Tyago Hoffmann, secretário de Saúde do Espírito Santo, qualificou como “erro político grave” a aproximação de Arnaldinho Borgo, prefeito de Vila Velha, ao prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini. Hoffmann afirma que Arnaldinho está perdendo protagonismo no governo liderado por Casagrande ao se unir a Pazolini.
Durante o Carnaval, o gesto público de Arnaldinho com Pazolini gerou desconforto político e indica possível aliança eleitoral. Hoffmann ressalta que o governo estadual foi fundamental para a gestão de Arnaldinho e alerta sobre os riscos de ele assumir uma posição secundária.
O secretário apelou para que Arnaldinho reconsidere seu alinhamento político e mantenha portas abertas ao grupo governista. Também criticou a postura agressiva de Pazolini, apontando dificuldades para aceitar opiniões divergentes, o que pode influenciar na disputa eleitoral deste ano.
O secretário estadual de Saúde, Tyago Hoffmann, criticou duramente o que chamou de “erro político grave” do prefeito de Vila Velha, Arnaldinho Borgo, ao se aproximar do prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini. Para Hoffmann, Arnaldinho está assumindo uma posição secundária no projeto político de Pazolini, deixando de ter protagonismo no atual governo liderado por Renato Casagrande.
Durante o desfile de Carnaval no Sambão do Povo, Arnaldinho esteve ao lado de Pazolini, trocando gestos e publicações em redes sociais que indicam uma possível aliança eleitoral, gesto que causou surpresa e desconforto ao governador Casagrande, presente no evento.
Hoffmann destacou que os investimentos do Governo do Estado foram decisivos para a administração de Arnaldinho e que ele tem um papel de protagonista no projeto estadual. Segundo o secretário, a troca de alinhamento político pode levar o prefeito de Vila Velha a assumir uma posição de força auxiliar na candidatura do adversário, sem espaço para ser candidato a governador.
O secretário ainda fez um apelo para que Arnaldinho repense a atitude, afirmando que a porta do governo continua aberta para um possível retorno ao grupo governista. Hoffmann também criticou o discurso de Pazolini, qualificando-o como uma “agressividade assustadora” e uma “deselegância institucional”.
Para Hoffmann, a postura de Pazolini demonstra dificuldade em conviver com opiniões divergentes, o que ficou evidente na cerimônia de abertura do Carnaval. A movimentação política sugere um cenário de disputa acirrada no Espírito Santo, com possíveis mudanças na composição do governo estadual para as eleições deste ano.
Via Sim Notícias