A dramaturgia evolui acompanhando o consumo de mídia, e as novelas verticais ganham espaço como formato rápido e prático. O TikTok lançou o PineDrama, disponível no Brasil, focado em vídeos curtos, navegação simples e sem anúncios.
O app permite interação com criadores, controle de velocidade e mantém o histórico do que foi assistido, proporcionando uma experiência contínua semelhante ao streaming. Ainda não há previsão de monetização.
No Brasil, o formato cresce desde 2022, com produções próprias da Globo e plataformas independentes. As novelas verticais representam uma transformação da dramaturgia tradicional, adaptada ao consumo móvel e direto.
Do rádio ao mobile, a dramaturgia acompanha as mudanças do consumo de mídia. Atualmente, as novelas verticais ganham espaço entre quem busca rapidez e praticidade em conteúdo audiovisual. O TikTok lançou o PineDrama, aplicativo focado nesse formato, disponível em alguns países, incluindo Brasil e Estados Unidos.
O PineDrama aposta em navegação simples, sem anúncios, com recursos como controle de velocidade, navegação por episódios e interação com criadores. Além disso, mantém o histórico do que já foi assistido, proporcionando continuidade semelhante a serviços de streaming. Acesso é pela conta do TikTok e até agora não há monetização prevista.
Originados na China em 2018, os microdramas verticais foram impulsionados por plataformas como Kwai. Com produções curtas e orçamento modesto, o formato já movimenta bilhões globalmente. A China lidera, enquanto os EUA investem em produtoras especializadas em conteúdo vertical.
No Brasil, o formato ganhou força desde 2022, com a Globo criando um espaço dedicado no Globoplay. Em 2025, lançou suas primeiras novelas verticais, entre elas “Tudo por Uma Segunda Chance” e “Cinderela e o Segredo do Pobre Milionário”, com Jade Picon. O mercado nacional também conta com plataformas independentes, como o TeleTele, que reúne nomes conhecidos do audiovisual.
Esses formatos transformam a dramaturgia tradicional, sinalizando uma adaptação ao público que consome conteúdo móvel e demanda formatos ágeis e acessíveis.
Via Forbes Brasil