A Polícia Federal realizou a Operação Bucaneiros para desarticular uma rede que comercializava ilegalmente acesso a canais de TV via IPTV. O grupo faturou R$ 4,2 milhões com a venda ilegal de conteúdos protegidos, incluindo canais por assinatura.
Mais de 70 policiais cumpriram 13 mandados em diferentes estados, apreendendo dinheiro, veículos de luxo e equipamentos eletrônicos usados para hospedar o site ilegal. A venda pirata gerava prejuízos financeiros e riscos à segurança digital dos usuários.
Os investigados responderão por crimes como violação de direitos autorais, associação criminosa e lavagem de dinheiro, enquanto as investigações continuam para identificar outras infrações.
A Polícia Federal realizou na manhã desta terça-feira a Operação Bucaneiros para desarticular um esquema de comercialização ilegal de sinal de televisão via internet (IPTV). A investigação apontou que o grupo movimentou mais de R$ 4,2 milhões com a venda de acesso a conteúdos protegidos, como canais por assinatura e filmes, sem autorização.
Mais de 70 policiais cumpriram 13 mandados de busca e apreensão em nove endereços na Grande Vitória, além de locais em Cabo Frio (RJ), Indaiatuba (SP) e Gama (DF). O grupo operava um site que oferecia mais de 1.200 canais por assinatura mediante pagamento, principalmente por transferências via PIX, feitas para contas de familiares e empresas de fachada, ocultando a origem do dinheiro.
Durante a ação, foram apreendidos cerca de R$ 1,7 milhão em dinheiro, oito veículos de luxo, uma motocicleta avaliada em R$ 5 milhões, além de eletrônicos como celulares, notebooks e um computador usado para hospedar o site ilegal.
Além de causar prejuízos financeiros às empresas produtoras dos conteúdos e à arrecadação tributária, a venda ilegal de IPTV também expõe os usuários a riscos de segurança digital, como instalação de malwares que podem roubar dados pessoais e financeiros.
Os investigados devem responder por crimes que incluem comercialização ilegal de sinal, violação de direitos autorais, associação criminosa e lavagem de dinheiro, além de outras infrações que possam surgir na continuidade das apurações.
Via ESHoje