper”.
Esses mercados de previsão permitem investir em respostas para perguntas que variam desde política até cultura pop ou clima. Plataformas como Kalshi e Polymarket operam 24 horas com milhares de opções, atraindo desde curiosos até traders profissionais, que podem alcançar milhões em lucros. A crescente popularidade motivou parcerias com a CNN e inserção de dados dessas plataformas no Google Finance.
A legalização nos Estados Unidos e apoio político, inclusive de Donald Trump Jr., impulsionaram o crescimento do setor, que disputa espaço com apostas esportivas e oferece alternativas para jovens que buscam renda fora de carreiras tradicionais. Apesar das oportunidades fáceis, a maioria dos usuários perde dinheiro, já que esses mercados exigem análise apurada e agilidade para aproveitar eventos específicos.
Os traders mais bem-sucedidos, conhecidos como sharps, usam estratégias que vão desde modelagens estatísticas até acompanhamento detalhado de eventos globais ou lançamentos culturais. Essas apostas são intensivas em dados e têm riscos altos, mas também potencial para grandes retornos, como lucros de US$ 1 milhão em apostas precisas sobre celebridades ou presidentes.
Para quem acompanha o setor, os mercados de previsão refletem uma mudança nas opções de trabalho e especulação, com potencial para influenciar decisões e demonstrar o valor da informação em tempo real.
Itaú projeta início de cortes na taxa Selic para março e alerta sobre risco fiscal
O Itaú Unibanco atualizou sua projeção macroeconômica e agora espera que o ciclo de cortes na taxa Selic comece somente em março de 2026, não mais em janeiro. A taxa, atualmente em 15%, deve ser reduzida aos poucos, chegando a 12,75% ao fim do ano e 11,75% em 2027, ainda em um patamar considerado restritivo.
O banco também elevou a previsão de crescimento do PIB para 1,9% em 2026, graças a um cenário externo mais favorável e estímulos fiscais. A inflação deve se manter em 4% nos próximos dois anos, com aumento nos preços dos alimentos.
Quanto ao risco fiscal, o Itaú destaca a possibilidade de maior gasto público em ano eleitoral, o que pode aumentar o déficit e pressionar as regras fiscais. Para manter a dívida pública estável, será necessário um superávit primário médio de 3% do PIB no médio prazo.
O Itaú Unibanco revisou sua projeção macroeconômica para 2026 e agora espera o início do ciclo de cortes na Selic a partir de março, não mais em janeiro. A expectativa é que a taxa básica de juros, atualmente em 15%, seja reduzida gradualmente, alcançando 12,75% no fim de 2026 e 11,75% em 2027, mantendo-se em patamar considerado restritivo.
O comitê de política monetária, o Copom, deve manter a taxa na próxima reunião, conforme a maioria do mercado, que hoje avalia em 87% a chance de manutenção. Há um mês, essa expectativa era de 62%. A decisão reflete confiança nos sinais recentes de desaceleração da economia e melhora da inflação, ainda que o banco destaque que os preços de serviços seguem pressionados enquanto a queda da inflação é mais concentrada em bens.
Para 2026, o Itaú também elevou a projeção do crescimento do PIB, que passou de 1,7% para 1,9%, influenciada por um cenário externo mais favorável e estímulos fiscais. Em 2027, o crescimento esperado é de 1,7%. A inflação medida pelo IPCA deve ficar em 4% tanto em 2026 quanto em 2027, com aumento nos preços de alimentos, principalmente devido ao ciclo das proteínas.
Na área cambial, a projeção para o dólar é de R$ 5,50 em 2026 e R$ 5,70 em 2027. O real deve continuar pressionado pela situação doméstica e cenário eleitoral, apesar do fortalecimento da moeda americana estar limitado pela deterioração das contas externas do Brasil.
Sobre o risco fiscal, o banco aponta para um déficit primário de 0,8% do PIB em 2026. A possibilidade de maior gasto público em ano eleitoral pode elevar o risco de rompimento das regras do arcabouço fiscal. Para estabilizar a dívida pública em torno de 80% do PIB, estima-se a necessidade de superávit primário médio de 3% do PIB no médio prazo.
TikTok fecha acordo para continuar operando nos Estados Unidos e põe fim a disputa geopolítica
O TikTok e a ByteDance fecharam um acordo para transferir parte das operações americanas a investidores locais. Isso assegura que o aplicativo continue ativo nos Estados Unidos, evitando sua proibição nacional.
Investidores americanos, como Oracle e Silver Lake, agora participam da nova empresa nos EUA com 50% das ações. Um conselho com maioria americana vai moderar o conteúdo e proteger dados dos usuários.
Essa negociação, avaliada em US$ 14 bilhões, oferece segurança para usuários e criadores que dependem do TikTok no país, encerrando anos de debates sobre segurança nacional.
O TikTok e a controladora ByteDance fecharam um acordo para transferir partes das operações americanas a investidores locais, garantindo a continuidade do aplicativo nos EUA e evitando sua proibição nacional. Três gestores americanos — Oracle, Silver Lake Management e MGX, sediada em Abu Dhabi — agora participam da nova entidade nos EUA.
Shou Chew, CEO global do TikTok, permanece à frente enquanto Adam Presser assume como CEO da operação americana. O acordo encerra anos de debates sobre segurança nacional, após o Congresso aprovar legislação que condicionava o funcionamento do aplicativo à venda da ByteDance.
O acordo prevê que investidores americanos detenham 50% da nova empresa, com a ByteDance e seus investidores atuais ficando com 19,9% e 30,1%, em conformidade com as exigências legais. Um conselho de sete membros, com maioria americana, será responsável por moderar o conteúdo e proteger dados dos usuários americanos, enquanto a Oracle garantirá a conformidade com as regras.
A negociação, avaliada em cerca de US$ 14 bilhões segundo o vice-presidente dos EUA, JD Vance, promete manter o TikTok ativo para cerca de 200 milhões de usuários mensais no país. O presidente Donald Trump comemorou o desfecho e agradeceu a aprovação do presidente Xi Jinping para a concretização do acordo.
Essa movimentação traz segurança para empresas, criadores de conteúdo e consumidores que dependem do TikTok para divulgação e entretenimento nos Estados Unidos.
Incertezas globais marcam o Fórum de Davos e Brasil tem participação discreta, afirma estrategista
O Fórum Econômico Mundial em Davos destacou um cenário global de instabilidade com riscos geoeconômicos em alta. Tensões políticas e sanções afetam cadeias produtivas e mercados, criando um ambiente de volatilidade.
No evento, o debate sobre a disputa pela Groenlândia e as ameaças comerciais sobressaíram, enquanto temas como transição energética foram menos priorizados. A participação do Brasil foi tímida, com pouca visibilidade frente a investidores.
Essa situação pode impactar o fluxo de capitais e a influência do país no cenário internacional, em meio a uma nova ordem mundial marcada por multipolaridade e desafios para a cooperação global.
O Fórum Econômico Mundial em Davos revelou um cenário global marcado pela instabilidade e fragmentação. Segundo Paula Zogbi, estrategista-chefe da Nomad, o relatório anual de riscos destacou que os riscos geoeconômicos passaram a ser a maior preocupação dos agentes econômicos, com tensões políticas e o uso de sanções afetando diretamente cadeias produtivas e mercados.
O debate sobre a disputa entre Estados Unidos e Dinamarca pela Groenlândia chamou atenção e desviou o foco das discussões tradicionais, como transição energética e inteligência artificial. O discurso do presidente Donald Trump, com críticas à Europa e ameaças de tarifas, indica que o tema comercial pode sofrer novas tensões, o que pressiona a inflação e a estabilidade econômica.
Esse ambiente reflete uma nova ordem mundial, onde a multipolaridade cresce, mas o multilateralismo perde espaço. Potências médias e grandes disputam influência regional, enquanto normas locais, como tarifas e sanções, limitam a cooperação internacional e podem retardar inovações. Isso eleva o risco de interrupções nas cadeias produtivas e aumenta a volatilidade nos mercados.
No evento, o Brasil teve presença reduzida, representado apenas pela ministra Esther Dweck. A falta de autoridades com maior peso político pode afetar a visibilidade do país frente a investidores internacionais, o que tende a impactar o fluxo de capitais e a participação em índices globais.
As tensões evidenciadas em Davos indicam que a economia mundial seguirá sujeita a riscos geoeconômicos e comerciais, com efeitos sobre inflação e crescimento, exigindo atenção constante dos mercados globais.
Vídeos com alimentos falantes criados por IA viralizam nas redes sociais
Vídeos que mostram alimentos “falando” com dicas de conservação e uso estão ganhando espaço no TikTok e Instagram. Criados com inteligência artificial, esses conteúdos apresentam frutas, pães e outros itens de forma acessível e às vezes divertida.
Muitos desses vídeos são produzidos com a IA Veo 3, do Google, exibindo imagens ultrarrealistas. A tendência inclui hashtags como #alimentosfalantes e atrai atenção por humanizar os alimentos, facilitando a compreensão das informações.
Especialistas alertam que nem todas as dicas são corretas e recomendam verificar as informações. Além do aspecto informativo, esses vídeos também divertem com objetos e personagens que ganham características humanas.
Vídeos com alimentos falantes estão se espalhando no TikTok e Instagram trazendo dicas sobre conservação e usos desses itens. Criados com inteligência artificial, esses vídeos mostram frutas, pães e outros alimentos “reclamando” sobre seus cuidados de maneira acessível e, às vezes, divertida.
Grande parte dos vídeos utiliza o Veo 3, IA do Google que produz imagens ultrarrealistas. As publicações costumam abordar macarrão, morango, brócolis, abacaxi, entre outros, muitas vezes sem citar fontes confiáveis. No TikTok, hashtags como #alimentosfalantes reúnem centenas de vídeos dessa tendência.
A psicóloga Angelica Mari, especialista em cyberpsicologia, explica que essas postagens capturam a atenção do público ao humanizar os alimentos e usar linguagem simples. Isso facilita a assimilação das informações, que com frequência não vêm de forma clara em orientações oficiais. No entanto, ela alerta que algumas dicas podem não ser totalmente corretas, destacando a importância de checar os conteúdos.
Além dessa tendência, há vídeos classificados como brain rot, que focam em personagens e narrativas simples, como objetos com características humanas. Esses vídeos também ganham visualizações por criarem continuidade e humor, ainda que não tragam informações úteis.
O fenômeno evidencia como conteúdos gamificados e narrativizados atraem o público nas redes sociais, mesmo que sua qualidade informativa varie. As tendências de vídeos com alimentos e objetos “falantes” reúnem diversão e instrução leve, porém é recomendado confirmar as dicas antes de aplicá-las no dia a dia.
Cientistas desenvolveram uma mão robótica com características que superam algumas limitações da mão humana. A pesquisadora Aude Billard, do Instituto Federal Suíço de Tecnologia, destacou que a mão humana não é tão eficiente ao tentar segurar objetos em posições complexas. Pensando nisso, a equipe criou um dispositivo que pode se mover como uma aranha, utilizando suas pontas para se deslocar e agarrar itens de ambos os lados simultaneamente.
O equipamento, apresentado em artigo na revista Nature Communications, conta com uma palma modular onde dedos flexíveis podem ser montados e desencaixados. Essa estrutura permite que o robô transforme sua mão em um sistema móvel para alcançar espaços restritos e depois retome sua funcionalidade como mão de preensão.
Um dos avanços desse projeto é o fato de todos os pares de dedos poderem agarrar objetos, indo além do funcionamento anatômico da mão humana, que conta com um único polegar para pinçar. Os dedos podem trabalhar juntos ou separadamente para segurar múltiplos itens e até fixá-los na palma de plástico, tornando a preensão mais eficaz.
O robô também pode ser usado em situações que requerem inspeção em ambientes apertados, como tubulações ou compartimentos de máquinas submarinas. Apesar de apresentar limitações na força exercida, a mão robótica amplia a gama de movimentos e formas de agarre, abrindo possibilidades para aplicações em próteses e robótica móvel.
A equipe responsável acredita que essa inovação pode estimular uma nova fase de desenvolvimento tecnológico em manipulação robótica, reimaginando a funcionalidade da mão além da simples imitação biológica.
Simpar aprova grupamento de ações para reduzir volatilidade no mercado
A Simpar vai sugerir aos acionistas o grupamento de ações na proporção de 2 por 1, com o objetivo de reduzir a volatilidade dos papéis e ajustar o valor das ações para níveis mais adequados ao mercado.
A medida foi aprovada pelo conselho e será submetida à assembleia geral extraordinária em fevereiro de 2026. Caso aprovada, as negociações dos papéis ganharão maior estabilidade, sem alterar os direitos ou a participação dos acionistas, beneficiando investidores com menos oscilações no preço.
A iniciativa busca acomodar melhor as negociações das ações da Simpar, que reúne empresas como JSL, Movida e Vamos, ajustando o capital social sem impactar no valor total das ações em circulação.
A Simpar vai sugerir aos acionistas o grupamento de ações na proporção de 2 por 1. A holding da família Simões informa que a medida tem como objetivo reduzir a volatilidade dos papéis e ajustar a cotação para um valor considerado mais adequado.
Na última quinta-feira (22), as ações da Simpar fecharam em R$ 6,13, registrando alta superior a 15% nos últimos quinze dias. Porém, esse valor ainda está cerca de 17% abaixo dos R$ 7,35 verificados quando o grupo se reorganizou na nova estrutura, com a Simpar reunindo negócios como JSL, Movida, Vamos, entre outros.
Além dessas empresas, a Simpar controla a CS Brasil, BBC Digital e a Automob, que surgiu da combinação da cisão de uma unidade da Vamos com as concessionárias da holding. Com o grupamento, o capital social permanece o mesmo, mas passa a ser dividido em 436.520.266 ações.
A proposta foi aprovada pelo conselho e será levada para votação na assembleia geral extraordinária do dia 13 de fevereiro de 2026. Caso seja aprovada, a medida terá efeito a partir de 18 de fevereiro do mesmo ano, sem alterar os direitos ou a participação proporcional dos acionistas.
Essa ação da Simpar busca acomodar melhor as negociações de seus papéis no mercado, diminuindo oscilações indesejadas e tornando o preço mais estável para os investidores.
Blue Origin anuncia TeraWave, rede de satélites para internet global
A Blue Origin, empresa de Jeff Bezos, revelou a criação do TeraWave, uma rede de comunicação via satélite que visa competir com a Starlink, de Elon Musk. O projeto prevê o lançamento de 5.408 satélites em órbita baixa, oferecendo conexão para empresas, centros de dados e órgãos governamentais.
A operação do TeraWave está prevista para começar no último trimestre de 2027, com velocidades de até 6 terabits por segundo, superando conexões residenciais atuais. Apesar de ter menos satélites que a Starlink, que já possui mais de 9.300 unidades, o TeraWave quer atingir milhares de clientes quando completo.
Esse lançamento acompanha o reposicionamento da Amazon no setor, que renomeou seu Projeto Kuiper para Amazon Leo e deverá lançar mais de 3 mil satélites. A iniciativa reforça a competição crescente no mercado de internet via satélite, que pode ampliar o acesso global e a capacidade de conexão em várias áreas.
A Blue Origin, empresa aeroespacial de Jeff Bezos, divulgou o lançamento da rede de comunicações via satélite TeraWave, entrando na concorrência com a Starlink, de Elon Musk. A proposta é implantar 5.408 satélites em órbita baixa para oferecer conexão para empresas, centros de dados e órgãos governamentais.
Com expectativa de iniciar operações no quarto trimestre de 2027, a rede de satélites promete velocidade de dados de até 6 terabits por segundo em qualquer ponto do planeta, um índice muito superior às conexões residenciais tradicionais nos EUA.
Embora o TeraWave funcione com menos satélites que a Starlink, que já possui cerca de 9.300 unidades em órbita e mais de nove milhões de usuários, ele pretende alcançar dezenas de milhares de clientes ao ser totalmente implementado.
O anúncio surge após a Amazon, ligada a Bezos, renomear sua rede de satélites, antes conhecida como Projeto Kuiper, agora chamada Amazon Leo. O primeiro lote com 32 satélites será lançado em breve, somando-se aos 27 já enviados em abril. A constelação Amazon Leo deve chegar a mais de 3.000 satélites, mirando clientes semelhantes aos do TeraWave.
Esses movimentos indicam uma disputa crescente no mercado de internet via satélite, que hoje é dominado pela Starlink. O avanço desses projetos pode alterar o panorama de conectividade global, ampliando acesso e capacidade para diversos setores.
Pesquisadores desenvolveram uma mão robótica que, diferentemente da mão humana, pode se mover como uma aranha, agarrando objetos dos dois lados da palma. O dispositivo, apresentado em artigo na revista Nature Communications, supera limitações anatômicas humanas ao permitir que qualquer par de dedos segure itens simultaneamente, aumentando a versatilidade na manipulação.
Construída com silicone, motores e peças produzidas em impressão 3D, a palma da mão robótica é um disco que aceita vários dedos idênticos, capazes de se flexionar e combinar para segurar objetos de diferentes formatos e tamanhos. O software associado calcula o melhor arranjo e sequência de movimentos para realizar a preensão, baseada em simulações antes da aplicação prática.
Um diferencial importante é a destacabilidade do robô, que permite que a mão se desprenda para andar e operar como uma aranha mecânica, usando as pontas dos dedos para se locomover em superfícies onde robôs convencionais não conseguem acessar. Essa funcionalidade pode ser útil para inspeção e remoção de objetos em espaços estreitos, como canos ou máquinas submarinas.
A equipe internacional acredita que essa abordagem ajuda a ampliar as possibilidades da robótica, criando dispositivos que não apenas imitam a biologia, mas ultrapassam suas limitações, potencialmente aplicáveis em próteses que permitam interação neural futuramente.
Ainda que haja dúvidas sobre a força aplicada e manipulação fina dos objetos segurados, especialistas destacam a inovação na capacidade de preensão e movimentação autônoma da mão robótica, abrindo caminho para avanços em robótica flexível e multifuncional.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação