Nova lei do devedor contumaz permite prisão por crimes tributários no Brasil
O secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, anunciou que a nova lei do devedor contumaz vai permitir a prisão de pessoas que praticam crimes tributários no Brasil. A lei foi sancionada pelo presidente Lula e busca combater a sonegação fiscal de forma mais rigorosa, reduzindo etapas no processo judicial.
Com a lei, o fisco poderá acelerar a cobrança e impedir o parcelamento de dívidas para contribuintes reincidentes. A medida visa coibir modelos de negócios baseados na inadimplência fiscal, como evidenciado em operações recentes da Receita nos setores de combustíveis e cigarros.
Além disso, a legislação busca aumentar a efetividade da cobrança tributária, protegendo contribuintes regulares e evitando que empresas com dívidas milionárias continuem operando com respaldo judicial. A expectativa é fortalecer a punição a quem desrespeita as normas fiscais no país.
O secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, afirmou nesta quinta-feira que a lei do devedor contumaz vai possibilitar a prisão de pessoas que cometem crimes tributários no Brasil. Ele citou o caso do gângster americano Al Capone, preso em 1931 por sonegação de impostos, como comparação para a nova medida no país.
Segundo Barreirinhas, com essa lei complementar, recentemente sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva após aprovação no Congresso, o fisco poderá adotar um tratamento mais rigoroso contra contribuintes com práticas reiteradas de sonegação. O processo judicial tributário será acelerado e funcionará diretamente dentro da Receita Federal, eliminando a necessidade de passagem pelo Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf).
Além disso, a legislação impede o parcelamento de dívidas para os chamados devedores contumazes, cujo modelo de negócio baseia-se na inadimplência fiscal. Barreirinhas destacou operações recentes da Receita no setor de combustíveis, como a Carbono Oculto, que evidenciam os prejuízos causados por esses contribuintes.
Ele também citou o setor de cigarros, onde empresas regulares devem cerca de R$ 4 bilhões, enquanto sete empresas qualificadas como devedoras contumazes acumulam uma dívida de aproximadamente R$ 15 bilhões. Essas companhias seguem produzindo e operando no mercado, muitas vezes respaldadas por liminares judiciais difíceis de derrubar.
Com a nova lei do devedor contumaz, o governo espera criar mecanismos para coibir essas práticas e aumentar a efetividade da cobrança tributária no país.
Conselheiros do Cade mantêm decisão e rejeitam recurso da Petlove na fusão Petz-Cobasi
O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) rejeitou o recurso da Petlove relacionado à fusão entre Petz e Cobasi, seguindo o voto do relator José Levi Mello do Amaral Jr. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União e confirmou a legalidade do acordo firmado.
O relator destacou que a possibilidade de venda dos ativos para múltiplos compradores é uma hipótese pouco provável e que o acordo inclui cláusulas para preservar a concorrência, como a venda de 26 lojas em São Paulo. A decisão encerra as pendências administrativas da operação.
Com a fusão, foi criada a União Pet, consolidando as redes sob a Cobasi como controladora. A parceria mantém os remédios comportamentais para garantir competividade no mercado de produtos para animais no Brasil.
O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) rejeitou os embargos de declaração apresentados pela Petlove na fusão entre Petz e Cobasi. A decisão, publicada no Diário Oficial da União em 22 de junho, seguiu o voto do relator José Levi Mello do Amaral Jr., que entendeu não haver contradição ou omissão na análise do acordo.
Segundo o relator, a dúvida sobre a possibilidade de venda dos ativos para mais de um comprador é uma exceção hipotética, protegida por cláusulas reservadas. A avaliação do órgão ressaltou que o acordo de controle de concentração (ACC), que condicionou a aprovação da fusão, inclui remédios comportamentais e obriga a venda de 26 lojas em São Paulo para preservar a concorrência.
A Petlove contestou o texto do ACC, acreditando que permitiria a alienação dos ativos a múltiplos compradores em momentos diferentes, contrariando o entendimento de alguns conselheiros, que indicavam venda a um único comprador. No entanto, o Cade entendeu que essa interpretação não compromete a decisão final.
A operação, concluída em janeiro de 2026, criou a União Pet, com a Cobasi como controladora e a Petz como subsidiária, consolidando as duas redes sob o ticker AUAU3 na B3. Juntas, elas somam mais de 270 lojas no estado de São Paulo.
Essa decisão representa o encerramento das questões administrativas relacionadas à fusão, mantendo os termos acordados para a preservação da competitividade no mercado pet brasileiro.
Nubank Alcança 112 Milhões de Clientes e Se Torna a Segunda Maior Instituição Financeira do Brasil
O Nubank atingiu a marca de 112 milhões de clientes, tornando-se a segunda maior instituição financeira do país, superando o Bradesco. A fintech representa 61% da população adulta brasileira e mantém uma base ativa de 85% dos usuários mensalmente.
Esse crescimento rápido reflete a eficiência do modelo digital adotado, que tem ajudado a ampliar o uso dos serviços financeiros oferecidos. Atualmente, a Caixa Econômica Federal lidera com 158,1 milhões de clientes, enquanto o Nubank continua avançando no mercado.
Além do aumento da base de clientes, o Nubank está buscando uma licença bancária para atender às novas regulamentações, incluindo a possível abertura de agências físicas. A receita média por usuário também registrou alta significativa no último trimestre.
O Banco Central divulgou recentemente seu ranking de reclamações junto com a base de clientes dos bancos, mostrando que o Nubank se tornou a segunda maior instituição financeira do Brasil. A fintech atingiu 112 milhões de clientes, o que representa 61% da população adulta, superando o Bradesco, que possui 110,5 milhões de clientes. A Caixa Econômica Federal permanece na liderança, com 158,1 milhões de clientes.
Nos últimos anos, o Nubank já havia ultrapassado o Itaú, que conta com 100,3 milhões de clientes, e o Banco do Brasil, com 82 milhões. Em 2022, a fintech entrou no top 5 do ranking, registrando o crescimento mais rápido proporcionalmente, subindo uma posição por ano. Na taxa de reclamações do Banco Central, o Nubank está na 14ª colocação.
Esse crescimento reflete o engajamento da base de clientes e a ampliação do uso dos serviços, segundo Livia Chanes, CEO do Nubank no Brasil. O modelo 100% digital adotado pela empresa contribuiu para uma plataforma eficiente e de baixo custo. No entanto, a fintech está buscando uma licença bancária para se adaptar às novas regras, o que pode incluir a abertura de agências físicas.
Atualmente, 85% da base de clientes brasileiros do Nubank permanece ativa mensalmente, e a receita média por usuário atingiu o maior valor da história no terceiro trimestre de 2025.
Netflix poderia ganhar três indicações ao Oscar com aquisição da Warner
A possível aquisição da WarnerBros pela Netflix chamou atenção no mercado de entretenimento. A WarnerBros alcançou 16 indicações ao Oscar em 2025, com filmes como “Pecadores” e “Uma Batalha Após a Outra” se destacando nas bilheterias.
A oferta da Netflix para comprar a WarnerBros por US$ 82,7 bilhões visa ampliar seu catálogo e fortalecer sua presença nas premiações. A estratégia inclui manter os lançamentos com estreia tradicional nos cinemas, uma diferença em relação à forma como a Netflix normalmente lança filmes.
Apesar do crescimento modesto no consumo de conteúdo e a queda recente nas ações, a Netflix aposta no potencial das produções da Warner para aumentar seu engajamento e consolidar sua posição no mercado global.
A recente movimentação entre a WarnerBros e a Netflix reforça o peso de ambas na indústria do entretenimento, especialmente após a WarnerBros alcançar um recorde histórico de 16 indicações ao Oscar com o filme Pecadores. A produção foi um dos maiores sucessos de bilheteria em 2025 nos EUA, posicionando-se como a sétima maior do ano, ao lado de outros títulos do estúdio como Uma Batalha Após a Outra e F1.
Esses números ajudam a explicar o interesse da Netflix, que propôs uma aquisição de US$ 82,7 bilhões sobre a WarnerBros. Apesar do crescimento moderado de 2% no total de horas assistidas em 2025, a plataforma enxerga nas propriedades intelectuais da Warner uma forma de diversificar seu catálogo e possivelmente ganhar mais espaço nas principais premiações.
O co-CEO da Netflix, Greg Peters, afirmou que o tempo de visualização por si só não é o melhor indicador de engajamento, destacando as diferenças culturais e de mercado, como o Japão, onde o consumo de TV é menor, mas o potencial de assinantes é alto.
Além disso, Ted Sarandos, outro co-CEO, indicou que os lançamentos da WarnerBros seguirão respeitando a janela tradicional de 45 dias nos cinemas, afastando temores da cadeia exibidora. Essa estratégia contrasta com a forma como a Netflix lança seus filmes, que geralmente têm menos tempo nas salas, afetando diretamente a bilheteria.
Enquanto a Netflix foca no crescimento via assinaturas, a expectativa do mercado para 2026 tem sido questionada, refletindo na queda de 7% no valor das ações da empresa após a divulgação dos resultados recentes.
Estudo revela como homens e mulheres percebem o tamanho do pênis
Um estudo da Universidade de Western Austrália analisou as percepções de homens e mulheres sobre o tamanho do pênis. Para os homens, um pênis maior é associado a dominância sexual e física. Já as mulheres valorizam esse atributo até certo ponto, mas preferem outros aspectos como altura e formato corporal.
A pesquisa também aponta que homens tendem a ver o tamanho do pênis como um indicador de ameaça e competitividade, sem um limite claro. Essa percepção está ligada a fatores evolutivos, já que antes do uso de roupas, o órgão era um sinal visível de poder.
Além de aprofundar o entendimento sobre biologia e comportamentos sociais, o estudo sugere que os homens podem superestimar a influência do tamanho na atração feminina. A pesquisa foi feita com modelos 3D apresentados a centenas de participantes.
Um estudo da Universidade de Western Austrália examina como homens e mulheres percebem o tamanho do pênis. Para os homens, essa característica é vista como um sinal de dominância sexual e física. Já para as mulheres, o tamanho influencia na atratividade, mas somente até certo ponto, conforme revelaram modelos 3D apresentados a 600 homens e 200 mulheres heterossexuais.
A pesquisa, publicada na revista PLOS Biology, indica que características como altura, corpo em formato de “V” e o tamanho do pênis são avaliadas diferentemente pelos gêneros. Mulheres tendem a preferir homens mais altos e com maiores relações ombro-quadril e pênis maiores, porém após um limite, aumentos adicionais não impactam muito na atração feminina.
Homens, por outro lado, veem figuras masculinas com pênis maior como mais ameaçadoras, sem limite perceptível, interpretando isso como competitividade em contextos sexuais e sociais. A principal autora, bióloga Upama Aich, destaca que, evolutivamente, antes do uso de roupas, o pênis era um sinal visível tanto para parceiros quanto para rivais, influenciando a percepção de poder.
O estudo também sugere que os homens podem superestimar o peso do tamanho do pênis na atração feminina por usá-lo para avaliar ameaças físicas ou sexuais. Isso é reforçado por testes que mostram como a perspectiva visual e fatores como gordura na virilha podem distorcer a autopercepção.
Apesar das limitações, como o foco em heterossexuais e ausência de diferenças culturais consideráveis, a pesquisa avança no entendimento da relação entre biologia e comportamentos sociais relacionados ao tamanho do pênis.
Visual de Macron com óculos aviador impulsiona ações da fabricante italiana
O presidente francês Emmanuel Macron usou óculos de sol aviador da marca Henry Jullien durante o Fórum Econômico Mundial em Davos. Esse visual fez com que as ações da fabricante italiana iVision Tech disparassem quase 28% em um único dia.
A valorização acrescentou cerca de €3,5 milhões ao valor de mercado da empresa. O acessório virou assunto nas redes sociais, com referências ao filme Top Gun, e até ganhou comentário do ex-presidente americano Donald Trump.
O episódio evidencia como a imagem de figuras públicas pode impactar mercados e influenciar tendências de consumo, principalmente no setor de luxo e acessórios de moda.
Os óculos de sol estilo aviador usados pelo presidente da França, Emmanuel Macron, durante seu discurso no Fórum Econômico Mundial em Davos, impulsionaram as ações da fabricante italiana iVision Tech em quase 28% na última quinta-feira. O modelo identificado foi o Pacific S 01, da marca francesa de luxo Henry Jullien, vendido por €659 (aproximadamente R$ 4.107).
Segundo Stefano Fulchir, CEO da iVision Tech, a valorização das ações acrescentou cerca de €3,5 milhões (R$ 21,8 milhões) à capitalização de mercado da empresa. A repercussão do visual de Macron gerou memes e comentários nas redes sociais, com várias referências ao filme Top Gun, icônico por apresentar aviadores de óculos escuros semelhantes.
Até Donald Trump comentou sobre o tema, reforçando a atenção que o acessório atraiu. O gabinete do presidente francês explicou que o uso dos óculos em ambiente fechado foi justamente para proteger os olhos devido a um vaso sanguíneo rompido, sem confirmar a marca, que, no entanto, foi reconhecida por Fulchir. A iVision Tech afirmou que forneceu os óculos Henry Jullien a Macron em 2024.
O episódio mostra como aparições públicas podem influenciar mercados, especialmente em produtos de luxo, vinculando a imagem de personalidades públicas a tendências de consumo. Fique atento a como esse movimento pode afetar o setor de acessórios de moda e óculos em particular.
Musk anuncia venda de robôs humanoides da Tesla a partir de 2027
Elon Musk anunciou que a Tesla começará a vender robôs humanoides ao público até o final de 2027. O robô Optimus, já em testes, será capaz de executar tarefas domésticas e profissionais com alta segurança e confiabilidade.
Musk prevê que, até 2026, esses robôs poderão realizar funções mais complexas e estarão presentes em larga escala no futuro, ajudando em cuidados com idosos e pets. Ele também destacou o papel da robótica e da inteligência artificial para resolver questões sociais.
Além disso, Musk alertou para os riscos da inteligência artificial avançada, que pode superar a capacidade humana até 2030, e reforçou a importância de desenvolver essas tecnologias com cautela.
Elon Musk anunciou que a Tesla planeja começar a vender seus robôs humanoides para o público até o fim de 2027. Durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, Musk afirmou que o robô Optimus terá alta confiabilidade e segurança, podendo realizar diversas tarefas domésticas e profissionais.
O protótipo do Optimus foi mostrado em 2022, e algumas unidades já executam atividades simples em fábricas da Tesla. Musk prevê que, até o final de 2026, esses robôs conseguirão realizar funções mais complexas. Ele acredita que, no futuro, bilhões destes assistentes estarão em uso globalmente, ajudando em cuidados com idosos, pets e outras demandas diárias.
Além disso, Musk enfatizou que a robótica junto com a inteligência artificial podem ser soluções para problemas sociais como a pobreza. Ele, contudo, alertou para a necessidade de cautela para evitar riscos associados a essas tecnologias.
O bilionário também comentou sobre o avanço acelerado da inteligência artificial, prevendo que uma IA mais inteligente que qualquer humano pode surgir ainda este ano. Segundo ele, até 2030 ou 2031, a inteligência artificial pode superar coletivamente a capacidade humana, impulsionando transformações significativas.
Essas declarações reforçam a expectativa de que a robótica e a inteligência artificial terão papel crescente no cotidiano e na economia, com impactos que vão além do que já é conhecido hoje.
Análise mostra redução da vantagem de preços da Shein frente a Renner, Riachuelo e C&A
O BTG Pactual revelou que a vantagem de preço da Shein em relação a varejistas brasileiras como Renner, Riachuelo e C&A está diminuindo. Isso se deve, entre outros fatores, à aplicação de impostos em importações abaixo de US$ 50, vigentes desde 2024, e ao cenário brasileiro com alta carga tributária e logística desafiadora.
A pesquisa apontou que, ao comparar uma cesta de oito produtos, a Shein ainda mantém preços inferiores, mas a diferença vem ficando menor: cerca de 6% em relação à Riachuelo, 10% frente às Lojas Renner e 13% contra a C&A. O estudo mostra que o mercado brasileiro de moda está se equilibrando para atender melhor os consumidores de baixa e média renda.
Além disso, o relatório destaca que o mercado nacional permanece caro para vestuário devido à volatilidade cambial e outros custos operacionais. As marcas locais continuam fortes e o uso de tecnologias, como inteligência artificial, tem sido uma aposta para aumentar eficiência no setor.
O BTG Pactual identificou que a vantagem de preços da Shein frente a varejistas brasileiras está diminuindo, especialmente após a introdução em 2024 de impostos sobre importações abaixo de US$ 50, que afetou a atuação de plataformas internacionais no país. A pesquisa indica que a Shein é 7% mais barata no Brasil comparado aos EUA, mas sai até 100% mais cara quando considerada a paridade de poder de compra.
Ao avaliar uma cesta com oito produtos, a Shein apresenta preços 6% inferiores à Riachuelo, 10% abaixo das Lojas Renner e 13% menores que a C&A. O BTG ressalta que essa diferença tem se reduzido, mostrando que a concorrência no setor de moda brasileiro está mais equilibrada, principalmente entre empresas que atendem a perfis de baixa e média renda.
O relatório “Índice Zara”, publicado desde 2014 pelo banco, também destaca que o Brasil permanece entre os mercados mais caros para vestuário, devido a fatores como volatilidade cambial, questões logísticas complexas, alta carga tributária e forte presença de marcas locais consolidadas.
Além de afetar os preços, esses elementos dificultam a entrada e a expansão de marcas estrangeiras no mercado brasileiro, sendo que a valorização do real frente ao dólar em 2025 não alterou significativamente esse cenário. A análise aponta que as mudanças recentes no consumo incluem maior fragmentação dos pedidos e foco em produtos mais acessíveis.
Por fim, o BTG enfatiza que o setor de moda tem adotado tecnologias e inteligência artificial para aumentar eficiência, enquanto o impacto da volatilidade climática continua a influenciar as temporadas de vendas no país.
Japão, Indonésia e Coreia do Sul surgem como novos destinos para carne bovina brasileira
O mercado brasileiro de carne bovina enfrenta restrições comerciais da China, que impôs cotas limitando as exportações sem tarifas extras. Em resposta, países como Japão, Indonésia e Coreia do Sul são apontados como potenciais novos destinos para a carne brasileira.
Além disso, os Estados Unidos e Filipinas também estão entre os mercados que podem ampliar a demanda pelo produto nacional. Essa estratégia visa diversificar os destinos e minimizar o impacto das tarifas chinesas, garantindo a continuidade das exportações.
A mudança reflete a importância da diversificação no comércio exterior da carne bovina do Brasil, que busca manter seu papel de destaque no mercado global apesar dos ajustes nas regras comerciais internacionais.
O presidente da Apex, Jorge Viana, afirmou que o mercado da carne bovina brasileira busca diversificar seus destinos, diante das novas cotas impostas pela China. Países como Japão, Indonésia e Coreia do Sul são apontados como potenciais compradores para o produto brasileiro. A decisão chinesa, vigente desde 1º de janeiro, limita as exportações brasileiras a 1,106 milhão de toneladas sem tarifas extras, reduzindo em 35% o volume autorizado em comparação a 2025.
As medidas da China, anunciadas no fim do ano passado, aplicam uma tarifa adicional de 55% para volumes que excederem a cota. Isso representa um ajuste importante para o Brasil, que é o maior exportador mundial de carne bovina e precisará buscar novos mercados para manter o ritmo das exportações.
Além dos países asiáticos, Viana também mencionou os Estados Unidos como um destino em potencial para o aumento das exportações brasileiras. O mercado americano enfrentou uma crise tarifária que afetou as vendas no ano passado, mas a previsão é de que a demanda pelo produto brasileiro cresça em 2024. Segundo o presidente da Apex, o Brasil possui um “cardápio grande de mercados” que facilita a entrada em novos destinos, como as Filipinas, que também foram recentemente abertas.
Essa movimentação reflete uma estratégia para realocar os embarques e evitar os efeitos das restrições comerciais impostas pela China, reforçando a importância da diversificação no comércio exterior da carne bovina do Brasil.
Filme Pecadores bate recorde de indicações no Oscar e está disponível na HBO Max
“Pecadores”, dirigido por Ryan Coogler, tornou-se o filme com maior número de indicações na história do Oscar, com 16 nomeações. O longa superou títulos como “Titanic” e “La La Land”, alcançando indicações em várias categorias, incluindo Melhor Filme e Melhor Direção.
O filme também brilhou em aspectos técnicos, recebendo nomeações em áreas como Fotografia, Trilha Sonora e Efeitos Especiais, além de ganhar o prêmio de Melhor Canção Original. Lançado em 2025, “Pecadores” acumulou US$ 368 milhões na bilheteria mundial.
Desde julho de 2025, o longa está disponível no catálogo da HBO Max, que destaca o filme por sua relevância no Oscar. O diretor Ryan Coogler prevê recuperar os direitos da obra, o que deve influenciar o cenário cinematográfico nos próximos anos.
Pecadores, dirigido por Ryan Coogler, já entrou para a história do Oscar ao receber 16 indicações na edição de 2026, superando os recordes de filmes como All About Eve, Titanic e La La Land, que tinham 14 indicações cada. A produção conquistou nomeações em categorias variadas, incluindo Melhor Filme, Melhor Direção, além das atuações de Michael B. Jordan como protagonista e dos coadjuvantes Delroy Lindo e Wunmi Mosaku.
O sucesso da obra é refletido também em aspectos técnicos, com indicações em Melhor Trilha Sonora Original, Fotografia, Montagem, Figurino, Maquiagem e Penteado, Design de Produção, Som, Efeitos Especiais, além do prêmio de Melhor Canção Original com “I Lied to You”.
Lançado nos cinemas em abril de 2025, o filme arrecadou US$ 368 milhões na bilheteria mundial e, desde julho do mesmo ano, está disponível no catálogo da HBO Max, que tem destacado o longa em sua plataforma devido ao destaque das indicações.
Além do reconhecimento na premiação, Coogler deve recuperar os direitos da obra nos próximos anos, o que pode impactar o cenário cinematográfico. Apesar da forte concorrência em 2026, Pecadores está entre os filmes mais observados para conquista de prêmios, devido à recepção positiva da crítica.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação