Presidentes da América Latina manifestaram opiniões distintas após ataques dos Estados Unidos à Venezuela no dia 3 de junho. Enquanto a Colômbia, Cuba e Chile condenaram a invasão, enfatizando a defesa da paz e do direito internacional, a Argentina comemorou a saída de Nicolás Maduro.
Gustavo Petro, presidente da Colômbia, destacou a importância da proteção à vida e a rejeição a confrontos armados, seguindo os princípios da ONU. Cuba, por sua vez, qualificou os ataques como crimes contra a paz regional, enquanto o Chile pediu solução por meio do diálogo e multilateralismo.
No Brasil, o presidente Lula chamou para debate emergencial, embora o Itamaraty não tenha se manifestado oficialmente. Já na Argentina, o presidente Javier Milei usou as redes sociais para celebrar a captura de Maduro, refletindo a polarização regional sobre o episódio.
Presidentes da América Latina reagiram aos ataques recentes dos Estados Unidos contra a Venezuela, ocorridos no sábado (3). Enquanto o presidente norte-americano confirmou a invasão e a saída de Nicolás Maduro, líderes da região expressaram opiniões divergentes sobre a ação.
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, manifestou preocupação diante das explosões e atividades aéreas na Venezuela, reforçando o compromisso com os princípios da Carta das Nações Unidas, em especial a paz e o respeito ao direito internacional. Apesar de não citar diretamente os EUA, Petro ressaltou a importância da proteção à vida e à dignidade humana em detrimento de confrontos armados.
Em tom mais crítico, o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, classificou os ataques como “criminosos”, denunciando que a paz regional foi brutalmente violada, e pediu reação urgente da comunidade internacional.
Do Chile, Gabriel Boric reforçou o apoio ao Direito Internacional, apontando a necessidade de resolver a crise venezuelana por meio do diálogo e do multilateralismo, rejeitando a violência e a intervenção estrangeira.
No Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva convocou uma reunião de emergência para debater o tema, sem manifestações oficiais do Itamaraty até o momento. Já o presidente argentino, Javier Milei, celebrou a captura de Maduro, publicando “A liberdade avança” em suas redes sociais.
Via Money Times