A Polymarket lançou em Nova York um supermercado gratuito que funcionará por quatro dias, oferecendo mantimentos sem custo para os moradores da cidade. A ação, marcada para 12 de fevereiro, visa ajudar a comunidade diante do aumento do custo de vida.
Além disso, a empresa doou US$ 1 milhão para um banco de alimentos local, reforçando seu compromisso social. Essas iniciativas coincidem com debates sobre acessibilidade financeira e políticas do novo prefeito de Nova York.
Essas ações fazem parte de uma estratégia de marketing que associa a marca a causas sociais. Resta acompanhar se a Polymarket manterá esse engajamento ou se a iniciativa será apenas um movimento pontual para melhorar sua imagem.
Na semana que antecede o Super Bowl, marcado pelo maior volume de apostas nos Estados Unidos, duas grandes empresas de prediction markets lançaram ações que misturam marketing e filantropia para atrair usuários. Depois da Kalshi distribuir vouchers de US$ 50 em um supermercado de Manhattan, a Polymarket anunciou a abertura de um supermercado gratuito em Nova York, chamado “The Polymarket”.
A loja será inaugurada em 12 de fevereiro e ficará aberta por apenas quatro dias, oferecendo mantimentos sem custo para os nova-iorquinos. A empresa afirmou que o local estará totalmente abastecido e aberto a todos, evidenciando sua intenção de apoiar a comunidade local, especialmente diante da crescente preocupação com o custo de vida na cidade.
Além dessa iniciativa, a Polymarket doou US$ 1 milhão a um banco de alimentos de Nova York. O momento dessas ações coincide com o recente aumento da discussão sobre acessibilidade financeira na cidade, que levou à eleição do prefeito Zohran Mamdani, defensor da criação de mercados públicos para reduzir o preço dos alimentos.
Por sua vez, essas ações refletem uma estratégia conhecida como cause marketing, prática usada por empresas para associar suas marcas a causas sociais e, assim, aumentar sua base de clientes. Exemplos tradicionais dessa abordagem são campanhas ambientais da Patagonia e o “McDia Feliz” do McDonald’s no Brasil.
Resta observar se essas operadoras de prediction markets vão manter iniciativas sociais como esta ou se o movimento é apenas um caso de social washing, onde empresas buscam melhorar sua imagem sem mudanças profundas em suas práticas.
Via Brazil Journal