O Governo de São Paulo vai licitar cerca de R$ 70 bilhões em projetos ferroviários usando o modelo de diálogo competitivo. Esse modelo permite que empresas debatam tecnicamente e contribuam para o planejamento antes das licitações.
O sistema, já usado na Europa e Ásia, será aplicado nas concessões do Trem Intercidades até Sorocaba e em linhas da CPTM e do Metrô. A iniciativa visa reduzir riscos e atrair mais participantes, incluindo operadores estrangeiros.
O edital inicial de R$ 12 bilhões para o Trem Intercidades está previsto para junho, e as licitações detalhadas para 2027. O modelo proporciona mais segurança aos investidores, com reembolso de custos e participação ativa desde o início do processo.
O Governo de São Paulo prepara-se para licitar cerca de R$ 70 bilhões em projetos de transporte sobre trilhos usando o modelo de diálogo competitivo. Essa modalidade permite que empresas participem de uma fase técnica de debate antes das licitações, contribuindo com estudos e planejamento dos projetos.
Esse sistema, usado em países da Europa e Ásia, será aplicado nas concessões do Trem Intercidades até Sorocaba, nas linhas 10 e 14 da CPTM e na linha 16 do Metrô. A ideia é alinhar a contratação pública a padrões internacionais, reduzindo riscos e atraindo mais participantes, inclusive operadores estrangeiros.
Durante o processo, só as empresas pré-selecionadas que participarem da fase de estudos receberão reembolso pelos gastos. Além disso, para disputar a etapa final, é necessário apresentar propostas comerciais válidas. Isso ajuda a evitar ofertas arriscadas frequentes nas licitações brasileiras tradicionais e melhora a qualidade dos projetos.
O edital inicial, com valor previsto de R$ 12 bilhões, será para o Trem Intercidades São Paulo – Sorocaba, com publicação até junho. A fase de diálogo técnico deve durar de seis a oito meses, seguida pelas pré-seleções das linhas CPTM 10 e 14 e da linha 16 do Metrô, totalizando investimentos superiores a R$ 56 bilhões. Os leilões estão previstos para 2027.
Esse modelo oferece mais segurança para os investidores com reembolsos de custos e participação ativa desde o início, atraindo fundos e construtoras nacionais e internacionais. O Governo já recebeu mais de 250 contribuições para esse formato.
Via Brazil Journal