De Campos Planos a Alimentos em 3D: O Papel da IA Física na Agricultura Brasileira
A inteligência artificial física vem revolucionando a agricultura ao interpretar o ambiente agrícola em três dimensões, simulando terrenos, solos e condições climáticas reais. Essa tecnologia permite a criação de gêmeos digitais dinâmicos que ajudam produtores a planejar a irrigação e otimizar o uso de recursos.
Com a IA física, é possível antecipar problemas como secas e pragas, tornando o processo produtivo mais eficiente e sustentável. Algumas soluções já aplicam essa tecnologia para melhorar a resiliência climática, reduzindo desperdícios e apoiando práticas regenerativas.
Apesar dos avanços, o maior desafio está na coleta e processamento de dados 3D precisos. O futuro da agricultura depende do investimento em ferramentas que reconheçam o campo como um sistema vivo e tridimensional, abrindo caminho para uma inteligência agrícola mais detalhada e efetiva.
A agricultura tem sido tradicionalmente avaliada em hectares e safras, mas o terreno agrícola é bem mais complexo do que números planos. Para quem desenvolve infraestrutura em inteligência artificial (IA) para o setor, surge a possibilidade de aplicar a IA física, que entende o mundo em 3D, interpretando terrenos, objetos e sistemas reais, diferente dos modelos que aprendem só com textos.
Essa tecnologia permite criar gêmeos digitais dinâmicos das fazendas, simulando a irrigação conforme o relevo, a composição do solo e as condições climáticas locais. Assim, ferramentas alimentadas por essa IA podem ajudar produtores a tomar decisões mais precisas, ampliando seu conhecimento com dados que refletem a realidade no campo.
Em vez de reagir a eventos como secas ou pragas, o sistema pode antecipar essas situações, otimizando o uso de insumos e aumentando a eficiência. A integração entre a percepção dos agricultores e esses modelos digitais cria uma inteligência híbrida, capaz de detalhar o comportamento da terra em vez de tratar tudo como uma imagem plana.
Além disso, a IA física contribui para práticas mais sustentáveis, simulando estratégias que reduzem o desperdício de água, limitam o uso excessivo de fertilizantes e apoiam o plantio regenerativo. Empresas já aplicam essa função para melhorar a resiliência climática no agro.
A maior barreira para essas aplicações é a obtenção de dados 3D estruturados e precisos. Investir em ferramentas que geram e processam esses dados será essencial para escalar a inteligência agrícola, reconhecendo o campo como um sistema vivo e tridimensional.
Como funciona a instalação de aplicativos via arquivo APK no Android
A instalação de aplicativos no Android pode ser feita diretamente pela Play Store ou através de arquivos APK, que permitem instalar apps manualmente fora da loja oficial. Isso possibilita acessar aplicativos que não estão disponíveis na Google Play, além de versões beta ou antigas.
Para usar um APK é necessário baixá-lo de fontes confiáveis, ativar a permissão para instalar apps desconhecidos e seguir os passos para instalação no dispositivo. Apesar de simples, esse processo exige cuidado pois arquivos APK podem conter malwares que comprometem a segurança e a privacidade.
Portanto, o uso de APKs é recomendado apenas quando necessário, garantindo sempre o download em sites confiáveis e a proteção do sistema para evitar riscos como vírus, invasões ou perda de dados.
Instalar aplicativos no Android pode ser feito não só pela Google Play Store, mas também usando arquivos APK. Esses arquivos são pacotes compactados com tudo o que o sistema precisa para instalar um app fora da loja oficial. Isso permite a instalação manual, conhecida como sideloading, que oferece acesso a jogos e ferramentas que podem não estar disponíveis na Play Store.
Para usar um arquivo APK, é preciso baixá-lo direto no dispositivo, de sites confiáveis como APK Mirror e APK Pure. Depois, você deve habilitar nas configurações a opção que permite a instalação de apps desconhecidos, geralmente em “Configurações > Apps > Acesso especial”. Localize o arquivo na pasta Downloads e confirme a instalação.
Apesar de o processo ser simples, há riscos de segurança envolvidos. Arquivos APK não passam pelo controle rigoroso da Play Store, o que pode facilitar a entrada de malwares, programas espiões e riscos de phishing. Esses apps podem comprometer sua privacidade, acessar dados pessoais e até dar controle remoto do dispositivo a terceiros.
Por isso, é importante baixar somente de fontes confiáveis, manter o sistema protegido e gerenciar permissões dos aplicativos instalados. O uso de arquivos APK é recomendado quando o app não está disponível oficialmente no seu país, foi removido da loja, ou para acessar versões beta ou antigas. Ainda assim, tomar cuidado é essencial para evitar problemas.
Trump domina as atenções em Davos e mercado brasileiro reage; veja o que esperar do Ibovespa
Donald Trump foi o centro das atenções durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, ao demonstrar interesse em comprar a Groenlândia e anunciar tarifas elevadas contra países europeus. Essas ações aumentaram tensões internacionais, especialmente com a França e países do norte da Europa.
No Brasil, o Ibovespa fechou em alta de 0,87%, alcançando um novo recorde nominal, enquanto o dólar registrou leve variação. Investidores também acompanham de perto decisões da Suprema Corte dos EUA, que podem afetar a autonomia do Federal Reserve.
No cenário internacional, a Netflix teve queda de quase 7% no after-market após resultados trimestrais, apesar de ter superado expectativas em lucro e receita. O mercado aguarda os próximos movimentos diante desse cenário global turbulento.
Donald Trump ganha destaque no mercado financeiro durante o Fórum Econômico Mundial em Davos. Ele confirmou o interesse em adquirir a Groenlândia, território autônomo da Dinamarca, intensificando tensões com países europeus. Para pressionar, Trump anunciou tarifas de até 200% em vinhos e champanhes franceses, além de impor taxas de 10%, aumentando para 25%, em produtos de países que rejeitem a negociação sobre a ilha.
Essa medida afetaria Dinamarca, Noruega, Suécia, França, Alemanha, Holanda, Finlândia e Reino Unido, tendo validade a partir de 1º de fevereiro. A disputa ocorre após França recusar convite para um “Conselho de Paz” para Gaza, proposto por Trump.
No cenário americano, destaque para audiências na Suprema Corte que discutem a tentativa da Casa Branca de destituir Lisa Cook, diretora do Federal Reserve, acusada de irregularidades. O caso é acompanhado por investidores devido à sua relação com a autonomia do banco central dos EUA.
No mercado brasileiro, o Ibovespa fechou em alta de 0,87%, atingindo novo recorde nominal com 166.276,80 pontos. O dólar variou para R$ 5,3805. Já o ETF iShares MSCI Brazil (EWZ) subiu 0,42% no after-market.
Internacionalmente, a Netflix caiu quase 7% em after-market, apesar de resultados trimestrais acima da expectativa. A empresa reportou lucro de US$ 2,42 bilhões e receita de US$ 12,05 bilhões, mas o guidance para o próximo trimestre decepcionou o mercado.
Lotofácil premia bolão de 26 pessoas com mais de R$ 4,7 milhões; Mega-Sena acumula R$ 55 milhões
Um bolão formado por 26 participantes em Porto Alegre (RS) ganhou o prêmio principal da Lotofácil, no concurso 3592, com mais de R$ 4,7 milhões. Cada integrante do grupo receberá cerca de R$ 184 mil. Os números sorteados foram 01, 04, 05, 06, 07, 09, 12, 13, 17, 18, 20, 21, 22, 23 e 25.
A Mega-Sena acumulou e agora tem prêmio estimado em R$ 55 milhões para o próximo sorteio, marcado para o dia 22. Outras loterias como Quina, Timemania e Dia de Sorte também não tiveram vencedores e acumulam prêmios para os próximos concursos.
Nesta terça-feira (21), seis sorteios estão programados, incluindo várias modalidades com prêmios que vão de R$ 1,1 milhão a R$ 18 milhões, oferecendo grandes chances para os apostadores.
Uma única aposta do concurso 3592 da Lotofácil garantiu o prêmio principal de R$ 4.788.096,29. Os números sorteados foram 01, 04, 05, 06, 07, 09, 12, 13, 17, 18, 20, 21, 22, 23 e 25. O bilhete foi um bolão de Porto Alegre (RS) que reuniu 26 participantes. Cada um deles receberá R$ 184.157,54.
Os ganhadores têm até 90 dias para retirar os valores. Nesta terça-feira (20), a Lotofácil foi a única modalidade lotérica a pagar prêmio principal. A Mega-Sena não teve vencedor e acumula agora R$ 55 milhões no próximo sorteio, que ocorre amanhã (22).
Na Quina, ninguém acertou os números do concurso 6932, fazendo o prêmio acumular para R$ 2 milhões, e o sorteio ocorrerá hoje (21). A Timemania também acumulou, subindo para R$ 3,4 milhões, após ninguém acertar o concurso 2345, cujo time do coração sorteado foi o Amazonas (AM).
Já na Dia de Sorte, o prêmio chega a R$ 2,3 milhões sem vencedor, com o mês da sorte sendo abril. Hoje (21), estão programados seis sorteios, incluindo Lotofácil, Quina, +Milionária, Super Sete, Lotomania e Dupla Sena. Os prêmios variam de R$ 1,1 milhão a R$ 18 milhões, com início às 21h.
Como um brasileiro identificou falhas nos sistemas da NASA e foi reconhecido pela agência
Carlos Eduardo Zambelli Aloi, especialista em segurança da informação, passou meses testando sistemas da NASA em busca de vulnerabilidades. Ele identificou 26 falhas, com duas sendo oficialmente reconhecidas pela agência americana.
Entre os problemas descobertos, Carlos acessou documentos restritos e pastas com informações sensíveis, evidenciando falhas de segurança digitais fundamentais. Seu trabalho ocorreu durante um período pessoal difícil, mas reforçou sua experiência na área de cibersegurança.
O reconhecimento veio na forma de uma carta assinada pela diretora sênior de segurança da NASA, integrando o programa que estimula a descoberta responsável de falhas. Apesar da exposição e relevância, não houve recompensa financeira, apenas o reconhecimento público.
Carlos Eduardo Zambelli Aloi, brasileiro de 38 anos e profissional de segurança da informação, passou metade de 2025 testando sistemas da NASA em busca de vulnerabilidades. Depois de identificar 26 falhas, a agência espacial norte-americana reconheceu duas delas oficialmente em novembro.
Entre os problemas detectados, Carlos acessou um documento científico restrito a funcionários no Google Docs e encontrou pastas internas com informações como senhas e endereços IP. O acesso indevido a essas áreas mostrou falhas na proteção digital da agência, destacando riscos na segurança da infraestrutura.
Com mais de 20 anos de experiência em TI e uma década dedicada à cibersegurança ofensiva, o brasileiro dedicou várias horas diárias para aprofundar suas investigações, geralmente tarde da noite. Apesar das dificuldades em obter respostas rápidas da NASA, ele recebeu uma carta de agradecimento assinada por Tamiko Fletcher, diretora sênior de segurança da agência.
O reconhecimento faz parte da Vulnerability Disclosure Policy, um programa que incentiva pesquisadores independentes a comunicarem falhas descobertas de forma responsável. Relatórios aceitos e corrigidos recebem a denominada Letter of Recognition, que garante ainda a inclusão no “hall da fama” da plataforma Bugcrowd, onde a NASA gerencia esses relatos.
Carlos afirma que o desafio ajudou a enfrentar um momento pessoal delicado, após a morte de seu pai. Além disso, a experiência reforçou sua trajetória profissional e rendeu visibilidade entre especialistas da área. Ele também conhece outros brasileiros que receberam o mesmo reconhecimento.
Apesar do valor técnico e da visibilidade, a NASA não oferece recompensa financeira pela descoberta dessas vulnerabilidades, optando pela carta de reconhecimento.
Inep confirma divergência na comunicação, mas garante que resultados do Enamed estão corretos
O Inep reconheceu uma divergência na comunicação inicial dos resultados do Enamed, exame que avaliou 351 cursos de medicina no Brasil, mas garantiu a correção dos dados oficiais divulgados. Cerca de 30% dos cursos foram avaliados como insatisfatórios, com menos da metade dos alunos atingindo proficiência.
A Associação Nacional das Universidades Particulares contestou os dados na Justiça, alegando diferenças entre informações oficiais e as usadas pelo Inep, e pediu revisão dos critérios de avaliação para maior segurança jurídica.
O Enamed permanece como ferramenta de supervisão que pode levar a sanções para cursos com desempenho insatisfatório, destacando sua importância para a regulação da formação médica no país.
O presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Manuel Palacios, afirmou que não houve erro no resultado da primeira edição do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed), que avaliou 351 cursos de medicina no país. Ele reconheceu divergência na comunicação inicial sobre dados preliminares, mas garantiu que as notas oficiais e o conceito final divulgado estão corretos.
Cerca de 30% dos cursos tiveram desempenho considerado insatisfatório, com menos de 60% dos alunos proficientes. O Enamed agora serve como ferramenta de supervisão, podendo resultar em sanções como redução de vagas e suspensão de acesso a programas federais.
A Associação Nacional das Universidades Particulares (Anup) contestou o exame na Justiça, alegando divergências entre dados enviados pelo MEC às instituições e os usados pelo Inep para divulgação. A entidade pede que sejam considerados somente os números oficiais enviados via sistema e-MEC e revisões nos critérios de avaliação, destacando necessidade de ajustes para garantir segurança jurídica e aderência dos resultados à realidade.
O resultado da avaliação impactou negativamente as ações de grandes educadoras do setor no mercado financeiro. Palacios esclareceu que o erro foi limitado à comunicação prévia e não afetou a divulgação oficial dos resultados. Segundo ele, todos os indicadores publicados no site do Inep estão corretos e confirmados.
O Enamed será um parâmetro importante para monitorar e regular cursos de medicina, apesar das controvérsias iniciais.
Como a ONG Unibes transformou sua atuação e hoje beneficia 20 mil pessoas por ano
Fundada em 1915 para apoiar imigrantes judeus no Brasil, a Unibes evoluiu para atender às mudanças sociais e hoje beneficia mais de 20 mil pessoas por ano com uma equipe de 300 profissionais.
Seu trabalho abrange desde educação infantil até programas de empregabilidade e assistência a idosos, com destaque para cursos profissionalizantes onde 70% dos jovens encontram emprego. O Bazar da Unibes é outra iniciativa importante, responsável por um terço do orçamento e que promove impacto social e ambiental ao reutilizar bens.
A organização funciona com transparência e gestão profissional, garantindo reconhecimentos nacionais. A presidente destaca a missão preventiva para evitar vulnerabilidade social, com disposição para inovação constante.
Fundada em 1915 para apoiar imigrantes judeus no Brasil, a Unibes se adaptou ao longo dos anos para atender a mudanças sociais. Hoje, a organização beneficia mais de 20 mil pessoas anualmente, com uma equipe de 300 profissionais e gestão semelhante a grandes empresas.
O trabalho abrange desde a educação infantil até programas de empregabilidade e assistência a idosos. Nos cursos profissionalizantes, cerca de 70% dos jovens encontram emprego após a formação. A ideia é preparar as pessoas para seguirem por conta própria.
Uma das iniciativas mais importantes é o Bazar da Unibes. Criado há 50 anos, ele representa um terço do orçamento da instituição. Com sete lojas físicas, e-commerce, centro de distribuição e frota própria, o bazar lida com mais de 40 mil doações mensais, promovendo impacto social e ambiental ao reutilizar bens descartados.
Entre os programas, destaca-se o vale-bazar, que permite que jovens escolham suas roupas para entrevistas de emprego, preservando a dignidade.
A Unibes funciona com transparência, auditoria independente e um conselho formado por voluntários especializados. Essas práticas têm garantido à ONG quatro reconhecimentos como uma das 100 melhores do Brasil.
Para a presidente Liora Alcalay, a missão não é apenas ajudar, mas agir preventivamente para evitar que a vulnerabilidade social se agrave, sempre com a disposição para se reinventar.
O programa Do Zero ao Topo traz a história completa da Unibes e discussões sobre empreendedorismo social, disponível em vídeo e podcast nas principais plataformas.
Dexco anuncia venda de 1,2 milhão de metros cúbicos de madeira em pé
A Dexco (DXCO3) informou a venda de 1,2 milhão de metros cúbicos de madeira em pé para um grupo do setor florestal, visando a desalavancagem financeira. A operação não compromete o volume reservado para a fabricação de painéis de madeira.
Parte dos ativos foi adquirida pelo uso de terras próprias da empresa, que continuarão sob sua gestão, garantindo continuidade na produção florestal. A movimentação visa equilibrar as finanças e otimizar a operação.
Com essa venda, a Dexco busca maior flexibilidade para futuros investimentos e fortalece sua parceria com investidores, sem prejudicar sua capacidade produtiva no setor florestal.
A Dexco, conhecida pelo código DXCO3, anunciou a venda de 1,2 milhão de metros cúbicos de madeira em pé para um grupo do setor florestal. Esse movimento faz parte da sua estratégia de desalavancagem financeira, aproveitando a maior produtividade das florestas e recentes aquisições. A operação, segundo a empresa, não afeta o volume florestal reservado para a fabricação de painéis de madeira.
A venda foi possível porque parte do ativo florestal adicional foi obtido mediante uso de terras próprias da empresa como forma de pagamento. Essas terras continuarão sob a gestão da Dexco, preservando seu papel na produção florestal pelos próximos anos. Esse formato mantém o controle sobre os recursos naturais e garante estabilidade na cadeia produtiva.
Recentemente, o banco Itaú Unibanco anunciou um aporte de cerca de R$ 200 milhões em uma sociedade de propósito específico criada pela Dexco voltada para o setor florestal. Essa parceria representa um respaldo financeiro significativo para a empresa e reforça seu compromisso com o segmento.
Com essa venda, a Dexco busca equilibrar suas finanças e otimizar sua operação, aproveitando o crescimento sustentável das florestas e fortalecendo relações com investidores, sem comprometer sua capacidade produtiva. A movimentação financeira pode resultar em maior flexibilidade para futuros investimentos e expansão.
Pesquisa revela que cavalos detectam o cheiro do medo em humanos
Uma pesquisa recente demonstrou que cavalos conseguem reconhecer o cheiro do medo em humanos. O estudo analisou como esses animais reagem a odores ligados a emoções, como o medo e a alegria, detectados em amostras coletadas das axilas de voluntários.
Os resultados indicam que, ao sentir o odor do medo, os cavalos tornam-se mais alertas, se afastam das pessoas e mostram maior receio diante de situações inesperadas. Essa sensibilidade pode ser instintiva ou aprendida, reforçando a importância do olfato na comunicação animal.
Compreender essa percepção ajuda a melhorar o bem-estar dos cavalos e a tornar treinamentos mais seguros e eficazes, valorizando a comunicação química entre humanos e animais.
Uma pesquisa recente mostra que cavalos sentem o cheiro do medo em humanos, ficando mais atentos e receosos ao detectar esse odor. O estudo, publicado no periódico PLOS One, analisou como esses animais reagem a odores ligados ao temor e à alegria emitidos pelos seres humanos.
A pesquisa coletou odores das axilas de 30 voluntários que assistiram a cenas de terror e comédia. As amostras capturadas foram aplicadas em focinheiras usadas por 43 éguas para observar suas respostas.
Os resultados indicaram que, quando expostos ao cheiro relacionado ao medo, os cavalos apresentaram maior estado de alerta. Eles se aproximavam menos de seres humanos, demonstravam mais medo em situações inesperadas e ficavam mais atentos a objetos desconhecidos.
Segundo a diretora da pesquisa, Léa Lansade, esses animais têm habilidades para reconhecer emoções humanas não apenas pelo cheiro, mas também por expressões faciais e voz. Ainda assim, é incerto se essa sensibilidade é resultado do aprendizado ou de um instinto hereditário, já que os cavalos domésticos descendem de uma única manada com potenciais capacidades para captar emoções humanas.
Compreender essa comunicação química pode ajudar a garantir o bem-estar dos cavalos e melhorar a segurança e a eficiência em treinamentos, considerando que o olfato é essencial para a comunicação em muitas espécies.
Via Folha de S.Paulo
21/01/2026 às 06:07 - Tecnologia e Inovação
Desafios para Vivo, Claro e TIM avançarem na fibra óptica frente a provedores regionais
O mercado brasileiro de fibra óptica é dominado por provedores regionais, com Vivo, Claro e TIM controlando apenas 28% dos clientes. Apesar das tentativas de adquirir esses provedores independentes, negociações frequentemente fracassam devido a discordâncias sobre preços e valor das redes.
Executivos das grandes operadoras indicam que comprar provedores pode não valer a pena devido à sobreposição de redes e a necessidade de altos investimentos. Enquanto isso, as estratégias permanecem focadas no crescimento orgânico e parcerias, gerando uma consolidação lenta do setor.
Com a expansão da fibra desacelerando desde 2025, o cenário indica que o setor está em maturidade, e obstáculos técnicos e financeiros adiam mudanças significativas no mercado brasileiro.
O mercado de fibra óptica no Brasil mantém uma estrutura dominada por diversos provedores regionais, com as grandes teles Vivo, Claro e Tim controlando apenas 28% dos clientes. A expectativa de consolidar o setor por meio da compra dos ISPs, sigla para provedores independentes, enfrenta obstáculos. Negociações frequentes, como as entre Vivo e Desktop ou Claro e Desktop, não avançam devido a discordâncias sobre preço e valor das redes e clientes.
Executivos das grandes operadoras destacam que, na prática, adquirir provedores regionais geralmente não compensa. A sobreposição de redes, a necessidade de investimentos em infraestrutura e a dificuldade para realmente aumentar a base de clientes tornam as negociações desafiadoras. Isso desacelera a consolidação, mesmo com o mercado de banda larga fixa entrando em maturidade e apresentando crescimento mais lento, segundo dados recentes da Anatel.
O cenário atual mostra que Vivo e Claro mantêm suas estratégias focadas no crescimento orgânico e não têm pressa para aquisições. A TIM, por sua vez, aparece como a teles com menor base de fibra e considera parcerias e redes neutras para ampliar sua atuação. O CEO da Vivo ressalta que só avançaria em aquisições que ofereçam qualidade técnica, baixa sobreposição e preço apropriado.
Provedores maiores como Brisanet, Giga+ Fibra e Vero mostram crescimento limitado. No fim de 2025, a expansão da fibra desacelerou, indicando que a fase de crescimento acelerado já passou. Enquanto o setor fala em consolidação “inevitável”, obstáculos técnicos e financeiros mantêm as negociações em andamento lento, o que adia possíveis mudanças significativas no cenário brasileiro de fibra óptica.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação