PT determina mobilização para reeleição de Lula e ampliação no Congresso

PT chama militantes para garantir reeleição de Lula e ampliar presença no Congresso em 2026.
30/01/2026 às 07:02 | Atualizado há 5 dias
               
PT mobiliza militância para reeleição de Lula e fortalecimento no Congresso. (Imagem/Reprodução: Moneytimes)

O Partido dos Trabalhadores (PT) convocou sua base para uma mobilização intensa visando a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2026. A legenda também quer ampliar suas bancadas na Câmara e no Senado, fortalecendo o apoio parlamentar ao governo.

A resolução do PT destaca a importância desse pleito como fundamental para consolidar a democracia e combater o bolsonarismo, além de fortalecer um projeto político comprometido com a redução das desigualdades e o desenvolvimento sustentável do país.

Lideranças do partido, incluindo a ministra Gleisi Hoffmann, sinalizam participação estratégica nas eleições para garantir uma base sólida no Congresso. O PT reforça que a eleição será uma grande batalha política para o país reafirmar seu compromisso com a justiça social.

O Partido dos Trabalhadores (PT) pediu mobilização de sua base para a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, além de ampliar sua presença no Congresso e conquistar governadores. A Executiva Nacional do PT classificou o pleito de 2026 como um momento “histórico” e destacou que a reeleição de Lula é essencial para “consolidar a democracia” e combater o bolsonarismo, definido como uma vertente do fascismo no Brasil.

O documento reforça a importância de eleger uma maioria parlamentar na Câmara e no Senado que apoie o projeto político iniciado no governo atual, orientado para reduzir desigualdades e buscar um desenvolvimento nacional sustentável e soberano. A legenda ressalta que a eleição será a “grande batalha política de 2026” e que o país deve reafirmar seu compromisso com a democracia e a justiça social.

Na véspera, a ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, também falou sobre esse “momento histórico” e ressaltou a necessidade de que chefs do partido, como o ministro da Fazenda Fernando Haddad, estejam na disputa eleitoral, ainda que ele resista aos apelos. A ministra mudou seus próprios planos para concorrer ao Senado, realinhando-se ao chamado do partido.

O PT não exige formalmente que lideranças sejam candidatas, porém evidencia que essa participação é estratégica para construir uma base parlamentar ampla e garantir o avanço do projeto político alinhado ao governo Lula, enfrentando o bolsonarismo e fortalecendo a democracia.

Via Money Times

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