O delegado-geral do Espírito Santo, José Darcy Arruda, afirmou que a conexão entre a morte de Dante de Brito Michelini e o caso Araceli não pode ser descartada. Dante foi investigado e posteriormente inocentado no caso de 1973.
As investigações agora analisam todas as hipóteses, incluindo histórico de Dante, venda do imóvel e relações familiares. A polícia descartou latrocínio e procura a cabeça do homem, o que pode indicar crime por encomenda ou ato de sadismo.
O delegado-geral do Espírito Santo, José Darcy Arruda, afirmou que não se pode descartar ligação entre a morte de Dante de Brito Michelini, conhecido como Dantinho, e o caso Araceli, que teve repercussão em 1973. Dante foi um dos investigados na época, condenado e depois inocentado.
José Darcy confirmou que as investigações vão considerar todas as hipóteses. Ele destacou que, além do histórico de Dante, a situação da venda do imóvel onde ocorreu o crime e as relações familiares serão analisadas com cautela.
Inicialmente, a polícia considerou latrocínio, pois alguns pertences de Dante sumiram. Porém, esses foram encontrados nos escombros da casa incendiada logo após o crime, descartando essa possibilidade.
A cabeça de Dante, decapitada, ainda não foi localizada. A polícia esvaziou a piscina do sítio onde ele morava, à procura da cabeça, encontrando apenas carcaças de tartarugas. Esse ato pode indicar crime por encomenda, com evidência para quem contratou, ou ação de sadismo do autor.
O delegado Fabrício Dutra, do DEHPP, destacou a precisão do corte na decapitação, diferente do que ocorre normalmente, e evidências de que Dante foi morto por facadas, com duas marcas encontradas no tórax dele. O trabalho da Polícia Científica confirmou a cena de homicídio clara.
Via Folha Vitória