Rumores sobre atraso de R$ 3,6 bilhões da Braskem ao Banco do Brasil impactam ações da empresa

Rumores de atraso de R$ 3,6 bilhões da Braskem ao Banco do Brasil provocam queda nas ações da petroquímica em 2026.
12/02/2026 às 17:41 | Atualizado há 2 horas
               
Banco do Brasil revela impacto do calote de uma empresa na inadimplência do banco. (Imagem/Reprodução: Forbes)

As ações da Braskem registraram queda de 11% após rumores de atraso no pagamento de R$ 3,6 bilhões ao Banco do Brasil. Esse valor foi citado no balanço do banco, que mostrou alta na inadimplência para 5,17%. Apesar da queda recente, as ações da Braskem ainda acumulam valorização acima de 25% em 2026.

O Banco do Brasil informou que o atraso ocorreu em contrato na carteira de títulos e valores mobiliários do segmento Atacado. A dívida teria sido transferida para um fundo especial, e o pagamento já foi regularizado em janeiro. A Petrobras também fez movimentações que chamaram a atenção do mercado.

Esses fatos enfatizam a volatilidade do mercado e a importância da transparência nas informações financeiras. Investidores acompanham de perto os desdobramentos ligados à Braskem e suas operações financeiras para avaliar riscos e oportunidades.

As ações da Braskem (BRKM5) recuaram 11% na tarde desta terça-feira após rumores de que a empresa teria atrasado o pagamento de R$ 3,6 bilhões ao Banco do Brasil. Apesar da queda significativa, os papéis da petroquímica ainda acumulam alta superior a 25% em 2026.

Esse valor foi destacado pelo banco estatal no balanço de resultados do quarto trimestre e do ano de 2025, que apontou aumento da inadimplência acima de 90 dias para 5,17%, ante 4,51% no trimestre anterior. O Banco do Brasil citou que o impacto desse atraso ocorreu em um contrato da carteira de títulos e valores mobiliários (TVM) no segmento Atacado.

Desconsiderando esse caso, o índice de inadimplência teria sido menor, de 4,88%. Mais cedo, um executivo do Banco do Brasil informou que essa dívida havia sido transferida para um fundo gerido por uma gestora de situações especiais.

Informações divulgadas pela Folha de S.Paulo e pela Broadcast afirmam que a Braskem foi a responsável pelo atraso, mas que o pagamento já foi regularizado em janeiro deste ano.

Ao mesmo tempo, a Petrobras decidiu não exercer seu direito de preferência na possível venda das ações que a Novonor detém para o Shine Fundo de Investimentos em Direitos Creditórios de Responsabilidade Limitada (FIDC), movimentação que também chamou atenção do mercado.

Via Forbes Money

Artigos colaborativos escritos por redatores e editores do portal Vitória Agora.