Street Fighter 6 e jogos da Steam com até 94% de desconto na Nuuvem
A Nuuvem está oferecendo promoções com descontos que chegam a 94% em jogos de PC na Steam. Entre os títulos em oferta, destacam-se Street Fighter 6, Resident Evil 4, Kingdom Come: Deliverance e My Friend Pedro por preços muito atrativos.
Além dos descontos expressivos, a plataforma permite parcelamento em até 6 vezes sem juros e oferece cashback, facilitando a compra de jogos caros. Também há cupons para descontos extras na finalização da compra.
Essas condições tornam o momento ideal para quem deseja ampliar a biblioteca digital economizando, com acesso a jogos populares e lançamentos com preços reduzidos.
A Nuuvem está com várias promoções atrativas para jogos de PC que são resgatados na Steam. Os descontos atingem até 94%, e títulos populares estão entre as ofertas mais destacadas, incluindo jogos da saga Resident Evil, com preços especiais para preparar o lançamento de RE Requiem. Essa é uma boa oportunidade para quem busca ampliar a biblioteca gastando menos.
Entre os jogos em promoção na plataforma, é possível encontrar Street Fighter 6, Kingdom Come: Deliverance, Resident Evil 4, The Talos Principle e My Friend Pedro, este último por R$ 11,99. Também oferecem descontos expressivos títulos como Middle-earth: Shadow of War Definitive Edition, Monster Hunter Rise+Sunbreak e Devil May Cry 5 + Vergil.
Além dos descontos, a Nuuvem permite parcelar as compras em até 4x sem juros pelo PayPal ou até 6x no cartão de crédito, facilitando a aquisição de jogos que podem custar cerca de R$ 400 a R$ 500 no lançamento. Outro benefício é o cashback oferecido em moedas que podem ser usadas em futuras compras, trazendo mais economia.
Para quem quer economizar ainda mais, existe um cupom Nuuvem que pode ser aplicado na finalização da compra, garantindo descontos exclusivos em jogos para PC, consoles e dispositivos móveis. Essa combinação de descontos, parcelamento e cashback torna o momento adequado para garantir vários títulos na biblioteca digital.
Revisão aponta que paracetamol na gravidez não causa autismo ou TDAH
Uma análise detalhada publicada na revista The Lancet Obstetrics, Gynaecology & Women’s Health concluiu que o uso de paracetamol durante a gravidez não está ligado ao autismo, TDAH ou deficiência intelectual em crianças.
O estudo compilou dados de 43 pesquisas internacionais e comparou irmãos de uma mesma mãe, eliminando influências genéticas e ambientais. Isso demonstrou que fatores externos, como febre na gestação, podem explicar relatos anteriores.
Especialistas ressaltam que o paracetamol continua sendo a recomendação segura para tratar dor e febre na gravidez, adotando sempre a menor dose eficaz e pelo menor tempo possível, sem gerar preocupações desnecessárias às gestantes.
Uma análise abrangente publicada na revista The Lancet Obstetrics, Gynaecology & Women’s Health concluiu que o uso de paracetamol durante a gravidez não está associado a um aumento no risco de autismo, transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) ou deficiência intelectual em crianças.
O estudo reuniu dados de 43 pesquisas internacionais e se destacou ao comparar irmãos nascidos da mesma mãe, em gestações diferentes. Essa abordagem ajuda a excluir influências genéticas e ambientais, mostrando que as diferenças iniciais observadas em alguns trabalhos refletem fatores externos ao uso do medicamento, como a presença de febre ou dor durante a gestação.
Relatos anteriores que levantavam suspeitas sobre o paracetamol foram questionados por especialistas, já que a medicação é a opção recomendada para tratar dor e febre na gravidez. A análise ressaltou que não tratar esses sintomas pode causar mais riscos à mãe e ao bebê.
Os dados incluíram centenas de milhares de crianças e revelaram que não há associação direta entre o uso do paracetamol e os distúrbios investigados. Contudo, a pesquisa não conseguiu detalhar o impacto da dose, do momento específico da gestação ou da frequência do uso.
O estudo reforça a orientação médica para que a medicação seja empregada com cautela, usando a menor dose eficaz pelo menor tempo possível, sem que isso gere preocupação desnecessária entre gestantes quanto ao paracetamol na gravidez.
Ações da Netflix caem 4% após projeção abaixo do esperado no after hours
As ações da Netflix caíram 4,4% no after hours em Nova York após a empresa divulgar uma projeção financeira para o trimestre atual abaixo das expectativas dos analistas. Mesmo com resultados sólidos no quarto trimestre de 2025, a notícia gerou reação negativa no mercado.
No último trimestre de 2025, a Netflix apresentou lucro líquido de US$ 2,42 bilhões e receita de US$ 12,05 bilhões, superando as previsões. No entanto, a projeção para o próximo trimestre ficou aquém do esperado, com lucro previsto de US$ 0,76 por ação e receita de US$ 12,16 bilhões.
Recentemente, a empresa anunciou a aquisição da divisão de estúdios e streaming da Warner Bros Discovery por US$ 72 bilhões, ampliando seu catálogo e fortalecendo sua posição frente a concorrentes no mercado de entretenimento.
As ações da Netflix registraram queda de 4,4% no after hours em Nova York nesta terça-feira (20), com as cotações caindo para US$ 83,38. A reação negativa veio após a empresa divulgar uma perspectiva financeira para o trimestre atual abaixo das expectativas dos analistas, mesmo após apresentar resultados sólidos no quarto trimestre de 2025.
No último período de 2025, a companhia teve lucro líquido de US$ 2,42 bilhões, acima dos US$ 1,87 bilhão do ano anterior. O lucro ajustado por ação foi de US$ 0,56, superando a previsão média de US$ 0,55. A receita somou US$ 12,05 bilhões, crescendo 17,6% frente ao quarto trimestre de 2024, e também superando os US$ 11,97 bilhões esperados pelo mercado.
Para o trimestre atual, a Netflix projetou lucro de US$ 0,76 por ação e receita de US$ 12,16 bilhões. Essas estimativas ficaram aquém das expectativas, que eram de lucro de US$ 0,81 por ação e faturamento de US$ 12,19 bilhões, segundo a análise da FactSet.
Vale lembrar que, recentemente, a empresa concordou em adquirir os estúdios de TV, cinema e a divisão streaming da Warner Bros Discovery por US$ 72 bilhões. Esse movimento expande consideravelmente seu catálogo e reforça sua posição no mercado frente a concorrentes como Walt Disney e Paramount, que também investem em conteúdo exclusivo e diversificado.
O Ibovespa encerrou esta terça-feira (20) em alta de 0,82%, atingindo 166.198 pontos e renovando seu recorde intradia no meio da tarde. O desempenho positivo foi puxado pelas ações da Vale e do Itaú, que impediram que o índice acompanhasse o ritmo negativo dos mercados internacionais, impactados pelas recentes tensões geopolíticas.
Nos Estados Unidos, o clima continua tenso após o presidente Donald Trump intensificar suas pressões para que os EUA comprem a Groenlândia, território dinamarquês, e ameaçar a Europa com novas tarifas. Essa movimentação gerou receios no mercado global, afetando principalmente Wall Street, cujo índice S&P 500 fechou em queda de 2,06%.
No Brasil, apesar da alta do dólar que chegou a R$ 5,40 no início do dia, o câmbio se estabilizou depois. O dólar à vista terminou o dia em R$ 5,3802, uma valorização de 0,29%, influenciada também pelo fluxo de entrada de capital estrangeiro na bolsa. Até sexta-feira, o saldo positivo na B3 já era de R$ 7,3 bilhões.
O cenário local ainda ganhou atenção com a autorização do ministro Alexandre de Moraes, do STF, para que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, visite o ex-presidente Jair Bolsonaro, preso em Brasília. Esse movimento indica que Bolsonaro tenta manter certa relevância política sem mudanças drásticas imediatas.
Com a bolsa brasileira enfrentando um momento menos volátil em meio à instabilidade externa, analistas enxergam uma oportunidade devido à valorização das ações e ao ambiente relativamente tranquilo em comparação ao panorama global.
OpenAI cria sistema de verificação de idade para usuários do ChatGPT
A OpenAI lançou um sistema global para verificar a idade dos usuários do ChatGPT, identificando possíveis menores de 18 anos. O objetivo é aplicar restrições que protejam os jovens do acesso a conteúdos sensíveis.
Esta medida será ativada em breve na União Europeia e prepara o caminho para o lançamento de um modo adulto em 2026. Usuários poderão confirmar idade enviando selfie por meio do serviço Persona para garantir sua identidade.
A novidade reflete os esforços da OpenAI para equilibrar segurança e liberdade no uso da IA, acompanhando o crescimento do ChatGPT com controles claros para públicos diferentes.
A OpenAI implementará um sistema global de verificação de idade no ChatGPT para identificar contas que provavelmente pertencem a menores de 18 anos. Essa medida visa aplicar proteções extras para limitar o acesso de usuários jovens a conteúdo sensível, preparando o chatbot para liberar material adulto futuramente. Caso haja erro na classificação etária, o usuário poderá solicitar a revisão enviando uma selfie via o serviço Persona, que confirma a identidade.
Na União Europeia, essa função será ativada nas próximas semanas, ampliando a segurança entre os usuários. Em dezembro, a diretora executiva da OpenAI, Fidji Simo, anunciou que o “modo adulto” deve ser lançado no primeiro trimestre de 2026. Essa funcionalidade permitirá o acesso a conteúdos adultos somente para quem comprovar a idade adequada, conforme destacou o CEO Sam Altman.
Com cerca de 800 milhões de usuários ativos semanalmente, o ChatGPT segue expandindo sua base e apresenta anúncios para parte do público dos Estados Unidos, como parte das iniciativas para aumentar receita. A OpenAI, que tem na Microsoft uma importante investidora, registrou receita anual de mais de US$ 20 bilhões em 2025, um salto significativo em relação aos US$ 6 bilhões de 2024, refletindo a ampliação da capacidade de processamento e demanda crescente pelo serviço.
As novidades na verificação de idade demonstram o esforço da OpenAI em equilibrar segurança e liberdade, com controles claros para o público jovem e possibilidade de conteúdo adulto monitorado. Para quem acompanha o crescimento do ChatGPT, essas mudanças indicam novas fases no uso da inteligência artificial no cotidiano.
Mastercard adquire 32% da Westwing e amplia atuação no varejo digital
A Mastercard Brasil comprou 31,87% das ações da Westwing, varejista online de móveis e decoração. A operação não afeta o controle da Westwing, que está na bolsa desde 2021.
O movimento mostra interesse da Mastercard em ir além do setor de cartões, investindo no varejo digital. Apesar da queda na receita da Westwing, a empresa conseguiu reduzir seu prejuízo neste ano.
A parceria entre Mastercard e Westwing reflete tendência de integração entre fintechs e varejo online. Isso pode gerar novas oportunidades e melhorias na experiência do consumidor final.
A Mastercard Brasil adquiriu 31,87% das ações da Westwing, varejista online de móveis e decoração, em uma operação via alienação fiduciária que não alterará o controle da empresa. A compra corresponde a 3.540.768 ações da companhia, que entrou na Bolsa em 2021 durante um período de diversas ofertas públicas.
O movimento marca o interesse da Mastercard em expandir sua atuação para além do setor de cartões de crédito, investindo em um segmento complementar, o varejo digital. A Westwing, contudo, enfrenta desafios recentes, com queda de 14,9% na receita líquida no acumulado de janeiro a setembro de 2025, atingindo R$ 105,02 milhões.
Apesar da receita em retração, a empresa conseguiu reduzir seu prejuízo líquido em 57% no mesmo período, elevando o resultado negativo para R$ 9,51 milhões. Esses dados mostram um cenário de ajustes nas operações da Westwing, que aposta em um reposicionamento no mercado para recuperar crescimento.
A operação da Mastercard com a Westwing reflete uma tendência de integração entre fintechs e varejo online, buscando novas oportunidades de negócios e sinergias comerciais. A parceria pode abrir espaço para inovações e expansão dos serviços oferecidos ao consumidor final, potencialmente ampliando a experiência de compra digital.
Seguiremos acompanhando a evolução desse investimento e o impacto para ambos os setores.
FGC alerta sobre golpe que usa promessa falsa de devolução do banco Master
Circulam mensagens falsas e um app fraudulento que prometem a devolução de valores investidos no banco Master, mas o FGC alerta que se trata de um golpe.
O Fundo Garantidor de Crédito garante até R$ 250 mil por investidor em casos de falência, mas não envia mensagens ou cobra taxas. O app falso “Ressarcimento” tenta roubar dados dos usuários.
O processo oficial de ressarcimento já está em andamento para 337 mil credores. Para evitar fraudes, use apenas os canais oficiais do FGC para informações e acompanhamento.
Circulam nas redes sociais mensagens falsas atribuídas ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC), prometendo a devolução de valores investidos no banco Master. Além disso, um aplicativo enganoso que simula acompanhamento do ressarcimento em tempo real tem sido compartilhado. Essas iniciativas configuram um golpe.
O FGC é um fundo mantido por bancos conveniados que assegura valores investidos, garantindo até R$ 250 mil por pessoa física ou empresa, caso a instituição enfrente problemas financeiros, como foi o caso do banco Master. Porém, golpistas desenvolveram um app falso chamado “Ressarcimento”, disponível na Google Play, que imita visualmente o FGC para captar dados dos usuários.
Mensagens de texto também chegam com ofertas de contato direto para “liberação” dos valores, mas o FGC alerta que não contata investidores por SMS, WhatsApp ou mídias sociais, nem cobra taxas para os pagamentos. Ao instalar o app falso, o usuário pode ter seu celular infectado com um trojan bancário, que coleta informações e permite controle remoto do aparelho.
O processo oficial de pagamento já foi iniciado pelo FGC para 337 mil credores do banco Master, totalizando R$ 40,6 bilhões a serem ressarcidos. Todas as informações sobre o pagamento e atualizações estão disponíveis somente pelos canais oficiais: site, aplicativo e redes sociais do FGC.
Para evitar fraudes, o ideal é não clicar em links suspeitos nem fornecer dados pessoais a contatos não autorizados. O acompanhamento deve ser feito sempre por meio dos canais oficiais, garantindo segurança e evitando perdas financeiras.
Parlamento Europeu suspende acordo comercial com EUA após tensão envolvendo Groenlândia
O Parlamento Europeu decidiu suspender a aprovação do acordo comercial com os Estados Unidos, previsto para os dias 26 e 27 de janeiro. A medida foi tomada devido às crescentes tensões políticas após ameaças relacionadas à Groenlândia.
O acordo previa a eliminação de tarifas sobre produtos americanos e tinha apoio de vários partidos europeus. No entanto, a controvérsia envolvendo a Groenlândia gerou consenso para congelar essa aprovação, sinalizando insatisfação com as ações da Casa Branca.
Essa suspensão destaca o impacto de conflitos geopolíticos nas relações econômicas entre Europa e Estados Unidos, alertando empresas americanas sobre possíveis restrições ao mercado europeu.
O Parlamento Europeu vai suspender a aprovação do acordo comercial entre a União Europeia e os Estados Unidos, refletindo o aumento das tensões causadas por ameaças envolvendo a Groenlândia. A decisão, prevista para ser anunciada ainda nesta quarta-feira, 21, interrompe a votação originalmente marcada para os dias 26 e 27 de janeiro.
O acordo comercial previa a eliminação de tarifas da União Europeia sobre produtos americanos e contava com apoio expressivo dos partidos europeus. Contudo, a controvérsia gerada pela situação da Groenlândia criou um consenso para congelar essa aprovação, de acordo com declarações da presidente do partido Social-Democrata, Iratxe García Pérez.
Valerie Hayer, líder do grupo centrista Renovação, afirmou que a suspensão enviará uma mensagem forte à Casa Branca e deixará as empresas dos EUA atentas para não perder o acesso ao mercado europeu. Manfred Weber, líder do Partido Popular Europeu, também sinalizou concordância com a pausa, citando as ameaças de Donald Trump sobre a Groenlândia como motivo para que o acordo não avance por enquanto.
Esse congelamento do acordo destaca o impacto das tensões políticas recentes na relação comercial entre a Europa e os Estados Unidos, indicando que temas geopolíticos podem interferir diretamente nos acordos econômicos.
Governo brasileiro recomenda suspensão de contas que usaram IA para criar fotos que despem mulheres
Agências brasileiras, incluindo ANPD e MPF, recomendam que o X (antigo Twitter) suspenda contas que utilizam a inteligência artificial Grok para gerar deepfakes que despem mulheres em fotos sem autorização.
Denúncias apontam que a ferramenta tem sido usada para criar imagens íntimas e sexualizadas, incluindo de menores. O governo exige que a plataforma implemente medidas para identificar e remover essas imagens e crie um canal de denúncias.
O uso dessas tecnologias levanta sérios riscos à privacidade e à proteção de dados, com outros países já tomando medidas semelhantes, como bloqueios e investigações sobre o tema.
Agências brasileiras recomendam que o X, antes conhecido como Twitter, suspenda contas que utilizem o Grok, inteligência artificial da xAI controlada por Elon Musk, para criar deepfakes que despem mulheres em fotos sem consentimento. A ANPD, MPF e Senacon pedem que a plataforma implemente procedimentos técnicos para identificar, remover e prevenir a circulação dessas imagens sexualizadas.
As reclamações surgiram após denúncias da sociedade civil e da deputada Erika Hilton apontarem o uso do Grok para gerar imagens íntimas e sexualizadas, incluindo menores de idade. A xAI anunciou ações para evitar edição de fotos com “roupas reveladoras”, mas as autoridades alertam que, caso as medidas sejam insuficientes, outras sanções poderão ser aplicadas, como multas e suspensão da plataforma.
Entre 5 e 6 de janeiro, o Grok chegou a produzir cerca de 6.700 imagens por hora consideradas sexualmente sugestivas. Comparativamente, outros cinco serviços de IA geraram média de 79 imagens de nudez por hora num período de 24 horas.
O governo brasileiro solicita que, em 30 dias, o X crie um canal de denúncias e publique um relatório de impacto dessas práticas. Países como Indonésia e Malásia já bloquearam a plataforma devido ao problema, e o Reino Unido iniciou uma investigação sobre deepfakes sexualizados criados por chatbots.
A divulgação de imagens de pessoas em roupa de banho, mesmo que não nudistas completas, é juridicamente considerada violação de intimidade. Especialistas ressaltam que o uso do Grok para intenção sexualizada agrava a violação, configurando um problema para a proteção de dados e direitos individuais.
Ibovespa fecha em alta com dois recordes históricos; dólar sobe a R$ 5,38
O Ibovespa encerrou o dia em alta, alcançando dois recordes históricos: o valor nominal de 166.276,80 pontos e a maior pontuação intradia, com 166.467,56 pontos. O desempenho foi impulsionado pela entrada de capital estrangeiro e a rotação global de dólares, em meio a tensões geopolíticas nos Estados Unidos.
No cenário interno, o foco esteve nas investigações do caso Master e nos depoimentos agendados pela Polícia Federal. As ações da Vale, Petrobras e bancos tiveram destaque, influenciando positivamente o índice, mesmo com a queda dos preços do minério de ferro na China.
Enquanto o Ibovespa avançava, os principais índices de Wall Street e de mercados europeus e asiáticos apresentaram queda, reflexo do clima de tensão internacional envolvendo os Estados Unidos e a tentativa de aquisição da Groenlândia.
O Ibovespa fechou em alta nesta terça-feira (20), alcançando o recorde histórico nominal de 166.276,80 pontos, com alta de 0,87%. Durante o pregão, o índice também marcou a maior pontuação intradia, atingindo 166.467,56 pontos. Esse desempenho foi impulsionado pela rotação global de dólares e pela entrada de capital estrangeiro, em um cenário de tensões geopolíticas nos Estados Unidos que afetaram mercados internacionais.
No mercado doméstico, as atenções estiveram voltadas para avanços na investigação do caso Master, com depoimentos agendados pela Polícia Federal envolvendo ex-diretores do banco liquidado, além do pedido do senador Eduardo Girão para que a Procuradoria-Geral da República apure supostas irregularidades no tratamento do caso no Supremo Tribunal Federal.
Os papéis da mineradora Vale subiram quase 2%, beneficiados pelo fluxo de recursos estrangeiros, mesmo com a queda de 1% no preço do minério de ferro negociado na China. A Petrobras também contribuiu para o índice, acompanhando o aumento de 1,53% no preço do petróleo Brent, que fechou a US$ 64,92 o barril.
Setores bancários também avançaram, acompanhando o pagamento de credores do Fundo Garantidor de Crédito relacionado ao banco liquidado. Vale, Petrobras e bancos juntos formam cerca de 50% da carteira teórica do Ibovespa.
Enquanto isso, em Wall Street, os índices Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq registraram perdas superiores a 1,7%, impactados pelas tensões geopolíticas dos Estados Unidos envolvendo a tentativa de aquisição da Groenlândia. Na Europa e Ásia, os principais índices fecharam em queda, refletindo o mesmo cenário internacional.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação