Pesquisadores revelaram um spyware chamado “Darksword” que pode infectar entre 220 e 270 milhões de iPhones, especialmente em versões antigas do iOS entre 18.4 e 18.6.2. A ameaça foi detectada principalmente em sites na Ucrânia, mas também teve ataques registrados na Arábia Saudita, Turquia e Malásia.
O spyware permite acesso não autorizado às informações pessoais dos usuários e o monitoramento de suas atividades. A Apple já lançou atualizações que corrigem essas vulnerabilidades, reforçando a importância de manter os dispositivos atualizados para evitar riscos.
Essa descoberta evidencia a evolução dos malwares sofisticados focados em roubo de dados e carteiras digitais, alertando os usuários para a necessidade contínua de cuidado com a segurança dos seus iPhones.
Pesquisadores revelaram a existência de um spyware capaz de atingir milhões de dispositivos iPhone, principalmente em versões desatualizadas do sistema iOS entre 18.4 e 18.6.2. A ameaça, identificada como “Darksword”, foi encontrada em diversos sites na Ucrânia, com potencial para afetar entre 220 e 270 milhões de aparelhos.
O spyware permite acesso não autorizado a dados pessoais e monitoramento das atividades dos usuários. A descoberta foi feita por especialistas da Lookout, iVerify e Google, que também detectaram recentemente outro malware chamado “Coruna”, hospedado nos mesmos servidores e com foco em iPhones.
O Google apontou que ataques envolvendo o Darksword ocorreram em países como Arábia Saudita, Turquia, Malásia e Ucrânia. Parte dessas ações estaria ligada à empresa turca PARS Defense, especializada em vigilância comercial, mas esta não respondeu aos pedidos de esclarecimento.
A Apple informou que as falhas exploradas por esse tipo de spyware foram corrigidas em atualizações lançadas desde 2025 e reforçou a importância de manter os dispositivos sempre atualizados para evitar riscos à segurança.
Essa situação evidencia o crescimento do mercado de malwares sofisticados capazes de roubar dados, inclusive de carteiras de criptomoedas, destacando a necessidade contínua de atenção dos usuários quanto às versões do iOS instaladas.
Via Olhar Digital