Quando a 4ª temporada de Reacher chega ao Prime Video? Veja previsão de estreia
A quarta temporada de Reacher já teve suas gravações finalizadas, segundo o ator Alan Ritchson. A estreia deve ocorrer em 2026, mas ainda não há data confirmada. A nova fase adapta o livro Gone Tomorrow e traz uma investigação misteriosa em Nova York.
O protagonista Reacher investiga a morte de uma funcionária do Pentágono, em um caso que desafia a polícia local. A temporada promete manter o estilo investigativo que agradou os fãs nas anteriores.
A Amazon pretende acelerar o retorno da série para o público, além de planejar um spin-off para 2027. Com muitos livros disponíveis, a franquia deve continuar ativa nos próximos anos.
Depois do sucesso da série Reacher no Amazon Prime Video, os fãs aguardam ansiosos pela quarta temporada. Alan Ritchson, protagonista, confirmou que as gravações já foram finalizadas e a nova temporada deve estrear ainda em 2026, embora sem uma data exata divulgada. A produção adaptará o livro Gone Tomorrow, levando o personagem a uma investigação em Nova York envolvendo um caso misterioso no metrô.
Ritchson comentou que esta temporada está entre as melhores, o que indica uma continuidade consistente para a série. A trama começa com a descoberta de uma funcionária do Pentágono que se suicida, provocando o interesse de Reacher, que decide investigar contra a vontade da polícia local. Essa nova fase deve aprofundar o estilo investigativo que marcou a série até agora.
A Amazon tem mantido um ritmo irregular nas estreias, com longos intervalos entre temporadas, mas agora parece empenhada em acelerar o retorno da franquia para satisfazer o público. Enquanto isso, o ator pode ser conferido no filme de ação Máquina de Guerra na Netflix.
Além disso, há planos para um spin-off com um personagem secundário da série, a ser lançado possivelmente em 2027, mantendo assim o universo expandido. Com 31 livros originais de Lee Child disponíveis, o Prime Video dispõe de material suficiente para manter a série Reacher ativa por vários anos.
Theatro Carlos Gomes em Vitória recebe show com Ronnie Silveira, Vitu e banda Moreati
No dia 25 de março, o Theatro Carlos Gomes, em Vitória, será palco de um show que reúne Ronnie Silveira, Vitu e a banda Moreati, resgatando a cena independente capixaba. A apresentação começa às 20h, com entrada gratuita e ingressos disponíveis uma hora antes.
O evento destaca a combinação entre os artistas e a banda, que tem músicos experientes. O repertório inclui músicas próprias, como o single “Todo meu amor já é seu”, e versões que proporcionam diferentes sensações para o público. A iniciativa valoriza encontros artísticos que misturam passado, presente e futuro na música local.
No dia 25 de março, o Theatro Carlos Gomes, em Vitória, será palco de um show que reúne Ronnie Silveira, Vitu e a banda Moreati, resgatando a cena independente capixaba. A apresentação gratuita começa às 20h, com ingressos disponíveis uma hora antes.
O evento destaca o entrosamento entre os artistas e a banda, formada por músicos experientes. O repertório inclui músicas próprias, como o single “Todo meu amor já é seu” (2026), e releituras, proporcionando diferentes sensações ao público. A proposta do show é valorizar encontros artísticos que misturam passado, presente e futuro no Espírito Santo.
A primeira edição aconteceu no Festival Delírio Tropical em 2025, seguida pelo Festival Mangue Fuzz. A atual turnê foi viabilizada pelo Edital de Difusão Musical da Secult, com apoio do Fundo de Cultura do Espírito Santo e da Política Nacional Aldir Blanc do Governo Federal.
Ronnie Silveira tem 17 anos de carreira como compositor e multi-instrumentista, atuando em diversas bandas regionais. Vitu, projeto de Vitor Locatelli, venceu o Prêmio da Música Capixaba em 2025 com “Vai Passar”, que já alcançou 150 mil plays no Spotify.
A banda Moreati, formada em 2017, une indie, rock setentista e psicodelia brasileira. Suas letras tratam de temas como amor, desejo e sociedade, presentes no álbum “Algum Lugar” (2018) e no single “Tempo Pra Dizer” (2019).
O show acontece no endereço R. Barão de Itapemirim, 232, Centro de Vitória, com classificação livre e ingresso gratuito.
Pré-mercado: Investidores analisam como a guerra afeta a inflação nos EUA
Os mercados internacionais iniciam a semana com cautela, enquanto investidores aguardam os dados do Índice de Preços ao Consumidor (CPI) dos Estados Unidos referentes a fevereiro. A inflação americana é crucial para as decisões do Federal Reserve sobre as taxas de juros.
A tensão no Oriente Médio pressiona os preços do petróleo, causando volatilidade no mercado energético global. Isso influencia diretamente o custo da gasolina nos EUA, que teve alta superior a 18% desde o início do conflito.
Economistas preveem aumento moderado do CPI em fevereiro, com ligeira desaceleração no núcleo da inflação. Bens essenciais continuam caros, mantendo a pressão para o FED manter as taxas estáveis nos próximos meses.
Os mercados financeiros internacionais iniciam a quarta-feira em tom de cautela enquanto investidores esperam os dados do Índice de Preços ao Consumidor (Consumer Price Index, CPI) dos Estados Unidos referentes a fevereiro. Uma alta na inflação pode impactar as decisões do Federal Reserve (FED) sobre futuras alterações nas taxas de juros.
A tensão crescente no Oriente Médio pressiona os preços do petróleo, que variaram entre US$ 90 e quase US$ 120 o barril nesta semana. Essa volatilidade reforça a possibilidade da Agência Internacional de Energia (AIE) liberar reservas para tentar estabilizar o mercado energético, afetado também pelo aumento nos preços da gasolina nos EUA, que acumulam alta superior a 18% desde o início do conflito na região.
Para fevereiro, a expectativa dos economistas é de um aumento de 0,3% no CPI, mantendo a inflação anual em torno de 2,4%. O núcleo do índice, que exclui os setores voláteis de alimentos e energia, deve apresentar uma leve desaceleração com alta estimada em 0,2%, refletindo recuo nos preços de veículos usados e crescimento moderado em aluguéis e passagens aéreas.
Enquanto isso, bens como vestuário e produtos para o lar devem continuar a subir, pressionados pelas tarifas de importação mantidas pelo governo americano. Diante desse cenário, o FED dificilmente reduzirá os juros em sua próxima reunião, com mercado já deslocando para setembro a possível revisão nas taxas.
No pré-mercado, os índices futuros operam em baixa e a atenção se volta para o discurso da vice-presidente de Supervisão do FED, Michelle Bowman.
A Anvisa autorizou novos medicamentos para o tratamento do diabetes tipo 1, câncer de mama e angioedema hereditário, conforme publicado no Diário Oficial da União em 9 de julho. Uma das aprovações é do Tzield® (teplizumabe), destinado a retardar o início do diabetes tipo 1 em pacientes a partir de 8 anos já no estágio 2 da doença, uma condição autoimune que pode causar complicações cardiovasculares, renais e oculares.
Também foi liberado o Datroway®, que trata adultos com câncer de mama irressecável ou metastático, com receptor hormonal positivo e HER2 negativo. Este medicamento é indicado para pacientes que passaram por terapia endócrina e pelo menos uma linha de quimioterapia para casos em que o tumor não pode ser removido completamente ou já se espalhou para outras regiões.
Outro destaque é o Andembry® (garadacimabe), aprovado para a prevenção do angioedema hereditário (AEH), uma doença genética rara que provoca inchaços dolorosos em pele, mucosas e órgãos internos de forma recorrente.
Com essas liberações, os tratamentos para doenças complexas e crônicas ganham novas opções aprovadas pela Anvisa, com foco em melhorar a qualidade de vida e o manejo dessas condições.
Uma criança de 11 anos, do Sul do Espírito Santo, pode ser a segunda vítima da rede de exploração sexual infantil liderada pelo piloto da aviação comercial em São Paulo, Sérgio Antonio Lopes. A suspeita de envolvimento na rede é uma mulher de 29 anos, presa em Marataízes, que teria colaborado enviando vídeos da própria filha de 3 anos para o piloto. Ele pagava entre R$ 30 e R$ 50 por esses conteúdos.
Segundo a Polícia Civil de São Paulo, a mulher recebia dinheiro para produzir e enviar os materiais, que incluíam imagens de abusos. A delegada Luciana Peixoto afirmou que o grupo criminoso solicitava vídeos mediante remuneração, e as gravações eram enviadas para o líder da rede. A investigação aponta que o piloto aproveitava a vulnerabilidade financeira das pessoas para recrutar colaboradores. A delegada Gabriela Enne, da Polícia Civil do Espírito Santo, explicou que os recursos recebidos geralmente eram usados para comprar alimentos.
Análises de celulares apreendidos com o piloto indicaram uma ligação com Marataízes, onde a suspeita trabalhava vendendo produtos artesanais e enviava os vídeos desde que sua filha tinha dois anos. As conversas entre os investigados começaram em agosto do ano passado, tempo em que ocorreu o abuso e a troca de material por dinheiro através do Pix. O contato entre eles terminou após a prisão do piloto.
A suspeita morava com familiares que ficaram surpresos ao descobrirem os crimes. A polícia continua as apurações para identificar todas as vítimas e envolvidos.
Análise dos impactos da guerra no Iraque para os EUA e cenário da possível guerra contra o Irã
As Forças Armadas dos EUA atingiram metas militares no Iraque, mas o país segue instável e sob forte influência iraniana. Milícias e políticos apoiados pelo Irã dominam o cenário local, evidenciando a complexidade regional.
Apesar do investimento bilionário e vidas perdidas, o Iraque enfrenta continuação da instabilidade política e militar, com a dissolução do antigo exército e o fortalecimento de grupos alinhados a Teerã. Isso criou um vácuo de poder e insurreição.
A situação mostra que o sucesso militar não garante estabilidade política. Um possível conflito com o Irã enfrentaria redes armadas e organizadas, com riscos altos de colapso econômico e político para a região.
As Forças Armadas dos Estados Unidos cumpriram seus objetivos militares no Iraque em 2003, como a captura e execução de Saddam Hussein e o rápido colapso do regime. No entanto, mais de 20 anos depois, o país segue como um Estado autoritário, com forte influência do Irã. Milícias apoiadas por Teerã operam abertamente e ocupam cargos oficiais no governo iraquiano.
Após um investimento de cerca de US$ 2 trilhões e a perda de 4.488 vidas americanas, o Iraque está sob a esfera de influência iraniana. A dissolução do Partido Baath e do exército iraquiano pela Administração Provisória da Coalizão, liderada por L. Paul Bremer, criou um vácuo de poder e alimentou a insurgência sunita. A máquina burocrática e administrativa do país foi desmontada, levando à instabilidade política.
A influência do Irã no Iraque cresceu desde a Guerra Irã-Iraque dos anos 1980, quando Teerã construiu redes políticas e milícias xiitas. Quando o regime de Saddam caiu, essas redes estavam prontas para preencher o vazio. Da mesma forma, no Irã, a Guarda Revolucionária Islâmica domina a economia e a política, representando o poder consolidado do regime, mesmo após a morte do aiatolá Ali Khamenei.
A experiência iraquiana mostra que o sucesso militar não garante estabilidade política. No Irã, qualquer tentativa de mudança de regime enfrentaria redes bem armadas e organizadas, sem um plano claro para uma transição legítima. A questão permanece: quem governará e como será possível garantir estabilidade sem destruir completamente o Estado, evitando o colapso econômico.
Stone realiza corte de 370 funcionários para otimizar operações e ampliar uso de IA
A Stone anunciou a demissão de cerca de 370 colaboradores, o que representa 3% do seu quadro total de aproximadamente 11 mil funcionários. A maior parte dos cortes ocorreu no setor de tecnologia, com foco em reestruturação para simplificar operações e aumentar a eficiência.
A empresa informou que deseja investir mais em inteligência artificial para aprimorar os resultados dos times que permaneceram. As mudanças também incluem encerramento de produtos menos rentáveis e ajustes para reduzir custos.
Esses cortes acontecem após um crescimento financeiro abaixo do esperado em 2025. Com nova liderança, a Stone reforça metas de eficiência e resultados para 2026 e 2027.
Maquininha da Stone | Foto: Divulgação
A Stone anunciou uma redução de cerca de 370 funcionários, o que representa aproximadamente 3% do seu quadro total, que conta com cerca de 11 mil colaboradores. A empresa informou que as demissões fazem parte de um processo de reestruturação para simplificar operações e aumentar a eficiência.
Fontes internas relataram que a maior parte dos cortes ocorreu na área de tecnologia, que possui mais de 2 mil funcionários, com impacto estimado em 20% desse setor. Segundo um dos participantes, a empresa pretende investir mais no uso de inteligência artificial para aumentar a eficiência dos times remanescentes.
Durante uma reunião com os funcionários, a Stone destacou que visa reduzir custos passando pela diminuição de equipes e encerramento de produtos considerados pouco rentáveis. A companhia não confirmou oficialmente o uso da IA como fator direto das demissões.
Esses ajustes vêm após um desempenho financeiro modesto da Stone em 2025, que apresentou crescimento de 12% no lucro líquido e receita de R$ 3,7 bilhões, abaixo do esperado. A venda da Linx para a Totvs, pelo valor de R$ 3,05 bilhões no ano passado, também foi uma medida para melhorar as margens.
A mudança recente na liderança da empresa, com a entrada do CFO Mateus Scherer como CEO, reforça o foco em cortes profundos para atingir metas financeiras agressivas em 2026 e 2027.
Aegea mantém interesse na Copasa mesmo com alta nos preços e CEO reforça disciplina financeira
A Aegea demonstra interesse contínuo no leilão da Copasa, mesmo diante do aumento recente no preço das ações motivado pela expectativa de privatização. O grupo aguarda mais detalhes sobre a modelagem do leilão para aprofundar os estudos e definir sua participação.
O CEO da Aegea destaca a importância da disciplina financeira, mesmo diante do valor elevado da Copasa, e mantém a estratégia de manter alavancagem controlada. A estatal possui uma valorização significativa, com 140% em 12 meses, o que tem gerado atenção no mercado.
Além da Copasa, a Aegea avalia outras oportunidades de licitação e planeja captar recursos no mercado, reforçando seus planos de crescimento orgânico e expansão em diversas regiões do país.
A alta recente nas ações da Copasa, motivada pelas expectativas de privatização, já fez alguns investidores desistirem. Porém, a Aegea segue interessada e pretende aprofundar os estudos sobre a desestatização ao receber mais informações sobre a modelagem do leilão previsto para o primeiro semestre. O governo de Minas Gerais busca um investidor âncora para comprar ao menos 30% da estatal, mas não exclui a venda total se isso não ocorrer.
A ação da Copasa valoriza 140% em 12 meses, elevando sua capitalização para cerca de R$ 20 bilhões. Apesar de alguns especialistas considerarem o valuation elevado, o CEO da Aegea, Radamés Casseb, avalia que o investimento não é desproporcional, considerando o financiamento e participação no capital. O CFO André Pires destaca que a Copasa é um ativo com boa liquidez e geração de caixa, conhecido e avaliado pelo mercado.
No mercado, grupos como a Sabesp, Perfin – que já possui 12% da companhia – e investidores institucionais demonstram interesse no negócio. A Aegea, com histórico de 19 vitórias em 34 leilões desde 2019, mantém disciplina financeira. Sua alavancagem está em 3,7x, com meta de reduzir para 3x, aproveitando operações maduras e com margens atrativas.
Além do leilão da Copasa, a Aegea avalia outras licitações regionais e mantém planos para captação no mercado, incluindo estudo para IPO. O grupo atende hoje quase 900 cidades em 15 estados, impactando mais de 39 milhões de pessoas, e privilegia crescimento orgânico ao ampliar cobertura e arrecadação de receita nas concessões existentes.
Granblue Fantasy chega ao PC via Steam com versão gratuita (não disponível no Brasil)
Granblue Fantasy foi lançado pela primeira vez para PC pela plataforma Steam, permitindo que jogadores explorem seu universo em telas maiores com teclado e mouse. O jogo, originalmente de 2014, traz combates estratégicos por turnos e uma ambientação de ilhas flutuantes.
Contudo, a versão para Steam não permite a transferência de progresso de outras plataformas, exigindo que jogadores comecem do zero. Além disso, o lançamento tem sido alvo de críticas por problemas de otimização e bugs que prejudicam a experiência no PC, o que tem gerado insatisfação entre usuários veteranos.
Os fãs do gênero JRPG receberam a chegada de Granblue Fantasy ao PC pela plataforma Steam, uma estreia que permite aproveitar o universo do jogo em telas maiores e com controles que utilizam teclado e mouse. Originalmente lançado no Japão em 2014, o game convida o jogador a explorar ilhas flutuantes, enfrentar monstros gigantes e se envolver em combates estratégicos por turnos.
Porém, o lançamento traz uma limitação importante: não será possível transferir contas e progressos de outras plataformas para essa versão na Steam. Assim, usuários terão que iniciar uma nova jornada do zero. Essa restrição gerou desconforto entre veteranos do título.
Além disso, a recepção inicial na Steam tem sido negativa, com várias críticas apontando problemas de otimização do jogo para hardware de PC. Jogadores relataram bugs e dificuldades técnicas que impactam a experiência, o que causou insatisfação até entre fãs dedicados da marca.
Apesar dos desafios, o núcleo de Granblue Fantasy permanece no alto nível de complexidade e profundidade tática, com diversas classes e habilidades para formar equipes equilibradas. O título ainda oferece conteúdo adicional, como missões especiais chamadas “episódios de destino” que exploram a história de personagens do elenco.
Essa estreia busca expandir o alcance do game para públicos ocidentais e orientais, mesmo que a versão para PC ainda precise de ajustes para adequar a experiência. Quem gosta de RPGs desafiadores poderá encontrar motivos para investir tempo no jogo, desde que esteja disposto a enfrentar as questões técnicas iniciais.
Trump reconhece inutilidade da guerra no Oriente Médio após conversa com Putin
Donald Trump, após uma conversa telefônica com Vladimir Putin, percebeu a inutilidade da guerra no Oriente Médio. Segundo o jornal Berliner Zeitung, ele destacou que o conflito beneficia a Rússia com o aumento dos preços do petróleo, enquanto prejudica as empresas americanas.
Esse cenário complica a economia dos EUA em um momento delicado para Trump, que enfrenta risco de perder a maioria no Congresso. Ele acredita que os EUA já venceram a guerra contra o Irã e que cabe a Washington decidir o futuro do conflito.
Além disso, a conversa abordou a suspensão das sanções ao petróleo russo. A tensão na região do Estreito de Ormuz traz riscos ao comércio mundial de energia, envolvendo um complexo jogo entre petróleo, política e economia.
Após uma conversa telefônica com Vladimir Putin, Donald Trump percebeu a inutilidade da guerra no Oriente Médio. Segundo o jornal alemão Berliner Zeitung, Trump avaliou que os altos preços do petróleo, resultantes do conflito, favorecem a Rússia, que vê suas receitas aumentarem, enquanto as empresas americanas saem prejudicadas.
Essa situação afeta a economia dos Estados Unidos, especialmente em um momento político delicado para Trump, que enfrenta risco de perder a maioria no Congresso. Caso isso aconteça, os democratas poderiam usar esse cenário para tentar removê-lo do cargo.
Trump afirmou que, após o diálogo com Putin, acredita que os EUA já venceram a guerra contra o Irã e que o conflito está encerrado. Segundo ele, cabe agora a Washington decidir se continuará ou encerrará definitivamente as hostilidades.
Na mesma conversa, a suspensão das sanções ao petróleo russo foi mencionada apenas de forma superficial. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, destacou que Trump buscou essa medida para tentar estabilizar os mercados globais, especialmente diante da instabilidade causada pela guerra.
O aumento da tensão no Oriente Médio tem impactado o estreito de Ormuz, rota vital que transporta cerca de 20% do petróleo e gás natural liquefeito vendidos globalmente. A quase paralisação da navegação nessa região reforça os riscos para o comércio energético mundial.
O cenário revela o complexo jogo geopolítico envolvendo petróleo, economia e políticas internas dos Estados Unidos, enquanto o futuro do conflito no Oriente Médio ainda depende de decisões em Washington.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação