Relembre a última missão tripulada à Lua, há mais de 50 anos

Descubra detalhes da última missão humana à Lua, há mais de 50 anos. Entenda a história e o futuro da exploração lunar.
25/01/2026 às 06:43 | Atualizado há 2 semanas
               
Nasa se prepara para Artemis 2, missão com astronautas em volta da Lua. (Imagem/Reprodução: Redir)

Mais de cinco décadas se passaram desde a última vez que humanos pisaram na Lua. Entre 1968 e 1972, os Estados Unidos realizaram nove missões tripuladas, com seis delas chegando ao solo lunar, culminando com a Apollo 17, última missão em dezembro de 1972.

O programa Apollo foi fruto da meta estabelecida pelo presidente John F. Kennedy de levar americanos à Lua ainda na década de 1960. As missões anteriores ajudaram a preparar a equipe e desenvolver tecnologias para desafios como caminhadas espaciais e acoplamentos orbitais.

Após o sucesso da Apollo 11, que marcou o primeiro pouso lunar, as missões seguintes ampliaram a exploração com permanências maiores e deslocamentos em jipes lunares. O fim das missões foi causado por motivos financeiros e políticos, mas novas missões estão sendo planejadas, indicando um novo ciclo de exploração lunar.

Mais de 50 anos se passaram desde que humanos estiveram pela última vez na Lua. Entre 1968 e 1972, os Estados Unidos realizaram nove missões tripuladas, com seis alunissagens, no contexto da corrida espacial contra a União Soviética. A exploradora Apollo 17, em dezembro de 1972, foi a última viagem que levou astronautas a pisar no solo lunar.

O programa Apollo surgiu após promessas do presidente John F. Kennedy, que estipulou a meta de enviar americanos à Lua antes do fim da década de 1960. Antes disso, as missões Mercury e Gemini permitiram desenvolver tecnologias e treinar a equipe para os desafios espaciais, incluindo acoplamentos orbitais e caminhadas no espaço.

A conquista da Apollo 11, em julho de 1969, marcou o primeiro pouso humano na Lua. Neil Armstrong e Buzz Aldrin passaram algumas horas instalando experimentos e coletando amostras. As missões seguintes ampliaram a exploração lunar, com permanência prolongada e o uso do jipe lunar para deslocamentos maiores. A Apollo 13, que sofreu uma pane, relembraria os perigos da aventura.

O fim das missões Apollo se deu por motivos financeiros e de interesse político. O programa consumia grande parte do orçamento dos EUA, e a vitória moral na corrida já estava assegurada. Só agora, com a missão Artemis 2, a NASA planeja enviar quatro astronautas para contornar a Lua, marcando o reinício da presença humana no satélite natural.

Novas tecnologias e interesse renovado indicam uma era em que a exploração lunar pode se tornar mais frequente, acompanhada de objetivos científicos e estratégicos, além da competição entre potências espaciais modernas.

Via Folha de S.Paulo

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