O Santander Brasil confirmou a nomeação de Gilson Finkelsztain como novo CEO, que assumirá o cargo até o final de julho. Ele substituirá Mario Leão, que esteve no banco por quase 11 anos e comunicou sua saída no início deste ano. A transição está alinhada ao processo interno de sucessão planejado pela instituição.
Gilson Finkelsztain, atualmente líder da B3, deixa o cargo para enfrentar desafios do setor bancário, marcado pela competição com neobanks e fintechs. Sua experiência inclui passagem pelo Citibank e cargos executivos no próprio Santander entre 2011 e 2013. A mudança representa uma movimentação estratégica para o banco.
Mario Leão, com 50 anos, declarou que buscará novos desafios fora do banco, mantendo o compromisso com a agenda de 2024 e garantindo uma transição madura e tranquila. Enquanto isso, a B3 ainda não anunciou o sucessor de Gilson, cujo nome mais cotado é Luiz Masagão, vice-presidente na bolsa e ex-funcionário do Santander.
O Santander Brasil confirmou que Gilson Finkelsztain, atual CEO da B3, assumirá a presidência do banco até o final de julho. Ele substituirá Mario Leão, que esteve no banco por quase 11 anos, incluindo cinco como CEO. Mario havia comunicado sua saída no começo do ano, iniciando o processo de sucessão.
Gilson, que também começou sua carreira no Citibank nos anos 90, integra o “mapa de sucessão” do Santander e já foi cotado para assumir a liderança em 2021. A troca de comando é relevante, pois Gilson deixará o cargo na B3, essencialmente um monopólio, para atuar num setor bancário competitivo, pressionado por neobanks, fintechs e desafios relacionados ao crédito.
Desde 2017, Gilson lidera a Bolsa e, antes disso, ocupou cargos executivos no próprio Santander entre 2011 e 2013. A B3 ainda não anunciou oficialmente o sucessor de Gilson, mas o nome mais forte na bolsa interna é Luiz Masagão, vice-presidente de produtos e clientes, também ex-Santander.
O movimento ocorre num momento favorável, já que o Santander apresenta ganhos expressivos no exterior e trabalha para manter retornos consistentes antes de impostos no Brasil. Mario Leão, agora com 50 anos, declarou que busca novos desafios fora do banco e garantiu que a agenda 2024 segue firme, ressaltando a maturidade da instituição para uma transição tranquila.
Via Brazil Journal