BYD lidera vendas de veículos elétricos no México com 70% do mercado
A BYD consolidou sua liderança no mercado mexicano de veículos elétricos e híbridos, respondendo por cerca de 70% das vendas no país. O crescimento é impulsionado por modelos acessíveis e uma expansão da infraestrutura de recarga.
Apesar da imposição de tarifas de até 50% sobre carros chineses, a BYD mantém preços competitivos absorvendo custos extras. Esse cenário torna os veículos da marca atraentes principalmente para a classe média urbana que busca economia e praticidade.
A forte presença da BYD reflete uma tendência de crescimento dos elétricos em países em desenvolvimento, demonstrando desafios e estratégias próprias frente à concorrência e políticas locais.
A ascensão das marcas chinesas no mercado automotivo mexicano tem gerado reações em Washington e no governo local, que adotou tarifas para conter a influência estrangeira. Ainda assim, os veículos elétricos chineses seguem dominando, especialmente pela BYD, maior fabricante mundial que representa cerca de sete em cada dez carros elétricos e híbridos vendidos no México.
O segmento de elétricos e híbridos plug-in atinge 9% das vendas de novos carros no país, impulsionado por preços mais acessíveis, subsídios governamentais e uma infraestrutura de recarga em expansão. Modelos como o Dolphin Mini EV da BYD têm preços competitivos, custando em torno de US$ 2.000 a menos que concorrentes como o Chevrolet Spark EUV.
A popularidade desses veículos também cresce entre a classe média urbana, atraída pela economia de combustível e custo inicial menor. A expansão da BYD é notável: suas vendas quase dobraram no último ano, mesmo com a nova tarifa de até 50% sobre importações de carros chineses, implementada em janeiro.
Apesar das barreiras, especialistas acreditam que a imposição tarifária terá impacto limitado, já que a montadora está absorvendo parte dos custos para não elevar os preços significativamente. Além disso, a China mantém preços baixos devido à produção em larga escala e incentivos governamentais, colocando pressão sobre as montadoras tradicionais, que ainda oferecem poucos modelos elétricos no México.
Assim, a presença chinesa solidifica sua importância no mercado mexicano de veículos elétricos, mostrando diferente abordagem para países em desenvolvimento, que ainda enfrentam obstáculos em infraestrutura e renda.
XP Investimentos amplia presença física com meta de cobertura nacional em 5 anos
A XP Investimentos, tradicional no mercado digital, está investindo na expansão de sua presença física no Brasil. Atualmente com 17 unidades, a empresa planeja chegar a 100 espaços em cinco anos, abrangendo todas as regiões do país.
Em 2025, foram inaugurados 11 novos pontos de atendimento que funcionam como vitrines institucionais, além de sete locais dedicados ao suporte de assessores. O objetivo é aproximar os clientes, reforçar a educação financeira e fortalecer o relacionamento.
A iniciativa também gerou impacto significativo, com cerca de 600 eventos realizados e mais de oito mil investidores atendidos. Em Brasília, o crescimento de clientes ativos foi de 80% em um ano, evidenciando o potencial desse modelo híbrido de atendimento.
O mercado financeiro digital cresce, mas a XP Investimentos investe na expansão de sua presença física pelo Brasil. Com atuação em 17 cidades, a empresa projeta elevar para 100 unidades em cinco anos, com objetivo de cobrir todas as regiões do país. O foco é aproximar clientes, melhorar a educação financeira e reforçar a marca.
Em 2025, foram inaugurados 11 novos espaços, que funcionam como vitrines institucionais da XP. Além desses ambientes, a empresa mantém outros sete locais dedicados ao suporte e infraestrutura para assessores de investimentos, fortalecendo o modelo de atendimento direto.
Guilherme Sant’Anna, diretor de canais, esclarece que a intenção não é criar agências convencionais, mas oferecer espaços para atendimento, conteúdos e relacionamento. A estratégia busca levar o propósito da XP a quem ainda desconhece a marca, fundada no meio digital.
As unidades físicas tiveram um papel importante em 2025, promovendo cerca de 600 eventos e recebendo mais de oito mil investidores, além de impactar 5 mil profissionais parceiros.
Em Brasília, que possui tanto o Espaço XP quanto o maior hub de assessores, a base de clientes ativos cresceu 80% entre dezembro de 2024 e dezembro de 2025, resultado importante para a empresa, que vê potencial de aumento de participação no mercado local e reforço do atendimento personalizado.
Especialistas indicam Solana, Aave e Ethereum como apostas para investimentos em criptomoedas em 2026
Especialistas no mercado de criptomoedas indicam o bitcoin como o principal ativo consolidado para investidores. No entanto, eles também apontam outras moedas digitais com grande potencial de crescimento para 2026, conhecidas como altcoins.
Entre as principais apostas, estão Ethereum, pela sua maturidade e inovações como stablecoins e tokenização; Aave, destacado pelo protocolo de empréstimos em finanças descentralizadas e suas recentes atualizações; e Solana, valorizada pelo fortalecimento da usabilidade e foco em volatilidade. O consenso é manter investimentos entre as maiores criptomoedas do mercado, lembrando que é um setor de alto risco.
Os especialistas em criptomoedas indicam o bitcoin (BTC) como o principal ativo para investidores, reforçando seu papel consolidado no mercado digital. Além dele, outras criptos apresentam oportunidades pelo potencial de crescimento exponencial, sobretudo as chamadas altcoins.
Durante o evento “Onde Investir em 2026”, Guilherme Prado (Bitget Brasil), Marcello Cestari (Empiricus Asset) e Alexandre Vasarhelyi (B2V Crypto) apontaram as apostas mais relevantes para o setor neste ano. Entre elas, destaca-se o ethereum (ETH), indicado devido à sua maturidade como segunda maior criptomoeda e rede que abriga inovações como stablecoins e a tokenização de ativos reais, conhecidos como real world assets (RWAs).
Outro destaque fica a cargo da aave (AAVE), protocolo de empréstimos no segmento de finanças descentralizadas (DeFi), que acumula mais de US$ 30 bilhões em valor bloqueado e recebeu atualizações recentes para melhorar a experiência dos usuários.
Finalmente, Prado realça a solana (SOL) como uma “segunda grande tese” para 2026, destacando a presença de empresas focadas na volatilidade da moeda e o fortalecimento da usabilidade da rede como fatores que podem influenciar seu crescimento.
Em geral, o consenso recomenda que investidores interessados mantenham-se em criptomoedas entre as 20 maiores por valor de mercado, considerando que este é um mercado volátil e indicado para aqueles que aceitam risco elevado.
Contorno de mãos em caverna da Indonésia é a arte rupestre mais antiga já encontrada
Pesquisadores da Austrália e Indonésia encontraram na ilha de Sulawesi o contorno de mãos humanas mais antigo conhecido, com pelo menos 67,8 mil anos. A datação foi feita a partir de camadas de carbonato de cálcio sobre o pigmento, garantindo a antiguidade da pintura.
Essa descoberta supera registros semelhantes na Espanha e traz novas pistas sobre a história das artes rupestres, ligando possíveis símbolos a práticas xamânicas. O local ainda indica rotas migratórias dos primeiros Homo sapiens rumo à Oceania.
O achado desafia a ideia de que a arte começou exclusivamente na Europa há cerca de 40 mil anos, ampliando nosso entendimento sobre a evolução do pensamento simbólico humano em várias regiões do planeta.
Pesquisadores da Austrália e Indonésia descobriram na ilha de Sulawesi, Indonésia, o que pode ser a mais antiga arte rupestre já registrada: um contorno de mãos humanas com pelo menos 67,8 mil anos. A datação desse desenho foi obtida a partir das camadas de carbonato de cálcio que se formaram sobre o pigmento, indicando que a pintura tem no mínimo essa idade, podendo ser ainda mais antiga.
Essa descoberta supera em cerca de mil anos, e com maior certeza, registros similares encontrados na Espanha, antes atribuídos a neandertais. O desenho, identificado como um estêncil, mostra um detalhe peculiar: os dedos foram retrabalhados para ficarem mais afilados, sugerindo ligações simbólicas possíveis com animais, um traço que remete ao conceito de seres teriantrópicos comuns nas artes da Era do Gelo e potencialmente relacionado ao xamanismo.
Sulawesi está próxima da linha que separa as ilhas do Sudeste Asiático do continente Sahul, formado na Era do Gelo pela Austrália e Nova Guiné unidos, sendo um ponto estratégico para a migração do Homo sapiens. Imagens de artes rupestres com idade semelhante foram encontradas na Austrália, o que aponta para a chegada precoce de humanos modernos à Oceania, e possivelmente revela rotas migratórias usadas nessa expansão.
Essa evidência desafia a antiga ideia de que a arte rupestre começou exclusivamente na Europa por volta de 40 mil anos atrás. Novas descobertas na África, Sulawesi e outros locais mostram que essa forma de expressão cultural é mais antiga e ampla, ampliando a compreensão sobre a evolução do pensamento simbólico humano.
Via Folha de S.Paulo
21/01/2026 às 15:20 - Tecnologia e Inovação
O papel da inteligência artificial na busca por um SUS mais justo no Brasil
A inteligência artificial surge como uma ferramenta promissora para transformar o sistema público de saúde no Brasil. Apesar dos desafios financeiros e de recursos limitados enfrentados pelo SUS, a tecnologia pode ajudar a organizar exames, acelerar diagnósticos e antecipar riscos, contribuindo para um atendimento mais eficiente e justo.
Além disso, a IA pode melhorar a vigilância epidemiológica, a gestão hospitalar e expandir o acesso à telemedicina em regiões remotas. Para que esses avanços se consolidem, é fundamental o compromisso político e o investimento em formação e regulamentação, garantindo proteção de dados e políticas de longo prazo.
A inteligência artificial surge como ferramenta capaz de transformar a saúde pública no Brasil, mas para isso é necessário que os líderes direcionem esse avanço para garantir equidade. Atualmente, o país investe cerca de US$ 1.700 por pessoa por ano em saúde, valor inferior a um terço do gasto das principais economias, embora a área represente quase 10% do PIB. Essa discrepância gera pressão sobre o SUS, que lida com recursos limitados diante de alta demanda.
Além de mutirões emergenciais que aliviam parte da fila, o Brasil precisa de estratégias estruturais para evitar que os problemas se repitam. A tecnologia apresenta alternativas para isso, como o uso da IA para organizar exames, acelerar diagnósticos e antecipar riscos. Ferramentas inteligentes também podem aprimorar a vigilância epidemiológica, a gestão hospitalar e a telemedicina, ampliando o acesso em regiões remotas e reduzindo desigualdades.
O sistema de saúde brasileiro enfrenta desafios, como a desarticulação de serviços que dificulta a continuidade do cuidado. A IA pode contribuir para melhorar a relação clínica ao liberar profissionais de tarefas repetitivas, focando mais no paciente. No entanto, o avanço depende da vontade política e de lideranças que enxerguem a saúde como um projeto de Estado, com políticas éticas e planejamento de médio e longo prazo.
Para o SUS se tornar preventivo e integrado, é vital investir em formação e pesquisa adaptadas ao Brasil, além de regulamentar o uso da tecnologia para proteger dados sensíveis. O futuro da saúde pública está na combinação entre eficiência tecnológica e justiça social, oferecendo um cuidado mais justo e de qualidade para todos.
Parlamento Europeu suspende acordo comercial com EUA após pressão de Trump sobre Groenlândia
O Parlamento Europeu decidiu suspender as negociações do acordo comercial com os Estados Unidos após ameaças tarifárias feitas por Donald Trump relacionadas à compra da Groenlândia. O acordo previa redução de tarifas, mas foi adiado diante das tensões.
Parlamentares europeus criticaram o acordo por considerar que os Estados Unidos manteriam tarifas mais altas que a União Europeia, tornando o acordo desequilibrado. A situação trouxe incertezas para o comércio entre as regiões.
A suspensão pode aumentar a tensão diplomática entre UE e EUA enquanto aguardam esclarecimentos. A decisão impacta futuras negociações comerciais e o fluxo de comércio internacional.
O Parlamento Europeu decidiu suspender as negociações do acordo comercial com os Estados Unidos após pressão do presidente Donald Trump, que insistiu na compra da Groenlândia e ameaçou aplicar tarifas sobre aliados europeus contrários ao plano. Esse acordo, firmado em Turnberry, incluía a eliminação de várias taxas de importação da UE sobre produtos americanos.
Parte das propostas era manter a isenção de tarifas para lagostas dos EUA, um benefício já negociado em 2020. O Parlamento teria que aprovar as medidas, mas a decisão foi adiada diante das novas ameaças tarifárias vindas de Washington.
Parlamentares europeus criticaram o acordo por considerá-lo desequilibrado, pois a UE se comprometeria a reduzir a maior parte das tarifas, enquanto os EUA manteriam uma taxa média de 15%. O Comitê de Comércio da UE deveria votar sobre o assunto entre os dias 26 e 27 de janeiro, mas o processo foi interrompido.
Bernd Lange, presidente do comitê, afirmou que as recentes ameaças de tarifas rompem o acordo inicial e levaram à suspensão das tratativas até que a situação seja esclarecida. Essa atitude pode aumentar a tensão com Trump, que já descartou concessões adicionais, como cortes em tarifas sobre aço e bebidas alcoólicas, até que o acordo esteja formalizado.
O impasse traz incertezas para as relações comerciais entre a União Europeia e os Estados Unidos, impactando futuras negociações e o fluxo de comércio entre as regiões.
Coçar-se com vassoura indica maior inteligência dos bovinos, aponta estudo
Pesquisadores descobriram que uma vaca na Áustria demonstra inteligência ao usar uma vassoura para se coçar em diferentes partes do corpo. Esse comportamento indica flexibilidade cognitiva inédita entre bovinos domésticos.
A vaca, chamada Veronika, manipula o objeto de forma diferenciada, utilizando as cerdas para as costas e o cabo para a barriga, algo semelhante a primatas. O ambiente estimulante e o tratamento como pet contribuíram para esse aprendizado.
O estudo, publicado na revista Current Biology, desafia a ideia de que bovinos têm inteligência limitada, sugerindo que esses animais podem ter habilidades cognitivas mais avançadas do que se acreditava.
Bovinos podem demonstrar níveis de inteligência pouco explorados até agora, como mostrou Veronika, uma vaca doméstica austríaca que utiliza ferramentas para se coçar. Essa habilidade, inédita entre bovinos, foi observada enquanto a animal manipulava uma vassoura de formas distintas para atingir diferentes áreas do corpo, evidenciando flexibilidade cognitiva.
Na região onde Veronika vive, a Áustria, ela é tratada como um pet, o que contribui para seu desenvolvimento cognitivo mais avançado comparado a outros bovinos. O fazendeiro Witgar Wiegele percebeu esse comportamento há cerca de dez anos, e desde então a vaca aprimorou sua destreza no uso de objetos para aliviar a coceira causada por insetos.
Pesquisadores descrevem que Veronika usava o lado com cerdas da vassoura para as costas e o cabo para a barriga, o que demonstra um uso diferenciado da ferramenta, algo semelhante ao que é observado em chimpanzés e humanos. Essa observação inédita foi registrada em artigo publicado na revista Current Biology, marcando a primeira vez que o uso flexível de ferramentas por bovinos domésticos foi documentado.
Esse comportamento desafia a visão estereotipada da baixa inteligência das vacas, reforçada até por cultura popular, como nas tirinhas de Gary Larson que fazem humor com a ideia de vacas usando ferramentas rudimentares. Os cientistas sugerem que a longa vida e ambiente estimulante da vaca Veronika foram fundamentais para essa demonstração de cognição animal, indicando que a inteligência dos bovinos pode ser maior do que se imaginava.
Por que 2026 pode ser o ano dos Agentes de Inteligência Artificial no Brasil
O ano de 2026 será marcado pela expansão dos Agentes de Inteligência Artificial, um avanço importante para a interação entre humanos e tecnologia. Após a popularização da IA Generativa em 2025, espera-se que esses agentes assumam funções autônomas e estratégicas, especialmente nas empresas.
Pesquisa do IEEE aponta que 64% dos líderes no Brasil acreditam no crescimento acelerado dessa tecnologia, com destaque para o setor de desenvolvimento de software e áreas como bancos e entretenimento. Os agentes ajudarão a lidar com grandes volumes de dados e decisões rápidas.
Além disso, a IA Agêntica será fundamental para segurança, identificando vulnerabilidades em tempo real. Também deverão melhorar o atendimento ao cliente e monitorar processos automaticamente, promovendo decisões mais ágeis e operações eficientes dentro das organizações.
O ano de 2026 promete ser marcado pela expansão dos Agentes de IA, uma nova fase na relação entre humanos e inteligência artificial. Após a popularização da IA Generativa em 2025, que facilitou tarefas simples por meio de aplicativos e navegadores, espera-se que os agentes inteligentes assumam funções mais autônomas e estratégicas nas empresas.
Pesquisa do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) revela que 64% dos líderes no Brasil acreditam no crescimento acelerado dessa tecnologia, especialmente em setores como desenvolvimento de software, onde 60% indicam que os agentes irão transformar processos como testes e geração de código.
Além do desenvolvimento, áreas como bancos e entretenimento devem aproveitar a capacidade dos agentes de IA para lidar com grandes volumes de dados e decisões rápidas. A robótica também será impactada, com máquinas mais autônomas capazes de executar e corrigir tarefas sem supervisão constante, segundo 56% dos entrevistados.
Outro aspecto relevante é o uso da IA Agêntica para segurança, com agentes identificando vulnerabilidades em tempo real, prevenindo ataques antes que eles ocorram. No atendimento ao cliente, 40% esperam que a tecnologia otimize a resolução de demandas simples, tornando a experiência mais ágil e eficiente.
Os agentes podem monitorar processos automaticamente, ajustar operações híbridas, acelerar decisões e promover relacionamentos mais proativos com usuários. A consolidação desses recursos indica uma transformação no cotidiano das empresas, que devem preparar seus ambientes para integrar assistentes autônomos de modo seguro e produtivo.
Tesouro Direto: Títulos IPCA+ oferecem retorno próximo a 8% ao ano
As taxas dos títulos do Tesouro Direto com vencimento em 2029 oferecem rendimento anual de 7,97% acima da inflação, mostrando leve alta em relação à sessão anterior.
No mesmo cenário, o título de longo prazo com vencimento em 2050 apresenta redução no retorno, pagando IPCA +7,05% ao ano, refletindo a volatilidade do mercado.
Esses movimentos são influenciados pelas tensões globais e condições econômicas atuais, levando investidores a buscarem estabilidade e retorno no mercado de títulos públicos.
As taxas dos títulos do Tesouro Direto apresentam movimentos de alta na manhã desta quarta-feira (21), em comparação ao fechamento anterior. O título prefixado com vencimento em 2028 mantém um rendimento anual de 13,12%, enquanto os prefixados com vencimentos em 2032 e 2035, que pagam juros semestrais, ajustaram para 13,80% e 13,91% ao ano, respectivamente.
Nos títulos vinculados à inflação, o Tesouro IPCA+ com vencimento em 2029 oferece uma remuneração anual de 7,97% acima da inflação, pequena alta em relação aos 7,96% da sessão anterior. Já o título de longo prazo, com vencimento em 2050, apresentou redução ligeira, pagando IPCA +7,05% ao ano.
No mercado internacional, os juros dos Treasuries americanos também seguram uma leve alta. O título de 10 anos, referência global, rendeu 4,29%, contra 4,28% no dia anterior. Ativos com vencimentos mais longos, de 20 e 30 anos, registraram 4,89% e 4,93%, respectivamente.
A volatilidade das taxas está relacionada à escalada das tensões geopolíticas globais, especialmente após declarações recentes dos Estados Unidos envolvendo a Groenlândia. O mercado reage às ameaças de imposição de tarifas comerciais à Europa, ligadas a possíveis movimentos estratégicos dos EUA na região.
Essa movimentação influencia a busca por segurança e retorno no mercado de títulos públicos, refletindo as atuais condições econômicas e políticas.
Pesquisa revela gene que determina o formato das orelhas dos cães
Cientistas da Universidade da Geórgia identificaram o gene MSRB3, responsável pelo crescimento e formato das orelhas dos cães, influenciando se são pontudas ou caídas.
Essa variação genética afeta o tamanho e tipo das orelhas, o que pode ajudar cães a se adaptarem melhor a diferentes climas, além de influenciar funções sensoriais como olfato e audição.
O estudo amplia o entendimento da genética canina, podendo auxiliar criadores na prevenção de doenças hereditárias e na seleção de características para reprodução.
Cientistas identificaram o gene responsável pelo formato das orelhas dos cães. O gene MSRB3 controla o crescimento e a forma das orelhas, influenciando se elas serão pontudas ou caídas, além do seu tamanho. A descoberta vem de uma análise genética feita pela Universidade da Geórgia, que examina mais de 3.000 caninos, incluindo lobos e coiotes.
A região ao redor do MSRB3 apresenta variações genéticas que determinam a multiplicação celular, definindo o tipo e o comprimento das orelhas. Essa diversidade no aspecto das orelhas não é apenas estética, mas tem impacto funcional: cães com orelhas pequenas e rígidas tendem a se adaptar melhor a climas frios, enquanto orelhas grandes e caídas ajudam na dissipação do calor.
Além disso, as orelhas favorecem diferentes sentidos. Cães com orelhas caídas, como o basset, conseguem amplificar odores ao movimentar as cartilagens, beneficiando o olfato. Já cães com orelhas eretas, como o pastor alemão, possuem audição mais aguçada devido ao formato.
Esses traços surgiram tanto pela seleção natural quanto pela artificial, feita pelos humanos para atender objetivos que vão da caça à estética. Entender o papel do MSRB3 e dessas variações representa um avanço no conhecimento da genética canina e pode ajudar na prevenção de doenças hereditárias, auxiliando criadores na escolha de características para reprodução.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação