A economia brasileira deve apresentar um crescimento moderado em 2026, com o PIB próximo de 1,7%, indicando uma desaceleração em relação ao ano anterior. A taxa básica de juros elevada, entre 12% e 12,75%, limita a expansão econômica.
Políticas públicas no ano eleitoral devem estimular o mercado, mas o cenário externo menos favorável restringe o crescimento. Setores como agronegócio e indústria extrativa mantêm desempenho positivo, enquanto comércio e serviços sentem os efeitos da política monetária restritiva.
A economia brasileira deve apresentar um crescimento moderado em 2026, seguindo a tendência de desaceleração iniciada em 2025. As projeções indicam que o Produto Interno Bruto (PIB) deve ficar próximo de 1,7%, abaixo dos 2% previstos para o ano anterior. A alta taxa básica de juros, que deve encerrar o ano entre 12% e 12,75%, ainda limita a expansão econômica.
As políticas públicas são vistas como impulsionadoras, principalmente durante o ano eleitoral, com estímulos fiscais e crédito aumentando a movimentação no mercado. No entanto, o cenário externo não deve favorecer tanto quanto em 2025, quando a desvalorização do dólar ajudou a controlar a inflação.
Setores como agronegócio e indústria extrativa tendem a manter o desempenho positivo, enquanto indústria, comércio e serviços devem sentir os efeitos da política monetária restritiva. O agronegócio, em especial, pode bater novos recordes de produção e exportação.
Especialistas alertam que a inflação, principalmente em serviços, continuará pressionando a economia, mantendo a necessidade de juros elevados. O avanço do crédito consignado privado e ampliação de benefícios fiscais, como a isenção do Imposto de Renda, são apontados como fatores que podem ajudar o crescimento.
Analistas recomendam cautela para empresas e investidores, já que o crescimento modesto exige planejamento alinhado a um ambiente econômico que não deve acelerar significativamente, mas também não deve entrar em queda brusca.
Via InfoMoney