Ricardo Mussa elogia participação técnica do agronegócio na COP30 e planeja retorno ao setor privado

Ricardo Mussa, chair do SB COP30, destaca o 'show técnico' do agronegócio em Belém com pavilhão AgriZone. Ele vê 2025 como MBA e projeta volta ao privado após networking global.
29/11/2025 às 11:25 | Atualizado há 1 hora
               
Agronegócio na COP30
Agronegócio estreia na COP30 em Belém: algo novo para o setor!. (Imagem/Reprodução: Moneytimes)

Na COP30 em Belém, o agronegócio ganhou destaque com o pavilhão AgriZone, coordenado pela Embrapa e IICA. Ricardo Mussa, chair do SB COP30, chamou a participação brasileira de ‘show técnico’, com debates sobre emissões na agricultura tropical e pouca resistência.

Mussa considera 2025 um ‘MBA tardio’, com networking entre CEOs e governos. Ele planeja retornar ao setor privado sem arrependimentos, valorizando o trabalho pro bono e o legado na COP da Amazônia.

Durante a COP30 em Belém do Pará, o agronegócio na COP30 ganhou visibilidade inédita com o pavilhão dedicado, chamado AgriZone. Coordenado pela Embrapa e pelo IICA, o espaço colocou o setor no centro das debates climáticos pela primeira vez nas Conferências das Partes.

Ricardo Mussa, chair do SB COP30, destacou a iniciativa. Ele notou poucos protestos contra o agronegócio e chamou a participação brasileira de “show técnico”. Mussa enfatizou discussões sobre métricas corretas para emissões na agricultura tropical, diferente da temperada.

O Brasil representa o Sul Global, com expansão agrícola prevista na África e Sudeste Asiático, também tropicais. Mussa apontou diferenças: raízes de plantas no Brasil chegam a 2 metros, capturando mais carbono que os 30 cm na Europa. Ele disse que o setor mostrou isso com ciência.

Para 2025, Mussa vê o período como um MBA tardio. Ganhou network com CEOs de 150 empresas, governos e culturas variadas. Planeja voltar ao setor privado sem arrependimentos.

Ele reflete que trabalhar pro bono trouxe liberdade e satisfação. Espera que o SB COP30 seja um legado brasileiro na COP da Amazônia.

Via Money Times

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