Pesquisadores descobriram que abelhas podem reconhecer rostos humanos por meio de uma técnica visual semelhante à humana, chamada visão configuracional. Elas percebem a relação entre olhos, nariz e boca, armazenando essa informação na memória.
O experimento envolveu o condicionamento das abelhas com imagens associadas a recompensas, que depois foram testadas sem estímulos doces. As abelhas identificaram corretamente rostos já vistos, mostrando capacidade cognitiva avançada.
Além disso, essa habilidade reflete a eficiência do cérebro das abelhas, que apresentam cerca de um milhão de neurônios capazes de realizar tarefas complexas, auxiliando também na identificação de flores e marcos ambientais.
Pesquisas recentes revelam que as abelhas reconhecem rostos humanos usando uma técnica visual semelhante à humana, chamada visão configuracional. Isso significa que elas não identificam apenas partes isoladas do rosto, mas percebem a relação espacial entre olhos, nariz e boca. Esse reconhecimento é armazenado na memória, indicando uma capacidade cognitiva notável para um cérebro pequeno.
O experimento envolveu o condicionamento das abelhas com fotos de rostos associados a recompensas de água com açúcar. Após a fase inicial, imagens sem o estímulo doce foram apresentadas para testar a memória visual. As abelhas continuaram identificando corretamente os rostos conhecidos, descartando rostos desconhecidos, o que confirma que a resposta é pela memória, e não pelo cheiro.
O cérebro das abelhas é composto por cerca de um milhão de neurônios, organizados para realizar tarefas complexas. Essa eficiência neural permite reconhecer rostos humanos, o que antes se acreditava exclusivo de mamíferos com cérebros maiores. Essa habilidade auxilia também na identificação de flores e marcos no ambiente, mostrando uma versatilidade cognitiva que surpreende especialistas.
Além disso, as abelhas exibem comportamentos que indicam emoções básicas, como reações optimistas diante de surpresas positivas, e demonstram capacidade de resolver problemas para conseguir alimento. Essas descobertas ampliam o entendimento sobre a inteligência e a consciência animal, ressaltando a importância de preservar esses polinizadores.
Compreender que as abelhas têm memória e percepção detalhada reforça a necessidade de reavaliar práticas ambientais, valorizando sua função essencial no equilíbrio dos ecossistemas.
Via Olhar Digital