Rede social X, de Elon Musk, disputa no Judiciário o uso da marca Twitter

X, de Elon Musk, enfrenta ação judicial para preservar direitos sobre a marca Twitter nos EUA.
17/12/2025 às 14:28 | Atualizado há 3 meses
               
Bluebird tenta cancelar marca Twitter, mas empresa de Elon Musk mantém direitos. (Imagem/Reprodução: G1)

A rede social X, liderada por Elon Musk, entrou na Justiça para impedir que a startup Bluebird registre a marca Twitter, antiga denominação da plataforma. A Bluebird solicitou o cancelamento da marca ao alegar que a empresa de Musk abandonou o uso do nome, e quer usar a marca para um concorrente no site twitter.new.

Elon Musk comprou o Twitter em 2022, renomeando-o para X, mas a empresa defende que o nome Twitter ainda é usado e não foi abandonado, contrariando a tentativa da Bluebird. A disputa judicial envolve a intenção de proteger a marca e evitar confusão para os consumidores.

A plataforma exige compensação financeira da Bluebird, que mantém a legalidade do seu pedido. A controvérsia segue com consultoria técnica de antigos especialistas em marcas e mantém em evidência o embate pelo uso do nome no mercado entre as empresas.

A rede social X, liderada por Elon Musk, entrou na Justiça para impedir que a startup Bluebird consiga registrar a marca Twitter, nome antigo da plataforma. A Bluebird pediu o cancelamento da marca no Escritório de Patentes dos EUA alegando que a empresa de Musk abandonou o termo. Além disso, a startup busca registrar a marca para usar no site twitter.new, concorrente da atual plataforma.

Elon Musk adquiriu o Twitter em 2022 por US$ 44 bilhões e mudou o nome da rede social para X, anunciando a saída da marca original. No entanto, o grupo de Musk afirma que o Twitter continua ativo, acessado por milhões por meio do endereço twitter.com. Para a X Corp, mudar o nome não significa renunciar aos direitos sobre a marca.

Na ação judicial, o X alega que a Bluebird tenta “roubar” a marca e que isso poderia causar confusão aos consumidores. A plataforma exige uma compensação financeira, sem informar o valor. Já a Bluebird mantém que o pedido de cancelamento segue leis vigentes e afirma estar pronta para continuar a disputa.

O processo envolve ainda Stephen Coates, ex-advogado especializado em marcas do Twitter, que atua como consultor da Bluebird. Enquanto isso, o uso da marca Twitter segue sendo motivo de disputa entre a nova dona da antiga plataforma e a startup que tenta usar o nome para competir no mercado.

Via g1

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