A professora Luciene Naves Correia, de 51 anos, foi assassinada a tiros enquanto estava na calçada de sua casa no bairro Osmar Cabral, em Cuiabá. O principal suspeito do crime é o ex-marido dela, Paulo Neves Bispo, contra quem Luciene tinha medida protetiva.
Após o crime, o suspeito tentou atacar a filha grávida do casal, que conseguiu se trancar no quarto e chamar ajuda. Paulo fugiu e foi morto pela polícia após resistir à prisão.
O caso evidencia os riscos enfrentados por vítimas de violência doméstica e questiona a efetividade das medidas protetivas, reforçando a necessidade de ações mais rigorosas para prevenir esses crimes.
A professora Luciene Naves Correia, de 51 anos, foi morta a tiros enquanto estava na calçada de sua casa no Bairro Osmar Cabral, em Cuiabá. O principal suspeito do crime é o ex-marido dela, Paulo Neves Bispo, de 61 anos, contra quem Luciene tinha uma medida protetiva. O caso ocorreu na manhã da última segunda-feira, 16.
De acordo com a filha do casal, que estava na residência, Paulo teria desligado o padrão de energia e pulado o muro para aguardar escondido a saída da ex-mulher. Ao sair para verificar o quadro de luz, Luciene foi recebida por disparos efetuados por Paulo, que não resistiu aos ferimentos.
Após o crime, o suspeito teria tentado entrar na casa para atacar a filha do casal, que está grávida. Conseguindo se trancar no quarto, a vítima impediu a entrada do pai. Paulo fugiu em direção ao bairro Jardim Liberdade, próximo à residência da outra filha.
Nas proximidades, um policial militar de folga soube da situação e tentou prender o homem, que resistiu e apontou a arma no policial. Em resposta, o policial atirou, atingindo Paulo, que foi declarado morto no local pelo Samu.
O caso chama atenção para questões de violência doméstica e a efetividade das medidas protetivas, destacando a gravidade dos riscos enfrentados por vítimas nessas situações.
Via Tribuna Online