FGC alerta sobre golpe que usa promessa falsa de devolução do banco Master
Circulam mensagens falsas e um app fraudulento que prometem a devolução de valores investidos no banco Master, mas o FGC alerta que se trata de um golpe.
O Fundo Garantidor de Crédito garante até R$ 250 mil por investidor em casos de falência, mas não envia mensagens ou cobra taxas. O app falso “Ressarcimento” tenta roubar dados dos usuários.
O processo oficial de ressarcimento já está em andamento para 337 mil credores. Para evitar fraudes, use apenas os canais oficiais do FGC para informações e acompanhamento.
Circulam nas redes sociais mensagens falsas atribuídas ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC), prometendo a devolução de valores investidos no banco Master. Além disso, um aplicativo enganoso que simula acompanhamento do ressarcimento em tempo real tem sido compartilhado. Essas iniciativas configuram um golpe.
O FGC é um fundo mantido por bancos conveniados que assegura valores investidos, garantindo até R$ 250 mil por pessoa física ou empresa, caso a instituição enfrente problemas financeiros, como foi o caso do banco Master. Porém, golpistas desenvolveram um app falso chamado “Ressarcimento”, disponível na Google Play, que imita visualmente o FGC para captar dados dos usuários.
Mensagens de texto também chegam com ofertas de contato direto para “liberação” dos valores, mas o FGC alerta que não contata investidores por SMS, WhatsApp ou mídias sociais, nem cobra taxas para os pagamentos. Ao instalar o app falso, o usuário pode ter seu celular infectado com um trojan bancário, que coleta informações e permite controle remoto do aparelho.
O processo oficial de pagamento já foi iniciado pelo FGC para 337 mil credores do banco Master, totalizando R$ 40,6 bilhões a serem ressarcidos. Todas as informações sobre o pagamento e atualizações estão disponíveis somente pelos canais oficiais: site, aplicativo e redes sociais do FGC.
Para evitar fraudes, o ideal é não clicar em links suspeitos nem fornecer dados pessoais a contatos não autorizados. O acompanhamento deve ser feito sempre por meio dos canais oficiais, garantindo segurança e evitando perdas financeiras.
Parlamento Europeu suspende acordo comercial com EUA após tensão envolvendo Groenlândia
O Parlamento Europeu decidiu suspender a aprovação do acordo comercial com os Estados Unidos, previsto para os dias 26 e 27 de janeiro. A medida foi tomada devido às crescentes tensões políticas após ameaças relacionadas à Groenlândia.
O acordo previa a eliminação de tarifas sobre produtos americanos e tinha apoio de vários partidos europeus. No entanto, a controvérsia envolvendo a Groenlândia gerou consenso para congelar essa aprovação, sinalizando insatisfação com as ações da Casa Branca.
Essa suspensão destaca o impacto de conflitos geopolíticos nas relações econômicas entre Europa e Estados Unidos, alertando empresas americanas sobre possíveis restrições ao mercado europeu.
O Parlamento Europeu vai suspender a aprovação do acordo comercial entre a União Europeia e os Estados Unidos, refletindo o aumento das tensões causadas por ameaças envolvendo a Groenlândia. A decisão, prevista para ser anunciada ainda nesta quarta-feira, 21, interrompe a votação originalmente marcada para os dias 26 e 27 de janeiro.
O acordo comercial previa a eliminação de tarifas da União Europeia sobre produtos americanos e contava com apoio expressivo dos partidos europeus. Contudo, a controvérsia gerada pela situação da Groenlândia criou um consenso para congelar essa aprovação, de acordo com declarações da presidente do partido Social-Democrata, Iratxe García Pérez.
Valerie Hayer, líder do grupo centrista Renovação, afirmou que a suspensão enviará uma mensagem forte à Casa Branca e deixará as empresas dos EUA atentas para não perder o acesso ao mercado europeu. Manfred Weber, líder do Partido Popular Europeu, também sinalizou concordância com a pausa, citando as ameaças de Donald Trump sobre a Groenlândia como motivo para que o acordo não avance por enquanto.
Esse congelamento do acordo destaca o impacto das tensões políticas recentes na relação comercial entre a Europa e os Estados Unidos, indicando que temas geopolíticos podem interferir diretamente nos acordos econômicos.
Governo brasileiro recomenda suspensão de contas que usaram IA para criar fotos que despem mulheres
Agências brasileiras, incluindo ANPD e MPF, recomendam que o X (antigo Twitter) suspenda contas que utilizam a inteligência artificial Grok para gerar deepfakes que despem mulheres em fotos sem autorização.
Denúncias apontam que a ferramenta tem sido usada para criar imagens íntimas e sexualizadas, incluindo de menores. O governo exige que a plataforma implemente medidas para identificar e remover essas imagens e crie um canal de denúncias.
O uso dessas tecnologias levanta sérios riscos à privacidade e à proteção de dados, com outros países já tomando medidas semelhantes, como bloqueios e investigações sobre o tema.
Agências brasileiras recomendam que o X, antes conhecido como Twitter, suspenda contas que utilizem o Grok, inteligência artificial da xAI controlada por Elon Musk, para criar deepfakes que despem mulheres em fotos sem consentimento. A ANPD, MPF e Senacon pedem que a plataforma implemente procedimentos técnicos para identificar, remover e prevenir a circulação dessas imagens sexualizadas.
As reclamações surgiram após denúncias da sociedade civil e da deputada Erika Hilton apontarem o uso do Grok para gerar imagens íntimas e sexualizadas, incluindo menores de idade. A xAI anunciou ações para evitar edição de fotos com “roupas reveladoras”, mas as autoridades alertam que, caso as medidas sejam insuficientes, outras sanções poderão ser aplicadas, como multas e suspensão da plataforma.
Entre 5 e 6 de janeiro, o Grok chegou a produzir cerca de 6.700 imagens por hora consideradas sexualmente sugestivas. Comparativamente, outros cinco serviços de IA geraram média de 79 imagens de nudez por hora num período de 24 horas.
O governo brasileiro solicita que, em 30 dias, o X crie um canal de denúncias e publique um relatório de impacto dessas práticas. Países como Indonésia e Malásia já bloquearam a plataforma devido ao problema, e o Reino Unido iniciou uma investigação sobre deepfakes sexualizados criados por chatbots.
A divulgação de imagens de pessoas em roupa de banho, mesmo que não nudistas completas, é juridicamente considerada violação de intimidade. Especialistas ressaltam que o uso do Grok para intenção sexualizada agrava a violação, configurando um problema para a proteção de dados e direitos individuais.
Ibovespa fecha em alta com dois recordes históricos; dólar sobe a R$ 5,38
O Ibovespa encerrou o dia em alta, alcançando dois recordes históricos: o valor nominal de 166.276,80 pontos e a maior pontuação intradia, com 166.467,56 pontos. O desempenho foi impulsionado pela entrada de capital estrangeiro e a rotação global de dólares, em meio a tensões geopolíticas nos Estados Unidos.
No cenário interno, o foco esteve nas investigações do caso Master e nos depoimentos agendados pela Polícia Federal. As ações da Vale, Petrobras e bancos tiveram destaque, influenciando positivamente o índice, mesmo com a queda dos preços do minério de ferro na China.
Enquanto o Ibovespa avançava, os principais índices de Wall Street e de mercados europeus e asiáticos apresentaram queda, reflexo do clima de tensão internacional envolvendo os Estados Unidos e a tentativa de aquisição da Groenlândia.
O Ibovespa fechou em alta nesta terça-feira (20), alcançando o recorde histórico nominal de 166.276,80 pontos, com alta de 0,87%. Durante o pregão, o índice também marcou a maior pontuação intradia, atingindo 166.467,56 pontos. Esse desempenho foi impulsionado pela rotação global de dólares e pela entrada de capital estrangeiro, em um cenário de tensões geopolíticas nos Estados Unidos que afetaram mercados internacionais.
No mercado doméstico, as atenções estiveram voltadas para avanços na investigação do caso Master, com depoimentos agendados pela Polícia Federal envolvendo ex-diretores do banco liquidado, além do pedido do senador Eduardo Girão para que a Procuradoria-Geral da República apure supostas irregularidades no tratamento do caso no Supremo Tribunal Federal.
Os papéis da mineradora Vale subiram quase 2%, beneficiados pelo fluxo de recursos estrangeiros, mesmo com a queda de 1% no preço do minério de ferro negociado na China. A Petrobras também contribuiu para o índice, acompanhando o aumento de 1,53% no preço do petróleo Brent, que fechou a US$ 64,92 o barril.
Setores bancários também avançaram, acompanhando o pagamento de credores do Fundo Garantidor de Crédito relacionado ao banco liquidado. Vale, Petrobras e bancos juntos formam cerca de 50% da carteira teórica do Ibovespa.
Enquanto isso, em Wall Street, os índices Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq registraram perdas superiores a 1,7%, impactados pelas tensões geopolíticas dos Estados Unidos envolvendo a tentativa de aquisição da Groenlândia. Na Europa e Ásia, os principais índices fecharam em queda, refletindo o mesmo cenário internacional.
Wall Street fecha em queda com novas tarifas dos EUA e S&P 500 tem pior resultado em três meses
O mercado de ações em Wall Street registrou fortes perdas nesta terça-feira (20), após o feriado de Martin Luther King Jr. Índices como Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq tiveram quedas relevantes, impulsionadas por tensões geopolíticas e incertezas econômicas.
A principal causa foi a decisão de Donald Trump de impor tarifas adicionais sobre produtos importados de vários países europeus, incluindo uma ameaça de taxas ainda maiores se não houver acordo na disputa pela Groenlândia. Essa movimentação elevou a cautela entre investidores e aumentou o índice de volatilidade VIX.
Além do impacto nas tarifas, o mercado acompanha a escolha do novo presidente do Federal Reserve, com anúncio esperado para a próxima semana, o que também influencia as decisões dos investidores no curto prazo.
O pregão desta terça-feira (20) em Wall Street registrou perdas expressivas após o feriado de Martin Luther King Jr. O Dow Jones recuou 1,76%, fechando em 48.488,59 pontos, enquanto o S&P 500 caiu 2,06%, marcando sua maior queda diária desde outubro. O Nasdaq também teve queda significativa de 2,39%, encerrando aos 22.954,32 pontos.
O indicador de aversão ao risco VIX ultrapassou 10 pontos, nível mais alto desde novembro, refletindo o aumento da cautela dos investidores. A principal razão para o movimento foi a escalada nas tensões geopolíticas envolvendo a disputa pela Groenlândia. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a implementação de tarifas adicionais sobre produtos importados da Dinamarca, Noruega, Suécia, França, Alemanha, Holanda, Finlândia e Reino Unido.
Essas taxas, inicialmente de 10% a partir de 1º de fevereiro, poderão subir para 25% em junho, permanecendo até que haja um acordo para a compra da Groenlândia pelos EUA. Além disso, Trump ameaçou tarifas de 200% sobre vinhos e champanhes franceses, no intuito de persuadir o presidente Emmanuel Macron a participar de seu “Conselho de Paz”, que pretende substituir a Organização das Nações Unidas.
No campo econômico, a escolha de um novo presidente para o Federal Reserve segue em destaque. O secretário do Tesouro, Scott Bessent, indicou que Trump pode tomar uma decisão na próxima semana. O atual chefe da instituição, Jerome Powell, encerra seu mandato em maio.
Trump está ainda previsto para discursar amanhã (21) no Fórum Econômico Mundial em Davos, evento que acompanha de perto o mercado global.
Telefones públicos serão desativados por Vivo, Claro e Algar ainda em 2024
O fim dos telefones públicos, conhecidos como orelhões, começa em 2024 com Vivo, Claro e Algar desligando seus aparelhos ainda este ano. Essa decisão faz parte de uma transição gradual definida pela Anatel, que visa modernizar a comunicação no Brasil.
O cronograma prevê que os orelhões desaparecerão completamente até 2028, permitindo maior investimento em infraestrutura, como redes 4G e fibra óptica. No momento, cerca de 9 mil aparelhos permanecerão ativos em regiões sem cobertura de telefonia móvel.
Enquanto isso, a Oi mantém a maior parte dos dispositivos ativos, e outras operadoras também seguem com planos de desligamento escalonado. O público pode solicitar o desligamento diretamente às empresas ou via Anatel.
O desaparecimento dos telefones públicos, conhecidos como orelhões, já tem data definida para o Brasil: 31 de dezembro de 2028. Desde o lançamento em 1972, esses aparelhos foram essenciais para a comunicação pública, chegando a mais de 1,5 milhão de unidades. As concessionárias mantinham as unidades como parte das obrigações contratuais, mas o cenário começou a mudar com o fim dos contratos em 2025.
A transição para autorizações de serviço deve promover a eliminação gradual dos orelhões, conforme o plano de universalização do acesso à telefonia da Anatel. A iniciativa visa também incentivar investimentos em infraestrutura, como redes de banda larga e expansão do 4G. Atualmente, cerca de 9 mil aparelhos permanecerão em operação em áreas sem cobertura 4G para garantir acesso mínimo à comunicação.
A Oi concentra a maior parte dos telefones públicos ativos, com 6.707 aparelhos, mantendo a operação mesmo diante das mudanças. Vivo, Claro/Telefônica e Algar planejam desligar seus orelhões ainda este ano, reduzindo o total em aproximadamente 2 mil unidades. A Sercomtel, no Paraná, controla cerca de 500 aparelhos, que só serão desligados após adaptações.
Além da desativação gradual dos telefones públicos, as operadoras assumiram o compromisso de ampliar investimentos em fibra óptica, conectividade 4G, construção de data centers e redes em escolas públicas. O público pode solicitar o desligamento de aparelhos sem obrigação de manutenção diretamente às empresas ou à Anatel, por meio do telefone 1331 ou do portal da agência.
OpenAI lança sistema para identificar idade no ChatGPT e limitar acesso a conteúdos adultos
A OpenAI está implementando um sistema global de detecção de idade no ChatGPT para identificar usuários menores de 18 anos. Essa medida visa restringir o acesso a conteúdos sensíveis enquanto prepara o lançamento de material adulto.
Se o sistema classificar um usuário incorretamente, ele pode enviar uma selfie para verificação e recuperar o acesso completo. Na Europa, essa funcionalidade será ativada nas próximas semanas.
A expectativa é que o modo adulto esteja disponível no primeiro trimestre de 2026 para usuários que confirmarem a idade. O ChatGPT conta com cerca de 800 milhões de usuários ativos semanalmente e segue ampliando suas funcionalidades.
A OpenAI está implementando um sistema global de detecção de idade no ChatGPT para identificar contas que possam ser de menores de 18 anos. A medida vem no momento em que a empresa prepara o lançamento do conteúdo adulto no chatbot. Quando o sistema estima que a conta é de um usuário menor, o ChatGPT aplica restrições para limitar o acesso a conteúdos sensíveis.
Usuários que forem classificados incorretamente como menores poderão recuperar o acesso completo enviando uma selfie via Persona, um serviço de verificação de identidade. No continente europeu, essa funcionalidade será ativada nas próximas semanas.
A expectativa é que o “modo adulto” esteja disponível no ChatGPT no primeiro trimestre de 2026, conforme anunciou a diretora-executiva de aplicativos da OpenAI, Fidji Simo. O recurso permitirá o acesso a conteúdos adultos para usuários que confirmarem sua idade.
O chatbot atualmente conta com cerca de 800 milhões de usuários ativos por semana. Recentemente, a OpenAI iniciou a exibição de anúncios para alguns usuários nos Estados Unidos, ampliando sua estratégia de monetização. A receita anualizada da empresa superou US$ 20 bilhões em 2025, um crescimento considerável em relação aos US$ 6 bilhões de 2024, devido à expansão da capacidade de computação.
Microsoft lança Windows 11 versão 26H1 para PCs com chip Snapdragon X2
A Microsoft planeja lançar no primeiro semestre de 2026 o Windows 11 versão 26H1, focado especialmente em PCs equipados com processadores Snapdragon X2 da Qualcomm. Essa atualização utilizando a plataforma “Bromine” será destinada apenas aos dispositivos que contarem com esse hardware.
Essa versão traz melhorias específicas para a arquitetura ARM, incluindo otimizações de desempenho, eficiência energética e suporte a recursos de inteligência artificial integrados aos chips Snapdragon. A atualização também contempla aparelhos com a plataforma N1X, fruto da parceria entre Nvidia e MediaTek.
Os testes do Windows 11 26H1 começaram em novembro de 2025 com usuários do programa Windows Insiders. A atualização deve ser liberada entre o final do primeiro e o início do segundo trimestre de 2026, acompanhando o lançamento dos novos notebooks com Snapdragon X2 de fabricantes como Asus e HP.
A Microsoft vai lançar no primeiro semestre de 2026 o Windows 11 versão 26H1, focado em computadores com processadores Snapdragon X2 da Qualcomm. Essa atualização, desenvolvida na plataforma “Bromine”, não será oferecida a todos, mas apenas a dispositivos com esse hardware específico.
A atualização traz melhorias direcionadas ao conjunto ARM, contemplando também aparelhos com plataforma N1X, criada pela parceria entre Nvidia e MediaTek. O sistema entrega otimizações para o desempenho, eficiência energética e suporte a recursos de inteligência artificial integrados aos novos chips Snapdragon.
Testes com o Windows 11 26H1 começaram em novembro de 2025 com participantes do programa Windows Insiders. Embora compartilhe os mesmos recursos da versão 25H2, destinada ao público geral, essa edição traz ajustes técnicos importantes para acomodar as demandas da arquitetura ARM.
A expectativa é que a atualização comece a ser liberada entre o final do primeiro trimestre e o início do segundo, acompanhando a chegada de novos notebooks com chips Snapdragon X2, como modelos anunciados pela Asus e HP. Quem usa a versão 25H2 não receberá essa atualização, precisando adquirir um dispositivo compatível para acessar os benefícios dessa versão.
Essa medida demonstra um movimento da Microsoft para desenvolver versões especializadas do Windows, alinhadas com o avanço dos processadores ARM em notebooks e PCs. O foco está mais no suporte técnico e na eficiência do sistema, ao invés de atualizações universais para todos os usuários.
Se você está de olho em novidades do sistema Windows, vale ficar atento às informações oficiais e chegada dos primeiros dispositivos com Snapdragon X2.
A Ryanair chamou atenção ao anunciar nas redes sociais uma ação dirigida ao bilionário Elon Musk e outros usuários da plataforma X. A companhia aérea de baixo custo publicou que vai oferecer “assentos de idiota”, quantizados em 100 mil unidades a €16,99 (aproximadamente R$107,14), afirmando que são especialmente para Musk e demais personalidades da rede. A mensagem trazia um tom provocativo e bem-humorado.
Michael O’Leary, CEO da Ryanair, afirmou que Musk “sabe menos das regras para propriedade de companhias aéreas do que sobre aerodinâmica”. A resposta do empresário não demorou: Musk retrucou no X, chamando O’Leary de “um chimpanzé insuportável com necessidades especiais” que não entende de aviação, destacando que ele é contador.
O clima de provocação ocorre poucos dias depois de Musk solicitar opiniões no X sobre a possível compra da Ryanair. Ele chegou a brincar sobre colocar alguém chamado Ryan para comandar a empresa. A companhia já tinha ironizado as dificuldades técnicas do X ao sugerir, em um comentário, que Musk precisaria de uma melhor conexão Wi-Fi para lidar com os problemas da plataforma.
Além da publicação de promoção fictícia, o episódio evidencia o embate direto entre o bilionário, conhecido por suas movimentações nas redes sociais e no mercado, e a empresa aérea de baixo custo, mantendo uma troca de provocações públicas.
Via g1 Tecnologia
20/01/2026 às 16:53 - Tecnologia e Inovação
Auroras boreais iluminam o céu do hemisfério norte após forte tempestade solar
Uma forte tempestade solar recente causou o fenômeno das auroras boreais no hemisfério norte. O espetáculo iluminou os céus da América do Norte e do norte da Europa com cores como vermelho, verde e laranja.
Esse fenômeno ocorre quando partículas do Sol interagem com a atmosfera terrestre e são guiadas pelo campo magnético até os polos. As auroras boreais são observadas há milhares de anos e fazem parte de diversas culturas e registros históricos.
Além do aspecto científico, o fenômeno também inspira arte e cultura, como na pintura “Aurora Boreal” e em músicas. Essa conexão entre ciência e arte segue mostrando a importância das auroras para diferentes áreas do conhecimento.
Uma forte tempestade solar recente proporcionou um espetáculo natural que encantou o hemisfério norte. Ao longo da noite, auroras boreais coloriram os céus da América do Norte e do norte da Europa com tons vibrantes de vermelho, verde e laranja. Esse fenômeno acontece quando partículas carregadas do Sol interagem com gases na alta atmosfera da Terra, guiadas pelo campo magnético do planeta até os polos.
As auroras boreais fascinam há milênios e aparecem em textos antigos, pinturas rupestres e na tradição oral de diversas culturas. Os inuítes viam nelas as tochas dos espíritos que guiavam almas, enquanto tribos siberianas associavam o fenômeno a partos iminentes. Registros chineses de mais de 4.600 anos mencionam luzes semelhantes no céu.
No mundo clássico, o filósofo Plutarco descreveu “nuvens flamejantes em movimentos complexos”, e Sêneca observou a diversidade de cores. Durante o Renascimento, Galileu nomeou a aurora em homenagem à deusa romana do amanhecer. O astrônomo Edmond Halley, notório pelo cometa que leva seu nome, foi um dos primeiros a relacionar as luzes ao campo magnético da Terra.
Esse espetáculo já inspirou obras artísticas, como a pintura “Aurora Boreal” do americano Frederic Edwin Church, e poemas, incluindo o de Herman Melville. Mais recentemente, bandas como Death Cab for Cutie também incorporaram referências às luzes em suas músicas. Na Noruega, a arquitetura da Catedral das Luzes do Norte imita as curvas das auroras, conectando ciência, cultura e arte.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação