JPMorgan aumenta em 10% salário do CEO Jamie Dimon para US$ 43 milhões em 2025
O JPMorgan Chase anunciou que o salário do CEO Jamie Dimon será aumentado em 10,3% para 2025, atingindo US$ 43 milhões. O pacote inclui salário-base de US$ 1,5 milhão e US$ 41,5 milhões em remuneração variável ligada ao desempenho. Esta será a 20ª gestão consecutiva de Dimon no comando do banco.
O conselho ressaltou que a decisão considera o desenvolvimento de líderes internos e o compromisso de Dimon com os acionistas. O banco vem registrando receitas históricas, impulsionadas pela volatilidade do mercado e retomada das fusões. No mesmo dia, Donald Trump processou o banco e Dimon, alegando motivos políticos para encerramento de contas, o que foi negado pelo JPMorgan.
O JPMorgan Chase anunciou um aumento de 10,3% no salário do CEO Jamie Dimon para 2025, totalizando US$ 43 milhões. O pacote inclui um salário-base de US$ 1,5 milhão e US$ 41,5 milhões em remuneração variável vinculada ao desempenho. Esta é a 20ª gestão consecutiva de Dimon no comando da instituição financeira.
O conselho destacou que a decisão levou em conta o desenvolvimento contínuo de líderes dentro do banco e o compromisso de Dimon com os acionistas. No ano anterior, ele recebeu US$ 39 milhões. O JPMorgan segue registrando receitas históricas, impulsionadas, entre outros fatores, pela maior volatilidade nos mercados e a retomada das fusões e aquisições.
Em 2025, o banco registrou um lucro de US$ 57 bilhões, levemente abaixo do recorde do ano anterior. Jamie Dimon é um dos executivos mais longevos de Wall Street e esteve presente no lançamento da nova sede do JPMorgan na Park Avenue.
No mesmo dia do anúncio salarial, o ex-presidente Donald Trump moveu um processo contra o banco e Dimon, pedindo US$ 5 bilhões. A ação alega que o banco encerrou contas suas e de suas empresas por motivos políticos. O JPMorgan negou a acusação, citando riscos legais e regulatórios.
Microsoft enfrenta instabilidade no Outlook e Microsoft 365 nesta quinta-feira (22)
Usuários relataram instabilidade nos serviços da Microsoft no final da tarde desta quinta-feira (22). O Outlook e o pacote Microsoft 365 apresentaram quedas, afetando tanto o uso pessoal quanto profissional.
A plataforma está funcionando de forma instável, indicando que a empresa está solucionando o problema. Não houve ainda comunicado oficial detalhado sobre as causas dessas interrupções.
Esses serviços são amplamente utilizados, e a instabilidade impacta muitos usuários. Recomenda-se acompanhar as atualizações pelas redes oficiais para saber quando o acesso será totalmente restabelecido.
Usuários relataram instabilidade nos serviços da Microsoft no final da tarde desta quinta-feira (22). A plataforma de e-mails Outlook e o pacote Microsoft 365 apresentaram quedas que afetaram a experiência online de diversas pessoas.
Apesar da dificuldade, a plataforma já opera em modo instável, indicando que o problema está em processo de resolução. Ainda não houve um comunicado oficial detalhado da empresa explicando as causas dessas interrupções.
Os serviços afetados são amplamente usados tanto para uso pessoal quanto profissional, o que torna essa instabilidade relevante para um grande volume de usuários. A situação reforça a importância da estabilidade para aplicações voltadas para negócios e comunicação diária.
A empresa costuma resolver esses episódios rapidamente, mas até o momento a recuperação completa dos sistemas não foi confirmada. Usuários são aconselhados a acompanhar atualizações diretamente pelas redes oficiais para entender quando o acesso voltará à normalidade.
É comum que problemas técnicos momentâneos como esse impactem plataformas complexas e que envolvem vasta infraestrutura. Enquanto isso, a comunidade de usuários aguarda que o acesso esteja totalmente restabelecido nas próximas horas.
Fique atento para novas informações sobre a restabelecimento dos serviços da Microsoft e como isso pode afetar seu uso diário do Outlook e Microsoft 365.
Ibovespa atinge novo recorde histórico por três dias consecutivos e supera 175 mil pontos
O Ibovespa fechou em forte alta, alcançando 175.584 pontos e renovando seu recorde histórico pelo terceiro dia consecutivo. O desempenho foi estimulado principalmente pela entrada de capital estrangeiro na bolsa brasileira, além da redução das tensões geopolíticas envolvendo a Groenlândia.
O volume financeiro negociado no pregão foi de R$ 44,1 bilhões, significativamente acima da média diária do ano. O dólar recuou para R$ 5,28, refletindo a valorização do real frente ao dólar devido ao alívio nas disputas entre EUA, Otan e Europa.
No cenário internacional, índices como S&P 500 e STOXX 600 também fecharam em alta, indicando um ambiente global mais estável. Especialistas indicam que a combinação de fatores locais e externos deve continuar favorecendo o mercado brasileiro no início do ano.
O Ibovespa fechou em alta de 2,2% nesta quinta-feira (22), atingindo 175.584 pontos e renovando o recorde histórico pelo terceiro dia consecutivo. Esse movimento foi impulsionado principalmente pelo robusto fluxo de investimentos estrangeiros na bolsa brasileira e pela redução das tensões geopolíticas envolvendo a Groenlândia.
Durante o pregão, o volume financeiro negociado atingiu R$ 44,1 bilhões, valor expressivamente superior à média diária do ano, que é de R$ 30 bilhões. Dados da B3 confirmam a entrada de capital externo, com saldo positivo próximo de R$ 8,8 bilhões somente em janeiro até o dia 20.
O dólar acompanhou esse cenário e recuou para a faixa abaixo dos R$ 5,30, fechando em R$ 5,28, a menor cotação desde 11 de novembro de 2025. A valorização do real frente à moeda americana foi influenciada pelo alívio das disputas entre os Estados Unidos, a Otan e a Europa sobre a Groenlândia.
Na véspera, o presidente dos EUA, Donald Trump, descartou a imposição de tarifas comerciais e o uso da força para controlar a ilha, garantindo acesso permanente dos EUA à região por meio de um acordo com a Otan. Esse entendimento foi bem recebido pelos mercados, trazendo um ambiente mais favorável para ativos de risco como as ações brasileiras.
Em paralelo, índices internacionais, como o S&P 500 e o STOXX 600, também fecharam em alta, refletindo um cenário global mais estável. Segundo especialistas, o momento positivo mundial, aliado à vantagem das taxas de juros locais, deve continuar favorecendo a bolsa brasileira no início deste ano.
Crocs e Lego anunciam parceria para lançar tamancos colecionáveis
Crocs anunciou uma parceria de vários anos com a Lego para lançar tamancos inspirados nos blocos coloridos da marca de brinquedos. Os novos calçados virão acompanhados de minifiguras Lego e estarão disponíveis mundialmente a partir de 16 de fevereiro.
O lançamento busca atrair novos consumidores e impulsionar as vendas da Crocs, que teve crescimento forte na pandemia, mas enfrenta desaceleração recente. O preço sugerido dos tamancos será bem superior ao modelo regular.
Enquanto isso, a Lego mantém expansão no mercado, investindo em novos produtos e fábricas, ampliando parcerias com outras marcas, como a Nike, fortalecendo sua presença global.
Os fãs da Lego poderão calçar em breve os icônicos blocos coloridos. A Crocs anunciou uma parceria de vários anos com a fabricante dinamarquesa de brinquedos, iniciando com tamancos inspirados no visual da Lego. Com isso, a marca busca conquistar novos consumidores e retomar o crescimento das vendas. Os calçados vão incluir uma minifigura Lego, acompanhada de quatro mini-tamancos, e estarão disponíveis mundialmente a partir de 16 de fevereiro.
O preço sugerido para o novo modelo é de US$ 150 (cerca de R$ 780), valor bastante superior ao dos Crocs regulares, que custam entre US$ 35 e US$ 50, com colaborações podendo atingir até US$ 70. De acordo com Anne Mehlman, presidente da Crocs, ambos os públicos das marcas são amplos e incluem crianças e adultos apaixonados, o que favorece essa colaboração.
A Crocs teve crescimento forte durante a pandemia, com receita crescendo 54% em 2022, impulsionada pela demanda por calçados confortáveis. Porém, o ritmo desacelerou, e projeções indicam quedas de receita no final de 2023. A parceria com a Lego representa uma tentativa de volta ao sucesso, apostando no aspecto colecionável dos tamancos.
Já a Lego mantém seus negócios em expansão, com receita recorde e avanço no mercado de brinquedos digitais. A empresa também está investindo em novas fábricas, incluindo uma nos EUA, e vem ampliando parcerias de marcas, como fez recentemente com a Nike.
História e origem da estatueta do Oscar: símbolos e curiosidades do prêmio de cinema
O Oscar, símbolo máximo do cinema mundial, foi criado pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas em 1927 para reconhecer realizações na indústria cinematográfica. O troféu, desenhado por Cedric Gibbons e esculpido por George Stanley, representa um cavaleiro com uma espada, simbolizando a defesa da arte cinematográfica.
O apelido “Oscar” surgiu na década de 1930 e tem origens curiosas, como a associação com a bibliotecária Margaret Herrick ou o colunista Sidney Skolsky. A produção da estatueta evoluiu ao longo do tempo, incluindo o uso de impressão 3D e banho de ouro 24 quilates. Apesar do design icônico, a inspiração do formato envolve influências como o Art Déco e esculturas egípcias.
A estatueta é muito mais que um troféu: é um símbolo com regras rígidas para preservação e venda. Sua importância se mantém intacta no reconhecimento dos maiores talentos do cinema, reforçando o valor cultural do prêmio para a indústria global.
O Oscar, símbolo máximo do cinema mundial, nasceu da iniciativa da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas em 1927, com o objetivo de promover reconhecimento às realizações da indústria. O troféu dourado, desenhado por Cedric Gibbons e esculpido por George Stanley, representa um cavaleiro em pé sobre um rolo de filme, segurando uma espada, que simboliza a defesa da indústria cinematográfica.
O apelido “Oscar” foi popularizado na década de 1930, oficializado pela Academia em 1939. A origem do nome é cercada por histórias, sendo a mais conhecida a atribuição à bibliotecária Margaret Herrick, que teria achado que a estatueta lembrava um tio chamado Oscar. Outra versão aponta o colunista Sidney Skolsky como responsável pelo termo.
Apesar de seu design icônico, a inspiração direta para a figura é alvo de especulações. Há relatos de que o cineasta mexicano Emilio Fernández posou nu para o escultor Stanley, mas a estilização do troféu também remete à influência do Art Déco e até às esculturas egípcias do deus Ptah, ligadas às artes e ao artesanato, que apresentam posturas semelhantes à estatueta.
A fabricação do Oscar evoluiu: hoje, as estatuetas são produzidas com base em modelos impressos em 3D, usando moldes de cera e finalizadas com banho de ouro 24 quilates. Durante a Segunda Guerra Mundial, por escassez de metal, foram feitas de gesso, substituídas posteriormente por versões metálicas.
O troféu é considerado o prêmio mais reconhecido no mundo do cinema. Suas placas são gravadas após a cerimônia, e a Academia mantém regras para sua venda, protegendo seu valor simbólico.
Nova lei do devedor contumaz permite prisão por crimes tributários no Brasil
O secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, anunciou que a nova lei do devedor contumaz vai permitir a prisão de pessoas que praticam crimes tributários no Brasil. A lei foi sancionada pelo presidente Lula e busca combater a sonegação fiscal de forma mais rigorosa, reduzindo etapas no processo judicial.
Com a lei, o fisco poderá acelerar a cobrança e impedir o parcelamento de dívidas para contribuintes reincidentes. A medida visa coibir modelos de negócios baseados na inadimplência fiscal, como evidenciado em operações recentes da Receita nos setores de combustíveis e cigarros.
Além disso, a legislação busca aumentar a efetividade da cobrança tributária, protegendo contribuintes regulares e evitando que empresas com dívidas milionárias continuem operando com respaldo judicial. A expectativa é fortalecer a punição a quem desrespeita as normas fiscais no país.
O secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, afirmou nesta quinta-feira que a lei do devedor contumaz vai possibilitar a prisão de pessoas que cometem crimes tributários no Brasil. Ele citou o caso do gângster americano Al Capone, preso em 1931 por sonegação de impostos, como comparação para a nova medida no país.
Segundo Barreirinhas, com essa lei complementar, recentemente sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva após aprovação no Congresso, o fisco poderá adotar um tratamento mais rigoroso contra contribuintes com práticas reiteradas de sonegação. O processo judicial tributário será acelerado e funcionará diretamente dentro da Receita Federal, eliminando a necessidade de passagem pelo Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf).
Além disso, a legislação impede o parcelamento de dívidas para os chamados devedores contumazes, cujo modelo de negócio baseia-se na inadimplência fiscal. Barreirinhas destacou operações recentes da Receita no setor de combustíveis, como a Carbono Oculto, que evidenciam os prejuízos causados por esses contribuintes.
Ele também citou o setor de cigarros, onde empresas regulares devem cerca de R$ 4 bilhões, enquanto sete empresas qualificadas como devedoras contumazes acumulam uma dívida de aproximadamente R$ 15 bilhões. Essas companhias seguem produzindo e operando no mercado, muitas vezes respaldadas por liminares judiciais difíceis de derrubar.
Com a nova lei do devedor contumaz, o governo espera criar mecanismos para coibir essas práticas e aumentar a efetividade da cobrança tributária no país.
Conselheiros do Cade mantêm decisão e rejeitam recurso da Petlove na fusão Petz-Cobasi
O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) rejeitou o recurso da Petlove relacionado à fusão entre Petz e Cobasi, seguindo o voto do relator José Levi Mello do Amaral Jr. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União e confirmou a legalidade do acordo firmado.
O relator destacou que a possibilidade de venda dos ativos para múltiplos compradores é uma hipótese pouco provável e que o acordo inclui cláusulas para preservar a concorrência, como a venda de 26 lojas em São Paulo. A decisão encerra as pendências administrativas da operação.
Com a fusão, foi criada a União Pet, consolidando as redes sob a Cobasi como controladora. A parceria mantém os remédios comportamentais para garantir competividade no mercado de produtos para animais no Brasil.
O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) rejeitou os embargos de declaração apresentados pela Petlove na fusão entre Petz e Cobasi. A decisão, publicada no Diário Oficial da União em 22 de junho, seguiu o voto do relator José Levi Mello do Amaral Jr., que entendeu não haver contradição ou omissão na análise do acordo.
Segundo o relator, a dúvida sobre a possibilidade de venda dos ativos para mais de um comprador é uma exceção hipotética, protegida por cláusulas reservadas. A avaliação do órgão ressaltou que o acordo de controle de concentração (ACC), que condicionou a aprovação da fusão, inclui remédios comportamentais e obriga a venda de 26 lojas em São Paulo para preservar a concorrência.
A Petlove contestou o texto do ACC, acreditando que permitiria a alienação dos ativos a múltiplos compradores em momentos diferentes, contrariando o entendimento de alguns conselheiros, que indicavam venda a um único comprador. No entanto, o Cade entendeu que essa interpretação não compromete a decisão final.
A operação, concluída em janeiro de 2026, criou a União Pet, com a Cobasi como controladora e a Petz como subsidiária, consolidando as duas redes sob o ticker AUAU3 na B3. Juntas, elas somam mais de 270 lojas no estado de São Paulo.
Essa decisão representa o encerramento das questões administrativas relacionadas à fusão, mantendo os termos acordados para a preservação da competitividade no mercado pet brasileiro.
Nubank Alcança 112 Milhões de Clientes e Se Torna a Segunda Maior Instituição Financeira do Brasil
O Nubank atingiu a marca de 112 milhões de clientes, tornando-se a segunda maior instituição financeira do país, superando o Bradesco. A fintech representa 61% da população adulta brasileira e mantém uma base ativa de 85% dos usuários mensalmente.
Esse crescimento rápido reflete a eficiência do modelo digital adotado, que tem ajudado a ampliar o uso dos serviços financeiros oferecidos. Atualmente, a Caixa Econômica Federal lidera com 158,1 milhões de clientes, enquanto o Nubank continua avançando no mercado.
Além do aumento da base de clientes, o Nubank está buscando uma licença bancária para atender às novas regulamentações, incluindo a possível abertura de agências físicas. A receita média por usuário também registrou alta significativa no último trimestre.
O Banco Central divulgou recentemente seu ranking de reclamações junto com a base de clientes dos bancos, mostrando que o Nubank se tornou a segunda maior instituição financeira do Brasil. A fintech atingiu 112 milhões de clientes, o que representa 61% da população adulta, superando o Bradesco, que possui 110,5 milhões de clientes. A Caixa Econômica Federal permanece na liderança, com 158,1 milhões de clientes.
Nos últimos anos, o Nubank já havia ultrapassado o Itaú, que conta com 100,3 milhões de clientes, e o Banco do Brasil, com 82 milhões. Em 2022, a fintech entrou no top 5 do ranking, registrando o crescimento mais rápido proporcionalmente, subindo uma posição por ano. Na taxa de reclamações do Banco Central, o Nubank está na 14ª colocação.
Esse crescimento reflete o engajamento da base de clientes e a ampliação do uso dos serviços, segundo Livia Chanes, CEO do Nubank no Brasil. O modelo 100% digital adotado pela empresa contribuiu para uma plataforma eficiente e de baixo custo. No entanto, a fintech está buscando uma licença bancária para se adaptar às novas regras, o que pode incluir a abertura de agências físicas.
Atualmente, 85% da base de clientes brasileiros do Nubank permanece ativa mensalmente, e a receita média por usuário atingiu o maior valor da história no terceiro trimestre de 2025.
Netflix poderia ganhar três indicações ao Oscar com aquisição da Warner
A possível aquisição da WarnerBros pela Netflix chamou atenção no mercado de entretenimento. A WarnerBros alcançou 16 indicações ao Oscar em 2025, com filmes como “Pecadores” e “Uma Batalha Após a Outra” se destacando nas bilheterias.
A oferta da Netflix para comprar a WarnerBros por US$ 82,7 bilhões visa ampliar seu catálogo e fortalecer sua presença nas premiações. A estratégia inclui manter os lançamentos com estreia tradicional nos cinemas, uma diferença em relação à forma como a Netflix normalmente lança filmes.
Apesar do crescimento modesto no consumo de conteúdo e a queda recente nas ações, a Netflix aposta no potencial das produções da Warner para aumentar seu engajamento e consolidar sua posição no mercado global.
A recente movimentação entre a WarnerBros e a Netflix reforça o peso de ambas na indústria do entretenimento, especialmente após a WarnerBros alcançar um recorde histórico de 16 indicações ao Oscar com o filme Pecadores. A produção foi um dos maiores sucessos de bilheteria em 2025 nos EUA, posicionando-se como a sétima maior do ano, ao lado de outros títulos do estúdio como Uma Batalha Após a Outra e F1.
Esses números ajudam a explicar o interesse da Netflix, que propôs uma aquisição de US$ 82,7 bilhões sobre a WarnerBros. Apesar do crescimento moderado de 2% no total de horas assistidas em 2025, a plataforma enxerga nas propriedades intelectuais da Warner uma forma de diversificar seu catálogo e possivelmente ganhar mais espaço nas principais premiações.
O co-CEO da Netflix, Greg Peters, afirmou que o tempo de visualização por si só não é o melhor indicador de engajamento, destacando as diferenças culturais e de mercado, como o Japão, onde o consumo de TV é menor, mas o potencial de assinantes é alto.
Além disso, Ted Sarandos, outro co-CEO, indicou que os lançamentos da WarnerBros seguirão respeitando a janela tradicional de 45 dias nos cinemas, afastando temores da cadeia exibidora. Essa estratégia contrasta com a forma como a Netflix lança seus filmes, que geralmente têm menos tempo nas salas, afetando diretamente a bilheteria.
Enquanto a Netflix foca no crescimento via assinaturas, a expectativa do mercado para 2026 tem sido questionada, refletindo na queda de 7% no valor das ações da empresa após a divulgação dos resultados recentes.
Estudo revela como homens e mulheres percebem o tamanho do pênis
Um estudo da Universidade de Western Austrália analisou as percepções de homens e mulheres sobre o tamanho do pênis. Para os homens, um pênis maior é associado a dominância sexual e física. Já as mulheres valorizam esse atributo até certo ponto, mas preferem outros aspectos como altura e formato corporal.
A pesquisa também aponta que homens tendem a ver o tamanho do pênis como um indicador de ameaça e competitividade, sem um limite claro. Essa percepção está ligada a fatores evolutivos, já que antes do uso de roupas, o órgão era um sinal visível de poder.
Além de aprofundar o entendimento sobre biologia e comportamentos sociais, o estudo sugere que os homens podem superestimar a influência do tamanho na atração feminina. A pesquisa foi feita com modelos 3D apresentados a centenas de participantes.
Um estudo da Universidade de Western Austrália examina como homens e mulheres percebem o tamanho do pênis. Para os homens, essa característica é vista como um sinal de dominância sexual e física. Já para as mulheres, o tamanho influencia na atratividade, mas somente até certo ponto, conforme revelaram modelos 3D apresentados a 600 homens e 200 mulheres heterossexuais.
A pesquisa, publicada na revista PLOS Biology, indica que características como altura, corpo em formato de “V” e o tamanho do pênis são avaliadas diferentemente pelos gêneros. Mulheres tendem a preferir homens mais altos e com maiores relações ombro-quadril e pênis maiores, porém após um limite, aumentos adicionais não impactam muito na atração feminina.
Homens, por outro lado, veem figuras masculinas com pênis maior como mais ameaçadoras, sem limite perceptível, interpretando isso como competitividade em contextos sexuais e sociais. A principal autora, bióloga Upama Aich, destaca que, evolutivamente, antes do uso de roupas, o pênis era um sinal visível tanto para parceiros quanto para rivais, influenciando a percepção de poder.
O estudo também sugere que os homens podem superestimar o peso do tamanho do pênis na atração feminina por usá-lo para avaliar ameaças físicas ou sexuais. Isso é reforçado por testes que mostram como a perspectiva visual e fatores como gordura na virilha podem distorcer a autopercepção.
Apesar das limitações, como o foco em heterossexuais e ausência de diferenças culturais consideráveis, a pesquisa avança no entendimento da relação entre biologia e comportamentos sociais relacionados ao tamanho do pênis.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação