Ruvo: fintech do ex-Uber facilita transferências com Pix entre Brasil e EUA

Fintech Ruvo usa stablecoins para transferências rápidas e baratas entre Brasil e EUA, conectando Pix e Visa.
20/01/2026 às 14:09 | Atualizado há 3 horas
               
Descrição clara que destaca o papel de Alec e a proposta inovadora da Ruvo com stablecoins. (Imagem/Reprodução: Braziljournal)

A fintech Ruvo, criada pelo ex-funcionário do Uber Alec Howard, está operando em São Paulo para facilitar transferências internacionais entre Brasil e EUA. A plataforma utiliza stablecoins para integrar Pix, Visa e moedas digitais numa única carteira digital.

Com taxas entre 0,9% e 1,8% e transferências quase instantâneas, a Ruvo oferece uma alternativa mais rápida e barata que os métodos tradicionais, que podem levar até cinco dias. A startup também permite compras em dólar e investimentos em USDT, com rendimentos atraentes.

A empresa mira brasileiros que recebem do exterior e pequenas empresas, seguindo as regulamentações locais atuais e futuras. O objetivo é tornar as transferências internacionais tão simples quanto o Pix, ampliando o acesso a serviços financeiros globais.

Alec Howard, ex-funcionário do Uber, está se instalando em São Paulo para impulsionar a expansão da sua fintech de pagamentos internacionais, a Ruvo. A startup utiliza stablecoins para tornar transferências entre Brasil e EUA mais simples e econômicas, conectando o Pix, Visa e moedas digitais numa única wallet.

A Ruvo recentemente captou US$ 4,6 milhões numa rodada liderada pela 1confirmation, investidora da Coinbase e Polymarket. A empresa oferece transferências quase instantâneas, com taxas de 0,9% a 1,8%, muito abaixo do custo e do tempo exigidos pelas transações tradicionais via Swift, que podem levar até cinco dias.

Com foco em brasileiros que recebem receita no exterior, a plataforma facilita o envio de recursos e permite compras em dólar via cartão Visa. Clientes podem ainda investir em USDT, a stablecoin atrelada ao dólar, com rendimento de até 6% ao ano.

Alec e seu sócio Mike Mason identificaram que fintechs do México e Argentina já operavam com stablecoins para remessas internacionais, mas o Brasil ainda não tinha opções semelhantes. O avanço das regulamentações no Brasil e EUA dá maior segurança a essa operação.

A fintech segue normas locais e pretende se adequar a futuras regras do Banco Central. A Ruvo atende especialmente pessoas físicas e pequenas empresas, aproveitando vínculo com instituições financeiras brasileiras e americanas. Operações com stablecoins são isentas de IOF, um benefício que pode mudar com novas regulamentações.

O objetivo da Ruvo é permitir que brasileiros e americanos façam transferências internacionais tão facilmente quanto um Pix, ampliando o acesso a produtos financeiros globais.

Via Brazil Journal

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