A Randoncorp firmou um acordo de aproximadamente R$ 770 milhões com o grupo chileno Arauco para fornecer vagões ferroviários que vão transportar a produção da primeira unidade da Arauco no Brasil. Os vagões serão operados nas linhas da Rumo, com entregas previstas entre maio de 2023 e novembro de 2024.
O contrato deve impulsionar a receita da divisão de Montadora da Randoncorp nos anos de 2026 e 2027, muito acima dos cerca de R$ 40 milhões registrados no último ano. O fornecimento atende ao Projeto Sucuriú, em Inocência (MS), investimento de US$ 4,6 bilhões da Arauco.
A fábrica deve começar a operar até o fim de 2027, contando com um ramal ferroviário que conectará a planta à Malha Norte da Rumo. O ramal poderá transportar até 3,5 milhões de toneladas de celulose por ano, viabilizando também um terminal portuário para a operação.
A Randoncorp fechou um acordo de aproximadamente R$ 770 milhões com o grupo chileno Arauco para fornecer os vagões ferroviários que transportarão a produção da primeira unidade da companhia no Brasil. Os equipamentos serão operados nas linhas da Rumo, que também atua como parte do contrato, com entregas previstas entre maio deste ano e novembro de 2024.
Este contrato deve aumentar significativamente a receita da divisão de Montadora da Randoncorp nos anos de 2026 e 2027, comparado aos cerca de R$ 40 milhões registrados no último ano. A entrega dos vagões atenderá o Projeto Sucuriú, localizado em Inocência (MS), um investimento da Arauco avaliado em US$ 4,6 bilhões.
A fábrica deve iniciar as operações até o final de 2027, contando com um ramal ferroviário recém-autorizado que conectará a planta à Malha Norte da Rumo. A expectativa é que o ramal consiga transportar até 3,5 milhões de toneladas de celulose anualmente, além de viabilizar um terminal portuário vinculado à operação.
Apesar do cenário atual desfavorável para o mercado de implementos rodoviários, esse contrato traz um impacto relevante para a Randoncorp, cujo valor de mercado gira em torno de R$ 1,9 bilhão. A companhia enfrenta redução no valor de suas ações em 2025, afetada por juros altos e baixa demanda no agronegócio. A agência de crédito S&P colocou o rating da empresa em perspectiva negativa, citando crescimento da alavancagem.
Via Brazil Journal