A primeira superlua de 2026 ocorrerá neste sábado, dia 3, quando a Lua estará em seu ponto mais próximo da Terra, cerca de 362 mil km. Esse evento faz a Lua parecer maior e mais brilhante, um fenômeno que pode ser apreciado principalmente no nascer e no pôr do satélite.
O ideal para observar a superlua é escolher locais com pouca poluição luminosa e céu limpo. Apesar de o Observatório Nacional não considerar oficialmente esse fenômeno como superlua, ele acontece próximo dessa definição. Além disso, a Terra estará no periélio, seu ponto mais próximo do Sol, um evento raro que não acontecia desde 1912.
Outras superluas estão previstas para novembro e dezembro de 2026, com distâncias lunares ainda menores. A combinação destes fatos torna a observação única, especialmente para quem gosta de astronomia e eventos naturais.
A primeira superlua de 2026 poderá ser observada neste sábado (3), segundo a Nasa. O fenômeno ocorre quando a Lua está em seu ponto mais próximo da Terra, a cerca de 362 mil km, fazendo com que pareça maior e mais brilhante para quem a vê.
Para aproveitar a observação, o ideal é buscar locais com pouca poluição luminosa e céu claro. O melhor momento para ver a superlua é durante o nascer ou o pôr do satélite, quando ele parece maior devido a uma ilusão óptica causada pela proximidade do horizonte.
Apesar disso, o Observatório Nacional não inclui esse evento na definição estrita de superlua, a qual exige distância da Lua à Terra igual ou inferior a 360 mil km. A órbita lunar é elíptica, variando aproximadamente entre 356 mil km e 406 mil km do planeta.
O mesmo dia do evento coincide com o periélio, o ponto em que a Terra está mais próxima do Sol. Essa junção de acontecimentos não ocorria desde janeiro de 1912, segundo o site EarthSky.
As próximas superluas previstas para 2026 acontecem em 24 de novembro e 24 de dezembro, com distâncias estimadas pela Nasa de 360 mil km e 356 mil km, respectivamente.
Durante o evento, no hemisfério Norte, a Lua também é chamada de Lua de lobo devido à maior possibilidade de ouvir uivos típicos do inverno.
Via Folha de S.Paulo