O mercado de café robusta no Vietnã enfrenta lentidão, pois produtores estão retendo seus estoques esperando preços mais vantajosos. Apesar da demanda aquecida, a oferta permanece restrita, com negociações girando em torno de US$3,71 a US$3,74 por kg no Planalto Central.
Os contratos futuros indicam preços em queda, e os produtores sentem pouca pressão para vender, já que outras culturas também trazem renda, como o durian. A expectativa é de uma safra maior, com crescimento entre 5% e 10%, impulsionada por condições climáticas favoráveis.
Mesmo diante das limitações no comércio, o Vietnã ampliou suas exportações em 17,5%, alcançando 1,58 milhão de toneladas em 2025, e as receitas cresceram 59%, totalizando US$8,9 bilhões. Na Indonésia, o cenário do café robusta também muda, com prêmios em alta e possíveis impactos climáticos na produção futura.
O comércio de café robusta no Vietnã segue lento, apesar da demanda em alta. Os produtores vêm segurando seus estoques, esperando por preços melhores para vender. Enquanto isso, exportadores buscam cumprir contratos, mesmo com a oferta restrita. No Planalto Central, os grãos são negociados entre 97.500 e 98.200 dongs por kg, o que equivale a cerca de US$3,71 a US$3,74.
O contrato futuro para março fechou em US$3.939 por tonelada, queda de US$68. Segundo operadores, produtores desfrutam de pouca pressão para vender já que podem obter renda com outras culturas, como o durian. Estima-se que a produção da nova safra cresça entre 5% e 10%, com condições climáticas favoráveis aos cafezais.
Apesar do mercado restrito, o Vietnã exportou 1,58 milhão de toneladas em 2025, avanço de 17,5% comparado ao ano anterior. A receita teve aumento significativo de 59%, alcançando US$8,9 bilhões. Em dezembro, as exportações cresceram 40,8% em volume, chegando a 180.000 toneladas.
Na Indonésia, os prêmios para o café robusta Sumatra também subiram. Ofertas para o contrato de fevereiro chegaram a US$215 de prêmio, acima dos US$120 em janeiro. Produtores da região alertam que recentes chuvas fortes podem impactar a colheita, derrubando as cerejas das plantas e afetando o fornecimento futuro.
Via Forbes Brasil