Stone realiza corte de 370 funcionários para otimizar operações e ampliar uso de IA
A Stone anunciou a demissão de cerca de 370 colaboradores, o que representa 3% do seu quadro total de aproximadamente 11 mil funcionários. A maior parte dos cortes ocorreu no setor de tecnologia, com foco em reestruturação para simplificar operações e aumentar a eficiência.
A empresa informou que deseja investir mais em inteligência artificial para aprimorar os resultados dos times que permaneceram. As mudanças também incluem encerramento de produtos menos rentáveis e ajustes para reduzir custos.
Esses cortes acontecem após um crescimento financeiro abaixo do esperado em 2025. Com nova liderança, a Stone reforça metas de eficiência e resultados para 2026 e 2027.
Maquininha da Stone | Foto: Divulgação
A Stone anunciou uma redução de cerca de 370 funcionários, o que representa aproximadamente 3% do seu quadro total, que conta com cerca de 11 mil colaboradores. A empresa informou que as demissões fazem parte de um processo de reestruturação para simplificar operações e aumentar a eficiência.
Fontes internas relataram que a maior parte dos cortes ocorreu na área de tecnologia, que possui mais de 2 mil funcionários, com impacto estimado em 20% desse setor. Segundo um dos participantes, a empresa pretende investir mais no uso de inteligência artificial para aumentar a eficiência dos times remanescentes.
Durante uma reunião com os funcionários, a Stone destacou que visa reduzir custos passando pela diminuição de equipes e encerramento de produtos considerados pouco rentáveis. A companhia não confirmou oficialmente o uso da IA como fator direto das demissões.
Esses ajustes vêm após um desempenho financeiro modesto da Stone em 2025, que apresentou crescimento de 12% no lucro líquido e receita de R$ 3,7 bilhões, abaixo do esperado. A venda da Linx para a Totvs, pelo valor de R$ 3,05 bilhões no ano passado, também foi uma medida para melhorar as margens.
A mudança recente na liderança da empresa, com a entrada do CFO Mateus Scherer como CEO, reforça o foco em cortes profundos para atingir metas financeiras agressivas em 2026 e 2027.
Aegea mantém interesse na Copasa mesmo com alta nos preços e CEO reforça disciplina financeira
A Aegea demonstra interesse contínuo no leilão da Copasa, mesmo diante do aumento recente no preço das ações motivado pela expectativa de privatização. O grupo aguarda mais detalhes sobre a modelagem do leilão para aprofundar os estudos e definir sua participação.
O CEO da Aegea destaca a importância da disciplina financeira, mesmo diante do valor elevado da Copasa, e mantém a estratégia de manter alavancagem controlada. A estatal possui uma valorização significativa, com 140% em 12 meses, o que tem gerado atenção no mercado.
Além da Copasa, a Aegea avalia outras oportunidades de licitação e planeja captar recursos no mercado, reforçando seus planos de crescimento orgânico e expansão em diversas regiões do país.
A alta recente nas ações da Copasa, motivada pelas expectativas de privatização, já fez alguns investidores desistirem. Porém, a Aegea segue interessada e pretende aprofundar os estudos sobre a desestatização ao receber mais informações sobre a modelagem do leilão previsto para o primeiro semestre. O governo de Minas Gerais busca um investidor âncora para comprar ao menos 30% da estatal, mas não exclui a venda total se isso não ocorrer.
A ação da Copasa valoriza 140% em 12 meses, elevando sua capitalização para cerca de R$ 20 bilhões. Apesar de alguns especialistas considerarem o valuation elevado, o CEO da Aegea, Radamés Casseb, avalia que o investimento não é desproporcional, considerando o financiamento e participação no capital. O CFO André Pires destaca que a Copasa é um ativo com boa liquidez e geração de caixa, conhecido e avaliado pelo mercado.
No mercado, grupos como a Sabesp, Perfin – que já possui 12% da companhia – e investidores institucionais demonstram interesse no negócio. A Aegea, com histórico de 19 vitórias em 34 leilões desde 2019, mantém disciplina financeira. Sua alavancagem está em 3,7x, com meta de reduzir para 3x, aproveitando operações maduras e com margens atrativas.
Além do leilão da Copasa, a Aegea avalia outras licitações regionais e mantém planos para captação no mercado, incluindo estudo para IPO. O grupo atende hoje quase 900 cidades em 15 estados, impactando mais de 39 milhões de pessoas, e privilegia crescimento orgânico ao ampliar cobertura e arrecadação de receita nas concessões existentes.
Granblue Fantasy chega ao PC via Steam com versão gratuita (não disponível no Brasil)
Granblue Fantasy foi lançado pela primeira vez para PC pela plataforma Steam, permitindo que jogadores explorem seu universo em telas maiores com teclado e mouse. O jogo, originalmente de 2014, traz combates estratégicos por turnos e uma ambientação de ilhas flutuantes.
Contudo, a versão para Steam não permite a transferência de progresso de outras plataformas, exigindo que jogadores comecem do zero. Além disso, o lançamento tem sido alvo de críticas por problemas de otimização e bugs que prejudicam a experiência no PC, o que tem gerado insatisfação entre usuários veteranos.
Os fãs do gênero JRPG receberam a chegada de Granblue Fantasy ao PC pela plataforma Steam, uma estreia que permite aproveitar o universo do jogo em telas maiores e com controles que utilizam teclado e mouse. Originalmente lançado no Japão em 2014, o game convida o jogador a explorar ilhas flutuantes, enfrentar monstros gigantes e se envolver em combates estratégicos por turnos.
Porém, o lançamento traz uma limitação importante: não será possível transferir contas e progressos de outras plataformas para essa versão na Steam. Assim, usuários terão que iniciar uma nova jornada do zero. Essa restrição gerou desconforto entre veteranos do título.
Além disso, a recepção inicial na Steam tem sido negativa, com várias críticas apontando problemas de otimização do jogo para hardware de PC. Jogadores relataram bugs e dificuldades técnicas que impactam a experiência, o que causou insatisfação até entre fãs dedicados da marca.
Apesar dos desafios, o núcleo de Granblue Fantasy permanece no alto nível de complexidade e profundidade tática, com diversas classes e habilidades para formar equipes equilibradas. O título ainda oferece conteúdo adicional, como missões especiais chamadas “episódios de destino” que exploram a história de personagens do elenco.
Essa estreia busca expandir o alcance do game para públicos ocidentais e orientais, mesmo que a versão para PC ainda precise de ajustes para adequar a experiência. Quem gosta de RPGs desafiadores poderá encontrar motivos para investir tempo no jogo, desde que esteja disposto a enfrentar as questões técnicas iniciais.
Trump reconhece inutilidade da guerra no Oriente Médio após conversa com Putin
Donald Trump, após uma conversa telefônica com Vladimir Putin, percebeu a inutilidade da guerra no Oriente Médio. Segundo o jornal Berliner Zeitung, ele destacou que o conflito beneficia a Rússia com o aumento dos preços do petróleo, enquanto prejudica as empresas americanas.
Esse cenário complica a economia dos EUA em um momento delicado para Trump, que enfrenta risco de perder a maioria no Congresso. Ele acredita que os EUA já venceram a guerra contra o Irã e que cabe a Washington decidir o futuro do conflito.
Além disso, a conversa abordou a suspensão das sanções ao petróleo russo. A tensão na região do Estreito de Ormuz traz riscos ao comércio mundial de energia, envolvendo um complexo jogo entre petróleo, política e economia.
Após uma conversa telefônica com Vladimir Putin, Donald Trump percebeu a inutilidade da guerra no Oriente Médio. Segundo o jornal alemão Berliner Zeitung, Trump avaliou que os altos preços do petróleo, resultantes do conflito, favorecem a Rússia, que vê suas receitas aumentarem, enquanto as empresas americanas saem prejudicadas.
Essa situação afeta a economia dos Estados Unidos, especialmente em um momento político delicado para Trump, que enfrenta risco de perder a maioria no Congresso. Caso isso aconteça, os democratas poderiam usar esse cenário para tentar removê-lo do cargo.
Trump afirmou que, após o diálogo com Putin, acredita que os EUA já venceram a guerra contra o Irã e que o conflito está encerrado. Segundo ele, cabe agora a Washington decidir se continuará ou encerrará definitivamente as hostilidades.
Na mesma conversa, a suspensão das sanções ao petróleo russo foi mencionada apenas de forma superficial. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, destacou que Trump buscou essa medida para tentar estabilizar os mercados globais, especialmente diante da instabilidade causada pela guerra.
O aumento da tensão no Oriente Médio tem impactado o estreito de Ormuz, rota vital que transporta cerca de 20% do petróleo e gás natural liquefeito vendidos globalmente. A quase paralisação da navegação nessa região reforça os riscos para o comércio energético mundial.
O cenário revela o complexo jogo geopolítico envolvendo petróleo, economia e políticas internas dos Estados Unidos, enquanto o futuro do conflito no Oriente Médio ainda depende de decisões em Washington.
Como o Black Badge da Rolls-Royce Revolucionou o Conceito de Superluxo
A linha Black Badge da Rolls-Royce surgiu na década de 2010 para atender a uma geração jovem que busca um estilo mais agressivo e autoral dentro do luxo. Com acabamentos escurecidos e melhorias no motor V12, seus carros oferecem desempenho e personalização além do padrão clássico da marca.
Inspirado em exemplos como o Phantom V preto de John Lennon, o Black Badge trouxe uma ruptura discreta e elegante, incorporando materiais da indústria aeroespacial e aderindo a um design mais imponente. Hoje, essa linha já abrange vários modelos, incluindo o elétrico Spectre.
Além do visual e desempenho, a marca oferece experiências exclusivas para clientes seletos, reforçando seu caráter de superluxo com atitude. O Black Badge demonstra como a tradição pode evoluir ao aceitar a rebeldia como elemento de exclusividade.
A história da Rolls-Royce sempre combinou tradição e ousadia, marcada por seus fundadores Henry Royce e Charles Rolls, que, mesmo tão diferentes, compartilhavam um espírito disruptivo. Essa dualidade se reflete no Black Badge da Rolls-Royce, uma linha que traz uma proposta mais agressiva e autoral, voltada a uma nova geração de clientes.
Desde a sua criação oficial na década de 2010, o Black Badge da Rolls-Royce representa uma ruptura discreta com o luxo clássico. Seus modelos trazem acabamentos escurecidos, melhorias no motor V12 para maior desempenho e chassis adaptados para quem prefere dirigir. O visual inclui a Spirit of Ecstasy e emblemas em preto, além de materiais internos que remetem à indústria aeroespacial, como a fibra de carbono visível.
Um exemplo precoce desse estilo foi o Phantom V preto do John Lennon em 1964, que aboliu o cromo tradicional, criando uma identidade marcante para a marca. O Black Badge amadureceu como resposta a clientes jovens e influentes, principalmente ligados à tecnologia, que buscam personalização intensa e luxo com atitude.
Hoje, o sub-brand abrange toda a linha, do Ghost ao Spectre elétrico. Além dos carros, oferece experiências exclusivas para clientes seletos, reforçando seu caráter confrontador. O desempenho também foi testado, como o tempo registrado no Goodwood Festival of Speed em 2016, superando carros esportivos em subida de montanha.
O Black Badge da Rolls-Royce redefine o conceito de exclusividade, mostrando que a tradição pode evoluir ao aceitar o desafio da rebeldia e permitir uma expressão mais autoral no superluxo.
Raízen enfrenta crise financeira por alto endividamento e divergência entre sócios
A Raízen enfrenta uma crise financeira severa devido ao aumento do endividamento, fatores climáticos adversos e divergências entre os sócios. A empresa, que investiu em projetos como o etanol de segunda geração, viu os retornos ficarem abaixo do esperado e teve sua dívida saltar para R$ 55 bilhões em 2026.
Além disso, a diversificação para áreas fora do foco principal piorou a situação e os altos juros elevaram as perdas operacionais. A desaceleração do mercado de biocombustíveis verdes dificultou sua recuperação financeira, enquanto o mercado de carbono ainda é incipiente.
Para tentar reorganizar as finanças, a Raízen busca focar no core business, vendendo ativos e enfrentando a discordância entre seus acionistas. A situação pressiona a empresa a considerar uma recuperação extrajudicial para evitar maiores danos.
A Raízen admitiu formalmente que uma solução para sua situação financeira pode incluir um pedido de recuperação extrajudicial. A empresa, nascida em 2011 da joint venture entre Shell e Cosan, enfrenta uma crise que combina altos níveis de endividamento, investimentos arriscados e condições climáticas desfavoráveis. Desde 2016, a Raízen ampliou sua atuação e investiu pesado em projetos de transição energética, como o etanol de segunda geração (E2G), mas os retornos financeiros foram mais lentos do que o previsto.
Em meio a juros elevados e perdas operacionais, a companhia também diversificou suas atividades para áreas distantes do negócio principal, o que complicou ainda mais sua estrutura financeira. O endividamento, que era sustentável em 2021 com R$ 13,8 bilhões, saltou para R$ 55 bilhões em 2026, impulsionando a alavancagem para 5,3 vezes o Ebitda, uma relação considerada crítica.
A desaceleração do mercado para biocombustíveis verdes, como o etanol E2G, também impactou, já que consumidores não pagaram o prêmio esperado por combustíveis mais limpos, e o mercado de carbono ainda é incipiente. Enquanto isso, produtos mais simples, como o etanol de milho, ganharam espaço rápido.
Com a saída de sócios e venda de ativos, a empresa tenta focar no seu core business: produção de açúcar, etanol e distribuição de combustíveis. A falta de acordo entre os principais acionistas dificulta a capitalização necessária para fortalecer a companhia, pressionada pelos credores e pelo mercado.
Justiça bloqueia até R$ 562 milhões do sindicato ligado ao irmão do presidente Lula
A Justiça Federal determinou o bloqueio de até R$ 562,4 milhões do Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos da Força Sindical (Sindnapi). A medida visa recuperar valores descontados de forma indevida dos benefícios de aposentados e pensionistas, conforme ação do INSS.
O bloqueio inclui bens do presidente do sindicato, Milton Baptista de Souza Filho. O irmão do presidente Lula, que ocupa o cargo de vice-presidente da entidade, não está envolvido no processo, que tramita em segredo de Justiça.
Essa ação integra investigações que apuram descontos não autorizados para financiar associações sindicais, buscando ressarcir os beneficiários prejudicados e combater possíveis fraudes no sistema previdenciário brasileiro.
A Justiça Federal bloqueou bens e valores de até R$ 562,4 milhões do Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos da Força Sindical (Sindnapi). A medida foi determinada em ação movida pelo INSS, que busca recuperar montantes descontados de forma indevida dos benefícios pagos a aposentados e pensionistas.
O decreto, assinado pelo juiz José Márcio da Silveira e Silva, da 7ª Vara Cível do Distrito Federal, também inclui o bloqueio de bens do presidente do sindicato, Milton Baptista de Souza Filho, conhecido como “Milton Cavalo”. O processo corre em segredo de Justiça. Apesar da ligação familiar, o vice-presidente do sindicato, José Ferreira da Silva, chamado “Frei Chico” e irmão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, não está citado na decisão nem figura como investigado.
A investigação apura descontos associativos feitos sem autorização dos beneficiários para financiar entidades sindicais e associações. O objetivo do bloqueio é garantir recursos para eventual ressarcimento caso as irregularidades sejam confirmadas. O caso integra um conjunto de apurações envolvendo a Polícia Federal e órgãos de controle que analisam possíveis fraudes bilionárias no sistema previdenciário brasileiro.
Segundo as autoridades, aposentados e pensionistas tiveram valores retirados indevidamente para sustentar associações, o que motivou a ação do INSS. Essas medidas visam assegurar a recuperação dos recursos e garantir os direitos dos beneficiários prejudicados nesses descontos irregulares.
Empresas brasileiras mostram otimismo sobre atividade econômica, mas contratação permanece moderada
Pesquisa da S&P Global indica que empresas brasileiras estão otimistas em relação ao crescimento econômico para 2024, com melhora nas projeções de atividade empresarial.
Apesar do cenário positivo, a expectativa para contratações segue moderada, afetada por custos altos, incertezas políticas e falta de mão de obra qualificada.
O relatório ainda destaca queda nas expectativas de lucro e influência de fatores internacionais, reformas e avanços tecnológicos no otimismo empresarial.
Pesquisa da agência de rating S&P Global mostra que empresas brasileiras estão otimistas quanto à atividade econômica, mas têm expectativa moderada para contratações. O levantamento, com 12 mil empresas dos segmentos industrial e de serviços, indica melhora nas projeções de crescimento para 2024, com saldo líquido de 30% para a atividade empresarial, acima dos 29% registrados em outubro de 2023.
Apesar do otimismo, os planos de contratação permanecem cautelosos, com saldo líquido das intenções de emprego em cerca de 5%, o menor desde junho de 2020. A moderação é influenciada por custos elevados, incertezas políticas relacionadas às eleições de 2026 e falta de mão de obra qualificada. As projeções de inflação diminuíram para todas as categorias de preços pesquisadas, mas a guerra no Oriente Médio traz novos desafios para o banco central, podendo atrasar cortes na taxa de juros.
Os custos de produção tiveram a projeção revisada para baixo, chegando ao menor nível em cinco anos. No entanto, as expectativas de lucro das empresas também caíram, atingindo o menor patamar desde o início da pandemia e ficando abaixo da média global. O relatório aponta que as empresas brasileiras baseiam parte do otimismo em parcerias internacionais, lançamentos de novos produtos, expectativa de reformas tributárias e ganhos previstos com investimentos em inteligência artificial.
Enquanto países como Índia, Irlanda, Reino Unido e Estados Unidos mostram níveis maiores de otimismo, o cenário brasileiro reflete uma visão mais equilibrada entre crescimento econômico e cautela nas contratações e rentabilidade no curto prazo.
Via InfoMoney
10/03/2026 às 21:21 - Espirito Santo
Piloto preso planejava abuso de criança de 3 anos no Espírito Santo
O piloto Sergio Antonio Lopes foi preso em São Paulo por planejar abusar de uma criança de 3 anos no Espírito Santo. A investigação revelou que a mãe da menina, uma artesã de Marataízes, tinha envolvimento, enviando vídeos da filha para o piloto em troca de dinheiro.
A polícia encontrou material abusivo no celular do piloto, que mantinha contato com a artesã desde agosto do ano passado. A ação foi parte da operação “Apertem os Cintos”, que interrompeu o crime e prendeu os envolvidos.
A delegada Luciana Peixoto explicou que o piloto explorava a vulnerabilidade financeira da mãe para obter material ilegal. A prisão interrompeu a tentativa de encontro que resultaria no abuso da criança.
O piloto de avião Sergio Antonio Lopes, preso em São Paulo, planejava um encontro no Espírito Santo para ter contato direto com a filha de uma mulher de 29 anos, artesã de Marataízes, que também foi detida pela polícia. A criança tem apenas 3 anos. A investigação da Polícia Civil revelou que a artesã gravava e enviava vídeos da própria filha para o piloto em troca de pagamentos entre R$ 30 e R$ 50.
A delegada Luciana Peixoto, da 4ª Delegacia de Repressão à Pedofilia, explicou que os vídeos e fotos recebiam remuneração e continham abusos contra crianças. A prisão dos envolvidos impediu que o encontro presencial acontecesse. A artesã, ao ser detida, permaneceu em silêncio e demonstrou vergonha perante familiares.
A ação faz parte da operação “Apertem os Cintos”, deflagrada em São Paulo. Segundo a delegada Gabriela Enne, do Espírito Santo, o piloto explorava a vulnerabilidade financeira de mulheres para conseguir material envolvendo abusos infantis, usados para compra de alimentos. O contato entre o piloto e a artesã acontecia desde agosto do ano passado, principalmente pelo WhatsApp.
A investigação chegou ao Espírito Santo após análise do celular do piloto, onde foram encontradas conversas e conteúdos envolvendo abusos contra a criança, iniciados quando ela tinha 2 anos. O crime cessou após a prisão do piloto.
Virginia Fonseca e Zé Felipe anunciam vaga para babá do filho com salário de R$ 18,5 mil
Virginia Fonseca e Zé Felipe estão procurando uma nova babá para cuidar do filho caçula, José Leonardo. A vaga oferece um salário de R$ 18,5 mil e exige ensino superior em enfermagem, além de experiência com cuidados infantis.
A candidata precisa ter disponibilidade para viagens internacionais, experiência com a rotina familiar e passaporte válido. A família, que já conta com uma equipe de babás, busca atendimento especializado para seus filhos.
A busca ocorre após a saída de uma babá que trabalhava há cinco anos com o casal. A prioridade é garantir suporte qualificado para a rotina exigente da família, incluindo os compromissos fora do país.
A influenciadora Virginia Fonseca e o cantor Zé Felipe estão buscando uma nova babá para cuidar do filho caçula do casal, José Leonardo. A vaga, divulgada nas redes sociais, oferece um salário de R$ 18,5 mil e requer ensino superior em enfermagem e experiência com cuidados infantis.
Além disso, a candidata precisa ter disponibilidade para viagens internacionais, já que o casal costuma viajar frequentemente para compromissos fora do país. Ter passaporte válido e flexibilidade para acompanhar a rotina da família são exigências importantes para a vaga.
Virginia e Zé Felipe também são pais de Maria Alice e Maria Flor, e atualmente contam com uma equipe de seis a sete babás que se revezam para cuidar das crianças. A procura pela nova profissional aconteceu após a saída de Vilmeci Passarinho, conhecida como “Tia Vil”, que trabalhou por cerca de cinco anos com a família.
Vilmeci explicou que decidiu priorizar o acompanhamento da filha neste momento e mencionou que está tratando de uma denúncia de abuso sexual na Justiça, sem revelar detalhes ou nomes envolvidos devido ao processo em andamento.
A busca por uma babá com formação específica e flexibilidade reflete a rotina exigente da família, que busca garantir assistência especializada para seus filhos e manter a organização da vida familiar.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação