OpenAI lança sistema para identificar idade no ChatGPT e limitar acesso a conteúdos adultos
A OpenAI está implementando um sistema global de detecção de idade no ChatGPT para identificar usuários menores de 18 anos. Essa medida visa restringir o acesso a conteúdos sensíveis enquanto prepara o lançamento de material adulto.
Se o sistema classificar um usuário incorretamente, ele pode enviar uma selfie para verificação e recuperar o acesso completo. Na Europa, essa funcionalidade será ativada nas próximas semanas.
A expectativa é que o modo adulto esteja disponível no primeiro trimestre de 2026 para usuários que confirmarem a idade. O ChatGPT conta com cerca de 800 milhões de usuários ativos semanalmente e segue ampliando suas funcionalidades.
A OpenAI está implementando um sistema global de detecção de idade no ChatGPT para identificar contas que possam ser de menores de 18 anos. A medida vem no momento em que a empresa prepara o lançamento do conteúdo adulto no chatbot. Quando o sistema estima que a conta é de um usuário menor, o ChatGPT aplica restrições para limitar o acesso a conteúdos sensíveis.
Usuários que forem classificados incorretamente como menores poderão recuperar o acesso completo enviando uma selfie via Persona, um serviço de verificação de identidade. No continente europeu, essa funcionalidade será ativada nas próximas semanas.
A expectativa é que o “modo adulto” esteja disponível no ChatGPT no primeiro trimestre de 2026, conforme anunciou a diretora-executiva de aplicativos da OpenAI, Fidji Simo. O recurso permitirá o acesso a conteúdos adultos para usuários que confirmarem sua idade.
O chatbot atualmente conta com cerca de 800 milhões de usuários ativos por semana. Recentemente, a OpenAI iniciou a exibição de anúncios para alguns usuários nos Estados Unidos, ampliando sua estratégia de monetização. A receita anualizada da empresa superou US$ 20 bilhões em 2025, um crescimento considerável em relação aos US$ 6 bilhões de 2024, devido à expansão da capacidade de computação.
Microsoft lança Windows 11 versão 26H1 para PCs com chip Snapdragon X2
A Microsoft planeja lançar no primeiro semestre de 2026 o Windows 11 versão 26H1, focado especialmente em PCs equipados com processadores Snapdragon X2 da Qualcomm. Essa atualização utilizando a plataforma “Bromine” será destinada apenas aos dispositivos que contarem com esse hardware.
Essa versão traz melhorias específicas para a arquitetura ARM, incluindo otimizações de desempenho, eficiência energética e suporte a recursos de inteligência artificial integrados aos chips Snapdragon. A atualização também contempla aparelhos com a plataforma N1X, fruto da parceria entre Nvidia e MediaTek.
Os testes do Windows 11 26H1 começaram em novembro de 2025 com usuários do programa Windows Insiders. A atualização deve ser liberada entre o final do primeiro e o início do segundo trimestre de 2026, acompanhando o lançamento dos novos notebooks com Snapdragon X2 de fabricantes como Asus e HP.
A Microsoft vai lançar no primeiro semestre de 2026 o Windows 11 versão 26H1, focado em computadores com processadores Snapdragon X2 da Qualcomm. Essa atualização, desenvolvida na plataforma “Bromine”, não será oferecida a todos, mas apenas a dispositivos com esse hardware específico.
A atualização traz melhorias direcionadas ao conjunto ARM, contemplando também aparelhos com plataforma N1X, criada pela parceria entre Nvidia e MediaTek. O sistema entrega otimizações para o desempenho, eficiência energética e suporte a recursos de inteligência artificial integrados aos novos chips Snapdragon.
Testes com o Windows 11 26H1 começaram em novembro de 2025 com participantes do programa Windows Insiders. Embora compartilhe os mesmos recursos da versão 25H2, destinada ao público geral, essa edição traz ajustes técnicos importantes para acomodar as demandas da arquitetura ARM.
A expectativa é que a atualização comece a ser liberada entre o final do primeiro trimestre e o início do segundo, acompanhando a chegada de novos notebooks com chips Snapdragon X2, como modelos anunciados pela Asus e HP. Quem usa a versão 25H2 não receberá essa atualização, precisando adquirir um dispositivo compatível para acessar os benefícios dessa versão.
Essa medida demonstra um movimento da Microsoft para desenvolver versões especializadas do Windows, alinhadas com o avanço dos processadores ARM em notebooks e PCs. O foco está mais no suporte técnico e na eficiência do sistema, ao invés de atualizações universais para todos os usuários.
Se você está de olho em novidades do sistema Windows, vale ficar atento às informações oficiais e chegada dos primeiros dispositivos com Snapdragon X2.
A Ryanair chamou atenção ao anunciar nas redes sociais uma ação dirigida ao bilionário Elon Musk e outros usuários da plataforma X. A companhia aérea de baixo custo publicou que vai oferecer “assentos de idiota”, quantizados em 100 mil unidades a €16,99 (aproximadamente R$107,14), afirmando que são especialmente para Musk e demais personalidades da rede. A mensagem trazia um tom provocativo e bem-humorado.
Michael O’Leary, CEO da Ryanair, afirmou que Musk “sabe menos das regras para propriedade de companhias aéreas do que sobre aerodinâmica”. A resposta do empresário não demorou: Musk retrucou no X, chamando O’Leary de “um chimpanzé insuportável com necessidades especiais” que não entende de aviação, destacando que ele é contador.
O clima de provocação ocorre poucos dias depois de Musk solicitar opiniões no X sobre a possível compra da Ryanair. Ele chegou a brincar sobre colocar alguém chamado Ryan para comandar a empresa. A companhia já tinha ironizado as dificuldades técnicas do X ao sugerir, em um comentário, que Musk precisaria de uma melhor conexão Wi-Fi para lidar com os problemas da plataforma.
Além da publicação de promoção fictícia, o episódio evidencia o embate direto entre o bilionário, conhecido por suas movimentações nas redes sociais e no mercado, e a empresa aérea de baixo custo, mantendo uma troca de provocações públicas.
Via g1 Tecnologia
20/01/2026 às 16:53 - Tecnologia e Inovação
Auroras boreais iluminam o céu do hemisfério norte após forte tempestade solar
Uma forte tempestade solar recente causou o fenômeno das auroras boreais no hemisfério norte. O espetáculo iluminou os céus da América do Norte e do norte da Europa com cores como vermelho, verde e laranja.
Esse fenômeno ocorre quando partículas do Sol interagem com a atmosfera terrestre e são guiadas pelo campo magnético até os polos. As auroras boreais são observadas há milhares de anos e fazem parte de diversas culturas e registros históricos.
Além do aspecto científico, o fenômeno também inspira arte e cultura, como na pintura “Aurora Boreal” e em músicas. Essa conexão entre ciência e arte segue mostrando a importância das auroras para diferentes áreas do conhecimento.
Uma forte tempestade solar recente proporcionou um espetáculo natural que encantou o hemisfério norte. Ao longo da noite, auroras boreais coloriram os céus da América do Norte e do norte da Europa com tons vibrantes de vermelho, verde e laranja. Esse fenômeno acontece quando partículas carregadas do Sol interagem com gases na alta atmosfera da Terra, guiadas pelo campo magnético do planeta até os polos.
As auroras boreais fascinam há milênios e aparecem em textos antigos, pinturas rupestres e na tradição oral de diversas culturas. Os inuítes viam nelas as tochas dos espíritos que guiavam almas, enquanto tribos siberianas associavam o fenômeno a partos iminentes. Registros chineses de mais de 4.600 anos mencionam luzes semelhantes no céu.
No mundo clássico, o filósofo Plutarco descreveu “nuvens flamejantes em movimentos complexos”, e Sêneca observou a diversidade de cores. Durante o Renascimento, Galileu nomeou a aurora em homenagem à deusa romana do amanhecer. O astrônomo Edmond Halley, notório pelo cometa que leva seu nome, foi um dos primeiros a relacionar as luzes ao campo magnético da Terra.
Esse espetáculo já inspirou obras artísticas, como a pintura “Aurora Boreal” do americano Frederic Edwin Church, e poemas, incluindo o de Herman Melville. Mais recentemente, bandas como Death Cab for Cutie também incorporaram referências às luzes em suas músicas. Na Noruega, a arquitetura da Catedral das Luzes do Norte imita as curvas das auroras, conectando ciência, cultura e arte.
CVM defende manutenção da lei vigente sobre fiscalização de fundos no Brasil
A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) afirmou que a regulação dos fundos de investimento deve seguir as leis vigentes, não sendo alterada por atos do Executivo. A autarquia destacou sua experiência de 25 anos na fiscalização e defendeu o papel complementar do Banco Central nesse processo.
O debate ganhou destaque após o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, sugerir a ampliação do poder fiscalizatório do BC sobre os fundos, hoje sob responsabilidade da CVM. A autarquia reforçou que as atribuições dos órgãos devem respeitar as competências legais definidas.
Em meio a investigações policiais relacionadas a fraudes em fundos, a CVM ressaltou que o governo já adotou medidas para fortalecer a supervisão conjunta com o Banco Central, atualizando protocolos e ampliando o acompanhamento prudencial do mercado.
A CVM reforçou nesta terça-feira que a regulação de fundos de investimento está definida por leis, não por atos do Poder Executivo. Segundo a autarquia, o desenvolvimento das ferramentas de fiscalização deve ocorrer dentro das competências legais de cada órgão.
A declaração veio após o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmar que o governo debate a ampliação do poder de fiscalização do Banco Central (BC) sobre fundos, atualmente sob o controle da CVM. O ministro citou que algumas funções estariam “equivocadamente” na autarquia reguladora quando deveriam ser do BC.
Em resposta, a CVM, por meio do presidente interino João Accioly, destacou que a instituição possui experiência técnica acumulada em aproximadamente 25 anos no monitoramento dos fundos. A autarquia também ressaltou que as habilidades do BC e da CVM se complementam, com o BC tendo acesso a informações detalhadas sobre carteiras e cotistas.
O comentário do ministro ocorre em meio a investigações policiais envolvendo fundos de investimento ligados a possíveis fraudes e organizações criminosas, como os casos que envolvem o Banco Master.
A CVM mencionou ainda que o próprio governo reforçou o acompanhamento prudencial ao criar, em dezembro, a Superintendência de Supervisão de Mercado, Derivativos e Riscos Sistêmicos. O acordo operacional entre BC e CVM está em constante atualização para aprimorar a supervisão conjunta.
CVM defende manutenção da lei vigente na discussão sobre fiscalização de fundos
A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) reforçou que sua atuação na regulação dos fundos de investimento é baseada em leis vigentes, não em atos do Executivo. Isso acontece após o ministro Fernando Haddad sugerir a possível transferência de algumas funções da CVM para o Banco Central, ampliando a fiscalização deste último.
Em nota, a CVM destacou sua experiência de 25 anos na supervisão do mercado e a complementaridade do papel do Banco Central, que possui acesso a dados detalhados sobre os fundos. O diálogo ocorre em momento delicado, com investigações sobre irregularidades em fundos relacionados ao Banco Master.
O órgão reforçou que a cooperação entre CVM e Banco Central segue intensa, com atualizações em acordos para aprimorar a troca de informações e a fiscalização. Em dezembro, o governo criou a Superintendência de Supervisão de Mercado para fortalecer essa vigilância.
A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) reafirmou que sua atuação na regulação de fundos de investimento é respaldada por leis, e não por atos do Poder Executivo. A declaração foi feita após o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, mencionar a possibilidade de transferir algumas funções da CVM para o Banco Central (BC), ampliando o poder de fiscalização deste sobre os fundos de investimento.
Em nota oficial, a CVM destacou que a legislação vigente expressa a experiência acumulada pela autarquia ao longo de 25 anos na supervisão do mercado, garantindo que suas competências legais sejam respeitadas. O órgão ressaltou ainda que as funções do BC e da CVM são complementares, com o BC tendo amplo acesso a dados detalhados sobre fundos, como carteiras de créditos e identificação de cotistas.
O diálogo sobre o tema ocorre em um momento delicado, com investigações em andamento envolvendo possíveis irregularidades em fundos relacionados ao Banco Master e ações ligadas a grupos criminosos. Em dezembro, o governo fortaleceu a fiscalização da CVM ao criar a Superintendência de Supervisão de Mercado, Derivativos e Riscos Sistêmicos, órgão que reforça a vigilância no setor.
Segundo o órgão, a cooperação entre BC e CVM segue intensa, incluindo esforços para atualizar acordos operacionais que aprimoram a fiscalização e a troca de informações entre as instituições, visando maior eficácia no controle dos fundos de investimento.
Mineradoras de criptomoedas buscam ampliar atuação em data centers para IA
Mineradoras de criptomoedas estão entrando no mercado de data centers para inteligência artificial, aproveitando sua infraestrutura energética robusta. Essa movimentação visa atender à crescente demanda por processamento de IA generativa em mercados secundários.
Empresas como a Terawulf reforçam a tendência ao firmar parcerias e realizar aquisições para ampliar sua capacidade voltada à IA. A expertise dessas mineradoras pode acelerar a entrada de grandes provedores de nuvem no segmento de IA.
Apesar das vantagens em custo de energia, a localização dessas operações em regiões secundárias pode limitar contratos de longo prazo. A Moody’s destaca que esses data centers são mais indicados para o treinamento de IA do que para a aplicação prática dos modelos.
Mineradores de criptomoedas estão buscando expandir sua atuação ao atender demandas do mercado de data centers para IA. Com infraestruturas já conectadas a fontes de energia robustas, eles começam a oferecer capacidade para processos de inteligência artificial generativa em mercados secundários. A Moody’s, em relatório sobre o setor global de data centers para 2026, prevê maior financiamento para mineradores com perfis de crédito sólidos e projetos em larga escala, o que permite amortização segura das dívidas.
A Terawulf, empresa do segmento de bitcoin, ilustra essa tendência. Em 2025, ela firmou uma parceria com a Fluidstack, focada em IA, e adquiriu a Bewulf Electricity por US$ 52 milhões para potencializar suas operações e ampliar recursos para IA. Mineradores, que possuem experiência em infraestrutura de grande porte, podem acelerar a entrada dos grandes provedores de nuvem, chamados hiperescaladores, como Microsoft e Amazon, no mercado de IA.
Apesar da vantagem em custo de energia, esses empreendimentos frequentemente estão localizados em regiões secundárias, limitando sua atratividade para contratos longos. A Moody’s indica que eles são úteis no treinamento de IA, mas enfrentam desafios no estágio de inferência, quando o modelo aplica seus aprendizados em respostas.
Estima-se que investimentos globais em IA atinjam US$ 3 trilhões nos próximos cinco anos, com os seis maiores hiperescaladores americanos projetando gastos de US$ 600 bilhões até 2027. O financiamento desses data centers vem de diversas fontes, incluindo bancos, capital privado e investidores institucionais, que buscam equilibrar riscos conforme a escala dos projetos aumenta.
DNA de rinoceronte-lanoso encontrado no estômago de lobos pré-históricos é sequenciado
Pesquisadores identificaram o DNA de rinocerontes-lanosos em amostras retiradas do estômago de filhotes de lobo pré-históricos, encontrados na Sibéria. Esses animais viveram há cerca de 14.400 anos, próximo ao período da extinção da espécie.
O estudo mostrou que o rinoceronte-lanoso possuía um patrimônio genético saudável, indicando que sua extinção não foi causada por problemas genéticos. A análise contribui para entender fatores ambientais que levaram ao desaparecimento da espécie, como mudanças climáticas abruptas.
Além das condições ambientais, a expansão humana e possíveis catástrofes naturais também podem ter influenciado a extinção. A pesquisa destaca a importância de considerar como mudanças externas podem ameaçar até populações geneticamente estáveis.
Pesquisadores sequenciaram o DNA de amostras de rinoceronte-lanoso encontradas no estômago de filhotes de lobo pré-históricos, descobertos no permafrost da Sibéria. Estes animais viveram há cerca de 14.400 anos, pouco antes da extinção dos rinocerontes-lanosos. O estudo revelou que a espécie apresentava um patrimônio genético saudável, o que indica que a extinção não foi causada por problemas genéticos.
Os filhotes de lobo, batizados de Tumat-1 e Tumat-2, foram preservados quase intactos em solo congelado, contendo restos da última refeição que incluía pássaros, capim e rinoceronte-lanoso. O DNA extraído do tecido encontrado no estômago permitiu a reconstrução completa do genoma do rinoceronte, algo inédito para um animal da Era Glacial dentro do estômago de outro.
Ao comparar o genoma com outros de rinocerontes-lanosos com aproximadamente 18 mil e 49 mil anos, os cientistas não detectaram sinais de consanguinidade ou perda genética significativa. Isso reforça a hipótese de que a espécie foi extinta por causas ambientais, principalmente devido a mudanças climáticas abruptas, como o aquecimento interstadial Bølling-Allerød, que afetou a oferta alimentar e o habitat desses animais.
Além do impacto climático, a expansão humana na região e possíveis catástrofes naturais ou vírus também podem ter contribuído para o desaparecimento do rinoceronte-lanoso. Este estudo serve como alerta para a conservação atual, ressaltando que mesmo populações geneticamente estáveis podem estar vulneráveis diante de mudanças externas.
Produtos da Fortlev Solar conquistam selo de qualidade do Instituto Falcão Bauer
A Fortlev Solar, especializada em soluções inteligentes e inovadoras para energia solar, acaba de conquistar a certificação Falcão Bauer, conferida pelo Instituto Falcão Bauer (IFBQ), para a linha de dutos corrugados que atende a NBR, regida pela ABNT. O IFBQ é um organismo acreditado pelo Inmetro que é especializado nesse tipo de certificação. O selo Falcão Bauer atesta o padrão de qualidade que a Fortlev Solar entrega ao mercado.
Emerson Prudente, engenheiro responsável pela certificação na Fortlev Solar, destaca que o principal beneficiado é o cliente. “A certificação foi aplicada a produtos específicos do nosso portfólio e comprova que atendemos a rigorosos padrões de qualidade, segurança e conformidade técnica exigidos pelo mercado. Isso reforça o compromisso da Fortlev Solar com a excelência, fortalece nosso posicionamento no mercado nacional de energia e, principalmente, garante mais confiança e segurança para quem escolhe nossas soluções”, afirma.
Além de ser um diferencial de mercado, a certificação amplia oportunidades comerciais e inclui a possibilidade de fornecer produtos certificados para grandes construtoras que exigem alto nível de qualidade. “Por ser uma instituição renomada, adquirir o selo Falcão Bauer gera mais segurança, transparência e confiança nas relações comerciais”, explica Prudente.
A certificação é resultado de um rigoroso processo de auditorias, análises técnicas e ensaios laboratoriais realizados ao longo de seis meses. Durante o período, foram avaliadas a qualidade dos processos produtivos, a confiabilidade dos produtos, o controle de fabricação, a segurança e o atendimento às normas técnicas. Baseada em normas reconhecidas nacional e internacionalmente, como ABNT e ISO, a certificação Falcão Bauer enfatizou, neste caso, na NBR 15715, que estabelece os requisitos técnicos para produtos do setor.
O processo de certificação integrou o plano estratégico da empresa e envolveu setores multidisciplinares, promovendo o engajamento interno do time da Fortlev Solar em todas as etapas. Como parte das ações, foram implementadas melhorias em matérias-primas, processos produtivos e controles de qualidade, o que contribuiu para o cumprimento dos requisitos técnicos exigidos pelo mercado e garantiu a conquista do selo Falcão Bauer.
Como próximos passos, a Fortlev Solar prevê ampliar o portfólio de produtos com essa certificação, investir de forma contínua em inovação e consolidar ainda mais sua presença no mercado nacional.
Sobre a Fortlev Solar
A Fortlev Solar oferece soluções inteligentes e inovadoras para energia solar. Trabalha com produtos de tecnologia avançada das principais marcas do mercado e desenvolve soluções exclusivas para o setor, voltadas para facilitar o dia a dia dos seus clientes. Seu foco é inovar com soluções simples e sustentáveis. Fundada em 2019, a empresa herda a credibilidade da Fortlev — líder nacional em armazenamento de água e com mais de 30 anos de atuação em reservatórios, tubos e conexões em PVC.
A marca atende integradores responsáveis pela instalação de sistemas solares em todo o país, oferecendo suporte técnico, segurança e eficiência na aquisição de equipamentos. Entre seus diferenciais estão a inovação, a qualidade dos produtos, a flexibilidade nas montagens, condições facilitadas de pagamento e serviços de pronta-entrega para todo o Brasil.
Via: CLECI KRUGER
20/01/2026 às 16:39 - Sem Categoria
Governo Lula projeta 1 milhão de novos contratos no Minha Casa, Minha Vida em 2026
O governo federal definiu como meta contratar 1 milhão de novas unidades habitacionais pelo programa Minha Casa, Minha Vida em 2026, segundo anúncio do secretário Nacional de Habitação, Augusto Rabelo.
A expectativa é que essa medida ajude a alcançar 3 milhões de unidades contratadas até o fim do atual mandato, com destaque para a expansão dos financiamentos, principalmente nas faixas 1 e 2.
Além disso, ajustes no sistema financeiro habitacional e a redução dos depósitos compulsórios do FGTS devem impulsionar o setor privado, ampliando o acesso à moradia de forma sustentável e com maior oferta no mercado.
O governo federal estabeleceu uma meta ambiciosa para o programa Minha Casa, Minha Vida em 2026: a contratação de 1 milhão de novas unidades habitacionais. A informação foi divulgada por Augusto Rabelo, secretário Nacional de Habitação, durante o Real Estate Conference, em São Paulo.
Essa nova meta faz parte do objetivo de alcançar 3 milhões de unidades contratadas durante o atual mandato presidencial. A maior parte dos contratos previstos para 2026 virá das categorias não subsidadas, principalmente financiamentos, com previsão de cerca de 850 mil novos acordos. Isso representa um crescimento próximo a 25% comparado com os quase 690 mil financiamentos esperados para 2025.
Segundo Rabelo, o crescimento deverá ser impulsionado especialmente pelas faixas 1 e 2 do programa, enquanto as faixas 3 e 4 devem ter participação maior que em 2025, já que a faixa 4 completará seu segundo ano em 2026. Além disso, agentes do setor privado relatam um movimento de realocação de projetos ao programa, atraídos pela nova política habitacional e pela anunciada redução gradual dos depósitos compulsórios do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) ao Banco Central.
Novas normas para o Sistema Financeiro da Habitação, voltadas para famílias com renda superior a R$ 12 mil, também ampliam o cenário de financiamentos imobiliários. Isso cria mais opções para o setor, possibilitando que produtos antes destinados a outras faixas agora integrem o Minha Casa, Minha Vida, sem prejuízo para o mercado: um aumento no volume de contratos pode beneficiar diferentes segmentos simultaneamente.
Esses ajustes indicam uma preparação do programa para atender a uma maior demanda, mantendo a sustentabilidade financeira e ampliando o acesso à moradia.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação