O presidente Donald Trump escolheu Kevin Warsh para comandar o Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos. Warsh, que tem experiência no Fed e no setor financeiro, é conhecido por sua atuação durante a crise financeira de 2008 e por críticas às políticas do banco central.
Durante o colapso financeiro, Warsh ajudou no resgate da seguradora AIG e na aquisição da corretora Bear Stearns pelo JPMorgan. Hoje, trabalha como sócio em uma empresa de investimentos e possui conexões políticas importantes.
A indicação recebeu reações mistas: elogios de líderes econômicos e críticas de senadores que questionam seu alinhamento com Wall Street. A confirmação pelo Senado promete ser complexa, em meio a investigações em curso sobre o atual presidente do Fed.
O presidente Donald Trump anunciou o nome de Kevin Warsh como seu indicado para presidir o Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos. Warsh, de 55 anos, já integrou o Conselho de Governadores do Fed e tem experiência no setor financeiro, incluindo passagens pelo Morgan Stanley e pelo governo Bush. Além disso, é conhecido por críticas às políticas do banco central, especialmente à condução das taxas de juros e à compra de títulos durante a crise de 2008.
Warsh ajudou a gerir o resgate da seguradora AIG e apoiou a aquisição da corretora Bear Stearns pelo JPMorgan, atuação marcante durante o colapso financeiro. Após deixar o Fed em 2011, atuou no think tank Hoover Institution e hoje trabalha como sócio da Duquesne Family Office, empresa de investimentos.
Ele possui laços familiares com Jane Lauder, bilionária neta de Estée Lauder, e com Ronald Lauder, importante doador do Partido Republicano e conhecido por seu relacionamento histórico com Trump. Essas conexões acrescentam uma dimensão política à sua indicação.
A nomeação de Warsh teve diferentes reações. Líderes econômicos como Mark Carney e Mohamed El-Erian elogiaram sua trajetória e conhecimentos técnicos. Por outro lado, a senadora Elizabeth Warren criticou a escolha, apontando seu apoio a Wall Street em detrimento de trabalhadores afetados pela crise.
O atual presidente do Fed, Jerome Powell, é alvo de investigações e pressões, o que pode tornar a confirmação de Warsh pelo Senado um processo complexo, especialmente com parlamentares exigindo clareza sobre as investigações em curso antes de aprovar novos nomes.
Via Forbes Money