A Semantix, empresa brasileira de dados e inteligência artificial, anunciou a aquisição das operações da Atos na América do Sul, abrangendo países como Brasil, Argentina e Chile. Essa compra visa ampliar sua presença regional e criar uma das maiores plataformas tecnológicas do continente.
Com a integração, a Semantix pretende expandir seu portfólio e fortalecer a atuação em setores regulados como financeiro e saúde. A mudança na liderança da empresa reforça a estratégia de inovação e crescimento no mercado latino-americano.
A Semantix, empresa brasileira especializada em dados, analytics e inteligência artificial, firmou um acordo para adquirir as operações da Atos na América do Sul, incluindo Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, Uruguai, México e Peru. Essa estratégia deve ampliar significativamente a presença da companhia na região, criando uma das principais plataformas de tecnologia e AI no continente.
Fundada em 2010, a Semantix tem acelerado seu crescimento após ser listada na Nasdaq em 2022 e passar por um processo de reorganização sob a liderança do fundador Leonardo Santos Poça D’água. O Reajuste nos processos já trouxe um aumento de 37% no faturamento no segundo semestre de 2025.
Com a integração das operações da Atos, empresa reconhecida em cibersegurança, nuvem, automação e soluções SAP, a Semantix pretende expandir seu portfólio e fortalecer seu posicionamento no mercado latino-americano de tecnologia. A aquisição também inclui a passagem da Semantix a fornecedor preferencial da Atos na América do Sul, mantendo o atendimento a clientes locais e globais.
O acordo ainda prevê mudanças na liderança: Nelson Campelo, atual chefe da Atos América do Sul, assumirá o cargo de CEO da Semantix, enquanto Leonardo Santos passará para a função de presidente executivo, focado em inovação e estratégia.
Segundo os executivos, a fusão proporcionará maior escala, cobertura geográfica e um ecossistema robusto para acelerar a entrega de soluções de dados e inteligência artificial para setores regulados como financeiro, saúde, telecomunicações e energia.
Via InfoMoney