Lava-louças Midea com capacidade para oito serviços e múltiplos modos de lavagem
A lava-louças Midea oferece capacidade para até oito serviços completos, ideal para a rotina doméstica de famílias que buscam praticidade na limpeza. Seu design compacto e acabamento cinza permitem fácil integração com diversos estilos de cozinha.
O aparelho conta com sistema automatizado que utiliza jatos de água e detergente para limpar pratos, copos e talheres com eficiência. São oito programas de lavagem que ajudam a economizar tempo e energia, adequando-se a diferentes necessidades diárias.
Este modelo é indicado para quem precisa organizar melhor os utensílios após grandes refeições ou eventos em casa. Além disso, proporciona mais conforto ao reduzir o esforço manual e manter a cozinha mais organizada.
A lava-louças Midea 8 serviços é uma opção prática para quem busca facilitar a limpeza diária de utensílios domésticos. Com capacidade para lavar até oito serviços completos de mesa, ela atende bem cozinhas residenciais que precisam de eficiência após as refeições.
Este modelo possui um design compacto e acabamento na cor cinza, que combina com diversos estilos de cozinha. Sua estrutura interna é planejada para organizar melhor pratos, copos e talheres durante o ciclo de lavagem. O sistema automatizado utiliza jatos de água e detergente, deixando as louças limpas com menos esforço manual.
Além da capacidade, a lava-louças conta com programas de lavagem que otimizam tempo e energia. É indicada especialmente para a rotina doméstica que envolve volume considerável de utensílios, como após reuniões e eventos em casa.
Dentre as características principais destacam-se:
Capacidade para até oito serviços completos de mesa.
Estrutura compacta para fácil encaixe em cozinhas residenciais.
Sistema automatizado com jatos de água e detergente dedicado.
Organização interna eficaz para diferentes tipos de utensílios.
Acabamento na cor cinza, com design funcional.
O preço da lava-louças Midea 8 serviços está com desconto, saindo de R$ 2.199 por R$ 2.048. O equipamento pode contribuir para economizar tempo na limpeza e manter a cozinha mais organizada.
Oscar 2026: origem e história da premiação cinematográfica
A primeira cerimônia do Oscar aconteceu em 16 de maio de 1929, em Hollywood, com formato de jantar e vencedores anunciados antes do evento. A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, criada em 1927 por líderes da indústria, organizava a premiação.
O objetivo inicial da Academia era promover harmonia e melhorar a imagem do cinema, controlando conflitos trabalhistas e evitando sindicâncias. Hoje, o Oscar é uma das maiores premiações do setor, com mais categorias e transmissão global.
Desde sua criação, o Oscar cresceu e evoluiu. A cerimônia passou a ser transmitida pela TV em 1953, introduziu o tapete vermelho e hoje atrai milhões de telespectadores pelo mundo.
A cerimônia do Oscar, oficialmente Academy Awards, teve sua primeira edição em 16 de maio de 1929, realizada no Roosevelt Hotel, em Hollywood. Diferente dos eventos atuais, a ocasião era um jantar com vencedores anunciados meses antes. A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas organizava a premiação, fundada em 1927 por 36 líderes da indústria, incluindo o executivo Louis B. Mayer, o ator Conrad Nagel, o diretor Fred Niblo e o produtor Fred Beetson.
A instituição foi criada com múltiplos propósitos, como gerir conflitos trabalhistas, promover harmonia entre profissionais do cinema e melhorar a imagem pública da indústria, então marcada por escândalos e acusações morais. Na prática, a premiação servia para controlar artistas, evitar a sindicalização e limpar a reputação de Hollywood.
Louis B. Mayer declarou que dar prêmios aos cineastas os motivava a trabalhar seguindo as exigências dos estúdios, uma estratégia que inicialmente venceu, mas que não impediu o surgimento de sindicatos como o Screen Actors Guild em 1933 e o Writers Guild of America em 1936. A partir de 1937, a Academia focou em questões culturais e educacionais.
Com o passar do tempo, o Oscar cresceu, saindo das 12 categorias iniciais para as 23 atuais, além de tornar seus vencedores secretos e transmitir a cerimônia pela televisão a partir de 1953, incluindo o icônico tapete vermelho desde 1961. Hoje, cerca de 20 milhões de pessoas acompanham o evento ao redor do mundo.
Pesquisa revela que tinta azul em Pompeia custava quase um ano de salário de um legionário romano
Estudo realizado por pesquisadores dos EUA e Itália analisou a tinta azul utilizada nas paredes da famosa sala azul de Pompeia. O pigmento encontrado foi o azul egípcio, um dos primeiros pigmentos artificiais e bastante raro na época da Roma Antiga.
A pesquisa mostra que o custo dessa tinta equivalia a cerca de 50% a 90% do salário anual de um soldado romano, indicando um alto investimento do proprietário na decoração. O azul egípcio, além de raro, era um símbolo de status devido à sua exclusividade.
Esses dados ampliam a compreensão econômica e social do Império Romano, revelando como materiais valiosos eram usados para demonstrar poder e riqueza na antiga cidade soterrada pelo Vesúvio.
Pesquisadores dos Estados Unidos e da Itália estudaram a tinta utilizada para decorar a famosa sala azul em Pompeia, cidade antiga soterrada pela erupção do Monte Vesúvio. A análise mostrou que as paredes foram pintadas com azul egípcio, um pigmento artificial que começou a ser produzido no Egito por volta do terceiro milênio a.C. e que era raro e caro, mesmo na Roma antiga.
O azul egípcio era uma pigmentação exclusiva, encontrada em poucos monumentos antigos, e o custo para aplicar essa tinta na sala foi proporcionalmente alto. Os cientistas mediram a espessura da camada azul nas paredes e calcularam que foram usados entre 2,7 e 4,9 kg de pigmento. O valor da tinta comprada só alcançava de 50% a 90% do salário anual de um legionário romano, que ganhava cerca de 187 denários por ano na época da erupção.
Isso significa que o rico proprietário do local investiu uma quantia elevada apenas em tinta, sem considerar os custos de aplicação ou mão de obra. O estudo demonstra como tintas em tons azuis e verdes eram símbolos de status, devido à dificuldade e o custo de sua produção.
A pesquisa foi liderada por Admir Masic, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, e publicada na revista npj Heritage Science. Além de detalhar a composição do pigmento, o estudo ajuda a entender aspectos econômicos e sociais do Império Romano por meio da decoração e materiais utilizados em Pompeia.
CEOs apontam que juros altos dificultam investimentos no Brasil
Executivos de grandes empresas destacaram que os juros altos representam um obstáculo para investimentos no Brasil, afetando principalmente o mercado varejista e o acesso ao crédito. A falta de uma agenda de reformas estruturais agrava a situação, limitando decisões estratégicas no ambiente de negócios.
O Banco Central indica a possibilidade de redução da taxa básica de juros, o que é visto como fundamental para estimular investimentos de forma duradoura. Além disso, a escassez de profissionais qualificados e a complexidade do mercado de trabalho formal dificultam o crescimento e a competitividade do país.
Setores produtivos enfrentam desafios causados por um ambiente macroeconômico instável e pela necessidade de modernização da política industrial, com incentivos fiscais. A segurança jurídica e instituições sólidas também são apontadas como essenciais para reverter esse cenário.
Executivos de grandes empresas destacaram durante o evento Rumos 2026, promovido pelo Valor Econômico, que juros altos travam investimentos no Brasil, afetando a expansão e o acesso a financiamento, principalmente no varejo. O CEO do Magazine Luiza, Frederico Trajano, ressaltou que o ambiente de negócios ainda dificulta o crédito para varejistas, limitando decisões estratégicas. Ele apontou a necessidade de uma agenda de reformas estruturais para melhorar o cenário.
O Banco Central sinaliza uma possível redução da taxa básica de juros na próxima reunião do Copom, conforme afirmou Milton Maluhy Filho, CEO do Itaú Unibanco. Ele afirmou que é crucial discutir caminhos para uma queda permanente dos juros, reforçando também a importância de instituições sólidas para reduzir o risco e garantir segurança jurídica.
A questão do mercado de trabalho também foi tema central. Belmiro Gomes, do Assaí Atacadista, destacou que o regime CLT torna o trabalho formal complexo, o que impulsiona a migração para o trabalho informal em plataformas digitais como iFood e Uber. Ele afirma que esse cenário pressiona a mão de obra disponível, afetando setores produtivos.
Executivos da Gerdau e Embraer comentaram que a escassez de profissionais qualificados e o ambiente macroeconômico instável dificultam investimentos e crescimento, mesmo em setores com demanda alta. A modernização da política industrial, incluindo incentivos fiscais, também foi mencionada como necessária para fortalecer a competitividade do país.
Concurso seleciona artistas indígenas para a exposição Olhares Indígenas em Vila Velha
A exposição Olhares Indígenas estreia em 12 de maio na Casa da Memória, em Vila Velha. A mostra apresenta a história local pela perspectiva dos povos indígenas e celebra os 491 anos da cidade.
Dois artistas da etnia guarani de Aracruz foram selecionados por meio de concurso, recebendo bolsas para expor suas obras. Eles retratam a visão indígena sobre a chegada dos portugueses ao Espírito Santo.
A iniciativa valoriza a cultura indígena e a memória histórica local, reforçando o papel da arte natural das aldeias. O evento é apoiado por instituições culturais do Espírito Santo.
A exposição Olhares Indígenas estreia em 12 de maio na Casa da Memória, em Vila Velha, trazendo uma reinterpretacão da história local pela perspectiva dos povos originários. A mostra é parte da celebração dos 491 anos da cidade e ficará aberta até agosto de 2026.
O projeto selecionou dois artistas da etnia guarani de Aracruz por meio de concurso, o pintor e escultor Claudiomiro Vaz e a artesã escultora Sônia Martine, que receberão bolsas de R$ 2.500 cada. Seus trabalhos refletem a visão indígena sobre a chegada dos portugueses ao Espírito Santo, especialmente na região da Prainha, próxima ao Convento da Penha.
A artista e organizadora Ara Martins, também guarani, destaca que a participação indígena fortalece a presença cultural das aldeias nas cidades e valoriza a arte produzida com materiais naturais, como 90% das peças apresentadas na exposição. Além disso, a mostra revisita o painel “A Chegada”, de Rodolpho Valdetaro, sob o ponto de vista dos povos que habitavam a região antes da colonização.
O secretário municipal de Cultura, Roberto Patrício Junior, ressalta que iniciativas como essa enriquecem a memória histórica ao integrar múltiplas narrativas e reforçam a importância social da cultura para a identidade local. O Instituto Histórico e Geográfico de Vila Velha (IHGVV) realiza o projeto com apoio da prefeitura, Secretaria de Cultura do Espírito Santo, Funcultura e recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura.
Shiva capta US$ 10 milhões para financiar startups criadas com inteligência artificial
A Shiva, liderada por Lucas Marques, ex-COO do Méliuz, realizou a maior rodada pre-seed da América Latina, captando US$ 10 milhões. O objetivo é financiar startups criadas exclusivamente com o uso de inteligência artificial, sem a necessidade de equipes tradicionais.
A iniciativa selecionou 30 empreendedores para um programa inicial de três meses, que oferece mentoria e acesso a uma comunidade ativa. Os aprovados podem receber apoio financeiro mensal que varia de R$ 2 mil a R$ 40 mil, além de recursos para ferramentas de IA.
A Shiva espera retorno entre 5% e 15% das startups e busca apoiar negócios sustentáveis que gerem faturamento médio de US$ 5 a 10 milhões. Entre os projetos estão soluções para identificação de clientes, prevenção de golpes online e processos de RH baseados em IA.
A Shiva, startup liderada por Lucas Marques, ex-COO do Méliuz, captou US$ 10 milhões na maior rodada pre-seed já registrada na América Latina. O objetivo é financiar empreendedores que constroem negócios sozinhos, usando apenas inteligência artificial, sem precisarem montar equipes tradicionais.
Para isso, a Shiva selecionou 30 participantes em uma etapa inicial de três meses, que conta com mentorias e acesso a uma comunidade ativa no Slack. Se aprovados, os empreendedores podem receber apoio financeiro mensal entre R$ 2 mil a R$ 40 mil por até um ano, além de recursos para ferramentas como ChatGPT, Claude e Gemini.
Como retorno, a Shiva receberá entre 5% e 15% da participação dos negócios. Marques explica que a ideia é incentivar startups que gerem faturamento na casa dos US$ 5 a 10 milhões com baixo custo operacional, resultado do uso intenso de IA e equipes enxutas. O foco não são unicórnios, mas negócios que cresçam de forma sustentável, distribuindo dividendos.
Entre os projetos apoiados, há soluções que identificam clientes para softwares SaaS, treinam pessoas para evitar golpes na internet e desenvolvem ferramentas de IA para processos de seleção em RH. O perfil dos empreendedores varia bastante, incluindo profissionais experientes e pessoas que saíram de outras profissões para empreender com AI.
Antes da Shiva, Marques dedicou-se ao estudo da IA e a sua ONG Programadores do Amanhã, observando o potencial da inteligência artificial para mudar modelos de investimento e permitir uma nova geração de startups.
Nova série de Abel Santana estreia com inspiração no universo de Nelson Rodrigues
A série “Feliz Natal”, dirigida por Abel Santana, mostra a rotina da família Souza e Silva durante a ceia de Natal. Embora mantenham uma imagem exemplar, eles enfrentam conflitos e segredos que revelam as tensões por trás da aparência.
Inspirada no universo de Nelson Rodrigues, a trama mistura ironia e humor ácido para destacar as contradições e hipocrisias presentes em encontros familiares. A pré-estreia acontece no Cine Jardins, em Vitória, com ingressos disponíveis na plataforma Sympla.
Após o lançamento, a produção estará disponível em plataformas como Amazon Prime, ClaroTV e BBPLAY. A série oferece um olhar crítico sobre as máscaras sociais e provoca reflexão por meio do drama e humor.
Feliz Natal, nova série dirigida por Abel Santana, estreia com uma prévia no Cine Jardins, em Vitória, no dia 26 de março às 19h. A produção revela a rotina da família Souza e Silva, que mantém uma imagem exemplar para a sociedade, mas enfrenta conflitos e segredos durante a ceia de Natal.
A série, produzida por Fernanda Cipriano e Lara Picallo, explora as contradições e hipocrisias que permeiam encontros familiares que aparentam harmonia. Com forte influência do universo de Nelson Rodrigues, o roteiro mistura ironia e humor ácido para mostrar o lado oculto das celebrações.
Na trama, a união e o respeito aparentes entre os membros da família cedem lugar às tensões e verdades ocultas à medida que a festividade avança. A narrativa traz um olhar crítico sobre as máscaras sociais que muitos usam, dando um tom que provoca tanto o riso quanto a reflexão.
A sessão de pré-estreia será aberta ao público, com a presença do elenco e equipe. Os ingressos custam R$ 30 na meia-entrada promocional e podem ser adquiridos pela plataforma Sympla. Após o lançamento, a série estará disponível nas plataformas Amazon Prime, ClaroTV e BBPLAY.
Mega-Sena: quanto rende R$ 60 milhões na poupança por mês
Muitos brasileiros querem saber quanto R$ 60 milhões rendem mensalmente na poupança. Com a Selic acima de 8,5% ao ano, o rendimento mensal está em torno de 0,6%. Isso significa que quem aplica essa quantia na poupança pode ter cerca de R$ 360 mil de rendimento todo mês.
Esse valor permite manter um padrão de vida confortável, com gastos em mansões, viagens e carros de luxo, sem tocar no valor principal investido. O dinheiro pode ser sacado após o prêmio ser confirmado, e é comum optar por aplicações seguras para garantir liquidez.
Para preservar o patrimônio e viver de renda, é importante organizar bem as finanças, considerando inflação e custos fixos. A disciplina financeira também ajuda a manter o capital para futuras gerações, evitando perdas por falta de planejamento.
Muitos brasileiros se perguntam na Mega-Sena quanto rende 60 milhões mensais ao aplicar esse valor na poupança. Com a taxa Selic acima de 8,5% ao ano e a Taxa Referencial (TR) atuando, o rendimento atual da poupança é de cerca de 0,6% ao mês. Isso significa que R$ 60 milhões investidos podem gerar aproximadamente R$ 360 mil mensais.
Esse rendimento permite manter um padrão de vida confortável em mansões, viagens e veículos de luxo, tudo isso sem mexer no valor principal. O dinheiro pode ser sacado após a confirmação do prêmio em uma agência da Caixa Econômica Federal, onde o ganhador opta por aplicações conservadoras para garantir liquidez e segurança.
Para viver de renda com 60 milhões, é fundamental organizar as finanças, levando em conta a inflação e os custos fixos de uma vida de alto padrão. O rendimento pode ser dividido para gastos pessoais, reinvestimentos e reservas emergenciais, evitando comprometer o patrimônio.
Embora investimentos como Tesouro Direto e CDBs ofereçam rentabilidades maiores, a poupança é isenta de Imposto de Renda, simplificando o controle do rendimento líquido. Além disso, o acesso imediato a esses valores facilita compras e investimentos sem burocracia.
A manutenção do patrimônio por gerações depende de educação financeira e controle do estilo de vida, já que muitos milionários perdem seus recursos por falta de planejamento. Com disciplina, o rendimento mensal pode garantir segurança financeira para filhos e netos, preservando o capital original ao longo do tempo.
ES no Ar: acompanhe o telejornal ao vivo pela TV Vitória
O ES no Ar é um telejornal matutino exibido pela TV Vitória/Record que traz as principais notícias do Espírito Santo de forma clara e objetiva. Apresentado por Eduardo Santos, vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 6h30 às 8h30, com cobertura atualizada e prestação de serviço para o público local.
Além da transmissão pela TV, o público pode assistir ao ES no Ar ao vivo pela internet, o que garante maior comodidade e flexibilidade para acompanhar as notícias. O programa tem foco em temas como política, economia, cultura, saúde e esportes, sempre priorizando uma linguagem acessível.
A equipe do ES no Ar é composta por profissionais dedicados à precisão e relevância das informações. O jornal incentiva a participação dos espectadores por meio de canais digitais, fortalecendo a conexão direta com a comunidade capixaba e se consolidando como uma fonte confiável no estado.
O ES no Ar é um telejornal matutino exibido pela TV Vitória/Record, que busca oferecer uma abordagem clara e direta sobre os principais assuntos do Espírito Santo. Apresentado por Eduardo Santos, o programa vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 6h30 às 8h30, garantindo uma cobertura atualizada e com prestação de serviço para o público local.
O jornal aposta em uma linguagem acessível, focando em temas que interessam aos moradores do estado. Além da programação ao vivo, os telespectadores têm a opção de acompanhar o ES no Ar pela internet, garantindo flexibilidade no acesso às notícias.
A equipe por trás do telejornal é formada por jornalistas e profissionais comprometidos com a precisão e a relevância das informações. Essa dedicação reforça a posição da Rede Vitória de Comunicação como referência em jornalismo digital no Espírito Santo, promovendo um canal transparente e confiável.
Com foco em informar o público sobre os acontecimentos do dia a dia, o ES no Ar também cobre temas diversos como política, economia, cultura, saúde e esportes, consolidando-se como uma fonte confiável para quem busca estar atualizado desde cedo.
O programa incentiva a participação dos espectadores por meio de canais digitais, ampliando o alcance e o diálogo com a comunidade capixaba. Assim, o ES no Ar mantém a conexão direta com o público, traduzindo fatos em uma linguagem popular e eficiente.
Edtech Jovens Gênios recebe R$ 11,8 milhões para expandir uso de IA na educação
A edtech brasileira Jovens Gênios captou R$ 11,8 milhões em rodada seed para ampliar o uso de inteligência artificial na personalização do ensino básico. O investimento é liderado pelo Fundo GovTech com participação de diversos fundos e instituições educacionais.
Fundada em 2018, a plataforma atende quase 2 milhões de estudantes em mais de 5 mil escolas públicas e privadas, com foco em expandir para até 10 milhões de alunos até 2030. A startup combina IA e gamificação para melhorar o aprendizado e contribuir para o desenvolvimento do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).
Os recursos obtidos serão usados para modernizar a infraestrutura tecnológica e a estrutura societária, além de capacitar professores e gestores com experiências inovadoras. Com equipes no Rio de Janeiro e atuação remota, a Jovens Gênios fortalece a educação híbrida no país.
A edtech carioca Jovens Gênios captou R$ 11,8 milhões em uma rodada seed, liderada pelo Fundo GovTech, gerirido pela KPTL e Cedro Capital. O objetivo é ampliar o uso de tecnologia para personalizar o aprendizado de alunos do ensino básico, combinando inteligência artificial e gamificação. Entre os investidores, também participaram DOMO.VC, Criabiz Ventures e Rosey Ventures, do Grupo Marista, além de Faber-Castell e instituições educacionais como Editora Edebê e Fundação Bradesco.
Fundada em 2018 por Bernard Caffé e Fernando Costa, a plataforma atende quase 2 milhões de estudantes em mais de 5 mil escolas públicas e privadas, distribuídas pelo Brasil. Atualmente, 83% dos usuários estão em escolas públicas, com atenção especial ao setor governamental, que representa 90% da base. O foco principal é ampliar o alcance da plataforma para até 10 milhões de estudantes até 2030 e contribuir para a melhoria do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) nas regiões atendidas.
A Jovens Gênios organiza conteúdos em “planetas temáticos”, que incluem desde português e matemática até música e esportes, oferecendo uma trajetória autônoma aos alunos. A empresa também incentiva professores e gestores com experiências educativas, como viagens. A maior parte dos recursos será usada na reestruturação da sociedade e na atualização da infraestrutura tecnológica para suportar a expansão do serviço.
Com quase 100 funcionários, a startup mantém equipes no Rio de Janeiro, com operações remotas e presenciais para capacitação e consultoria pedagógica em escolas parceiras, ampliando o impacto da educação híbrida no país.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação