Dexco anuncia venda de 1,2 milhão de metros cúbicos de madeira em pé
A Dexco (DXCO3) informou a venda de 1,2 milhão de metros cúbicos de madeira em pé para um grupo do setor florestal, visando a desalavancagem financeira. A operação não compromete o volume reservado para a fabricação de painéis de madeira.
Parte dos ativos foi adquirida pelo uso de terras próprias da empresa, que continuarão sob sua gestão, garantindo continuidade na produção florestal. A movimentação visa equilibrar as finanças e otimizar a operação.
Com essa venda, a Dexco busca maior flexibilidade para futuros investimentos e fortalece sua parceria com investidores, sem prejudicar sua capacidade produtiva no setor florestal.
A Dexco, conhecida pelo código DXCO3, anunciou a venda de 1,2 milhão de metros cúbicos de madeira em pé para um grupo do setor florestal. Esse movimento faz parte da sua estratégia de desalavancagem financeira, aproveitando a maior produtividade das florestas e recentes aquisições. A operação, segundo a empresa, não afeta o volume florestal reservado para a fabricação de painéis de madeira.
A venda foi possível porque parte do ativo florestal adicional foi obtido mediante uso de terras próprias da empresa como forma de pagamento. Essas terras continuarão sob a gestão da Dexco, preservando seu papel na produção florestal pelos próximos anos. Esse formato mantém o controle sobre os recursos naturais e garante estabilidade na cadeia produtiva.
Recentemente, o banco Itaú Unibanco anunciou um aporte de cerca de R$ 200 milhões em uma sociedade de propósito específico criada pela Dexco voltada para o setor florestal. Essa parceria representa um respaldo financeiro significativo para a empresa e reforça seu compromisso com o segmento.
Com essa venda, a Dexco busca equilibrar suas finanças e otimizar sua operação, aproveitando o crescimento sustentável das florestas e fortalecendo relações com investidores, sem comprometer sua capacidade produtiva. A movimentação financeira pode resultar em maior flexibilidade para futuros investimentos e expansão.
Pesquisa revela que cavalos detectam o cheiro do medo em humanos
Uma pesquisa recente demonstrou que cavalos conseguem reconhecer o cheiro do medo em humanos. O estudo analisou como esses animais reagem a odores ligados a emoções, como o medo e a alegria, detectados em amostras coletadas das axilas de voluntários.
Os resultados indicam que, ao sentir o odor do medo, os cavalos tornam-se mais alertas, se afastam das pessoas e mostram maior receio diante de situações inesperadas. Essa sensibilidade pode ser instintiva ou aprendida, reforçando a importância do olfato na comunicação animal.
Compreender essa percepção ajuda a melhorar o bem-estar dos cavalos e a tornar treinamentos mais seguros e eficazes, valorizando a comunicação química entre humanos e animais.
Uma pesquisa recente mostra que cavalos sentem o cheiro do medo em humanos, ficando mais atentos e receosos ao detectar esse odor. O estudo, publicado no periódico PLOS One, analisou como esses animais reagem a odores ligados ao temor e à alegria emitidos pelos seres humanos.
A pesquisa coletou odores das axilas de 30 voluntários que assistiram a cenas de terror e comédia. As amostras capturadas foram aplicadas em focinheiras usadas por 43 éguas para observar suas respostas.
Os resultados indicaram que, quando expostos ao cheiro relacionado ao medo, os cavalos apresentaram maior estado de alerta. Eles se aproximavam menos de seres humanos, demonstravam mais medo em situações inesperadas e ficavam mais atentos a objetos desconhecidos.
Segundo a diretora da pesquisa, Léa Lansade, esses animais têm habilidades para reconhecer emoções humanas não apenas pelo cheiro, mas também por expressões faciais e voz. Ainda assim, é incerto se essa sensibilidade é resultado do aprendizado ou de um instinto hereditário, já que os cavalos domésticos descendem de uma única manada com potenciais capacidades para captar emoções humanas.
Compreender essa comunicação química pode ajudar a garantir o bem-estar dos cavalos e melhorar a segurança e a eficiência em treinamentos, considerando que o olfato é essencial para a comunicação em muitas espécies.
Via Folha de S.Paulo
21/01/2026 às 06:07 - Tecnologia e Inovação
Desafios para Vivo, Claro e TIM avançarem na fibra óptica frente a provedores regionais
O mercado brasileiro de fibra óptica é dominado por provedores regionais, com Vivo, Claro e TIM controlando apenas 28% dos clientes. Apesar das tentativas de adquirir esses provedores independentes, negociações frequentemente fracassam devido a discordâncias sobre preços e valor das redes.
Executivos das grandes operadoras indicam que comprar provedores pode não valer a pena devido à sobreposição de redes e a necessidade de altos investimentos. Enquanto isso, as estratégias permanecem focadas no crescimento orgânico e parcerias, gerando uma consolidação lenta do setor.
Com a expansão da fibra desacelerando desde 2025, o cenário indica que o setor está em maturidade, e obstáculos técnicos e financeiros adiam mudanças significativas no mercado brasileiro.
O mercado de fibra óptica no Brasil mantém uma estrutura dominada por diversos provedores regionais, com as grandes teles Vivo, Claro e Tim controlando apenas 28% dos clientes. A expectativa de consolidar o setor por meio da compra dos ISPs, sigla para provedores independentes, enfrenta obstáculos. Negociações frequentes, como as entre Vivo e Desktop ou Claro e Desktop, não avançam devido a discordâncias sobre preço e valor das redes e clientes.
Executivos das grandes operadoras destacam que, na prática, adquirir provedores regionais geralmente não compensa. A sobreposição de redes, a necessidade de investimentos em infraestrutura e a dificuldade para realmente aumentar a base de clientes tornam as negociações desafiadoras. Isso desacelera a consolidação, mesmo com o mercado de banda larga fixa entrando em maturidade e apresentando crescimento mais lento, segundo dados recentes da Anatel.
O cenário atual mostra que Vivo e Claro mantêm suas estratégias focadas no crescimento orgânico e não têm pressa para aquisições. A TIM, por sua vez, aparece como a teles com menor base de fibra e considera parcerias e redes neutras para ampliar sua atuação. O CEO da Vivo ressalta que só avançaria em aquisições que ofereçam qualidade técnica, baixa sobreposição e preço apropriado.
Provedores maiores como Brisanet, Giga+ Fibra e Vero mostram crescimento limitado. No fim de 2025, a expansão da fibra desacelerou, indicando que a fase de crescimento acelerado já passou. Enquanto o setor fala em consolidação “inevitável”, obstáculos técnicos e financeiros mantêm as negociações em andamento lento, o que adia possíveis mudanças significativas no cenário brasileiro de fibra óptica.
Especialistas indicam que inflação nos EUA pode passar de 4% até 2026
Um estudo recente do Petersen Institute indica que a inflação nos Estados Unidos pode ultrapassar 4% até o final de 2026. Este cenário contraria a expectativa comum de que a inflação diminuirá para a meta de 2% estabelecida pelo Federal Reserve.
Os especialistas destacam cinco fatores principais para essa alta: o impacto atrasado das tarifas comerciais, uma política fiscal expansionista, restrições na política de imigração que pressionam salários, além de custos de dívida baixos e mudanças na expectativa dos consumidores em relação à inflação.
Esses elementos podem manter os preços elevados por mais tempo, afetando o consumo e o mercado de trabalho nos EUA. Essa análise é relevante para investidores e economistas que acompanham a trajetória da economia americana.
Um artigo assinado pelo CEO e pelo presidente do Petersen Institute aponta que a inflação nos Estados Unidos pode ficar acima de 4% até o final de 2026. Eles consideram esse cenário não apenas plausível, mas provável, especialmente diante de fatores econômicos ainda pouco reconhecidos pelo consenso atual, que aposta em uma queda gradual da inflação para a meta de 2% do Fed.
O texto destaca cinco riscos principais para essa alta da inflação. Primeiro, o efeito atrasado das tarifas comerciais impostas durante o governo Trump deve levar a aumentos significativos nos preços ao consumidor já no começo de 2026, após um período longo de absorção desses custos pelas empresas.
Além disso, a política de imigração mais restritiva contribui para um mercado de trabalho mais apertado, o que pode pressionar salários em setores dependentes de mão de obra migrante e, consequentemente, elevar a inflação dos serviços, principalmente nos cuidados de saúde.
Outro ponto é a política fiscal, que pode se mostrar mais expansionista que o esperado, com aumento nos gastos públicos, incluindo subsídios e cheques para famílias, impactando diretamente o déficit e possivelmente a inflação.
A política monetária também pode estar mais acomodativa do que aparenta, com custos de dívida baixos para famílias e mercados de crédito alternativos, o que mantém o consumo elevado.
Por fim, a desancoragem das expectativas, influenciada pelas experiências cotidianas dos consumidores com preços de itens essenciais, pode manter a inflação próxima ou acima de níveis elevados por mais tempo.
Entenda a Teoria das Bandeiras e sua influência na gestão de grandes patrimônios
A teoria das bandeiras é uma estratégia adotada por famílias e empresários de alto patrimônio para dividir residência fiscal, moradia e negócios em países com vantagens fiscais e legais. Essa abordagem permite otimizar impostos, ambiente de negócios e qualidade de vida.
Com o avanço do trabalho remoto, ficou mais fácil organizar a vida e as operações globais de forma segmentada. Países como Emirados Árabes e Espanha são exemplos de destinos que oferecem oportunidades e facilidades para essa estratégia.
Especialistas recomendam planejamento detalhado para evitar riscos fiscais e jurídicos. O sucesso depende da análise individual e de um acompanhamento jurídico e financeiro que alinhe o patrimônio aos objetivos pessoais e profissionais.
A teoria das bandeiras vem ganhando força entre famílias e empresários de alto patrimônio que buscam otimizar suas vidas e negócios ao redor do mundo. Essa estratégia consiste em dividir diferentes aspectos fundamentais da existência — residência fiscal, moradia física, atividades profissionais e sociedades — entre países que oferecem as melhores condições em impostos, ambiente de negócios, qualidade de vida e segurança jurídica.
Com a digitalização e a popularização do trabalho remoto, é cada vez mais fácil organizar operações globais de forma segmentada, escolhendo locais que favoreçam cada necessidade. O movimento está ligado a fatores como o aumento da carga tributária e incertezas políticas em países como o Brasil, estimulando a busca por alternativas internacionais para proteção e diversificação patrimonial.
Contudo, especialistas alertam que a aplicação da teoria das bandeiras requer planejamento cuidadoso, para evitar riscos fiscais e jurídicos. A simples mudança no papel, sem alteração do estilo de vida, pode gerar problemas tributários.
Destinos como Emirados Árabes, Paraguai, Panamá, Espanha e Irlanda são citados como exemplos para diferentes tipos de residência e oportunidades profissionais. Países europeus ainda oferecem vistos para nômades digitais e possibilidades de cidadania, ampliando facilidade de mobilidade e acesso a serviços públicos.
O protagonismo global na atração de talentos está se remodelando, com locais fora dos Estados Unidos conquistando espaço. O sucesso na aplicação dessa estratégia passa pela análise do perfil individual e um planejamento jurídico e financeiro estruturado para assegurar que o capital e a vida estejam organizados conforme os objetivos pessoais e profissionais.
A compreensão do zero: apenas seres conscientes entendem seu valor?
O conceito de zero surgiu em diferentes culturas antes de ser aceito como um número. Na Índia, no século 7, o zero começou a ser tratado como um valor numérico válido, vencendo resistências, especialmente do pensamento ocidental.
Pesquisas mostram que o cérebro possui neurônios específicos que reconhecem o zero, tanto em conjuntos vazios quanto em símbolos. Essa percepção pode estar ligada à consciência de ausência e ao entendimento do nada.
Assim, a questão de que apenas seres conscientes conseguem compreender o zero destaca a ligação entre matemática e consciência humana, evidenciando a complexidade por trás dessa ideia aparentemente simples.
O conceito de zero foi criado em diferentes momentos da história, inicialmente como símbolo para indicar a ausência de valor em posições numéricas, como em 203, marco na Mesopotâmia e, isoladamente, na Mesoamérica. Só no século 7, na Índia, o zero passou a ser encarado como um número válido. A resistência ocidental se deu, em parte, pelo pensamento de Aristóteles, que afirmava que o nada não existia.
Pesquisas recentes investigam como o cérebro entende o zero e a ideia de ausência. Experimentos com macacos mostraram que existem neurônios específicos sensíveis ao zero, alguns ativados apenas por conjuntos vazios, enquanto outros respondem gradualmente, associando o zero ao menor número. Estudos com humanos confirmaram que certas células cerebrais reconhecem o zero tanto na forma de conjuntos vazios quanto em símbolos numéricos.
Essas descobertas indicam que nosso cérebro trata o zero, até certo ponto, como o menor dos números, e que os neurônios especializados podem estar ligados à percepção do nada. Isso levanta a questão se apenas seres conscientes, capazes de compreender a própria consciência, conseguem entender a ausência. A reflexão envolve como interpretamos situações do cotidiano, como perceber que não há pássaros em uma árvore, o que exige consciência dos próprios pensamentos.
Assim, a compreensão do zero está ligada tanto à matemática quanto à consciência humana, revelando a complexidade mental por trás de uma ideia que hoje consideramos simples.
Onde assistir The Good Doctor temporada 5 no Brasil? Confira o streaming com a série completa
The Good Doctor voltou a ganhar destaque em 2026 após chegar à Netflix, onde suas quatro primeiras temporadas ficaram entre as mais populares. Porém, a plataforma não oferece a série completa.
Para assistir todas as temporadas, inclusive a quinta, sexta e sétima, é necessário acessar o streaming Globoplay, que detém os direitos de exibição integral no Brasil.
A trama acompanha o cirurgião Shaun Murphy, um médico autista com grandes habilidades. O Globoplay oferece opções de planos com e sem anúncios, além de pacotes com operadoras locais para acessar a série sem interrupções.
Lançada em 2017 pela ABC, The Good Doctor voltou a ganhar destaque ao chegar à Netflix em janeiro de 2026. Poucos dias após a inclusão, as quatro temporadas disponíveis já figuravam entre as produções seriadas mais populares da plataforma, atingindo a sexta posição e ultrapassando títulos como Stranger Things. No entanto, o conteúdo completo da série ainda não está disponível no serviço.
Para quem quer acompanhar a trama completa, incluindo a quinta temporada e as partes seis e sete, é necessário recorrer ao streaming Globoplay. No Brasil, esse é o único serviço que oferece o acesso integral a The Good Doctor até o encerramento da produção em 2024, com 126 episódios lançados nos Estados Unidos.
A série acompanha o cirurgião Shaun Murphy, que, apesar do autismo, demonstra grande habilidade médica, enfrentando desafios profissionais e pessoais ao longo de sete temporadas. A história é uma adaptação de um drama sul-coreano lançado em 2013, que teve um total de 20 episódios.
Para assistir no Globoplay, basta escolher entre dois planos. O plano padrão, com anúncios, custa R$ 22,90 mensais ou 12x R$ 16,90 no anual, com até três telas em 4K. O plano premium, sem anúncios e com até cinco telas, sai por R$ 39,90 por mês ou 12x R$ 22,90 no anual. O serviço também está disponível em pacotes de operadoras como Claro, Vivo e TIM, com preços que variam conforme o plano contratado.
Mercado Livre cresce 31% com expansão do comércio eletrônico no Brasil
O Mercado Livre teve um crescimento de 31% em 2025, acompanhando a expansão do comércio eletrônico no Brasil, que superou as vendas físicas.
O avanço se deve à competição entre plataformas como Mercado Livre, Shopee e Amazon, que investem em logística e preços competitivos para atrair consumidores.
Setores como vestuário, alimentos e saúde lideram o crescimento, embora o comércio eletrônico brasileiro ainda tenha espaço para se expandir em comparação a outros países.
O mercado de varejo digital no Brasil apresentou um crescimento de aproximadamente 20% em 2025, superando em quatro vezes o desempenho das vendas offline que tiveram avanço de cerca de 5%. Neste cenário, Mercado Livre, junto com Shopee e Amazon, concentra cerca de 70% da participação no comércio eletrônico.
O avanço do comércio online tem sido impulsionado pela competição intensa entre essas plataformas, que investem fortemente em marketing, preços competitivos e melhorias na logística. A previsão é que esse crescimento alcance 22% até o final de 2025, refletindo a migração contínua dos consumidores para os canais digitais.
Mercado Livre tem se destacado, registrando um crescimento estimado em 31% no período. Parte desse sucesso é atribuída à expansão significativa de sua infraestrutura, com mais de 2,2 milhões de metros quadrados dedicados a centros de distribuição e uma operação robusta de fulfillment, que abrange desde o recebimento dos produtos até a entrega ao consumidor final.
Analistas identificam cinco setores com maior potencial de expansão para a plataforma: Vestuário, Alimentos, Saúde e Beleza, Eletrônicos e Autopeças, sendo que os três primeiros segmentos crescem entre 35% e 40%, superando a média geral da empresa.
Apesar do avanço, a penetração do comércio eletrônico no Brasil ainda está abaixo de países como Estados Unidos, China e Reino Unido. Diante disso, as líderes do setor parecem caminhar em um modelo que combina competição e cooperação para ampliar o mercado.
Mastercard assume 31,8% das ações da Westwing após bloqueio ao Will Bank
A Mastercard Brasil passou a controlar 31,87% do capital social da Westwing, totalizando 3,54 milhões de ações. Essa aquisição ocorreu após a Mastercard interromper a aceitação de cartões vinculados ao Will Bank, do Grupo Master.
A participação da Mastercard decorre de ações anteriormente ligadas a Nelson Tanure, que enfrenta investigações e bloqueios relacionados ao Banco Master. A Mastercard não pretende manter a posição acionária e planeja vender as ações conforme as regras vigentes.
A suspensão do Will Bank pela Mastercard ocorreu devido a problemas na liquidação de transações financeiras. A venda futura das ações pode aumentar a oferta no mercado e impactar temporariamente o preço das ações da Westwing.
A Westwing comunicou que a Mastercard Brasil passou a controlar 31,87% do capital social da empresa, equivalente a 3,54 milhões de ações. Este movimento não representa uma entrada estratégica da Mastercard como sócia. A transação ocorreu após a Mastercard interromper a aceitação de cartões vinculados ao Will Bank, pertencente ao Grupo Master.
Fontes indicam que a participação da Mastercard veio de ações anteriormente ligadas a Nelson Tanure. As gestoras de recursos próximas a ele, WNT e Trustee, detinham juntos mais de 45% das ações da Westwing. Tanure enfrenta investigações ligadas ao Banco Master, incluindo a apreensão de seu celular pela Polícia Federal e bloqueio de bens.
A decisão da Mastercard suspender o Will Bank segue relatos de que transações financeiras do banco não foram liquidadas recentemente. A empresa afirmou acompanhar as operações da instituição para garantir o cumprimento de regras e leis locais. A aquisição das ações decorreu de uma alienação fiduciária, em que a garantia não cumprida levou a Mastercard a ficar temporariamente com os papeis.
A Mastercard anunciou que não pretende manter essa posição acionária, planejando vender as ações conforme normas vigentes. Também deixou claro que não exercerá direitos políticos ligados à participação, como voto em assembleias ou influência estratégica. O futuro da venda pode aumentar a oferta das ações e impactar temporariamente seu preço no mercado.
Investimentos globais em inteligência artificial devem atingir US$ 2,5 trilhões em 2026
Os gastos globais com inteligência artificial estão previstos para alcançar US$ 2,52 trilhões em 2026, representando um crescimento de 44% em relação a 2025. Esse aumento reflete a crescente importância da IA nas estratégias empresariais e o avanço da tecnologia no mercado.
Além dos investimentos financeiros, o sucesso na implantação da IA dependerá da preparação das equipes e dos processos organizacionais. Empresas experientes tendem a priorizar resultados comprovados, incorporando a IA em soluções existentes dos fornecedores.
O relatório destaca ainda que o investimento em infraestrutura, como servidores otimizados para IA, crescerá cerca de 49%, evidenciando a expansão do setor e a busca por maior eficiência e retorno sobre o investimento nas organizações.
Os gastos mundiais com inteligência artificial devem atingir US$ 2,52 trilhões em 2026, um crescimento de 44% em relação a 2025, conforme previsão do Gartner. Apesar do aumento financeiro, o sucesso na implantação de IA dependerá mais da preparação das equipes e processos organizacionais do que apenas dos investimentos.
John-David Lovelock, Vice-Presidente Analista Emérito do Gartner, observa que empresas com maior experiência e autoconhecimento tendem a focar em resultados comprovados, ao invés de apostar apenas no potencial especulativo da tecnologia. Em 2026, a IA seguirá em uma fase de amadurecimento, sendo incorporada principalmente em soluções já oferecidas pelos fornecedores nos seus softwares existentes.
O relatório indica que o investimento em servidores otimizados para IA crescerá 49%, respondendo por 17% do total gasto. A infraestrutura para sustentar a inteligência artificial adicionará US$ 401 bilhões em investimentos no próximo ano.
O Gartner detalha ainda os gastos previstos para diferentes segmentos de IA em bilhões de dólares para 2025, 2026 e 2027, mostrando crescimento considerável especialmente em serviços de IA, software, cibersegurança e plataformas para ciência de dados e machine learning.
O aumento do capital aplicado demonstra o avanço da inteligência artificial como prioridade para muitas organizações, enquanto a busca por retorno sobre investimento (ROI) segue sendo um fator crucial para a expansão significativa dessa tecnologia no ambiente corporativo.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação