Coçar-se com vassoura indica maior inteligência dos bovinos, aponta estudo
Pesquisadores descobriram que uma vaca na Áustria demonstra inteligência ao usar uma vassoura para se coçar em diferentes partes do corpo. Esse comportamento indica flexibilidade cognitiva inédita entre bovinos domésticos.
A vaca, chamada Veronika, manipula o objeto de forma diferenciada, utilizando as cerdas para as costas e o cabo para a barriga, algo semelhante a primatas. O ambiente estimulante e o tratamento como pet contribuíram para esse aprendizado.
O estudo, publicado na revista Current Biology, desafia a ideia de que bovinos têm inteligência limitada, sugerindo que esses animais podem ter habilidades cognitivas mais avançadas do que se acreditava.
Bovinos podem demonstrar níveis de inteligência pouco explorados até agora, como mostrou Veronika, uma vaca doméstica austríaca que utiliza ferramentas para se coçar. Essa habilidade, inédita entre bovinos, foi observada enquanto a animal manipulava uma vassoura de formas distintas para atingir diferentes áreas do corpo, evidenciando flexibilidade cognitiva.
Na região onde Veronika vive, a Áustria, ela é tratada como um pet, o que contribui para seu desenvolvimento cognitivo mais avançado comparado a outros bovinos. O fazendeiro Witgar Wiegele percebeu esse comportamento há cerca de dez anos, e desde então a vaca aprimorou sua destreza no uso de objetos para aliviar a coceira causada por insetos.
Pesquisadores descrevem que Veronika usava o lado com cerdas da vassoura para as costas e o cabo para a barriga, o que demonstra um uso diferenciado da ferramenta, algo semelhante ao que é observado em chimpanzés e humanos. Essa observação inédita foi registrada em artigo publicado na revista Current Biology, marcando a primeira vez que o uso flexível de ferramentas por bovinos domésticos foi documentado.
Esse comportamento desafia a visão estereotipada da baixa inteligência das vacas, reforçada até por cultura popular, como nas tirinhas de Gary Larson que fazem humor com a ideia de vacas usando ferramentas rudimentares. Os cientistas sugerem que a longa vida e ambiente estimulante da vaca Veronika foram fundamentais para essa demonstração de cognição animal, indicando que a inteligência dos bovinos pode ser maior do que se imaginava.
Por que 2026 pode ser o ano dos Agentes de Inteligência Artificial no Brasil
O ano de 2026 será marcado pela expansão dos Agentes de Inteligência Artificial, um avanço importante para a interação entre humanos e tecnologia. Após a popularização da IA Generativa em 2025, espera-se que esses agentes assumam funções autônomas e estratégicas, especialmente nas empresas.
Pesquisa do IEEE aponta que 64% dos líderes no Brasil acreditam no crescimento acelerado dessa tecnologia, com destaque para o setor de desenvolvimento de software e áreas como bancos e entretenimento. Os agentes ajudarão a lidar com grandes volumes de dados e decisões rápidas.
Além disso, a IA Agêntica será fundamental para segurança, identificando vulnerabilidades em tempo real. Também deverão melhorar o atendimento ao cliente e monitorar processos automaticamente, promovendo decisões mais ágeis e operações eficientes dentro das organizações.
O ano de 2026 promete ser marcado pela expansão dos Agentes de IA, uma nova fase na relação entre humanos e inteligência artificial. Após a popularização da IA Generativa em 2025, que facilitou tarefas simples por meio de aplicativos e navegadores, espera-se que os agentes inteligentes assumam funções mais autônomas e estratégicas nas empresas.
Pesquisa do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) revela que 64% dos líderes no Brasil acreditam no crescimento acelerado dessa tecnologia, especialmente em setores como desenvolvimento de software, onde 60% indicam que os agentes irão transformar processos como testes e geração de código.
Além do desenvolvimento, áreas como bancos e entretenimento devem aproveitar a capacidade dos agentes de IA para lidar com grandes volumes de dados e decisões rápidas. A robótica também será impactada, com máquinas mais autônomas capazes de executar e corrigir tarefas sem supervisão constante, segundo 56% dos entrevistados.
Outro aspecto relevante é o uso da IA Agêntica para segurança, com agentes identificando vulnerabilidades em tempo real, prevenindo ataques antes que eles ocorram. No atendimento ao cliente, 40% esperam que a tecnologia otimize a resolução de demandas simples, tornando a experiência mais ágil e eficiente.
Os agentes podem monitorar processos automaticamente, ajustar operações híbridas, acelerar decisões e promover relacionamentos mais proativos com usuários. A consolidação desses recursos indica uma transformação no cotidiano das empresas, que devem preparar seus ambientes para integrar assistentes autônomos de modo seguro e produtivo.
Tesouro Direto: Títulos IPCA+ oferecem retorno próximo a 8% ao ano
As taxas dos títulos do Tesouro Direto com vencimento em 2029 oferecem rendimento anual de 7,97% acima da inflação, mostrando leve alta em relação à sessão anterior.
No mesmo cenário, o título de longo prazo com vencimento em 2050 apresenta redução no retorno, pagando IPCA +7,05% ao ano, refletindo a volatilidade do mercado.
Esses movimentos são influenciados pelas tensões globais e condições econômicas atuais, levando investidores a buscarem estabilidade e retorno no mercado de títulos públicos.
As taxas dos títulos do Tesouro Direto apresentam movimentos de alta na manhã desta quarta-feira (21), em comparação ao fechamento anterior. O título prefixado com vencimento em 2028 mantém um rendimento anual de 13,12%, enquanto os prefixados com vencimentos em 2032 e 2035, que pagam juros semestrais, ajustaram para 13,80% e 13,91% ao ano, respectivamente.
Nos títulos vinculados à inflação, o Tesouro IPCA+ com vencimento em 2029 oferece uma remuneração anual de 7,97% acima da inflação, pequena alta em relação aos 7,96% da sessão anterior. Já o título de longo prazo, com vencimento em 2050, apresentou redução ligeira, pagando IPCA +7,05% ao ano.
No mercado internacional, os juros dos Treasuries americanos também seguram uma leve alta. O título de 10 anos, referência global, rendeu 4,29%, contra 4,28% no dia anterior. Ativos com vencimentos mais longos, de 20 e 30 anos, registraram 4,89% e 4,93%, respectivamente.
A volatilidade das taxas está relacionada à escalada das tensões geopolíticas globais, especialmente após declarações recentes dos Estados Unidos envolvendo a Groenlândia. O mercado reage às ameaças de imposição de tarifas comerciais à Europa, ligadas a possíveis movimentos estratégicos dos EUA na região.
Essa movimentação influencia a busca por segurança e retorno no mercado de títulos públicos, refletindo as atuais condições econômicas e políticas.
Pesquisa revela gene que determina o formato das orelhas dos cães
Cientistas da Universidade da Geórgia identificaram o gene MSRB3, responsável pelo crescimento e formato das orelhas dos cães, influenciando se são pontudas ou caídas.
Essa variação genética afeta o tamanho e tipo das orelhas, o que pode ajudar cães a se adaptarem melhor a diferentes climas, além de influenciar funções sensoriais como olfato e audição.
O estudo amplia o entendimento da genética canina, podendo auxiliar criadores na prevenção de doenças hereditárias e na seleção de características para reprodução.
Cientistas identificaram o gene responsável pelo formato das orelhas dos cães. O gene MSRB3 controla o crescimento e a forma das orelhas, influenciando se elas serão pontudas ou caídas, além do seu tamanho. A descoberta vem de uma análise genética feita pela Universidade da Geórgia, que examina mais de 3.000 caninos, incluindo lobos e coiotes.
A região ao redor do MSRB3 apresenta variações genéticas que determinam a multiplicação celular, definindo o tipo e o comprimento das orelhas. Essa diversidade no aspecto das orelhas não é apenas estética, mas tem impacto funcional: cães com orelhas pequenas e rígidas tendem a se adaptar melhor a climas frios, enquanto orelhas grandes e caídas ajudam na dissipação do calor.
Além disso, as orelhas favorecem diferentes sentidos. Cães com orelhas caídas, como o basset, conseguem amplificar odores ao movimentar as cartilagens, beneficiando o olfato. Já cães com orelhas eretas, como o pastor alemão, possuem audição mais aguçada devido ao formato.
Esses traços surgiram tanto pela seleção natural quanto pela artificial, feita pelos humanos para atender objetivos que vão da caça à estética. Entender o papel do MSRB3 e dessas variações representa um avanço no conhecimento da genética canina e pode ajudar na prevenção de doenças hereditárias, auxiliando criadores na escolha de características para reprodução.
YouTube: Entretenimento Premium, IA e impacto de US$ 100 bilhões na economia global
O YouTube se destaca como líder em streaming e importante motor econômico, destinando mais de US$ 100 bilhões a criadores e empresas nos últimos quatro anos. Em 2024, contribuiu com US$ 55 bilhões para o PIB dos EUA e apoiou cerca de 500 mil empregos.
O crescimento dos Shorts, com 200 bilhões de visualizações diárias, reflete a transformação da plataforma em negócios sustentáveis. A inteligência artificial apoia a criação de conteúdo, enquanto o YouTube expande o comércio social com mais de 500 mil criadores no YouTube Shopping.
Além disso, a plataforma reforça seu papel educacional e amplia o controle parental para gerenciar o uso dos Shorts por crianças. O YouTube também investe em mecanismos contra spam e deepfakes, aprimorando a qualidade do conteúdo.
Ao avançar para 2026, o YouTube se destaca não só como líder em streaming, mas também como um importante motor econômico. Nos últimos quatro anos, a plataforma destinou mais de US$ 100 bilhões a criadores, artistas e empresas. Em 2024, o ecossistema do YouTube contribuiu com US$ 55 bilhões para o PIB dos EUA e apoiou quase 500 mil empregos inteiros.
O crescimento dos Shorts, que alcançam 200 bilhões de visualizações diárias, mostra o foco da plataforma em transformar audiência em negócios sustentáveis. Neal Mohan, CEO do YouTube, destaca o fim da era do “conteúdo gerado pelo usuário” tradicional, agora substituído por produções que rivalizam com cinema e TV, com estúdios próprios de criadores estabelecendo novos formatos.
A inteligência artificial (IA) é usada para inovação, facilitando criação de conteúdo com ferramentas que vão desde dublagens automáticas até jogos por comandos de voz. Mohan ressalta que a IA serve como expressão criativa e não substitui os criadores. Entretanto, a plataforma combate conteúdos de baixa qualidade e riscos como deepfakes, aprimorando sistemas contra spam e clickbait.
No comércio social, mais de 500 mil criadores já participam do YouTube Shopping, e a meta é oferecer “comércio sem atritos”, permitindo compras diretamente no app. O YouTube também reforça seu papel educacional e amplia o controle parental, dando aos pais ferramentas para gerenciar o tempo de uso dos filhos, principalmente no consumo dos Shorts.
Ibovespa futuro avança e dólar futuro recua na abertura desta quarta-feira; veja oportunidades para swing trade
Na manhã desta quarta-feira (21), o Ibovespa futuro abriu o pregão em alta de 1,31%, alcançando cerca de 169.875 pontos. Essa valorização está alinhada com as projeções do BTG Pactual, que aponta tendências positivas para o índice no curto, médio e longo prazos.
O dólar futuro iniciou o dia em queda de 0,6%, cotado a R$ 5,3615, refletindo a expectativa de baixa no curto e longo prazo, segundo análise do BTG. A instituição também recomenda a prática de swing trade, destacando ações com potencial de valorização e oportunidades de venda para investidores.
Os analistas indicam níveis de suporte e resistência para o Ibovespa futuro, além de limites de stop e preços de entrada definidos para minimizar riscos. Essas orientações auxiliam investidores a maximizar ganhos mesmo diante da oscilação do dólar futuro.
Na manhã desta quarta-feira (21), o Ibovespa futuro iniciou o pregão com alta de 1,31%, chegando próximo a 169.875 pontos por volta das 10h20. Essa evolução está alinhada com as projeções do relatório do BTG Pactual, que indica alta para o curto, médio e longo prazos no índice.
De acordo com os analistas do BTG, os suportes importantes estão nos níveis de 167.000 e 164.400, enquanto as próximas metas técnicas são 168.450 e 171.775 pontos. O dólar futuro, por sua vez, abriu em queda de cerca de 0,6%, cotado a R$ 5,3615, refletindo as expectativas da instituição que prevê baixa no curto e longo prazo, com alta no médio prazo.
O BTG também reforçou a recomendação para a prática de swing trade, estratégia que busca ganhos em operações que duram dias ou semanas, diferente do day trade, que foca em resultados no mesmo pregão. Entre as operações em andamento destacam-se ações como RADL3, MULT3, SUZB3, com objetivos de valorização entre 7% e 10%.
Alguns ativos têm posições de venda, como MOTV3 e SBSP3, com metas de queda entre 10% e 11%. O BTG mantém os limites de stop e preço de entrada, guiando investidores nas operações para potencializar ganhos e minimizar perdas.
Enquanto o Ibovespa futuro mantém sinais positivos para continuidade da alta, o dólar futuro continua em momento de indefinição, dependendo da oscilação entre os patamares técnicos citados.
Berkshire Hathaway avalia vender participação na Kraft Heinz após divisão da companhia
A Berkshire Hathaway pode vender parte ou toda sua participação na Kraft Heinz, após a decisão da fabricante de se dividir em duas empresas distintas. Essa movimentação causou queda nas ações da Kraft Heinz e reflete a insatisfação de Warren Buffett com a estratégia da companhia.
Desde a fusão em 2015, a Kraft Heinz vem enfrentando desafios financeiros, com perdas significativas para a Berkshire. A divisão, planejada para o segundo semestre, criará duas empresas independentes para facilitar a gestão e focar em diferentes segmentos de mercado.
A Berkshire Hathaway pode estar se preparando para vender parte ou toda sua participação na Kraft Heinz, poucos meses após a fabricante anunciar sua divisão em duas companhias. A empresa informou que colocou à venda mais de 325 milhões de ações ordinárias detidas pelo seu maior acionista. Isso causou queda de até 5,7% nas ações da Kraft Heinz no pré-mercado.
Warren Buffett, investidor por trás da Berkshire Hathaway, manifestou insatisfação com a cisão da empresa, apesar de já reconhecer que a fusão de 2015 não gerou os resultados esperados. No ano passado, a Berkshire contabilizou um prejuízo de US$ 3,8 bilhões em seu investimento, acumulando perdas de US$ 8,4 bilhões.
A Kraft Heinz está em processo de reestruturação após quase uma década da fusão que custou US$ 46 bilhões. O plano é criar duas empresas independentes: uma reunindo marcas como Heinz e condimentos, com vendas de US$ 15,4 bilhões, e outra com produtos como Oscar Mayer e Lunchables, com US$ 10,4 bilhões em receita. A conclusão da divisão está prevista para o segundo semestre.
Recentemente, a companhia nomeou Steve Cahillane como novo CEO, conhecido por liderar a separação da Kellogg em 2023, além de supervisionar a venda da Kellanova para a Mars, Incorporated. O presidente do conselho atribui os resultados insatisfatórios à complexidade da estrutura atual da Kraft Heinz, que dificultou o foco na alocação de capital e prioridades.
Netflix planeja introduzir vídeos curtos no estilo TikTok em 2026
A Netflix anunciou planos para incluir vídeos verticais curtos em seu aplicativo móvel a partir de 2026, seguindo exemplos como TikTok e YouTube Shorts. Essa estratégia visa ampliar o formato de conteúdo, oferecendo clipes rápidos e podcasts em vídeo para os assinantes.
Essa nova função também servirá para promover séries e filmes de forma dinâmica. A empresa já testa essa ideia desde 2025 e busca conquistar o público jovem e diversificar seu catálogo.
Além disso, a Netflix tem investido na receita com publicidade, que cresceu para US$ 1,5 bilhão entre 2024 e 2025, com planos de anúncios interativos e uso de inteligência artificial para anúncios integrados.
A Netflix pretende integrar vídeos verticais em seu app móvel a partir de 2026, adotando um formato semelhante ao YouTube Shorts e ao TikTok. Essa estratégia visa ampliar o tipo de conteúdo oferecido, incluindo clipes curtos e podcasts em vídeo, que começaram a ser explorados recentemente com nomes como Peter Davidson e Michael Irvin.
Os vídeos verticais funcionarão também como forma de promoção, destacando séries e filmes em formato rápido e dinâmico. A empresa já testa essa ideia desde maio de 2025 e planeja fortalecer a presença desse formato para conquistar público jovem e diversificar o uso da plataforma.
Além dessa novidade, a Netflix tem notado crescimento expressivo na receita advinda da publicidade, que saltou para US$ 1,5 bilhão entre 2024 e 2025. O pacote mais acessível com anúncios, disponível no Brasil por cerca de R$ 20, contribuiu para a adesão de mais de 94 milhões de usuários ativos mensais globalmente.
Para ampliar essas receitas, a plataforma planeja implementar anúncios interativos e mais recursos baseados em inteligência artificial, que poderão integrar propagandas ao conteúdo assistido.
O serviço de streaming também segue em crescimento, com 325 milhões de assinantes e receita total estimada em US$ 12 bilhões para 2025. Competidores, como o Globoplay, têm investido em formatos verticais, mostrando que esse é um caminho valorizado pelo público jovem.
Enquanto isso, a Netflix está em negociação para adquirir a Warner, incluindo o HBO Max, o que pode levar essa tendência às outras plataformas do grupo no futuro.
Impactos do aquecimento global na Amazônia: o que a ciência revela
Há milhões de anos, a Amazônia era uma vasta região alagada, conhecida como Lago Pebas, influenciada por um clima global mais quente e um nível do mar elevado. Sedimentos desse período preservam registros importantes sobre as mudanças climáticas e ajudam a entender a resposta da floresta às variações do clima no passado.
Estudos indicam que ciclos orbitais da Terra controlavam o clima da região, afetando as estações secas e chuvosas. A composição atmosférica com níveis passados de dióxido de carbono semelhantes aos previstos para o futuro torna esses dados essenciais para prever os efeitos do aquecimento global na biodiversidade e no armazenamento de carbono da Amazônia.
Entre 24 e 7 milhões de anos atrás, a Amazônia não era a floresta úmida que conhecemos, mas sim uma extensa região coberta por áreas alagadas, o chamado Lago Pebas. Esse cenário fazia parte do Mioceno, quando o clima global estava mais quente e o nível do mar mais alto, enquanto a cordilheira dos Andes ainda se elevava.
Os sedimentos depositados nesse lago, formados por lama e areia, preservam registros importantes do clima daquela época. A deposição ocorria lentamente, em águas calmas e com baixo fluxo, o que favoreceu a conservação das mudanças climáticas ao longo dos milhões de anos. Esses dados fornecem um panorama valioso para entender como a região respondeu às variações do clima passado e podem ajudar a prever o futuro da floresta.
Pesquisadores liderados por Karlos G. D. Kochhann identificaram que o clima da Amazônia naquela época era influenciado por ciclos orbitais da Terra. Mudanças na forma da órbita e no movimento do eixo axial da Terra controlavam a quantidade de radiação solar, alterando as estações secas e chuvosas. Após o resfriamento global, há cerca de 14 milhões de anos, as flutuações climáticas passaram a depender mais da precessão do eixo terrestre, padrão próximo ao atual.
Naquele período, as concentrações de dióxido de carbono atmosférico eram semelhantes às previstas para o século que vem. Isso torna esses sedimentos uma fonte relevante para entender os efeitos que o aquecimento global pode ter na biodiversidade e na capacidade de armazenamento de carbono da Amazônia.
FGV: IGP-M acelera para 0,44% na segunda prévia de janeiro, acima dos 0,14% de dezembro
O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) registrou alta de 0,44% na segunda prévia de janeiro, acelerando em relação aos 0,14% de dezembro, segundo dados da Fundação Getulio Vargas (FGV). Esse aumento indica movimentação nos preços após um período de estabilidade no final do ano passado.
Todos os componentes do IGP-M apresentaram alta: o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-M) subiu para 0,45%, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC-M) para 0,36% e o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-M) para 0,57%. Esse cenário mostra pressão nos custos da indústria, construção e no consumo.
Essas variações podem refletir nos reajustes de contratos vinculados ao IGP-M, como aluguéis e tarifas. Monitorar essas mudanças é essencial para entender a dinâmica da inflação e prever tendências para os próximos meses.
O IGP-M apresentou aceleração na segunda prévia de janeiro, subindo para 0,44%, acima dos 0,14% registrados em dezembro, conforme dados divulgados pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Essa variação indica uma mudança diante da estabilidade observada no final do ano passado.
O indicador é composto por três grandes grupos de preços, todos com alta na leitura mais recente. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-M), que reflete preços no produtor, acelerou de 0,12% para 0,45%, o que mostra um aumento significativo na pressão dos custos upstream.
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC-M), que acompanha a variação nos preços ao consumidor final, passou de 0,18% para 0,36%, indicando maior impacto nos itens consumidos diariamente pelas famílias. Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-M) avançou de 0,22% para 0,57%, registrando o maior aumento entre os segmentos que compõem o IGP-M na atual medição.
Esse movimento conjunto sugere que os custos na indústria, construção e consumo estão pressionando os índices de preços, o que pode ter reflexos em contratos reajustados pelo IGP-M, como aluguéis, tarifas e preços comerciais.
Monitorar essas variações é importante para entender a dinâmica da inflação de curto prazo, especialmente em setores diretamente atrelados ao IGP-M. A evolução dos dados nas próximas semanas poderá indicar tendências para os meses seguintes.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação