A Inteligência Artificial avança rápido, com gastos globais projetados em US$ 1,5 trilhão em 2025, segundo a Gartner. No Brasil, é essencial criar políticas para uma IA soberana que impulsione a economia e combata desigualdades.
Parcerias público-privadas combinam regulação governamental e inovação privada. Iniciativas como o Plano Nacional de Data Centers atraem investimentos de US$ 2 bilhões, geram empregos e capacitam profissionais em TI.
A Inteligência Artificial avança rápido e deve gerar US$ 1,5 trilhão em gastos globais em 2025, conforme o Gartner. No Brasil, é hora de criar políticas e regulamentações para uma IA Soberana no Brasil que impulsione a economia e reduza desigualdades.
Governos e empresas precisam unir forças. Sozinhos, é difícil acompanhar o ritmo tech. Uma IA soberana usa dados, infraestrutura e talentos locais para gerar ganhos reais.
O governo oferece estruturas regulatórias. O privado traz inovação e escala. Juntos, transformam desafios em oportunidades.
Um relatório da CEPAL avisa: a IA otimiza processos e serviços, mas pode piorar lacunas socioeconômicas em nações como o Brasil sem investimentos em educação e pesquisa.
O Plano Nacional de Data Centers, de setembro, atrai mais de US$ 2 bilhões em investimentos estrangeiros. Exige contrapartidas como compra de equipamentos locais e geração de empregos.
Outro foco é capacitar profissionais. A falta de mão de obra em TI piora com a IA. Parcerias aceleram treinamentos para novas demandas.
Assim, governo, empresas e sociedade coordenam esforços para protagonismo na IA e benefícios concretos.
Via Forbes Brasil