O presidente do Federal Reserve de Minneapolis, Neel Kashkari, destacou que o principal risco da Venezuela para a economia dos Estados Unidos é a alta dos preços do petróleo. Apesar da prisão de Nicolás Maduro, o impacto no mercado de commodities tem sido discreto.
Kashkari comparou essa situação a outros eventos globais, como a invasão da Ucrânia, que provocaram choques nos preços. No entanto, as intervenções recentes não causaram oscilações significativas no mercado de energia.
Mesmo com a maior intervenção militar americana na América Latina desde 1989, a resposta do mercado foi moderada. Os preços do petróleo cresceram cerca de 1%, indicando pressão controlada sobre a economia dos EUA até o momento.
O principal risco para a economia dos Estados Unidos atualmente está relacionado ao aumento dos preços do petróleo, segundo Neel Kashkari, presidente do Federal Reserve (Fed) de Minneapolis. Ele destacou que, embora a prisão do líder venezuelano Nicolás Maduro possa sugerir um impacto no mercado de commodities, até o momento o efeito nos valores do petróleo tem sido discreto.
Kashkari comparou o episódio a outros eventos globais que causaram choques nas commodities, como a invasão da Ucrânia pela Rússia, que elevou os preços. Porém, afirmou que o ataque do Hamas a Israel e a ação dos EUA na Venezuela não provocaram oscilações similares no mercado.
Os Estados Unidos fizeram a maior intervenção militar na América Latina desde 1989 ao capturarem Maduro com acusações de tráfico de drogas. Mesmo com essa operação inesperada, o mercado financeiro respondeu de forma moderada, com os preços do petróleo bruto norte-americano subindo cerca de 1% nesta segunda-feira (5), mantendo-se próximos das mínimas de cinco anos vistas em dezembro.
Essa moderação indica que, por enquanto, a economia americana não enfrenta pressões significativas relacionadas ao setor de energia devido à situação venezuelana. Mas o monitoramento do comportamento dos preços das commodities permanece fundamental para avaliar possíveis mudanças futuras.
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