A Tarifa de Trump anunciada sobre produtos brasileiros está sob avaliação da Petrobras, que busca alternativas para minimizar os impactos. A estatal reafirmou seu compromisso de encontrar as melhores soluções para a empresa, independentemente do cenário econômico. A medida foi atrelada ao tratamento dado ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
Após o anúncio da Tarifa de Trump, o dólar futuro registrou alta e as ações de empresas brasileiras listadas nos EUA, como Embraer e a própria Petrobras, apresentaram queda. A Petrobras informou que sua estrutura comercial global permite um acompanhamento constante do mercado internacional, buscando sempre as opções mais econômicas.
Apesar de o petróleo brasileiro representar uma pequena fatia das importações americanas, a taxação de 50% pode alterar o perfil dos compradores. A consultoria StoneX aponta que países asiáticos podem aumentar sua participação, reduzindo a dos EUA.
Esse cenário pode levar a um recuo nas exportações de petróleo em um primeiro momento, enquanto as mudanças se consolidam. A Tarifa de Trump pode reconfigurar o comércio de petróleo, com a Petrobras buscando novos mercados para manter sua competitividade.
A imposição da Tarifa de Trump sobre as exportações brasileiras gerou uma resposta imediata nos mercados financeiros. O aumento do dólar futuro e a queda nas ações de empresas como Embraer e Petrobras refletem a preocupação dos investidores com os possíveis impactos da medida.
A StoneX, por sua vez, avalia que a Tarifa de Trump pode provocar uma mudança no cenário de exportações de petróleo do Brasil. A consultoria sugere que, a curto prazo, as exportações podem sofrer uma retração, mas que, a longo prazo, o país pode encontrar novos mercados, especialmente na Ásia.
A Petrobras, atenta às dinâmicas do mercado global, está monitorando de perto a situação e buscando alternativas para minimizar os efeitos da Tarifa de Trump e garantir a continuidade de suas operações de forma eficiente.
Via InvestNews