Os Estados Unidos manifestaram interesse em adquirir a Groenlândia, uma ilha pertencente à Dinamarca, cuja estimativa de valor varia entre US$ 200 bilhões e US$ 2,8 trilhões. Esse valor é calculado considerando as riquezas naturais da região, como reservas de gás, petróleo e minerais raros essenciais para tecnologias renováveis e defesa.
Além dos recursos naturais, a Groenlândia tem uma importância estratégica devido à sua localização no Ártico e proximidade com rotas marítimas importantes. Isso também reforça o interesse americano em termos militares e de segurança, valorizando a ilha para questões geopolíticas.
Apesar das tentativas de compra no passado e dos interesses recentes, autoridades da Groenlândia e aliados, como a Otan, resistem à ideia de incorporar a ilha aos Estados Unidos. A região também é vista como crucial para o desenvolvimento de tecnologias sustentáveis e para a proteção estratégica do Ártico.
Após a prisão do presidente venezuelano Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, o governo americano voltou a considerar a aquisição da Groenlândia, uma ilha pertencente à Dinamarca. Entre as opções discutidas está a compra da região, estimada em valores que variam entre US$ 200 bilhões e até US$ 2,8 trilhões, dependendo dos critérios analisados.
Esses valores são baseados principalmente nas riquezas naturais da ilha, que incluem reservas de gás natural, petróleo, minerais de terras raras como neodímio, grafite e lítio, essenciais para tecnologias renováveis e defesa. A Groenlândia também possui uma localização estratégica no Ártico, próxima a rotas marítimas importantes e com valor militar.
Historicamente, os Estados Unidos já tentaram comprar a ilha, com ofertas em 1868 e 1946. Ajustadas pela inflação e crescimento econômico, essas propostas chegariam hoje a cerca de US$ 12,9 bilhões. Pesquisadores apontam que a compra da Groenlândia tem respaldo mais na geopolítica e estratégia de segurança do que apenas em valores comerciais.
Apesar do interesse americano, autoridades da Groenlândia manifestam resistência à ideia de se tornar parte dos Estados Unidos, tendo o apoio de líderes da Otan. A região é vista como uma peça importante para o futuro das tecnologias sustentáveis e também para fortalecer a proteção do Ártico sob a perspectiva dos EUA.
Via Forbes Brasil