Ibovespa futuro avança e dólar futuro recua na abertura desta quarta-feira; veja oportunidades para swing trade
Na manhã desta quarta-feira (21), o Ibovespa futuro abriu o pregão em alta de 1,31%, alcançando cerca de 169.875 pontos. Essa valorização está alinhada com as projeções do BTG Pactual, que aponta tendências positivas para o índice no curto, médio e longo prazos.
O dólar futuro iniciou o dia em queda de 0,6%, cotado a R$ 5,3615, refletindo a expectativa de baixa no curto e longo prazo, segundo análise do BTG. A instituição também recomenda a prática de swing trade, destacando ações com potencial de valorização e oportunidades de venda para investidores.
Os analistas indicam níveis de suporte e resistência para o Ibovespa futuro, além de limites de stop e preços de entrada definidos para minimizar riscos. Essas orientações auxiliam investidores a maximizar ganhos mesmo diante da oscilação do dólar futuro.
Na manhã desta quarta-feira (21), o Ibovespa futuro iniciou o pregão com alta de 1,31%, chegando próximo a 169.875 pontos por volta das 10h20. Essa evolução está alinhada com as projeções do relatório do BTG Pactual, que indica alta para o curto, médio e longo prazos no índice.
De acordo com os analistas do BTG, os suportes importantes estão nos níveis de 167.000 e 164.400, enquanto as próximas metas técnicas são 168.450 e 171.775 pontos. O dólar futuro, por sua vez, abriu em queda de cerca de 0,6%, cotado a R$ 5,3615, refletindo as expectativas da instituição que prevê baixa no curto e longo prazo, com alta no médio prazo.
O BTG também reforçou a recomendação para a prática de swing trade, estratégia que busca ganhos em operações que duram dias ou semanas, diferente do day trade, que foca em resultados no mesmo pregão. Entre as operações em andamento destacam-se ações como RADL3, MULT3, SUZB3, com objetivos de valorização entre 7% e 10%.
Alguns ativos têm posições de venda, como MOTV3 e SBSP3, com metas de queda entre 10% e 11%. O BTG mantém os limites de stop e preço de entrada, guiando investidores nas operações para potencializar ganhos e minimizar perdas.
Enquanto o Ibovespa futuro mantém sinais positivos para continuidade da alta, o dólar futuro continua em momento de indefinição, dependendo da oscilação entre os patamares técnicos citados.
Berkshire Hathaway avalia vender participação na Kraft Heinz após divisão da companhia
A Berkshire Hathaway pode vender parte ou toda sua participação na Kraft Heinz, após a decisão da fabricante de se dividir em duas empresas distintas. Essa movimentação causou queda nas ações da Kraft Heinz e reflete a insatisfação de Warren Buffett com a estratégia da companhia.
Desde a fusão em 2015, a Kraft Heinz vem enfrentando desafios financeiros, com perdas significativas para a Berkshire. A divisão, planejada para o segundo semestre, criará duas empresas independentes para facilitar a gestão e focar em diferentes segmentos de mercado.
A Berkshire Hathaway pode estar se preparando para vender parte ou toda sua participação na Kraft Heinz, poucos meses após a fabricante anunciar sua divisão em duas companhias. A empresa informou que colocou à venda mais de 325 milhões de ações ordinárias detidas pelo seu maior acionista. Isso causou queda de até 5,7% nas ações da Kraft Heinz no pré-mercado.
Warren Buffett, investidor por trás da Berkshire Hathaway, manifestou insatisfação com a cisão da empresa, apesar de já reconhecer que a fusão de 2015 não gerou os resultados esperados. No ano passado, a Berkshire contabilizou um prejuízo de US$ 3,8 bilhões em seu investimento, acumulando perdas de US$ 8,4 bilhões.
A Kraft Heinz está em processo de reestruturação após quase uma década da fusão que custou US$ 46 bilhões. O plano é criar duas empresas independentes: uma reunindo marcas como Heinz e condimentos, com vendas de US$ 15,4 bilhões, e outra com produtos como Oscar Mayer e Lunchables, com US$ 10,4 bilhões em receita. A conclusão da divisão está prevista para o segundo semestre.
Recentemente, a companhia nomeou Steve Cahillane como novo CEO, conhecido por liderar a separação da Kellogg em 2023, além de supervisionar a venda da Kellanova para a Mars, Incorporated. O presidente do conselho atribui os resultados insatisfatórios à complexidade da estrutura atual da Kraft Heinz, que dificultou o foco na alocação de capital e prioridades.
Netflix planeja introduzir vídeos curtos no estilo TikTok em 2026
A Netflix anunciou planos para incluir vídeos verticais curtos em seu aplicativo móvel a partir de 2026, seguindo exemplos como TikTok e YouTube Shorts. Essa estratégia visa ampliar o formato de conteúdo, oferecendo clipes rápidos e podcasts em vídeo para os assinantes.
Essa nova função também servirá para promover séries e filmes de forma dinâmica. A empresa já testa essa ideia desde 2025 e busca conquistar o público jovem e diversificar seu catálogo.
Além disso, a Netflix tem investido na receita com publicidade, que cresceu para US$ 1,5 bilhão entre 2024 e 2025, com planos de anúncios interativos e uso de inteligência artificial para anúncios integrados.
A Netflix pretende integrar vídeos verticais em seu app móvel a partir de 2026, adotando um formato semelhante ao YouTube Shorts e ao TikTok. Essa estratégia visa ampliar o tipo de conteúdo oferecido, incluindo clipes curtos e podcasts em vídeo, que começaram a ser explorados recentemente com nomes como Peter Davidson e Michael Irvin.
Os vídeos verticais funcionarão também como forma de promoção, destacando séries e filmes em formato rápido e dinâmico. A empresa já testa essa ideia desde maio de 2025 e planeja fortalecer a presença desse formato para conquistar público jovem e diversificar o uso da plataforma.
Além dessa novidade, a Netflix tem notado crescimento expressivo na receita advinda da publicidade, que saltou para US$ 1,5 bilhão entre 2024 e 2025. O pacote mais acessível com anúncios, disponível no Brasil por cerca de R$ 20, contribuiu para a adesão de mais de 94 milhões de usuários ativos mensais globalmente.
Para ampliar essas receitas, a plataforma planeja implementar anúncios interativos e mais recursos baseados em inteligência artificial, que poderão integrar propagandas ao conteúdo assistido.
O serviço de streaming também segue em crescimento, com 325 milhões de assinantes e receita total estimada em US$ 12 bilhões para 2025. Competidores, como o Globoplay, têm investido em formatos verticais, mostrando que esse é um caminho valorizado pelo público jovem.
Enquanto isso, a Netflix está em negociação para adquirir a Warner, incluindo o HBO Max, o que pode levar essa tendência às outras plataformas do grupo no futuro.
Impactos do aquecimento global na Amazônia: o que a ciência revela
Há milhões de anos, a Amazônia era uma vasta região alagada, conhecida como Lago Pebas, influenciada por um clima global mais quente e um nível do mar elevado. Sedimentos desse período preservam registros importantes sobre as mudanças climáticas e ajudam a entender a resposta da floresta às variações do clima no passado.
Estudos indicam que ciclos orbitais da Terra controlavam o clima da região, afetando as estações secas e chuvosas. A composição atmosférica com níveis passados de dióxido de carbono semelhantes aos previstos para o futuro torna esses dados essenciais para prever os efeitos do aquecimento global na biodiversidade e no armazenamento de carbono da Amazônia.
Entre 24 e 7 milhões de anos atrás, a Amazônia não era a floresta úmida que conhecemos, mas sim uma extensa região coberta por áreas alagadas, o chamado Lago Pebas. Esse cenário fazia parte do Mioceno, quando o clima global estava mais quente e o nível do mar mais alto, enquanto a cordilheira dos Andes ainda se elevava.
Os sedimentos depositados nesse lago, formados por lama e areia, preservam registros importantes do clima daquela época. A deposição ocorria lentamente, em águas calmas e com baixo fluxo, o que favoreceu a conservação das mudanças climáticas ao longo dos milhões de anos. Esses dados fornecem um panorama valioso para entender como a região respondeu às variações do clima passado e podem ajudar a prever o futuro da floresta.
Pesquisadores liderados por Karlos G. D. Kochhann identificaram que o clima da Amazônia naquela época era influenciado por ciclos orbitais da Terra. Mudanças na forma da órbita e no movimento do eixo axial da Terra controlavam a quantidade de radiação solar, alterando as estações secas e chuvosas. Após o resfriamento global, há cerca de 14 milhões de anos, as flutuações climáticas passaram a depender mais da precessão do eixo terrestre, padrão próximo ao atual.
Naquele período, as concentrações de dióxido de carbono atmosférico eram semelhantes às previstas para o século que vem. Isso torna esses sedimentos uma fonte relevante para entender os efeitos que o aquecimento global pode ter na biodiversidade e na capacidade de armazenamento de carbono da Amazônia.
FGV: IGP-M acelera para 0,44% na segunda prévia de janeiro, acima dos 0,14% de dezembro
O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) registrou alta de 0,44% na segunda prévia de janeiro, acelerando em relação aos 0,14% de dezembro, segundo dados da Fundação Getulio Vargas (FGV). Esse aumento indica movimentação nos preços após um período de estabilidade no final do ano passado.
Todos os componentes do IGP-M apresentaram alta: o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-M) subiu para 0,45%, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC-M) para 0,36% e o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-M) para 0,57%. Esse cenário mostra pressão nos custos da indústria, construção e no consumo.
Essas variações podem refletir nos reajustes de contratos vinculados ao IGP-M, como aluguéis e tarifas. Monitorar essas mudanças é essencial para entender a dinâmica da inflação e prever tendências para os próximos meses.
O IGP-M apresentou aceleração na segunda prévia de janeiro, subindo para 0,44%, acima dos 0,14% registrados em dezembro, conforme dados divulgados pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Essa variação indica uma mudança diante da estabilidade observada no final do ano passado.
O indicador é composto por três grandes grupos de preços, todos com alta na leitura mais recente. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-M), que reflete preços no produtor, acelerou de 0,12% para 0,45%, o que mostra um aumento significativo na pressão dos custos upstream.
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC-M), que acompanha a variação nos preços ao consumidor final, passou de 0,18% para 0,36%, indicando maior impacto nos itens consumidos diariamente pelas famílias. Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-M) avançou de 0,22% para 0,57%, registrando o maior aumento entre os segmentos que compõem o IGP-M na atual medição.
Esse movimento conjunto sugere que os custos na indústria, construção e consumo estão pressionando os índices de preços, o que pode ter reflexos em contratos reajustados pelo IGP-M, como aluguéis, tarifas e preços comerciais.
Monitorar essas variações é importante para entender a dinâmica da inflação de curto prazo, especialmente em setores diretamente atrelados ao IGP-M. A evolução dos dados nas próximas semanas poderá indicar tendências para os meses seguintes.
Will Bank, banco digital ligado ao Master, tem liquidação decretada pelo Banco Central
O Will Bank foi um banco digital criado em 2017 e integrado ao Banco Master em 2024. Em janeiro de 2026, o Banco Central decretou sua liquidação extrajudicial após manter o banco em regime especial temporário.
A instituição atendia cerca de 9 milhões de clientes e focava na inclusão financeira, principalmente no Nordeste, oferecendo cartões de crédito sem anuidade. Apesar de lucro em alguns trimestres, enfrentou prejuízos e dificuldades financeiras graves, agravadas pela suspensão das transações pela Mastercard.
Negociações para a venda do banco, incluindo propostas de figuras como Luciano Huck, não avançaram. Sem alternativas viáveis, o Banco Central decidiu encerrar as operações do Will Bank, retirando-o do sistema financeiro nacional.
O Will Bank, banco digital criado em 2017 e integrado ao Banco Master no início de 2024, teve sua liquidação extrajudicial decretada pelo Banco Central em 21 de janeiro de 2026, após operar em regime especial temporário. A instituição buscava ampliar a inclusão financeira, principalmente no Nordeste, oferecendo cartões de crédito sem anuidade e chegou a ter cerca de 9 milhões de clientes.
Adquirido pelo Banco Master quando possuía 6 milhões de clientes e faturamento de R$ 2,8 bilhões, o Will Bank encerrou o primeiro semestre de 2025 com R$ 14,4 bilhões em ativos, patrimônio líquido em torno de R$ 300 milhões e prejuízo de R$ 244,7 milhões. Apesar do lucro líquido de R$ 408,3 milhões no terceiro trimestre daquele ano, sua situação patrimonial piorou.
Quando o Banco Central decretou a liquidação do Banco Master, manteve o Will Bank sob regime especial, já que havia interesse em vendê-lo e reduzir o passivo do Master, o que não ocorreu. Tentativas de compra, incluindo negociações com o apresentador Luciano Huck e a Mubadala Capital, não avançaram.
Além das negociações travadas, a situação operacional se agravou quando a Mastercard suspendeu transações com cartões do banco por falta de pagamentos, aumentando a pressão financeira. Sem alternativas viáveis, o Banco Central decidiu interromper as atividades do Will Bank e retirá-lo do sistema financeiro nacional.
Entenda a liquidação extrajudicial e o que diz a legislação brasileira
A liquidação extrajudicial é um procedimento previsto na Lei nº 6.024/1974, utilizado pelo Banco Central para encerrar o funcionamento de instituições financeiras em situação insolvente. O objetivo é garantir uma transição ordenada do banco para proteger o sistema financeiro e os clientes.
Quando decretada, a intervenção suspende dívidas e obrigações vencidas, e o Banco Central nomeia um interventor para administrar a instituição. Essa medida busca evitar maiores prejuízos e assegurar o regular funcionamento das operações financeiras durante o processo.
O Banco Central (BC) decretou a liquidação extrajudicial do Will Bank nesta quarta-feira (21), seguindo a liquidação do Banco Master em novembro de 2025. Até então, o Will Bank operava sob regime especial de administração temporária.
Esse procedimento faz parte do regime de resolução pelo qual o BC encerra o funcionamento de uma instituição financeira com problemas graves, organizando sua saída do Sistema Financeiro Nacional. A medida ocorre em casos de insolvência irrecuperável, como foi constatado no Will Bank.
A decisão, assinada pelo presidente do Banco Central Gabriel Galípolo, apontou o comprometimento da situação econômico-financeira do Will Bank, com vínculo direto e controle do Banco Master. A liquidação visa proteger o sistema e regularizar as operações financeiras vinculadas à instituição.
A liquidação extrajudicial está prevista na Lei nº 6.024/1974. Segundo ela, a intervenção inicial tem duração de seis meses, podendo ser estendida por mais seis meses. Durante esse período, um interventor nomeado pelo BC assume a gestão da instituição com plenos poderes.
Após a decretação da intervenção, são suspensas a exigibilidade das obrigações vencidas, a fluência do prazo das dívidas e a exigibilidade dos depósitos existentes na data da decisão. Além disso, os bens dos administradores da instituição ficam indisponíveis até o encerramento da liquidação.
Esse mecanismo busca garantir uma transição ordenada e minimizar prejuízos a clientes e ao próprio mercado financeiro.
Azul aprova novo plano de negócios e confirma aporte de US$ 100 milhões para encerrar recuperação judicial nos EUA
A Azul divulgou a aprovação de um plano de negócios revisado que prevê a antecipação da saída do Chapter 11, processo de recuperação judicial nos Estados Unidos. O plano inclui um aporte adicional de US$ 100 milhões por credores e investidores, acelerando o pagamento de dívidas e melhorias financeiras.
Essa reestruturação contempla redução do endividamento, ajustes nos contratos de leasing de aeronaves e renegociação com bancos locais. A companhia projeta sair do Chapter 11 já em fevereiro, com liquidez e alavancagem melhoradas para um cenário financeiro mais sólido.
Além disso, a Azul planeja uma nova oferta pública de ações, podendo captar até US$ 950 milhões, o que pode gerar diluição na base acionária. Essa medida busca fortalecer o caixa e garantir estabilidade para os próximos anos.
A companhia aérea Azul divulgou aprovação de um plano de negócios atualizado que prevê a antecipação da saída do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos, conhecido como Chapter 11, com previsão para ser concluído já em fevereiro. Esse avanço conta com novos aportes financeiros e ajustes operacionais projetados para melhorar a saúde financeira da empresa.
O plano mantém a expectativa de que a Azul deixará o Chapter 11 em condições mais sólidas, com menor endividamento total, redução de passivos e pagamentos ajustados de arrendamento das aeronaves. A reestruturação inclui acordos estratégicos com fabricantes de aeronaves, alinhando o cronograma de entrega da frota, além de negociações com bancos locais para condições comerciais mais favoráveis.
Entre os pilares do novo acordo está um aporte adicional de US$ 100 milhões (equivalente a R$ 538 milhões), oferecido por credores e outros envolvidos, o que acelera a saída do processo. Com essa injeção, a captação total prevista pela companhia aumenta para US$ 950 milhões, divididos entre garantia firme de subscrição de US$ 650 milhões na oferta pública e US$ 200 milhões de investidores estratégicos.
A Azul também pretende realizar uma nova oferta pública de ações com registro automático na CVM, podendo captar até US$ 950 milhões. Os papéis serão vendidos com desconto aproximado de 30% em relação ao valor estabelecido no plano, o que deve causar uma diluição em torno de 80% na base acionária atual.
A empresa projeta que, no momento da saída do Chapter 11, terá uma alavancagem líquida de 2,5 vezes o Ebitda e liquidez de US$ 811 milhões. Para 2029, a previsão indica alavancagem líquida reduzida para 1 vez e liquidez em torno de US$ 1,96 bilhão.
Inteligência Artificial já auxilia 35% do código e 10% das cotações na Junto Seguros
A Junto Seguros incorporou a Inteligência Artificial Generativa como prioridade estratégica para 2025, após anos de investimento desde 2018 e testes iniciais em 2019. O uso da IA está estruturado em três áreas principais: segurança e governança, eficiência interna e relacionamento com parceiros comerciais.
Atualmente, cerca de 10% dos corretores utilizam IA para cotar apólices, enquanto 35% do código-fonte contou com auxílio dessa tecnologia. A empresa enfrenta desafios como a aceitação da equipe e desempenho dos agentes, superados por maior integração e governança rigorosa.
Para 2026, a Junto Seguros planeja ampliar o uso da IA para todas as áreas, estimulando autonomia na criação de assistentes internos, num ambiente seguro e governado. O avanço promete transformar o mercado segurador com maior eficiência e inovação.
A Junto Seguros estabeleceu a Inteligência Artificial Generativa como foco estratégico em 2025, após anos de investimentos desde 2018 e testes iniciais em 2019. A empresa organizou essa ação em três pilares: segurança e governança, eficiência interna e transformação das relações com parceiros comerciais. A liderança acompanha diretamente os avanços com monitoramento semanal e ampliação dos investimentos.
Os primeiros resultados indicam avanços em diferentes áreas. Cerca de 10% da base de corretores usa o agente de IA para cotação de apólices, e aproximadamente 10% dos processos de subscrição recebem suporte de modelos proprietários. Na área técnica, 35% das linhas de código já contam com auxílio da GenAI, e todos os colaboradores têm acesso a ferramentas que garantem a privacidade dos dados.
Implantar essa tecnologia enfrentou desafios, especialmente relacionados à performance inicial dos agentes, que impactou a aceitação pela equipe. A superação ocorreu com maior integração entre equipes e plataformas, fortalecendo a confiança no uso da IA e garantindo explicabilidade nas decisões, algo essencial para o setor regulado.
A empresa destaca a importância de um programa estruturado para GenAI, incluindo governança, segurança e consultoria especializada, o que facilitou a identificação de riscos e aceleração da adoção de forma controlada. Para 2026, pretende ampliar o uso da IA em todas as áreas, promovendo autonomia para criação de assistentes internos, dentro de um ambiente seguro e governado, além de intensificar a transformação do mercado segurador.
Banco Central decreta liquidação extrajudicial da Will Financeira controlada pelo Banco Master
O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da Will Financeira S.A., controlada pelo Banco Master, que já estava sob regime especial desde novembro de 2025. A decisão ocorreu após a Will Financeira perder a capacidade de honrar pagamentos no sistema Mastercard, o que levou ao bloqueio de suas operações.
A empresa enfrentava dificuldades financeiras, encerrando o primeiro semestre de 2025 com prejuízo de R$ 244,7 milhões e ativos de R$ 14,4 bilhões. A investigação da Polícia Federal também trouxe à tona suspeitas de fraudes ligadas ao dono do Banco Master, preso desde novembro de 2025.
O Banco Central continua apurando responsabilidades, podendo aplicar medidas administrativas e bloqueio de bens dos envolvidos, buscando proteção ao sistema financeiro nacional.
O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da Will Financeira S.A., controlada pelo Banco Master, que estava sob regime especial desde a liquidação do Banco Master em novembro de 2025. O Conglomerado Master, considerado pequeno e classificado no segmento S3, concentrava 0,57% do ativo total e 0,55% das captações do Sistema Financeiro Nacional.
A medida foi tomada após a Will Financeira descumprir sua grade de pagamentos no arranjo Mastercard em janeiro de 2026, resultando no bloqueio de sua participação no sistema de pagamentos. A insolvência da instituição e seu vínculo com o Banco Master foram fatores determinantes para a decisão do Banco Central.
A situação se agravou após a bandeira Mastercard suspender transações com os cartões emitidos pelo Will Bank, como forma de conter o passivo da instituição. A empresa encerrou o primeiro semestre de 2025 com R$ 14,4 bilhões em ativos, prejuízo de R$ 244,7 milhões e patrimônio líquido de cerca de R$ 300 milhões.
Esse cenário ocorre enquanto a Polícia Federal investiga, na Operação Compliance Zero, suspeitas de manipulação financeira, envolvendo o dono do Master e Will Bank, Daniel Vorcaro, preso desde novembro sob acusação de liderar esquema de carteiras falsas para incrementar o patrimônio do Banco Master.
O Banco Central segue apurando responsabilidades, com possibilidade de medidas administrativas e bloqueio de bens ligados aos controladores e ex-administradores.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação