Três grandes empresas de laticínios anunciaram recall em fórmulas infantis por suspeita de contaminação. O problema começou com a Nestlé, que retirou lotes em vários países, inclusive no Brasil, devido à presença da toxina cereulida, que pode causar náuseas e vômitos.
A Danone e a Lactalis também suspenderam vendas de alguns lotes após detecção da mesma toxina em produtos em países como Cingapura, Austrália e México. A Lactalis ampliou o recall para 18 países. A crise impactou as ações da Danone e aumentou a preocupação sanitária.
Investigações prosseguem na França, após suspeita de morte ligada ao leite da Nestlé. A prioridade das empresas e órgãos reguladores é garantir a segurança dos bebês e evitar contaminações futuras.
Três das maiores empresas de laticínios globais realizam recall em larga escala após suspeita de contaminação em fórmulas infantis. A crise sanitária teve início com a Nestlé, que retirou produtos em várias nações, inclusive no Brasil, devido à possível presença de cereulida, toxina associada a náuseas e vômitos.
O problema se estendeu para a Danone e Lactalis, que também bloqueiam lotes de leite para bebês. Em Cingapura, um lote do leite Dumex Dulac 1, da Danone, e do NAN HA1 SupremePro, da Nestlé, foram alvo de recall preventivo após a Agência de Alimentos local detectar a toxina cereulida. A Lactalis ampliou o recall para 18 países, incluindo Austrália, China, Espanha e México, por conter um ingrediente contaminado.
As ações da Danone sofreram queda expressiva, refletindo o impacto financeiro. A empresa assegura que seus produtos seguem seguros, sem sinais de contaminação confirmada pela bactéria Bacillus cereus, responsável pela cereulida. Nos negócios das empresas, o segmento de fórmulas infantis corresponde a 21% das receitas da Danone e cerca de 5% da Nestlé.
A França investiga possível ligação entre a morte de um bebê e o leite da Nestlé, com resultados aguardados em até 10 dias. Enquanto isso, os recalls seguem em curso para garantir a segurança dos consumidores e mitigar riscos.
Via Forbes Brasil