O presidente russo Vladimir Putin e o ex-presidente dos EUA Donald Trump mantiveram uma ligação para tratar de temas estratégicos, como a situação na Ucrânia, no Irã e na Venezuela.
Putin avaliou positivamente a mediação de Trump nas negociações da Ucrânia e discutiram o cenário no Irã, incluindo operações conjuntas dos EUA e Israel, além dos impactos da instabilidade venezuelana no mercado de petróleo.
Essa conversa demonstra a importância de diálogos diretos entre Moscou e Washington, mesmo diante das tensões internacionais, para tratar de segurança e diplomacia global.
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, e o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mantiveram uma ligação telefônica nesta segunda-feira (9) para tratar de temas relevantes na agenda internacional. De acordo com o Kremlin, os principais assuntos abordados foram a situação na Ucrânia, no Irã e na Venezuela, evidenciando a continuidade do diálogo direto entre Moscou e Washington em questões estratégicas.
Segundo o assessor presidencial russo Yuri Ushakov, Putin avaliou positivamente os esforços de mediação promovidos por Trump e sua equipe nas negociações relacionadas à Ucrânia. Além disso, a conversa incluiu um intercâmbio considerado “bastante substantivo e útil” sobre o cenário no Irã, onde Trump compartilhou sua análise sobre a operação conjunta dos EUA e Israel na região.
O contato também abordou os impactos da instabilidade na Venezuela, especialmente diante da oscilação do mercado global de petróleo. Essa chamada telefônica ocorre em um momento de tensões elevadas no cenário internacional, reforçando a importância da manutenção de canais abertos para tratar de segurança e diplomacia entre as duas potências.
A discussão entre Putin e Trump sugere que, apesar das divergências existentes, há interesse em avaliar diretamente questões que afetam o equilíbrio geopolítico, como os conflitos no Leste Europeu e no Oriente Médio, além da influência na América Latina. O acompanhamento dessas conversas pode indicar possíveis desdobramentos nas políticas externas dos países envolvidos.
Via Sputnik Brasil