A microbiologista e divulgadora científica Natalia Pasternak comentou recentemente a repercussão do seu livro Que Bobagem!, lançado em 2023. Segundo ela, o interesse do público por temas ligados à pseudociência foi maior do que esperado, a ponto de admitir que, se soubesse, teria dedicado um capítulo inteiro à psicanálise, que provocou muitos debates. Pasternak destaca que as críticas ao livro focaram mais nos autores do que nas ideias apresentadas.
Ela também criticou a presença de práticas pseudocientíficas no SUS, ressaltando que o sistema deveria financiar apenas tratamentos com evidência científica comprovada para garantir eficácia e sustentabilidade. Segundo Pasternak, a inclusão dessas práticas muitas vezes se deve a lobbies e interesses criados ao redor delas, mais do que à popularidade real.
A respeito do efeito placebo, Pasternak afirmou que ele é real, mas instável e potencialmente perigoso, pois pode atrasar diagnósticos importantes ao mascarar sintomas em vez de tratar as causas.
A pesquisadora é cofundadora da Lilienfeld Alliance, uma ONG que promove o ensino do pensamento crítico nas universidades. Recentemente, a organização recebeu um prêmio de US$ 250 mil da James Randi Educational Foundation, reconhecimento que Pasternak considera importante para ampliar e aprofundar seus projetos educacionais.
Para ela, educar para o pensamento crítico desde cedo é essencial para ajudar a população a lidar com a desinformação crescente e a tomar decisões baseadas em evidências.
Mercados refletem alívio com recuo sobre a Groenlândia e sustentam alta nos preços
Os mercados financeiros internacionais iniciam o dia com otimismo após o presidente dos EUA recuar na ideia de anexar a Groenlândia, reduzindo tensões geopolíticas. Este movimento beneficiou bolsas americanas que registraram valorização significativa.
No Brasil, o efeito foi positivo no Ibovespa, que subiu mais de 3%, e o dólar caiu para R$ 5,32, refletindo o bom humor dos investidores. O índice EWZ também demonstrou interesse contínuo em ações brasileiras.
Investidores agora aguardam dados econômicos dos EUA, como o índice de inflação PCE e possíveis decisões do Federal Reserve sobre a taxa de juros nas próximas semanas, que impactarão o mercado global.
Os mercados financeiros começam o dia mantêm o otimismo após o recuo do presidente Donald Trump quanto à anexação da Groenlândia, afastando riscos à aliança militar entre os Estados Unidos e a Europa. Com isso, as bolsas americanas, como o índice S&P 500, registraram forte valorização, com alta de 1,16% no pregão anterior, o maior ganho em dois meses.
No Brasil, o movimento de valorização também foi refletido no Ibovespa, que subiu 3,33%, atingindo 171.816,67 pontos. O dólar teve queda significativa, fechando a R$ 5,32, reforçando o bom humor dos investidores diante das notícias internacionais.
O índice EWZ iShares MSCI Brazil, um ETF focado em ações brasileiras, também teve valorização no pré-mercado, indicando continuidade do interesse dos investidores no cenário local.
As atenções do mercado se voltam agora para a divulgação do índice Personal Consumption Expenditure (PCE) dos Estados Unidos, referente a novembro. Esse indicador de inflação é crucial para entender a direção das políticas de juros do Federal Reserve, especialmente com a paralisação do governo que adiou a divulgação de dados importantes.
No horizonte, está prevista a reunião do banco central americano na próxima semana, onde poderá haver ajustes nas taxas de juros com base nos indicadores mais recentes. Também são aguardados dados sobre pedidos iniciais de seguro desemprego, Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre e outros índices econômicos que ajudarão a definir o panorama para os investidores.
Sherlock: onde assistir a série no Brasil e situação da 5ª temporada
Sherlock, série da BBC protagonizada por Benedict Cumberbatch, está disponível no Brasil pelo Prime Video e Mercado Play, com áudio em português. A trama adapta o famoso detetive Sherlock Holmes para a Londres moderna, com quatro temporadas e 13 episódios.
Apesar do sucesso, a produção enfrenta dúvidas sobre uma quinta temporada. Criadores e atores indicam que não há planos concretos para a continuação, devido a agendas e qualidade das últimas temporadas. A série, porém, segue relevante e atrai novos fãs.
Além disso, outras produções britânicas e adaptações de Sherlock são indicadas como alternativa para os fãs, mantendo o universo do detetive vivo no entretenimento atual.
A Sherlock, série da BBC com Benedict Cumberbatch e Martin Freeman, modernizou o clássico detetive de Arthur Conan Doyle, trazendo Sherlock Holmes para a Londres contemporânea. Com quatro temporadas e 13 episódios, a trama combina mistério, humor e uma dinâmica marcante entre os protagonistas. A produção está disponível no Brasil pelo Prime Video e Mercado Play, com opção de áudio em português.
A série foi criada por Steven Moffat e Mark Gatiss e apresenta Sherlock usando tecnologia atual, como smartphones e análises forenses digitais. O formato de episódios longos, quase cinematográficos, e a profundidade dos personagens contribuíram para o sucesso mundial da produção.
Apesar do impacto cultural, a possibilidade de uma quinta temporada é remota. Mark Gatiss afirmou que não vê sentido em retomar a série, enquanto Benedict Cumberbatch revelou que só retornaria se o novo projeto superasse os anteriores. A agenda dos actores e o perfeccionismo dos criadores também dificultam uma nova temporada.
Além disso, a própria qualidade das últimas temporadas, principalmente a quarta, foi recebida com críticas mistas, mostrando um declínio em comparação ao auge da série.
Para quem procura outras histórias com atores britânicos de destaque, há diversas produções recomendadas e adaptações do universo Sherlock, como o filme Enola Holmes e as versões com Robert Downey Jr.
Mesmo sem continuação confirmada, a série mantém-se relevante, atraindo novos espectadores e permitindo a fãs antigos revisitar episódios que uniram literatura clássica e investigação moderna.
Fundo imobiliário RBVA11 anuncia intenção de compra de imóveis no RJ e SP; IFIX registra leve alta
O fundo imobiliário Rio Bravo Renda Varejo (RBVA11) anunciou a intenção de adquirir dois imóveis localizados no Rio de Janeiro e em São Paulo, avaliados em R$ 86,38 milhões. Os imóveis têm contratos de aluguel longos, com o prédio no RJ ocupado pela Estácio até 2032 e o ponto em SP alugado para a PBKids até 2027.
A operação faz parte da 6ª emissão de cotas do fundo e visa diversificar os investimentos geograficamente e por setores, protegendo contra vacância. O pagamento será feito em dinheiro, assunção de dívida e cotas do RBVA11.
Além disso, o índice IFIX, que acompanha o desempenho dos fundos imobiliários no Brasil, encerrou o pregão com alta leve de 0,04%, mostrando recuperação no mês com avanço de 0,98%.
O fundo imobiliário Rio Bravo Renda Varejo (RBVA11) anunciou a intenção de comprar dois imóveis em São Paulo e no Rio de Janeiro, dentro da 6ª emissão de cotas do fundo. O valor total da operação é de R$ 86,38 milhões, com um cap rate médio de 12,3% ao ano.
Um imóvel fica em Santa Cruz, RJ, e está alugado para a Estácio até março de 2032. É um prédio de cinco andares que atende mais de 7 mil alunos. O outro imóvel é um ponto de varejo infantil da PBKids na Avenida Rebouças, São Paulo, com contrato de aluguel até dezembro de 2027.
O pagamento será dividido em três partes: R$ 4,3 milhões em dinheiro, a assunção de um saldo devedor de cerca de R$ 40 milhões por CRI (relacionado ao imóvel do Rio) e o restante por meio de cotas do RBVA11, com valor patrimonial de R$ 10,58 por papel.
A gestora destaca que essa aquisição se encaixa na estratégia do fundo para diversificar geograficamente e em setores, buscando imóveis resilientes, com contratos longos que protegem contra vacância.
Essa compra ainda precisa passar por avaliações jurídicas, técnicas e ambientais, além de aprovação interna. O fundo imobiliário manteve a expectativa de distribuir R$ 0,09 por cota no primeiro semestre de 2026, podendo revisar esse valor após finalizar a operação.
O IFIX, índice que monitora os fundos imobiliários no Brasil, fechou o pregão de quarta-feira (21) em alta leve de 0,04%, voltando a acumular avanço de 0,98% no mês.
Brasil é líder em adoção de Inteligência Artificial na América Latina, mas produtividade ainda representa desafio
O Brasil lidera a adoção de Inteligência Artificial na América Latina, impulsionando a transformação digital em diversos setores. A matriz energética renovável favorece a operação sustentável dos centros de dados, e tecnologias como o ChatGPT apresentam alta penetração no país.
Apesar do avanço no uso de IA, o principal desafio está na baixa produtividade das empresas e na escassez de profissionais capacitados. Pequenas e médias empresas ainda têm dificuldades na aplicação efetiva da tecnologia, limitando os ganhos econômicos.
O setor de agronegócio utiliza IA para monitorar o solo e prever colheitas, indicando o potencial para aliar inovação e tradição. Investimentos em capacitação e infraestrutura são essenciais para ampliar o uso da IA e elevar a produtividade nacional.
O Brasil lidera a adoção de Inteligência Artificial (IA) na América Latina, conforme aponta o relatório “Latin America in the Intelligent Age”, elaborado pelo Fórum Econômico Mundial com a McKinsey & Company. Estima-se que a IA pode acrescentar entre US$ 1,1 trilhão e US$ 1,7 trilhão à economia da região a cada ano. O país se destaca pela receptividade de sua população à tecnologia e por sua matriz energética predominantemente renovável, que permite operação sustentável de centros de dados.
Apesar do avanço na absorção de ferramentas como o ChatGPT, que já tem penetração superior à dos Estados Unidos, o desafio principal do Brasil está em transformar o uso isolado em ganhos produtivos reais para as empresas. O crescimento histórico do PIB, baseado na força de trabalho, precisa dar lugar a um modelo que valorize produtividade com o auxílio da IA, especialmente diante do envelhecimento populacional.
A infraestrutura energética brasileira, com 88% de sua eletricidade gerada por fontes renováveis, atrai grandes investimentos, como os da Microsoft, que investirá bilhões e oferecerá capacitação em tecnologia para cinco milhões de brasileiros. O setor do agronegócio também utiliza IA para monitorar solo e prever colheitas, alinhando tradição com inovação.
No entanto, o relatório destaca gargalos, como a escassez de profissionais qualificados e a baixa maturidade digital das pequenas e médias empresas (PMEs). A diferença de produtividade entre PMEs e grandes empresas chega a 46%. Apenas 6% das organizações relatam ganhos significativos com IA, evidenciando a necessidade de ampliar o uso além dos testes pontuais.
Guia Completo para Jogar Blackjack Grátis e Aprender a Vencer no 21
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Entre as ações principais estão pedir carta (Hit), parar (Stand), dobrar aposta (Double Down) e dividir pares (Split), que permitem uma análise tática aprofundada. Jogar de forma consciente no modo demo ajuda a desenvolver a disciplina necessária para seus próximos desafios nas mesas virtuais.
Com a regulamentação da SPA/MF, operadoras autorizadas como Bet365, Superbet, KTO, Betnacional e Betsson oferecem versões de demonstração estáveis e seguras, acessíveis via navegador ou aplicativos para Android e iOS. A diversidade nas opções de blackjack e a facilidade para alternar entre modo gratuito e apostas reais são destaques dessas plataformas.
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O Japão passa por uma turbulência econômica com os títulos públicos de longo prazo atingindo níveis não vistos em 30 anos e o iene em rápida desvalorização. A movimentação gera preocupação entre especialistas, mas traz oportunidades para investidores como a Berkshire Hathaway. Ela detém participações relevantes nas cinco maiores empresas de comércio geral japonesas, as sogo shosha, beneficias do cenário atual.
Nos últimos meses, as ações dessas companhias subiram expressivamente, impulsionadas por elevações nos juros pelo Banco do Japão para conter a inflação persistente. Marubeni e Sumitomo, por exemplo, tiveram ganhos superiores a 30% e 40%, respectivamente. Apesar da volatilidade recente, essas empresas foram vistas como portos seguros diante da instabilidade dos títulos japoneses.
A Berkshire iniciou seus aportes em 2019, somando US$ 13,8 bilhões até 2024. Atualmente, os investimentos valem US$ 38 bilhões, refletindo um lucro de US$ 24 bilhões. Os dividendos projetados para 2025 chegam a US$ 812 milhões, superando o custo da dívida em ienes contraída para comprar as ações.
Esse movimento destaca a capacidade de investimento do fundador Warren Buffett, que planeja se aposentar em 2026, deixando o comando para Greg Abel. A aposta nas sogo shosha não é isenta de riscos, como possíveis reversões nos juros ou flutuações das commodities, mas reflete a adaptação da Berkshire a um momento econômico complexo.
No contexto atual, a desvalorização do iene favorece as receitas dessas tradings, ampliando sua rentabilidade em reais. O desempenho dessas ações japonesas contrasta com o índice Nikkei, que mesmo com queda recente, acumula alta de 33% nos últimos seis meses.
Investidores permanecem atentos às movimentações da Berkshire e à estratégia que o novo CEO adotará diante deste cenário instável.
Bradesco anuncia novo diretor de marketing e promove substituta
O Bradesco nomeou Renato Camargo como seu novo chief marketing officer (CMO), cargo que ele assume em fevereiro. Ele substitui Nathalia Garcia, que estava no comando do marketing do banco nos últimos quatro anos e agora lidera uma nova unidade interna. Essa mudança faz parte de uma reestruturação estratégica no banco.
Renato Camargo traz mais de 20 anos de experiência, com passagens por empresas como Pague Menos, RecargaPay e Grupo Pão de Açúcar. No Bradesco, ele será responsável pelos investimentos em agências como AlmapBBDO e Grupo Dreamers, em um momento em que o setor financeiro reforça inovação e relacionamento com clientes.
O Bradesco anunciou a nomeação de Renato Camargo como seu novo chief marketing officer (CMO), cargo que assumirá em fevereiro. Renato substitui Nathalia Garcia, que esteve à frente do marketing do banco nos últimos quatro anos e agora comandará uma nova unidade de negócios interna. Segundo uma fonte familiarizada com as mudanças, essa transição faz parte de uma reestruturação estratégica.
Antes dessa mudança, Renato ocupava a posição de vice-presidente de clientes na rede de drogarias Pague Menos, onde também liderava o marketing. Com mais de 20 anos de experiência no mercado publicitário, ele já trabalhou em empresas como RecargaPay, Grupo Pão de Açúcar e Accor, acumulando atuação em setores variados.
Essa troca no Bradesco integra um movimento maior entre os principais bancos do país, com recentes alterações em cargos de marketing. Em julho, Juliana Cury, então no Santander, voltou ao Itaú para assumir a liderança do marketing. O Santander promoveu Guilherme Bernardes para substituir Juliana, enquanto o Nubank busca um CMO global para seu time.
No Bradesco, Renato terá sob sua responsabilidade os investimentos destinados principalmente às agências AlmapBBDO e Grupo Dreamers. Essa mudança no comando de marketing do banco ocorre em um momento importante para o setor financeiro, que intensifica iniciativas voltadas a inovação e relacionamento com clientes.
Caso de guaxinim que ingeriu álcool evidencia importância de estudos sobre esses animais
Em Ashland, Virgínia (EUA), um guaxinim entrou em uma loja de bebidas, consumiu álcool em excesso e desmaiou, chamando atenção para sua inteligência surpreendente. Pesquisas indicam que esses animais possuem neurônios semelhantes aos humanos, o que pode explicar seu comportamento e capacidade cognitiva.
Apesar de pouco estudados em laboratórios, os guaxinins apresentam habilidades únicas, como memória avançada e uso hábil das patas dianteiras, comparáveis às mãos humanas. Essas características os tornam importantes para a compreensão do funcionamento cerebral dos mamíferos.
Futuros estudos em ambientes naturais poderão ampliar o conhecimento sobre esses animais e suas adaptações urbanas, oferecendo novos insights para a ciência cognitiva e comportamento animal.
Em dezembro de 2025, um guaxinim invadiu uma loja de bebidas em Ashland, Virgínia (EUA), consumiu álcool em excesso e desmaiou no banheiro. Esse episódio chamou atenção para a inteligência sorprendente desses animais, frequentemente comparada à dos primatas devido ao número elevado de neurônios em seus cérebros, algo inédito entre mamíferos urbanos.
Apesar de serem conhecidos por sua capacidade de resolver problemas e curiosidade, os guaxinins raramente são estudados em laboratórios. A praticidade de criar roedores, que se adaptam bem e se reproduzem rapidamente, faz com que camundongos e ratos dominem as pesquisas.
Entretanto, pesquisas recentes lideradas pela Universidade de Richmond revelam que o cérebro dos guaxinins contém neurônios idênticos aos encontrados em humanos e grandes primatas, como os neurônios de von Economo, relacionados ao processamento emocional e controle de impulsos. Essa especialização neural pode explicar tanto a inteligência quanto o comportamento arriscado desses animais.
Além disso, estudos mostram que guaxinins possuem maior número de células no hipocampo, associadas à memória e aprendizado, similar a motoristas de táxi que decoram centenas de ruas.
Suas patas dianteiras, habilidosas, têm uma representação cerebral parecida com a das mãos humanas, fator que contribui para o domínio de tarefas complexas.
Esse conjunto de características sugere que os guaxinins urbanizam-se, tornando-se mais tolerantes e adaptativos, ao mesmo tempo que exibem capacidades cognitivas avançadas, indicando que são uma espécie importante para entender o funcionamento dos cérebros mamíferos, inclusive o humano.
Estudos futuros podem usar ambientes naturais para investigar melhor esses animais, ultrapassando as limitações dos laboratórios tradicionais.
Via Folha de S.Paulo
22/01/2026 às 06:04 - Tecnologia e Inovação
Como a Termolar superou crises financeiras e se reinventou após 60 anos
A Termolar, fabricante gaúcha de garrafas térmicas, enfrentou diversos desafios nos últimos anos, incluindo pandemia, restrições de crédito e enchentes no Sul do Brasil. Sob a liderança da CEO Natalie Ardrizzo, a empresa passou por um processo de recuperação que exigiu resiliência e gestão estratégica.
Fundada em 1958 por um empreendedor uruguaio e controlada pela família Ardrizzo desde 2012, a Termolar supera dívidas estruturais e limitações financeiras para seguir crescendo. Atualmente, está presente em mais de 30 países e tem faturamento próximo a R$ 350 milhões.
Com planejamento focado no futuro, a empresa saiu da fase de sobrevivência para se consolidar como referência nacional no segmento de conservação térmica, mostrando como a inovação e a gestão eficiente podem transformar desafios em oportunidades.
A fabricante gaúcha de garrafas térmicas, Termolar, enfrentou uma década marcada por crises severas, incluindo pandemia, restrições de crédito, ataques cibernéticos e enchentes no Sul do Brasil. No comando dessa fase desafiadora, a CEO Natalie Ardrizzo, que assumiu em meio à turbulência, descreve-se como uma “CEO das crises”, destacando a necessidade de resiliência para garantir a sobrevivência da companhia.
Fundada em 1958 por um empreendedor uruguaio, a empresa nasceu após a aquisição de uma fábrica de vidro falida no Rio Grande do Sul, focando na produção de garrafas térmicas. A virada societária aconteceu em 2012, quando a família Ardrizzo passou a controlar integralmente o negócio, assumindo uma responsabilidade maior para sustentar a empresa e seus cerca de 700 funcionários.
Ao assumir a área financeira em 2015, Natalie rapidamente passou a liderar a empresa em meio a dívidas estruturais e dificuldades de crédito, situação agravada após o fim das linhas emergenciais da pandemia em 2022. A empresa viveu um ciclo difícil, o que limitava qualquer planejamento de longo prazo.
A partir da estabilização dos resultados operacionais, a Termolar iniciou um processo de planejamento estratégico, superando a mentalidade de apenas sobreviver. Atualmente, com presença em mais de 30 países, a empresa fechou 2025 com faturamento próximo a R$ 350 milhões, consolidando-se como referência nacional no segmento de conservação térmica.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação