A segunda noite de desfiles da Série Ouro no Carnaval de Vitória apresentou temas diversos que exaltaram a cultura brasileira. A União Jovem de Itacibá abriu com enredo dedicado à literatura nacional, passando por obras clássicas e personagens infantis renomados.
Outras escolas como Império de Fátima e Mocidade da Praia destacaram temas ligados à infância, memória e às festas juninas, com alegorias que valorizam a fé e a cultura popular. A Mocidade Serrana encerrou a noite destacando o acolhimento e a solidariedade.
O evento evidenciou o papel do carnaval como espaço de expressão cultural e identidade, unindo tradição e criatividade em cada apresentação.
A última noite de desfiles no Sambão do Povo destacou a criatividade das escolas com temas que exploram desde a literatura brasileira até as tradições folclóricas e culturais do país. A União Jovem de Itacibá abriu os desfiles trazendo o enredo “Viajando na Literatura do Brasil”, valorizando a escrita como peça-chave na formação da identidade nacional. O desfile percorreu a história da literatura, com referências a obras clássicas como Iracema, Vidas Secas e O Cortiço, além de homenagear personagens do universo infantil de Monteiro Lobato.
A Império de Fátima levou para a avenida o enredo “Era uma vez… Embarque nessa viagem mágica!”, envolvendo o público em uma viagem pela infância e imaginação. Com cerca de 450 integrantes, a escola usou o tigre branco como símbolo para falar sobre memória, coragem e o poder transformador da fantasia, passando por temas como medos infantis e a superação.
A Mocidade da Praia uniu carnaval e festas juninas no enredo “Sob o Céu Junino, a Mocidade Faz a Festa!”. O desfile incorporou elementos tradicionais dos festejos e santos nordestinos, como Santo Antônio e São João, ressaltando a fé, a esperança e a cultura popular por meio de alegorias que representaram a tradição rural na cidade.
Por fim, a Mocidade Serrana fechou a programação com o enredo “Colo – Criação, Cuidado e Afeto”, um manifesto sobre acolhimento e solidariedade, apresentando o carnaval como espaço de proteção e pertencimento. O desfile valorizou o colo como símbolo de vida, destacando tradições ancestrais e o cuidado comunitário.
Via ES Hoje