A temporada de 2025 da Fórmula 1 destacou os maiores salários entre os pilotos, com destaque para Lando Norris, que conquistou o título, e Max Verstappen, líder em remuneração. Norris recebe US$ 18 milhões em salário, enquanto Verstappen acumula US$ 76 milhões, entre salário e bônus.
Lewis Hamilton, agora na Ferrari, também aparece entre os mais bem pagos, com salário estimado em US$ 70 milhões. O ranking mostra um aumento de 15% nos pagamentos dos dez pilotos mais bem remunerados, reflexo do crescimento financeiro das equipes.
Além dos valores, o estudo evidencia que os salários dos pilotos não são limitados pelo teto de gastos das equipes, diferente dos investimentos em desenvolvimento. O ranking considera apenas ganhos ligados ao desempenho nas pistas, sem incluir patrocínios.
A temporada de 2025 da Fórmula 1 teve um desfecho emocionante, com Lando Norris conquistando o título de campeão piloto após garantir o terceiro lugar no Grande Prêmio de Abu Dhabi. Com 26 anos, Norris da McLaren superou Oscar Piastri e Max Verstappen, apesar de receber menos do que eles em remuneração. O salário estimado de Norris nesta temporada foi de US$ 18 milhões, somando bônus que totalizam US$ 57,5 milhões.
Na frente, Lewis Hamilton, agora na Ferrari, recebeu cerca de US$ 70 milhões em salário, além de um bônus de US$ 500 mil, fechando a temporada em terceiro no campeonato de pilotos. Verstappen, da Red Bull, permanece líder em ganhos, com US$ 76 milhões em remuneração total, combinando US$ 65 milhões de salário e US$ 11 milhões em bônus, mantendo seu domínio financeiro na categoria.
Os dez pilotos mais bem pagos somaram US$ 363 milhões em salários e bônus, refletindo um aumento de 15% em relação ao ano anterior e estimulados pelo crescimento financeiro das equipes. Novos nomes como Lance Stroll e Kimi Antonelli também aparecem entre os mais bem remunerados, com cerca de US$ 13,5 milhões e US$ 12,5 milhões, respectivamente.
O aumento dos salários está ligado ao crescimento das receitas das equipes, enquanto o teto de gastos para desenvolvimento mantém os gastos controlados, exceto para os salários dos pilotos, que seguem livres de restrição. Embora os pilotos também ganhem com patrocínios, o ranking foca exclusivamente em remuneração ligada ao desempenho nas pistas.
Via Forbes Brasil