Itaú é o único banco brasileiro no ranking das 500 marcas mais valiosas do mundo
O Itaú Unibanco é o único representante brasileiro no ranking das 500 marcas mais valiosas do mundo divulgado em 2025 pela Brand Finance. O banco subiu 20 posições e ocupa a 254ª colocação, com a marca avaliada em US$ 9,9 bilhões.
O valor da marca do Itaú cresceu 15% em 2026, e seu Brand Strength Index atingiu 80,3 pontos, garantindo a nota AAA-. Esse crescimento reflete estratégias como expansão do crédito e fortalecimento do banco digital, além de campanhas que reforçam a conexão com os clientes.
O Itaú Unibanco é o único representante brasileiro na lista das 500 marcas mais valiosas do mundo, segundo o ranking divulgado pela consultoria Brand Finance em 20 de maio de 2025. O maior banco privado nacional avançou 20 posições e agora aparece na 254ª colocação global.
O valor da marca do Itaú cresceu 15% em 2026 e atingiu US$ 9,9 bilhões. Já o seu Brand Strength Index (Índice de Força de Marca) alcançou 80,3 pontos, garantindo a nota AAA-, que indica uma forte conexão com o público.
De acordo com Eduardo Chaves, diretor-gerente da Brand Finance no Brasil, esse aumento reflete o desempenho das receitas e ganho de mercado do banco, impulsionados pela expansão do crédito, crescimento do banco digital e campanhas publicitárias como a “Feito do Futuro”.
Na mesma pesquisa, a Apple mantém o topo do ranking com valor de US$ 607,6 bilhões (+6%), seguida pela Microsoft, que teve crescimento de 23% atingindo US$ 565,2 bilhões. O Google e Amazon completam o pódio, com alta de 5% e 4%, respectivamente.
Outro destaque foi a Nvidia, cuja marca cresceu 110%, alcançando US$ 184,3 bilhões e superando nomes como TikTok e Facebook. O YouTube se destacou como marca mais forte do mundo, com nota 95,30 no Brand Strength Index.
A metodologia da Brand Finance avalia o valor da marca pelo benefício financeiro líquido da licença no mercado, e a força da marca por atributos intangíveis como reconhecimento e fidelidade. Anualmente, o estudo considera 6 mil marcas globais e seleciona as 500 mais valiosas para o relatório Global 500.
Tela Brasil: governo esclarece status do streaming gratuito de cinema nacional
Nos últimos dias, o nome Tela Brasil passou a circular com força em portais de tecnologia e cultura, gerando expectativa sobre o lançamento de uma nova plataforma pública de streaming dedicada ao cinema nacional. A movimentação, no entanto, veio acompanhada de informações desencontradas que levaram muitos usuários a acreditar que o serviço já estaria oficialmente disponível.
Diante da repercussão, o Ministério da Cultura divulgou um esclarecimento: a plataforma ainda não foi lançada e permanece em fase inicial de testes, com previsão de disponibilização ao público no primeiro trimestre de 2026.
O que é o Tela Brasil
O Tela Brasil é uma iniciativa do Governo Federal voltada à valorização do audiovisual brasileiro. A proposta é oferecer, de forma gratuita, um catálogo amplo de produções nacionais, incluindo longas-metragens, documentários, animações, séries e obras históricas preservadas pela Cinemateca Brasileira.
O projeto busca ampliar o acesso a filmes que muitas vezes ficam fora do circuito comercial tradicional, fortalecendo a diversidade cultural e regional do país. Além do entretenimento, a plataforma também é pensada como um recurso educativo, com potencial de uso em escolas, universidades e projetos culturais.
Por que surgiu a confusão sobre o lançamento
A confusão começou após a publicação de matérias em blogs e sites especializados indicando que o aplicativo do Tela Brasil já estaria disponível para download. Usuários relataram dificuldade para encontrar o app na Google Play Store e problemas de acesso em versões previamente instaladas.
Em nota oficial, o Ministério da Cultura esclareceu que essas informações não procedem. Segundo o órgão, o aplicativo para Android faz parte de uma fase beta restrita, utilizada para testes técnicos e ajustes da plataforma. Eventuais instabilidades e a retirada temporária do app da loja fazem parte desse processo.
O que esperar da plataforma
Quando oficialmente lançado, o Tela Brasil deverá funcionar mediante login único do gov.br, garantindo acesso gratuito e seguro ao conteúdo. A curadoria promete contemplar diferentes períodos do cinema nacional, desde produções contemporâneas até obras de relevância histórica.
A iniciativa se insere em um movimento mais amplo de uso da tecnologia como ferramenta de democratização cultural, aproximando o público de produções nacionais que nem sempre encontram espaço nos serviços comerciais de streaming.
Análise complementar
O impacto do Tela Brasil vai além do catálogo de filmes. A plataforma levanta debates importantes sobre cultura digital, acesso público à tecnologia e o papel do Estado na preservação e difusão do patrimônio audiovisual.
Uma análise mais aprofundada sobre o funcionamento da plataforma, o contexto tecnológico e as implicações dessa iniciativa para o ecossistema digital brasileiro pode ser encontrada em um artigo publicado no site TechMaker, que detalha o projeto e seus desdobramentos no cenário atual da tecnologia e da cultura.
Até o momento, o Tela Brasil não está disponível para download público. O Ministério da Cultura reforça que o lançamento oficial ocorrerá apenas após a conclusão dos testes técnicos, com comunicação formal nos canais institucionais.
Enquanto isso, a expectativa em torno da plataforma evidencia o interesse crescente do público por iniciativas que unam tecnologia, cultura e acesso gratuito, apontando para novas formas de distribuição do audiovisual brasileiro no ambiente digital.
5 sugestões de livros e jogos para explorar em janeiro
Para começar o ano com entretenimento variado, indicamos cinco opções entre livros e jogos que trazem temas envolventes e diversos. Entre as leituras, destaca-se “A Arte do Descaso”, que explora o maior roubo de arte no Brasil, e “Só as Partes Engraçadas”, com memórias da roteirista Nell Scovell.
No universo dos jogos, há o “Scout”, um jogo de cartas estratégico, e “Enigma do Medo”, game brasileiro de mistério e dedução lançado em 2024. Além disso, o romance “Voltar a Quando” aborda a crise venezuelana a partir de uma perspectiva humana e política.
Essa seleção oferece um mix cultural para quem busca diversificar o lazer no início do ano, unindo entretenimento, história e reflexões sociais em formatos atraentes e acessíveis.
Para quem busca entretenimento em janeiro, a indicação é explorar uma seleção que mistura livros e jogos com temas variados e envolventes. Entre as obras, “A Arte do Descaso” destaca-se ao investigar o maior roubo de arte já registrado no Brasil, ocorrido no Museu da Chácara do Céu, no Rio de Janeiro, onde quadros de Monet, Picasso, Matisse e Dalí desapareceram. O crime, completando 20 anos, segue sem solução e é detalhado pela jornalista Cristina Tardáguila.
Para os fãs de jogos, o “Scout” se destaca com suas cartas numeradas, desafiando o formato clássico ao impedir mudanças na ordem das cartas na mão. A mecânica designer fomenta partidas estratégicas e rápidas. Já “Enigma do Medo”, game brasileiro lançado em 2024, une mistério e dedução, colocando o jogador na pele de Mia, uma detetive que busca seu pai desaparecido, acompanhada do cão Lupi. O projeto contou com financiamento coletivo que ultrapassou R$ 4 milhões.
Para os apaixonados por roteiros e histórias reais, “Só as Partes Engraçadas” traz as memórias de Nell Scovell, roteirista que trabalhou em produções como Os Simpsons, revelando os bastidores da comédia e os desafios enfrentados por mulheres no meio.
Por fim, o romance “Voltar a Quando” acompanha a crise venezuelana a partir da vida de um casal com opiniões contrárias sobre o governo de Hugo Chávez, explorando os impactos políticos e familiares em meio à crise.
Esta variedade oferece opções culturais para quem quer diversificar as leituras e jogos neste começo de ano.
Via Super
20/01/2026 às 10:33 - Tecnologia e Inovação
Vaca na Áustria usa vassoura para se coçar, revela estudo científico
Uma vaca chamada Veronika, na Áustria, foi registrada usando uma vassoura para se coçar, comportamento raro entre bovinos e pouco documentado. Acredita-se que essa atitude seja uma estratégia para aliviar coceiras causadas por insetos.
Estudo da Universidade de Medicina Veterinária de Viena aponta que Veronika usa tanto as cerdas quanto o cabo da vassoura para atingir diferentes partes do corpo. Esse uso flexível indica uma escolha intencional da ferramenta.
Os pesquisadores destacam que o ambiente arborizado e o convívio livre favorecem o desenvolvimento dessas habilidades cognitivas na vaca. A descoberta amplia a compreensão sobre a inteligência dos bovinos e seu comportamento.
Na Áustria, uma vaca chamada Veronika chamou atenção científica ao usar uma vassoura para se coçar, comportamento raro e pouco documentado em bovinos. Pesquisadores da Universidade de Medicina Veterinária de Viena investigaram o uso flexível dessa ferramenta, notando que ela utiliza tanto as cerdas quanto o cabo para atingir diferentes partes do corpo.
Segundo o estudo publicado no periódico Current Biology, Veronika consegue controlar a vassoura para aliviar coceiras causadas por picadas de insetos. Ela emprega a extremidade com cerdas na parte superior do corpo e o cabo de madeira para a região inferior, o que indica uma escolha intencional e adaptativa da ferramenta.
Veronika vive como animal de estimação em um ambiente arborizado, e sua rotina inclui livre interação com o espaço. Essa condição distinta de fazendas industriais provavelmente favorece o desenvolvimento de suas habilidades cognitivas, segundo a bióloga Alice Auersperg, autora da pesquisa. Ela ressalta que o uso de ferramentas demonstra um nível de inteligência frequentemente subestimado em vacas.
Além dessas observações, vídeos e relatos anedóticos sugerem que outros bovinos também utilizam objetos, como galhos, para se coçar, o que pode indicar uma capacidade natural mais ampla. Cientistas esperam que esses achados ampliem a compreensão sobre a cognição e o comportamento dos animais de fazenda, incentivando uma nova visão a respeito desses animais.
O estudo reforça a ideia de que o uso de ferramentas não é exclusividade de espécies tradicionalmente reconhecidas pela inteligência, como chimpanzés e corvos, mas pode estar presente também em gados, sobretudo quando criados em ambientes estimulantes.
xAI, de Elon Musk, deve ser lucrativa antes da OpenAI, aponta ex-diretor financeiro
A empresa de inteligência artificial xAI, criada por Elon Musk, tem previsão de se tornar lucrativa até 2028, segundo análise feita pela Forbes. Atualmente, a companhia conta com cerca de US$ 10 bilhões em caixa e planeja um fluxo de caixa positivo entre dois anos e meio e três anos. A previsão indica que o xAI poderá atingir o lucro antes da OpenAI, que espera equilíbrio financeiro apenas em 2030.
Para conseguir essa meta, a xAI adota um modelo de financiamento inovador que reduz custos e riscos. Isso envolve a criação de um veículo chamado Valor Compute Infrastructure (VCI), focado especialmente na compra e aluguel da infraestrutura essencial, como racks de chips da Nvidia. Este método permite captar grandes recursos e viabilizar investimentos em tecnologia e capacidade computacional.
Enquanto a OpenAI enfrenta altos custos para equipar sua estrutura, a estratégia da xAI busca reduzir o custo do capital, evitando perda de valor em captação via emissão de ações. Essa abordagem pode ser decisiva para que a empresa alcance seu objetivo financeiro em menos tempo, destacando-se no mercado de IA global.
O laboratório de inteligência artificial xAI, fundado por Elon Musk, tem previsão de se tornar lucrativo até 2028, conforme apresentação a investidores analisada pela Forbes. Atualmente, a empresa dispõe de cerca de US$ 10 bilhões em caixa. Segundo Jonathan Shulkin, da Valor Equity Partners, o fluxo de caixa positivo deve ocorrer entre dois anos e meio a três anos.
A xAI está adotando um modelo de financiamento inovador para reduzir custos e riscos relacionados à construção de centros de dados essenciais para a operação. Essa estrutura envolve um veículo, chamado Valor Compute Infrastructure (VCI), focado na compra e aluguel da infraestrutura crítica, como racks de chips da Nvidia, para a xAI.
Esse modelo permite captar US$ 7,5 bilhões em recursos próprios e quase o dobro em dívidas, incluindo aportes da Nvidia e várias gestoras de private equity. A iniciativa busca viabilizar investimentos que podem chegar a US$ 22 bilhões em capacidade computacional, além de pedidos de chips avançados da Nvidia avaliados em mais de US$ 10 bilhões.
Enquanto isso, a OpenAI projeta atingir equilíbrio financeiro apenas em 2030, devido a seus compromissos bilionários em infraestrutura, e a Anthropic planeja lucro em 2028, alinhando-se aos planos da xAI. A estratégia da xAI foca em reduzir o custo do capital, já que captar recursos via emissão de ações pode consumir até metade do valor levantado, tornando o modelo pelo veículo uma alternativa mais econômica.
IA aumenta em oito vezes o engajamento nas negociações da Webmotors
A Webmotors utiliza inteligência artificial para otimizar as negociações e melhorar a experiência do cliente. Desde 2023, a empresa emprega IA para avaliar danos em veículos e oferecer serviços de forma digital, como indicação de oficinas.
Recentemente, uma solução desenvolvida com a Amazon Web Services permite atendimento via WhatsApp, conectando clientes com agentes virtuais que têm acesso ao estoque e às condições comerciais. Isso acelerou as negociações, aumentando o engajamento em oito vezes.
Com foco em interações naturais e seguras, a Webmotors ajusta constantemente seus sistemas de IA para garantir eficiência. Até 2026, o uso dessa tecnologia será ampliado para incluir busca inteligente e uma jornada completamente conversacional na plataforma.
A Webmotors vem apostando na Inteligência Artificial Generativa para otimizar a experiência de compra e aprimorar a operação digital. Desde 2023, a empresa utiliza IA para oferecer serviços como avaliação de danos em veículos por foto, além de indicar oficinas próximas para reparos. Recentemente, a companhia lançou uma solução junto à Amazon Web Services que atende clientes via WhatsApp, respondendo dúvidas com rapidez e precisão.
Essa ferramenta conecta o consumidor diretamente a um agente virtual da concessionária, com acesso aos dados do estoque e condições comerciais, acelerando o processo de negociação. O tempo de resposta rápido aumentou o engajamento em oito vezes, reduzindo o risco de perda do interesse por parte dos clientes durante a espera. A empresa destaca que respostas imediatas mantêm a conversa ativa, facilitando a jornada até a visita presencial nas lojas.
O desafio da Webmotors está em garantir que as interações com o agente de IA sejam naturais e informativas, para que o cliente se sinta seguro e confiante ao avançar na decisão de compra. Para isso, são realizados ajustes constantes nos modelos de conversação e no contexto usado pelo sistema, baseados no monitoramento da qualidade das respostas e feedback dos usuários.
Para 2026, a Webmotors planeja ampliar o uso da tecnologia em diversos canais, incluindo a busca inteligente. Essa ferramenta permite que o usuário descreva livremente o veículo desejado, recebendo recomendações precisas sem depender de filtros tradicionais. O objetivo final é oferecer uma jornada completamente conversacional, integrando busca, vendas e serviços automotivos.
GTA 6 pode ser proibido na Rússia por conteúdo considerado imoral
O vice-presidente do Conselho Popular Mundial Russo, Mikhail Ivanov, afirmou que GTA 6 pode ser proibido na Rússia caso a Rockstar não crie uma versão sem conteúdos considerados imorais, como o suposto strip-tease masculino, ainda não confirmado oficialmente.
Ivanov chamou a franquia de ferramenta de influência perigosa e criticou elementos destrutivos no jogo. Ele propõe restrição na distribuição ou uma edição especial para o mercado russo, buscando proteger os valores morais defendidos no país.
Historicamente, a Rockstar já adaptou seus jogos para atender leis específicas em outros países. A discussão atual levanta dúvidas sobre como grandes lançamentos globais equilibram expressão artística e imposições culturais.
Mikhail Ivanov, vice-presidente do Conselho Popular Mundial Russo, declarou que GTA 6 pode ser proibido na Rússia caso a Rockstar não ofereça uma edição especial sem conteúdos considerados “imorais”. A crítica principal envolve rumores de strip-tease masculino no jogo, algo ainda não confirmado oficialmente pela desenvolvedora.
O político classificou a franquia Grand Theft Auto como uma “ferramenta de influência perigosa” e afirmou que o novo título inclui elementos “destrutivos e vulgares” que contrariam os valores morais defendidos no país. Ivanov defende que a distribuição do game seja restringida ou que seja criada uma versão própria para o mercado russo.
Historicamente, a Rockstar já adaptou jogos da série para atender exigências regionais. Em países como França, Alemanha e Japão, versões tiveram censuras em violência, sangue e cenas de sexo para garantir o lançamento dentro da legislação local.
O lançamento de GTA 6 está previsto para 19 de novembro, com distribuição para PlayStation 5 e Xbox Series X|S. Até o momento, não há indicação da Rockstar sobre a criação de edições modificadas para atender solicitações específicas, como as feitas na Rússia.
Essa possível censura na Rússia levanta questionamentos sobre o equilíbrio entre expressão artística e imposições culturais. O desenrolar dessas negociações pode influenciar como grandes lançamentos globais são adaptados para diferentes públicos.
Vale mira produção de 1 milhão de toneladas anuais de cobre no Brasil
A Vale pretende ampliar sua produção de cobre para mais de 1 milhão de toneladas ao ano, superando a meta inicial de 700 mil toneladas até 2035. A empresa busca explorar melhor seus ativos atuais no Brasil, apostando mais em desenvolvimento interno do que em aquisições.
Enquanto concorrentes investem em compras, a Vale foca em depósitos pouco explorados para aproveitar o crescimento da demanda mundial por cobre, impulsionada pela eletrificação e transição energética. A estratégia visa consolidar a posição da mineradora entre os maiores fornecedores globais.
Além do cobre, a Vale destaca seu foco no níquel, com projetos no Brasil, Canadá e Indonésia. Recentemente, anunciou investimentos conjuntos para ampliar a produção, colocando a empresa em destaque no mercado global de metais.
A unidade de metais básicos da Vale tem como objetivo ultrapassar a produção de 1 milhão de toneladas de cobre ao desenvolver seus ativos atuais no Brasil. A meta inicial era alcançar 700.000 toneladas anuais até 2035, mas o CEO Shaun Usmar revelou estar mais confiante em um crescimento além desse número.
Enquanto grandes mineradoras como Anglo American e Rio Tinto Group apostam em aquisições para expandir a produção, a Vale prefere investir nos depósitos já existentes. Segundo Usmar, esses ativos vêm sendo discutidos há décadas, mas ainda não foram totalmente explorados.
Apenas algumas empresas, como a Freeport-McMoRan, BHP Group, Codelco e Zijin Mining, produzem atualmente mais de 1 milhão de toneladas anuais de cobre. O metal é foco do mercado devido ao aumento do consumo ligado à eletrificação e à transição energética, que também mantém os preços em níveis elevados.
Além do cobre, a Vale também destaca o níquel, extraído no Brasil, Canadá e Indonésia. Recentemente, a empresa anunciou possível parceria com a Glencore no Canadá, para desenvolver projetos na Bacia de Sudbury. Este investimento, estimado em US$ 2 bilhões, deve gerar cerca de 42.000 toneladas anuais de cobre.
A Vale busca consolidar sua posição entre os maiores fornecedores globais de cobre aproveitando seu portfólio interno e investimentos conjuntos. O foco está em destravar potencialidades existentes para acompanhar o crescimento da demanda mundial de cobre.
China implanta robôs com inteligência artificial para fiscalizar o trânsito em cidades
Na China, robôs humanoides equipados com inteligência artificial começaram a ser usados para fiscalizar o trânsito e orientar pedestres em algumas cidades. Esses robôs identificam infrações de pedestres e ciclistas em cruzamentos por meio de câmeras e sensores avançados.
Além de Wuhu, outras cidades chinesas testam diferentes tipos de robôs, como cães-robôs e plataformas autônomas, para patrulhamento e monitoramento remoto. A tecnologia permite operação contínua e comunicação com os cidadãos, reforçando a segurança.
Apesar dos avanços em eficiência e inovação, especialistas alertam para questões relacionadas à privacidade e governança de dados. Atualmente, os robôs são utilizados como apoio aos agentes humanos, sem substituí-los no policiamento.
Na China, a aplicação da inteligência artificial no controle urbano avança com o uso de robôs humanoides e autônomos para fiscalização de trânsito e orientação de pedestres. Em Wuhu, o robô “Intelligent Police Unit R001” atua em cruzamentos, identificando infrações cometidas por pedestres e ciclistas por meio de câmeras de alta resolução e sensores aliados a sistemas visuais de IA.
Desenvolvido pela AiMOGA Robotics, o equipamento utiliza algoritmos avançados conhecidos como large models, que possibilitam o processamento constante de dados visuais em tempo real, garantindo operação 24 horas sem pausas. A robótica empregada integra tecnologias de reconhecimento, emissão de alertas sonoros e comunicação por gestos, sincronizados com sinais de trânsito.
Outras cidades, como Chengdu e Hangzhou, testam dispositivos variados, incluindo cães-robôs e plataformas sobre rodas, empregados em patrulhamento e monitoramento remoto. Esses sistemas conseguem acessar locais de difícil alcance e transmitir imagens ao vivo, atuando de modo autônomo ou sob supervisão humana.
Essa iniciativa faz parte da estratégia chinesa voltada à inteligência incorporada, que combina IA, robótica e sistemas físicos. O Centro de Pesquisa e Desenvolvimento do Conselho de Estado da China projeta que o mercado dessa tecnologia pode chegar a 400 bilhões de yuans em 2030 e ultrapassar 1 trilhão até 2035.
Apesar dos ganhos em eficiência operacional, especialistas destacam preocupações sobre privacidade, governança de dados e o papel da automação na segurança pública. Atualmente, as autoridades consideram esses robôs como instrumentos auxiliares, sem substituírem os agentes humanos no policiamento das cidades.
Perfin mira expansão em rodovias, saneamento e energia após investimento na Cosan
A gestora Perfin mantém o foco em setores-chave da infraestrutura brasileira, como rodovias, saneamento e energia. Após investir R$ 2 bilhões na Cosan e avançar em integração com o grupo, a empresa busca aprimorar a gestão e gerar valor nos ativos.
No setor de rodovias, a Perfin participa de leilões relevantes por meio da EPR, com concessões que somam investimentos significativos previstos pelo Ministério dos Transportes. Em saneamento, parcerias com Aegea, Kinea e aquisições estratégicas ampliam sua atuação.
Em energia, a estratégia é participar de licitações de transmissão e manter presença controlada em geração renovável. O objetivo é equilibrar crescimento com controle financeiro em infraestrutura essencial para o Brasil.
A gestora Perfin tem mantido seu foco em investimentos nos setores de infraestrutura, principalmente em rodovias, saneamento e energia. Após aportar R$ 2 bilhões na Cosan, a empresa está em processo de integração com o conglomerado, incluindo visitas às operações da Rumo. A expectativa é que, junto ao BTG, ajude a aprimorar a gestão para desbloquear valor, ajustando a alavancagem e eliminando excessos, segundo Carolina Rocha, COO da Perfin.
No segmento de rodovias, a gestora atua por meio da joint venture EPR, parceria com a Equipav, onde detém quase 50% do capital dos fundos Perfin Infra. Desde 2022, a EPR venceu sete leilões, comprometendo cerca de R$ 50 bilhões em investimentos distribuídos ao longo do tempo. Espera-se um ano intenso para os leilões federais, com 13 previstos pelo Ministério dos Transportes, totalizando R$ 85 bilhões em capex para mais de 6,4 mil km de rodovias.
Na área de saneamento, a Perfin firmou parcerias com Aegea e Kinea para a aquisição da gaúcha Corsan, criando uma plataforma que conquistou uma PPP da Sanepar e concessão em Palhoça, SC. Além disso, possui participação relevante na Copasa, tornando-se maior acionista privada da estatal mineira, que pode ser privatizada em modelo similar ao da Eletrobras.
Em energia, a estratégia é concentrar esforços em licitações de transmissão, com cautela diante da concorrência do setor. Apesar dos desafios encontrados na geração renovável, especialmente nos cortes de produção eólica e solar, a Perfin mantém interesse controlado nessa área, após a venda da Comerc para a Vibra.
Esse foco direcionado em rodovias, saneamento e energia reflete a busca da Perfin por oportunidades que conciliem crescimento e controle financeiro em segmentos essenciais da infraestrutura brasileira.
A Veriff, unicórnio estoniano especializado em Verificação de identidade digital, inaugurou seu primeiro hub tecnológico no Brasil. Com um investimento...
Publicado em 24/04/2025 às 15:43 - Tecnologia e Inovação