O preço do petróleo registrou alta de 3% nesta quinta-feira (8), após quedas nos dias anteriores. Os contratos futuros do Brent fecharam em US$ 61,99 por barril, enquanto o WTI dos EUA atingiu US$ 57,76. A alta foi motivada por preocupações sobre a oferta de petróleo da Rússia, Iraque e Irã, além de novidades relacionadas à Venezuela.
Nos últimos dias, houve movimentação na Venezuela com visitas de representantes de empresas petrolíferas americanas e europeias, após acordo dos EUA para fornecimento de produtos ao país. Os Estados Unidos também intensificaram sanções, bloqueando embarcações venezuelanas, parte de uma estratégia para reforçar sua influência no mercado.
Embora essa mobilização gere tensões, analistas apontam que o impacto imediato no mercado é limitado, pois um aumento real da oferta venezuelana na Costa do Golfo pode levar anos para se concretizar. Paralelamente, o Senado americano aprovou resoluções para limitar ações militares na Venezuela, enquanto grandes petrolíferas planejam ampliar operações na região.
Os preços do petróleo tiveram alta de mais de 3% nesta quinta-feira (8), após duas quedas seguidas, atingindo o maior valor em duas semanas. Os contratos futuros do Brent fecharam em US$61,99 por barril, e o West Texas Intermediate (WTI) dos EUA fechou a US$57,76. O movimento foi impulsionado por preocupações com a oferta da Rússia, Iraque e Irã, além de movimentações na Venezuela.
Nos últimos dias, as embaixadas estrangeiras na Venezuela começaram a organizar visitas que incluirão representantes de empresas petrolíferas americanas e europeias, após o anúncio de Washington de um acordo de petróleo de US$ 2 bilhões e fornecimento de produtos norte-americanos ao país. Os Estados Unidos intensificaram o bloqueio a embarcações com sanções contra a Venezuela, incluindo a apreensão de dois navios petroleiros, um sob bandeira russa.
Os avanços dos EUA na região são parte de uma estratégia para fortalecer sua influência no mercado de petróleo das Américas e pressionar o governo venezuelano. Apesar da mobilização, analistas notam que o impacto imediato no mercado é limitado, já que um aumento significativo na oferta venezuelana na Costa do Golfo dos EUA ainda pode levar anos.
O Senado dos EUA aprovou uma resolução para limitar ações militares isoladas na Venezuela, enquanto o secretário de Energia americano sinalizou abertura para equilibrar a presença dos EUA e da China no país sul-americano.
Grandes petrolíferas americanas, como Chevron, ConocoPhillips e Exxon Mobil, planejam ampliar atuação na Venezuela. O governo dos EUA também marcou reuniões com líderes de comércio de commodities para discutir a comercialização do petróleo venezuelano. Por sua vez, a indiana Reliance Industries manifestou interesse em comprar petróleo da Venezuela caso as vendas para compradores não americanos sejam autorizadas.
Via Money Times